prova objetiva profissional junior direito petrobras distribuidora 2010 cesgranrio

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  • Este arquivo faz referncia prova de Profissional Jnior -Direito do rgo PETROBRAS DISTRIBUIDORA, aplicada

    por CESGRANRIO no ano 2010

    Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade com o MEIO AMBIENTE.

  • PRPRPRPRPROFISSIONOFISSIONOFISSIONOFISSIONOFISSIONAL JNIORAL JNIORAL JNIORAL JNIORAL JNIORFORMAO:FORMAO:FORMAO:FORMAO:FORMAO: DIREIT DIREIT DIREIT DIREIT DIREITOOOOO

    ABRI

    L / 2

    010

    03

    LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES ABAIXO.01 - Voc recebeu do fiscal o seguinte material:

    a) este caderno, com os enunciados das 70 questes das Provas Objetivas e das 2(duas) questes da ProvaDiscursiva, sem repetio ou falha, com a seguinte distribuio:

    b) um Caderno de Respostas para o desenvolvimento da Prova Discursiva, grampeado ao CARTO-RESPOSTA destinados respostas s questes objetivas formuladas nas provas.

    02 - Verifique se este material est em ordem e se o seu nome e nmero de inscrio conferem com os que aparecem noCARTO-RESPOSTA. Caso contrrio, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.

    03 - Aps a conferncia, o candidato dever assinar no espao prprio do CARTO-RESPOSTA, a caneta esferogr-fica transparente de tinta na cor preta.

    04 - No CARTO-RESPOSTA, a marcao das letras correspondentes s respostas certas deve ser feita cobrindo a letra epreenchendo todo o espao compreendido pelos crculos, a caneta esferogrfica transparente de tinta na cor preta,de forma contnua e densa. A LEITORA TICA sensvel a marcas escuras; portanto, preencha os campos demarcao completamente, sem deixar claros.

    Exemplo: A C D E05 - Tenha muito cuidado com o CARTO-RESPOSTA, para no o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR.

    O CARTO-RESPOSTA SOMENTE poder ser substitudo caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior -BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA TICA.

    06 - Para cada uma das questes objetivas, so apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);s uma responde adequadamente ao quesito proposto. Voc s deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcao emmais de uma alternativa anula a questo, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.

    07 - As questes objetivas so identificadas pelo nmero que se situa acima de seu enunciado.

    08 - SER ELIMINADO do Processo Seletivo Pblico o candidato que:a) se utilizar, durante a realizao das provas, de mquinas e/ou relgios de calcular, bem como de rdios gravadores,

    headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espcie;b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questes e/ou o CARTO-RESPOSTA;c) se recusar a entregar o Caderno de Questes e/ou o CARTO-RESPOSTA quando terminar o tempo estabelecido.

    09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcaes assinaladas noCaderno de Questes NO SERO LEVADOS EM CONTA.

    10 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTES E O CARTO-RESPOSTA grampeado ao Cadernode Respostas da Prova Discursiva e ASSINE A LISTA DE PRESENA.Obs. O candidato s poder se ausentar do recinto das provas aps 1 (uma) hora contada a partir do efetivo incio dasmesmas. Por motivos de segurana, o candidato NO PODER LEVAR O CADERNO DE QUESTES, a qualquer momento.

    11 - O TEMPO DISPONVEL PARA ESTA PROVA DE QUESTES OBJETIVAS E DISCURSIVAS DE 5(CINCO) HORAS , f indo o qual o candidato dever, obrigatoriamente , entregar O CADERNO DEQUESTES E O CARTO-RESPOSTA grampeado ao Caderno de Respostas da Prova Discursiva.

    12 - As questes e os gabaritos das Provas Objetivas sero divulgados no segundo dia til aps a realizao dasmesmas, no endereo eletrnico da FUNDAO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).

    Pontos1,0

    Pontos1,0

    CONHECIMENTOS BSICOSCONHECIMENTOS ESPECFICOSLNGUA

    PORTUGUESA II INFORMTICA IVLNGUA

    INGLESA IIQuestes

    1 a 10

    Pontos1,0

    Questes11 a 20

    Questes21 a 25

    Questes26 a 4041 a 55

    Pontos1,31,7

    Questes56 a 70

    Pontos2,0

  • PROFISSIONAL JNIORFORMAO: DIREITO

    2

    LNGUA PORTUGUESA II

    O Homem e o UniversoSomos criaturas espirituais num cosmo que s

    mostra indiferena

    Algo paradoxal ocorre quando nos deparamoscom nossa pequenez perante a Natureza.

    Por um lado, vemo-nos como seres especiais,superiores, capazes de construir tantas coisas, de criaro belo, de transformar o mundo atravs da manipulaode matria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terrainerte ao monumento cheio de significado, dos elementosqumicos a plsticos, avies, bolas e pontes. Somosartesos, meio como as formigas, que constroem seusformigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali,erigindo seus abrigos contra as intempries do mundo.

    Por outro lado, vemos nossas obras destrudasem segundos por cataclismas naturais, prdios quedesabam, cidades submersas por rios e oceanos oupor cinzas e lava, nossas criaes arruinadas emsegundos, feito os formigueiros que so achatados sobas sandlias de uma criana, causando pnico geralentre os insetos.

