PROVA 17 - ESTATÍSTICA.pmd

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<ul><li><p>JANE</p><p>IRO </p><p>/ 201</p><p>0</p><p>17</p><p>LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES ABAIXO.</p><p>01 - Voc recebeu do fiscal o seguinte material:</p><p>a) este caderno, com o enunciado das 70 questes objetivas, sem repetio ou falha, com a seguinte distribuio:</p><p>b) 1 CARTO-RESPOSTA destinado s respostas s questes objetivas formuladas nas provas.</p><p>02 - Verifique se este material est em ordem e se o seu nome e nmero de inscrio conferem com os que aparecem no CARTO-RESPOSTA. Caso contrrio, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.</p><p>03 - Aps a conferncia, o candidato dever assinar no espao prprio do CARTO-RESPOSTA, preferivelmente acaneta esferogrfica de tinta na cor azul ou preta.</p><p>04 - No CARTO-RESPOSTA, a marcao das letras correspondentes s respostas certas deve ser feita cobrindo a letra epreenchendo todo o espao compreendido pelos crculos, a caneta esferogrfica transparente de preferncia de tintana cor preta, de forma contnua e densa. A LEITORA TICA sensvel a marcas escuras; portanto, preencha oscampos de marcao completamente, sem deixar claros.</p><p>Exemplo: A C D E</p><p>05 - Tenha muito cuidado com o CARTO-RESPOSTA, para no o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR.O CARTO-RESPOSTA SOMENTE poder ser substitudo caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior -BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA TICA.</p><p>06 - Para cada uma das questes objetivas, so apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);s uma responde adequadamente ao quesito proposto. Voc s deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcao emmais de uma alternativa anula a questo, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.</p><p>07 - As questes objetivas so identificadas pelo nmero que se situa acima de seu enunciado.</p><p>08 - SER ELIMINADO do Concurso Pblico o candidato que:a) se utilizar, durante a realizao das provas, de mquinas e/ou relgios de calcular, bem como de rdios gravadores,</p><p>headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espcie;b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questes e/ou o CARTO-RESPOSTA;c) se recusar a entregar o Caderno de Questes e/ou o CARTO-RESPOSTA quando terminar o tempo estabelecido.</p><p>09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcaes assinaladas noCaderno de Questes NO SERO LEVADOS EM CONTA.</p><p>10 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTES E O CARTO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DEPRESENA.</p><p>Obs. O candidato s poder se ausentar do recinto das provas aps 1 (uma) hora contada a partir do efetivo incio dasmesmas. Por motivo de segurana, ao candidato somente ser permitido levar seu CADERNO DE QUESTES faltando1 (uma) hora ou menos para o trmino das provas.</p><p>11 - O TEMPO DISPONVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTES OBJETIVAS DE 4 (QUATRO) HORAS e30 (TRINTA) MINUTOS, findo o qual o candidato dever, obrigatoriamente, entregar o CARTO-RESPOSTA.</p><p>12 - As questes e os gabaritos das Provas Objetivas sero divulgados no primeiro dia til aps a realizao dasmesmas, no endereo eletrnico da FUNDAO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).</p><p>LNGUAPORTUGUESA</p><p>LNGUAINGLESA CONHECIMENTO ESPECFICO</p><p>Questes1 a 10-</p><p>Pontos1,3-</p><p>Questes11 a 20-</p><p>Pontos1,2-</p><p>Questes21 a 3031 a 40</p><p>Pontos0,51,0</p><p>Questes41 a 5051 a 60</p><p>Pontos1,52,0</p><p>Questes61 a 70</p><p>Pontos2,5-</p><p>REA DE CONHECIMENTREA DE CONHECIMENTREA DE CONHECIMENTREA DE CONHECIMENTREA DE CONHECIMENTO:O:O:O:O:ESTESTESTESTESTAAAAATSTICATSTICATSTICATSTICATSTICA</p></li><li><p>REA DE CONHECIMENTO: ESTATSTICA2</p></li><li><p>3REA DE CONHECIMENTO: ESTATSTICA</p><p>Considere o texto a seguir para responder s questesde nos 1 a 4.