prova medicina veterinária

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  • Sade UFSMResidncia em

    Uni/Multiprofissional

    Inscrio n:

    2016

    Programas de Residncia em rea Profissionalda Sade/Medicina Veterinria

  • 02

    Bloco A

    01

    Quais as concepes que a Reforma Sanitria busca

    superar?

    I Hegemonia do saber mdico.

    II Sade concebida como ausncia de doena.

    III Fragmentao do cuidado em sade.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas III.

    apenas I e II.

    I, II e III.

    c

    b

    a

    e

    d

    03

    Os fundamentos do Sistema nico de Sade (SUS)

    esto expressos na seo II do captulo II do ttulo

    VIII da Constituio Federal de 1988, que trata da

    Seguridade Social. Tais fundamentos foram regula-

    mentados por meio de Leis complementares, Leis

    ordinrias, Decretos, entre outros expedientes

    legais. Associe a coluna esquerda com as respec-

    tivas Leis e Decretos da coluna direita.

    Lei n. 8.080,

    de 19 de se-

    tembro de

    1990.

    Lei n. 8.142,

    de 28 de de-

    zembro de

    1990.

    Decreto

    n. 7.508,

    28 de junho

    de 2011.

    ( )

    ( )

    ( )

    (1) Regulamenta a Lei 8.080/

    1990 nos aspectos da orga-

    nizao do SUS, do planeja-

    mento da sade, da assistn-

    cia sade e da articulao

    interfederativa.

    (2) Dispe sobre as condies

    para a promoo, proteo e

    recuperao da sade e a or-

    ganizao e o funcionamento

    dos servios correspondentes

    e regula em todo o territrio

    nacional as aes e os servios

    de sade executados isolada

    ou conjuntamente, em carter

    permanente ou eventual, por

    pessoas naturais ou jurdicas

    de direito pblico ou privado.

    (3) Dispe sobre a participa-

    o da comunidade na gesto

    do SUS e sobre as transfern-

    cias intergovernamentais de

    recursos financeiros na rea

    da sade e d outras provi-

    dncias.

    A sequncia correta

    c

    b

    a 2 1 3.

    2 3 1.

    1 2 3.

    3 2 1.

    3 3 2.

    d

    e

    02

    As Redes de Ateno Sade (RAS) so propostas

    com o objetivo de melhorar os resultados sanit-

    rios e econmicos dos sistemas de ateno sade.

    De acordo com as orientaes para construo de

    RAS, correto afirmar que

    c

    b

    a os servios de maior densidade tecnolgica de-

    vem ser dispersos no territrio de abrangncia

    da RAS.

    os servios de menor densidade tecnolgica de-

    vem ser concentrados em um s espao do ter-

    ritrio.

    as RAS so arranjos produtivos hbridos que

    combinam a concentrao de servios com dife-

    rentes densidades tecnolgicas.

    as RAS devem ser organizadas entre servios

    de igual densidade tecnolgica.

    a distribuio espacial dos servios em uma RAS

    no um elemento importante para garantir

    sua eficcia.

    d

    e

  • 03

    Est includa no campo de atuao do Sistema nico

    de Sade a execuo das aes de vigilncia sani-

    tria, vigilncia epidemiolgica e sade do traba-

    lhador, s quais se deve acrescentar

    c

    b

    a assistncia teraputica integral inclusive a far-

    macutica.

    assistncia teraputica integral exceto a farma-

    cutica.

    assistncia social.

    assistncia a pesquisas com animais.

    vigilncia odontolgica.

    d

    e

    04

    A responsabilidade da oferta de aes e servios de

    sade na Rede de Ateno Sade de cada ente

    federativo deve ser pactuada em qual das instncias

    a seguir indicadas?

    05

    c

    b

    a Conselho Nacional de Sade.

    Secretaria Municipal de Sade.

    Prefeitura Municipal de Sade.

    Comisses Intergestoras.

    Conselho Regional de Sade.

    d

    e

    municpio de Barra Grande possui 25 mil

    Ohabitantes e est localizado a 10 km de um municpio de grande porte. Em Barra Gran-de, a capacidade instalada de servios de sade

    composta por: um hospital privado conveniado ao

    Sistema nico de Sade (SUS), com 20 leitos; um

    Centro de Ateno Psicossocial I (CAPS I); duas

    Unidades de Sade da Famlia (USF). No possui

    servios de apoio diagnstico e no atende ur-

    gncia e emergncia. Voc membro do Conselho

    Municipal de Sade (CMS), representando os profis-

    sionais de sade do municpio. Em uma reunio do

    CMS, o Secretrio Municipal de Sade apresenta

    uma proposta de reduo de custos, que inclui re-

    pactuao das aes e dos servios de sade, redu-

    zindo a oferta e o transporte de pacientes para

    o municpio vizinho. Houve uma grande discusso

    nessa reunio, com conselheiros favorveis e outros

    desfavorveis proposta.

    Com base nessa realidade, responda s questes

    05, 06 e 07.

    Leia o texto a seguir.