    O paradoxo se intensifica mais quando olhamospara o cu e vemos a escurido da noite ou o azul vagodo dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, umacasa sem paredes ou teto, sem uma fronteirademarcada. E se pensamos que cada estrela um sol,e que tantas delas tm sua corte de planetas, fica difcilevitar a questo da nossa existncia csmica, seestamos aqui por algum motivo, se existem outrosseres como ns ou talvez muito diferentes mas que,por pensar, tambm se inquietam com essas questes,buscando significado num cosmo que s mostra indife-rena.

    O que sabemos dos nossos vizinhos csmicos,os outros planetas do Sistema Solar, no inspira muitocalor humano. Vemos mundos belssimos e hostis vida,borbulhantes ou frgidos, cobertos por pedras inertesou por molculas que parecem traar uma trilhainterrompida, que ia a algum lugar mas, no meio docaminho, esqueceu o seu destino. S aqui, na Terra, atrilha seguiu em frente, criou seres de formas diversase exuberantes, compromissos entre as exignciasambientais e a qumica delicada da vida.

    Se continuarmos nossa viagem para longe daqui,veremos nossa galxia, soberana, casa de 300 bilhesde estrelas, nmero no to diferente do total deneurnios no crebro humano. A pequenez aindamaior quando pensamos que a Terra, e mesmo o SistemaSolar inteiro, no passa de um ponto insignificantenessa espiral brilhante que se estende por 100 milanos-luz. Porm, se o que vemos no Sistema Solar, aincrvel diversidade de seus planetas e luas, uma

    indicao, imagine que surpresas nos esperam emtrilhes de outros mundos, cada um gro de areia numapraia.

    Ao olhar para o Universo, o homem nada.Ao olhar para o Universo, o homem tudo. Esse oparadoxo da nossa existncia, sermos criaturas espiri-tuais num mundo que no se presta a questionamentosprofundos, um mundo que segue, resoluto, o seucurso, que procuramos entender com nossa cincia e,de forma distinta, com nossa arte.

    Talvez esse paradoxo no tenha uma resoluo.Talvez seja melhor que no tenha. Pois dessa inquie-tao do ser que criamos significado, conhecimento eaprendemos a lidar com o mundo e com ns mesmos.Se respondemos a uma pergunta, devemos estarprontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidodo cosmo, se sentimos o peso de sermos as nicascriaturas a questionar o porqu das coisas, devemostambm celebrar a nossa existncia breve. Ao queparece, somos a conscincia csmica, somos comoo Universo pensa sobre si mesmo.

    Marcelo Gleiser, Folha de So Paulo, 31 de janeiro de 2010.

    1O texto O Homem e o Universo tem como cerne um para-doxo. O paradoxo de que trata o texto se d entre(A) a reflexo do ser humano e a indiferena do Universo.(B) a breve existncia humana e a infinitude do Universo.(C) a conscincia csmica humana e o vasto Universo.(D) a pequenez do ser humano e o universo imensurvel.(E) a pergunta e a resposta que cada pergunta gera.

    2Anttese uma figura de linguagem com a qual se salientauma oposio de ideias por meio de sentenas ou pala-vras. O fragmento que contm uma anttese :(A) Somos artesos, meio como as formigas, (A. 8-9)(B) vemos nossas obras destrudas em segundos por

    cataclismas naturais, (A. 12-13)(C) se pensamos que cada estrela um sol, e que tantas

    delas tm sua corte de planetas, fica difcil evitar aquesto da nossa existncia csmica, (A. 23-25)

    (D) Ao olhar para o Universo, o homem nada. Ao olharpara o Universo, o homem tudo. (A. 53-54)

    (E) somos como o Universo pensa sobre si mesmo.(A. 69-70)

    3A conjuno e pode assumir diferentes funcionamentose apresentar valores semnticos diferentes. O trecho emque e pode expressar ideia contrastiva :(A) ... e vemos a escurido da noite ... (A. 20)(B) Vemos mundos belssimos e hostis... (A. 33)(C) criou seres de formas diversas e exuberantes, (A. 38-39)(D) e mesmo o Sistema Solar inteiro, (A. 45-46)(E) que procuramos entender com nossa cincia e, de

    forma distinta, com nossa arte. (A. 58-59)

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  • PROFISSIONAL JNIORFORMAO: DIREITO

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    4O autor se utiliza de diversas analogias no texto. Nosfragmentos a seguir, os termos em negrito em que NOocorre analogia (A) Somos artesos, meio como as formigas, que cons-

    troem seus formigueiros ... (A. 8-10)(B) ... vemos nossas obras destrudas ... por cataclismas

    naturais, ... que so achatados sob as sandlias deuma criana ... (A. 12-17)

    (C) ... estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredesou teto, ... (A. 21-22)

    (D) E se pensarmos que cada estrela um sol, ... (A. 23)(E) ... se o que vemos no Sistema Solar, ... de seus plane-

    tas e luas, uma indicao, ..., cada um gro de areianuma praia. (A. 48-52)

    5Observe:Porm, se o que vemos no Sistema Solar, a incrveldiversidade de seus planetas e luas, uma indi

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