pse tuberculose

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  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABAIANINHA SECRETARIA DE SADE SECRETARIA DE EDUCAO PROGRAMA SADE NA ESCOLA AGRAVOS NEGLIGENCIADOS TUBERCULOSE WALTER MARCELO OLIVEIRA DE CARVALHO

2. TUBERCULOSE 3. TUBERCULOSE Doena infecto-contagiosa, causada por bactria, chamada Mycobacterium tuberculosis. 4. Caractersticas do Agente Etiolgico Chamado de Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch, pois foi descoberto por Robert Koch em 1882. 5. Figura 1: Mycobacterium tuberculosis (Bacilo de Koch) 6. uma espcie aerbia estrita; Habitam principalmente nos pulmes, porm podem ter localizao extrapulmonar. Caractersticas do Agente Etiolgico 7. Patogenia Contgio Por inalao de aerossis durante o ato da tosse, da fala e espirro de pessoas eliminadoras de bacilos de Koch. 8. Patogenia Contgio Os pacientes no bacilferos e os que apresentam a forma extrapulmonar no oferecem riscos significativos de contaminao. 9. Patogenia Possibilidade de infeco, depende de: nmero de bacilos inalados, virulncia da bactria e susceptibilidade do hospedeiro. Bacilo poder ficar em estado de dormncia podendo reativar-se tardiamente, de acordo com as condies imunolgicas do hospedeiro. 10. Aspectos ClnicosAspectos Clnicos Tuberculose Pulmonar a forma mais freqente.Tuberculose Pulmonar a forma mais freqente. Tuberculose miliar: infeco extra-pulmonarTuberculose miliar: infeco extra-pulmonar causada pela evoluo do granuloma pulmonarcausada pela evoluo do granuloma pulmonar devido ao crescimento bacteriano excessivo,devido ao crescimento bacteriano excessivo, atingindo a corrente sangnea, ocorrem, poratingindo a corrente sangnea, ocorrem, por exemplo, na pleura, no fgado, bao, ossos eexemplo, na pleura, no fgado, bao, ossos e articulaes, meninges, no crebro.articulaes, meninges, no crebro. 11. Sinais e sintomas Infeco primria: normalmente sem sintomasInfeco primria: normalmente sem sintomas Com a progresso das leses aparecem: febre,Com a progresso das leses aparecem: febre, perda de peso, sudorese noturno, dor no peito,perda de peso, sudorese noturno, dor no peito, insuficincia respiratria, tosse ( com poucoinsuficincia respiratria, tosse ( com pouco escarro) e se quando h o rompimento de umescarro) e se quando h o rompimento de um vaso sangneo a tuberculose pulmonar podevaso sangneo a tuberculose pulmonar pode causar hemoptise.causar hemoptise. 12. Tratamento Padronizado no Brasil: medicamentos distribudos pelo sistema de sade, atravs de seus postos municipais de atendimento. RHZ: rifampicina(R), isoniazida(H) e pirazinamida(Z). Obs.: OMS combinao de 4 medicamentos, alm dos citados acima indica a estreptomicina ou etambutol. 13. Por que utilizar quatro antibiticos? Porque o bacilo cresce fora e dentro da clula de defesa. Quando est fora, ele se multiplica muito rpido e adquire resistncia tambm muito rapidamente. Por isso, so indicadas trs drogas a fim de impedir seu crescimento e diviso fora da clula. 14. Dentro da clula de defesa, ele cresce mais lentamente. Isso requer uma droga que penetre na clula a fim de bloquear o crescimento da bactria em seu interior, ou seja, os medicamentos agem em lugares diferentes, de maneira sinrgica. Por que utilizar quatro antibiticos? 15. Suspenso do Tratamento = Problema de Sade Pblica. Problema de Sade Pblica 16. Qual o problema da interrupo do tratamento? Seleo de colnias de bactrias resistentes aos medicamentos. 17. Motivos da interrupo do tratamento Melhora dos sintomas lcool Efeitos colaterais como prurido (isoniazida) e enjos ( medicamento em jejum = maior absoro) 18. Tratamento e Gestao No caso de gestao, o tratamento no deve ser alterado. 19. Outros Tratamentos Alm do esquema de tratamento existem outros esquemas (com outras combinaes de medicaes) que podem ser utilizados em situaes especiais ou nos casos de falncia com o tratamento de primeira linha (preferencial). 20. Profilaxia Vacinao ( contra as formas mais graves) Quimioprofilaxia 21. Vacina 1921 Calmette e Gurin produzem a vacina. 1928 Aceitao internacional. 1929 Acidente de Lubeck. 1948-1951 Campanhas internacionais. 1992 Cobertura Global. 22. Vacina a nica vacina de medida profiltica, e a mais antiga e mais expandida das vacinas em utilizao. A vacina produzida atravs de subcepas vivas atenuadas de Mycobacterium bovis. 23. Quimioprofilaxia Quimioprofilaxia primria: pacientes no-infectados. Quimioprofilaxia secundria: pacientes com tuberculose infeco. 24. Diagnstico Sugerido pelos sinais e sintomas clnicos Raio X do trax Teste de tuberculina Esfregao de catarro pelo mtodo de Ziehl-Neelsen