</p><p>Texto I</p><p>TITANIC NEGREIRO</p><p>O Brasil um navio negreiro em direo ao futuro.Um negreiro, com milhes de pobres excludos nospores sem comida, educao, sade e uma eliteno convs, usufruindo de elevado padro de consumoem direo a um futuro desastroso. O Brasil um Titanicnegreiro: insensvel aos pores e aos icebergs. Porquenossa economia tem sido baseada na excluso sociale no curto prazo.</p><p>[...]Durante toda nossa histria, o convs jogou restos</p><p>para os pores, na tentativa de manter uma mo de obraviva e evitar a violncia. Fizemos uma economia parapoucos e uma assistncia para enganar os outros. [...]</p><p>O sistema escravocrata acabou, mas continuamosnos tempos da assistncia, no lugar da abolio. A eco-nomia brasileira, ao longo de nossa histria, desde 1888e sobretudo nas ltimas duas dcadas, em plena de-mocracia, no comprometida com a abolio. Nomximo incentiva a assistncia. Assistimos meninos derua, mas no nos propomos a abolir a infncia abando-nada; assistimos prostitutas infantis, mas nem ao me-nos acreditamos ser possvel abolir a prostituio decrianas; anunciamos com orgulho que diminumos onmero de meninos trabalhando, mas no fazemos oesforo necessrio para abolir o trabalho infantil; dize-mos ter 95% das crianas matriculadas, esquecendode pedir desculpas s 5% abandonadas, tanto quantose dizia, em 1870, que apenas 70% dos negros eramescravos.</p><p>[...]Na poca da escravido, muitos eram a favor daabolio, mas diziam que no havia recursos para aten-der o direito adquirido do dono, comprando os escra-vos antes de liber-los. Outros diziam que a aboliodesorganizaria o processo produtivo. Hoje dizemos omesmo em relao aos gastos com educao, sade,alimentao do nosso povo. Os compromissos do setorpblico com direitos adquiridos no permitem atenders necessidades de recursos para educao e sadenos oramentos do setor pblico.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>35</p><p>LNGUA PORTUGUESA</p><p>1A ideia central do artigo baseia-se na viso de que preciso estabelecer uma economia da abolio, dandoacesso a todos, evitando, assim, uma polticaassistencialista e excludente.Qual dos trechos do artigo transcritos a seguir NOapresenta o argumento de consistncia compatvel comessa tese?(A) Porque nossa economia tem sido baseada na exclu-</p><p>so social e no curto prazo. (l. 6-8)(B) A economia brasileira, [...] sobretudo nas ltimas duas</p><p>dcadas, em plena democracia, no comprometidacom a abolio. (l. 15-18)</p><p>(C) muitos eram a favor da abolio, mas diziam que nohavia recursos para atender o direito adquirido do dono,comprando os escravos antes de liber-los. (l. 30-33)</p><p>(D) Os compromissos do setor pblico [...] no permitematender s necessidades de recursos para educaoe sade nos oramentos do setor pblico. (l. 36-39)</p><p>(E) ...uma nao com a nossa renda nacional, [...]tem osrecursos necessrios para implementar uma economiada abolio, (l. 45-48)</p><p>2O articulista parte de uma associao que explicitadapelo ttulo do texto. Tal associao, envolvendo o Titanic eo perodo histrico brasileiro escravocrata, revela uma es-tratgia discursiva que visa a provocar no leitor uma rea-o de(A) revolta.(B) descaso.(C) conscientizao.(D) complacncia.(E) acomodao.</p><p>Uma economia da abolio tem a obrigao de ze-lar pela estabilidade monetria, porque a inflao pesasobretudo nos pores do barco Brasil; no possveltampouco aumentar a enorme carga fiscal que j pesasobre todo o pas; nem podemos ignorar a fora doscredores. Mas uma nao com a nossa renda nacional,com o poder de arrecadao do nosso setor pblico,tem os recursos necessrios para implementar umaeconomia da abolio, a servio do povo, garantindoeducao, sade, alimentao para todos. [...]