prova assist tecn munic tecn segur trabalho 011

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  • ConCurso PbliCo

    011. Prova objetiva

    Assistente tCniCo MuniCiPAl tCniCo eM segurAnA do trAbAlho

    Voc recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 50 questes objetivas.

    Confira seu nome e nmero de inscrio impressos na capa deste caderno.

    Leia cuidadosamente as questes e escolha a resposta que voc considera correta.

    Responda a todas as questes. Marque, na folha intermediria de respostas, localizada no

    verso desta pgina, a letra correspondente alternativa que voc escolheu.

    Transcreva para a folha de respostas, com caneta de tinta azul ou preta, todas as respostas anotadas na folha intermediria de respostas.

    A durao da prova de 3 horas. S ser permitido sair da sala aps transcorrida a metade

    do tempo de durao da prova.

    Ao sair, voc entregar ao fiscal a folha de respostas e este caderno, podendo destacar esta capa para futura conferncia com o gabarito a ser divulgado.

    AguArde A ordeM do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questes.

    15.04.2012manh

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  • Folha IntermedIrIa de respostas

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  • 3 PMSJ1102/011-AssTcMun-TcSegTrab-manh

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Lngua Portuguesa

    Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder s questes de nmeros 01 a 05.

    Fico te devendo

    Deixar de assumir a responsabilidade pelos prprios atos e compromissos uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas so to corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeioou o truque de tirar o corpo fora.

    Os brasileiros so craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do Globo: Estradas nunca mataram tanto quanto nes-te Carnaval. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que no as recapeou.

    Uma vez, na So Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da mo-delo, explicou: O cinto no veio. E um funcionrio de um mercado driblou o deslize de no ter estocado papel higinico, produto essencial, contemporizando: Tem... Mas est em falta. Diante da imprensa, um tira que efetuou disparos contra a vtima desarmada transfere sua culpa com frases como foi uma fatali-dade, o elemento faleceu ou, pior ainda, entrou em bito. Traduo: Deus tirou-lhe a vida; eu s fiz os furos.

    Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: O campo estreitou ou O campo aca-bou. Se seu time perde, anuncia que deixou de ganhar.

    Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esqui-var de acusaes e compromissos. Exclamam Imagina! para refutar uma acusao verdadeira ou falsa, dizem Sumiu! para transferir o peso do sumio para o outro e Houve um desencon-tro! o libi que algum usa quando foi ele quem deu o bolo. Se algum que acabei de contratar me d como prazo deixa comi-go e o prorroga com um dia desses, eu me preparo para o no deu, fico te devendo ou fica para a prxima. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de So Nunca.

    (Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)

    01. De acordo com o texto, correto afirmar que(A) os brasileiros igualam-se aos demais povos quando o

    tema a falta de responsabilidade com os compromissos assumidos.

    (B) a culpa dos acidentes automobilsticos dos rgos p-blicos que no agem com eficincia na conservao das estradas.

    (C) o funcionrio do mercado deixou de cumprir suas obri-gaes, por culpa de terceiros que no dispuseram o material necessrio.

    (D) as pessoas contratadas pelo autor justificam-se pelo trabalho malfeito, alegando que o prazo estipulado e os custos no eram compatveis.

    (E) o autor aprecia o Brasil, porm considera como carac-terstica negativa dos brasileiros a aceitao passiva da irresponsabilidade.

    02. Para comprovar seu ponto de vista, o autor(A) empregou uma linguagem formal.(B) serviu-se de dados estatsticos.(C) citou diversos exemplos de falta de comprometimento.(D) comparou brasileiros a europeus.(E) entrevistou pessoas de diferentes reas profissionais.

    03. Considere as frases do texto.

    Os brasileiros so craques em transferir a culpa.Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusaes e compromissos.

    Pela leitura dessas frases, pode-se afirmar que o autor(A) faz um contraponto entre a excelncia no futebol e a falta

    de responsabilidade dos brasileiros.(B) mostra-se avesso ao futebol, embora esse esporte seja

    to apreciado no Brasil.(C) admira a originalidade com que os brasileiros criam

    novos passes no futebol.(D) reconhece que o Brasil enriquece quando exporta craques

    para vrios pases.(E) considera que os brasileiros so habilidosos apenas na

    prtica de esportes.