    Considerando a capacidade instalada do municpio

    de Barra Grande, no que tange contratualiza-

    o dos servios de sade, assinale a alternativa

    INCORRETA.

    06

    c

    b

    a O municpio de Barra Grande deve pactuar, na

    Comisso Intergestora, o local da Rede de Aten-

    o Sade que fornecer os servios de apoio

    diagnstico.

    O municpio de Barra Grande deve pactuar a

    oferta de aes correspondentes Ateno

    Bsica com o municpio vizinho, pois este de

    grande porte.

    O municpio de Barra Grande pode contratua-

    lizar com o municpio de grande porte o atendi-

    mento de urgncia e emergncia, desde que

    seja formalizado o contrato na Comisso Inter-

    gestora.

    A Humanizao da ateno em sade pode ser

    prevista na contratualizao.

    O hospital privado conveniado deve estar inte-

    grado Rede de Ateno Sade do municpio.

    d

    e

  • 04

    Como membro do Conselho Municipal de Sade,

    voc conhece a legislao sobre planejamento e

    organizao do Sistema nico de Sade (SUS).

    Sobre essa legislao, assinale a alternativa correta.

    07

    c

    b

    a Os planos de sade privados determinam as ati-

    vidades e programaes de cada nvel e esfera

    do SUS.

    O processo de planejamento est mencionado

    no art. 198 da Constituio Federal, dando res-

    ponsabilidades ao Poder Executivo de elaborar

    planos plurianuais, diretrizes oramentrias e

    oramentos anuais, para Estados e Unio.

    A Regio de Sade tem se configurado como

    o territrio no qual exercida a governana do

    sistema de sade, nos vrios fruns de dis-

    cusso, exceto no mbito da Comisso Inter-

    gestores Regional (CIR), em que se renem

    gestores do SUS para tomada de deciso.

    A legislao do SUS estabelece que o processo

    de planejamento e oramento deve ser descen-

    dente, do nvel federal at o local, ouvidos seus

    rgos deliberativos, compatibilizando-se as

    necessidades da poltica de sade com a dispo-

    nibilidade de recursos em planos de sade dos

    municpios, dos estados, do Distrito Federal e da

    Unio.

    A Lei Complementar (LC) n. 141/2012 acres-

    centa que aos Conselhos de Sade cabe deli-

    berar sobre as diretrizes para o estabelecimento

    de prioridades, isto , a todos os conselhos:

    nacional, estaduais, municipais e do Distrito

    Federal, e no apenas ao Conselho Nacional de

    Sade, como est no art. 37 da Lei n. 8.080/

    1990 e no 3 do art. 15 do Decreto n. 7.508/

    2011.

    d

    e

    So princpios do Sistema nico de Sade:

    I direito informao.

    II igualdade da assistncia sade, sem precon-

    ceitos ou privilgios de qualquer espcie.

    III regionalizao e hierarquizao da rede de

    servios da sade.

    IV organizao dos servios pblicos de modo a

    evitar duplicidade de meios para fins idnticos.

    Est(o) correta(s)

    08

    c

    b

    a apenas I.

    apenas I e III.

    apenas II e IV

    apenas III e IV.

    I, II, III e IV.

    d

    e

    Anotaes

  • 05

    09

    Associe os sistemas na coluna esquerda com as

    respectivas funes na coluna direita.

    Acompanha o perfil de

    riscos previnveis e mo-

    dificveis das popula-

    es, com vistas a esti-

    mar a magnitude dos

    problemas de sade e

    aferir suas tendncias no

    tempo.

    Identifica situaes de

    risco ou perigo no am-

    biente que possam cau-

    sar doenas, incapaci-

    dades e mortes.

    Registra e acompanha os

    coeficientes de suicdio,

    agresso sexual, atrope-

    lamentos, entre outros.

    Integra as estruturas or-

    ganizacionais do sistema

    de sade, rene e siste-

    matiza dados, tais como

    mortalidade, nascidos vi-

    vos, imunizao, entre

    outros.

    Inclui vigilncia da qua-

    lidade do ar, fatores de

    risco, doenas decorren-

    tes de desastres naturais.

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    (1) Sistema de in-

    formao da vigi-

    lncia em sade.

    (2) Vigilncia das

    doenas crnicas

    no transmissveis.

    (3) Vigilncia em

    acidentes e violn-

    cia.

    (4) Vigilncia em

    sade ambiental.

    Assinale a sequncia correta.

    c

    b

    a 2 3 4 1 1

    4 2 1 2 4

    4 2 4 3 1

    2 4 3 3 2

    2 4 3 1 4

    d

    e

    10

    Segundo a Portaria 4.279/2010, no Brasil, o debate

    em torno da busca por maior integrao adquiriu

    nova nfase a partir do Pacto pela Sade, que con-

    templa o acordo firmado entre os gestores do SUS e

    ressalta a relevncia de aprofundar o processo de

    regionalizao e organizao do sistema de sade

    sob a forma de Rede como estratgias essenciais

    par

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