    04. Assinale a alternativa em que as palavras foram empregadas em sentido prprio (denotao).(A) ... essas esquivas so to corriqueiras e escorregadias que

    mostram como esse povo...(B) ... ao entregar um vestido sem o cinto no camarim...(C) E um funcionrio de um mercado driblou o deslize de

    no ter estocado papel higinico...(D) ... explica por que seu jogador preferido chutou a bola

    para fora: O campo estreitou...(E) ... Houve um desencontro! o libi que algum usa

    quando foi ele quem deu o bolo.

    05. Leia as frases.

    Muitas pessoas no assumem os compromissos e vivem em-purrando os compromissos para o dia de So Nunca.

    Quando h acusaes, sejam falsas ou verdadeiras, as pessoas costumam refutar essas acusaes exclamando: Imagina!.

    Assinale a alternativa em que os pronomes substituem, corretamente, os termos em destaque, evitando a repetio desnecessria de palavras.(A) empurrando-os... refutar-lhes(B) empurrando-os... refut-las(C) empurrando-os... refutar-se(D) empurrando-lhes... refutar-lhes(E) empurrando-lhes... refut-las

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  • 4PMSJ1102/011-AssTcMun-TcSegTrab-manh

    Considere a tirinha em que aparecem a esposa, o general e a se-cretria, para responder s questes de nmeros 06 e 07.

    V!

    OC OLHA DEMAIS

    PARA SUA SECRETRIA

    P

    S !

    APIS PARA

    ASSINAR,

    R.

    M

    !

    AS...EU TRABALHO

    COM ELA

    C...

    OLOQUE NAFENDA

    (Mort Walker, O Estado de So Paulo, 12.06.2010.)

    06. Pela cena, pode-se concluir que

    (A) os cimes da esposa no tm fundamento, pois a secre-tria, alm de ser casada, uma moa sem atrativos.

    (B) a secretria est descontente, pois as alteraes na rotina do general ampliaram sua jornada de trabalho.

    (C) o general cedeu s imposies da esposa, o que comprova que ela exerce uma autoridade capaz de subjug-lo.

    (D) a esposa aproveita frequentemente a hora do jantar para fazer crticas ao marido, o que o deixa irritado e agressivo.

    (E) o general soube tranquilizar a esposa, argumentando que olha para a secretria porque a moa sua assistente de trabalho.

    07. Considere as afirmaes. I. O emprego dos pronomes voc e sr. evidenciam, respec-

    tivamente, um tratamento formal e um informal entre as personagens.

    II. Ao utilizar o termo demais, a esposa enfatiza o seu desagrado com o comportamento do marido.

    III. Na primeira frase, a substituio da forma verbal olha por interessa no altera o sentido da frase.

    Est correto o que se afirma em

    (A) I, apenas.

    (B) II, apenas.

    (C) I e III, apenas.

    (D) II e III, apenas.

    (E) I, II e III.

    Considere o texto para responder s questes de nmeros 08 a 12.

    Ladro invade casas em Osasco s para assaltar geladeiras

    Nada de dinheiro, joias ou eletrodomsticos. O bandido que tem despertado preocupao e tambm admirao nos moradores da Vila Quitana, bairro de Osasco (Grande So Paulo), quer sa-ber mesmo de furtar guloseimas das geladeiras de suas vtimas. Pelas contas dos moradores da regio, cerca de dez casas j foram invadidas pelo ladro esfomeado.

    O jeito de agir sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trs. Quando encontra algum em casa, no violento. Termina sua refeio e vai embora.

    Na manh de ontem, o ladro de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancria e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, l dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi at o quarto.

    Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que no, que no meu quarto s tinha roupas de mulher. Ento, o ladro simplesmente desistiu sem reclamar. Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou, afirma surpresa a bancria.

    Um dia antes, o excntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancria. Ele pulou um muro alto, foi cozinha para fritar um ovo e foi embora. Descobrimos s depois, porque ele deixou um pedao de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso, diz o analista de crdito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez at sua casa. Desta vez, abriu exceo e acabou levando R$ 20.

    O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhana. L, ele comeu, bebeu e at chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.

    Segundo vtimas, ele branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polcia Civil no tem pistas do ladro de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vtimas fez boletim de ocorrncia.

    O delegado diz que a suspeita que o ladro de geladeiras seja um morador de rua. A Polcia Militar foi avisada e tem feito rondas na regio, diz o delegado.

    (Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)

    08. De acordo com o texto, correto afirmar que

    (A) o ladro procurado em Osasco um morador de rua, de meia-idade, que invade as casas, porm sem usar violncia.

    (B) os moradores esto apreensivos, pois perceberam que o ladro comporta-se de maneira d