</p><p>BUARQUE, Cristovam. O Globo. 03 abr. 03.</p><p>40</p><p>45</p></li><li><p>REA DE CONHECIMENTO: ESTATSTICA4</p><p>3O Brasil um Titanic negreiro: insensvel aos pores eaos icebergs. (l. 5-6)A relao de sentido que os dois pontos estabelecem, li-gando as duas partes, visa a introduzir uma(A) ideia de alternncia entre as duas partes da frase.(B) ideia que se ope quela dada anteriormente.(C) adio ao que foi sugerido na primeira parte da frase.(D) concluso acerca do que foi mencionado antes.(E) explicao para a viso assumida na primeira parte</p><p>da frase.</p><p>4A economia brasileira [...], em plena democracia, no comprometida com a abolio. (l. 15-18).Nos dicionrios, a palavra abolio assume o sentido deextino, de supresso. No texto, essa palavra alarga seusentido e ganha o valor de(A) excluso.(B) legitimao.(C) regulamentao.(D) incluso.(E) abonao.</p><p>Considere o texto a seguir para responder s questesde nos 5 e 6.</p><p>Texto II</p><p>CANDIDATOS PRESIDNCIA DA OAB/RJ ESTOVIOLANDO REGRAS DE PROPAGANDA</p><p>Campanha das duas chapas causapoluio visual em vrias cidades</p><p>Os dois principais candidatos presidncia da Or-dem dos Advogados do Brasil (OAB), seo Rio de Ja-neiro, esto violando as regras de propaganda eleitoralem vigor. Ambos vm promovendo poluio visual,instalando faixas e cartazes irregularmente em vriasreas do Rio de Janeiro e em outras cidades do estado.</p><p>O material pode ser visto preso em passarelas,fincado nos jardins do Aterro do Flamengo, em vriospontos da orla martima e na esquina das Aveni-das Rio Branco e Almirante Barroso, entre outroslocais. [...]</p><p>O prprio presidente da Comisso eleitoral daOAB/RJ disse ontem que a propaganda tem que sermvel:</p><p> Faixas e cartazes so permitidos desde queestejam sendo segurados por pessoas. Esse materialno pode ser fixo disse ele [...]</p><p>O Globo. 11 nov. 09. (Adaptado)</p><p>5Analise as afirmaes a seguir.</p><p>H uma inadequao quanto concordncia nominal emrelao ao termo seguradas, no ltimo pargrafo do texto.</p><p>PORQUE</p><p>O termo com valor de adjetivo, posposto, quando se referea substantivos de gneros diferentes, deve concordar ouno masculino ou com o mais prximo, portanto a concor-dncia adequada seria segurados.</p><p>A esse respeito conclui-se que(A) as duas afirmaes so verdadeiras e a segunda justi-</p><p>fica a primeira.(B) as duas afirmaes so verdadeiras e a segunda no</p><p>justifica a primeira.(C) a primeira afirmao verdadeira e a segunda falsa.(D) a primeira afirmao falsa e a segunda verdadeira.(E) as duas afirmaes so falsas.</p><p>6Ambos vm promovendo poluio visual, instalando fai-xas e cartazes irregularmente em vrias reas do Rio deJaneiro e em outras cidades do estado. (l. 4-6).</p><p>A segunda orao do perodo pode ser substituda, sem aalterao de sentido, por Ambos vm promovendo polui-o visual...(A) caso instalem faixas e cartazes irregularmente em v-</p><p>rias reas do Rio de Janeiro e em outras cidades doestado.</p><p>(B) uma vez que instalam faixas e cartazes irregularmen-te em vrias reas do Rio de Janeiro e em outras cida-des do estado.</p><p>(C) logo instalam faixas e cartazes irregularmente em vri-as reas do Rio de Janeiro e em outras cidades doestado.</p><p>(D) entretanto instalam faixas e cartazes irregularmente emvrias reas do Rio de Janeiro e em outras cidades doestado.</p><p>(E) ainda que instalem faixas e cartazes irregularmente emvrias reas do Rio de Janeiro e em outras cidades doestado.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p></li><li><p>5REA DE CONHECIMENTO: ESTATSTICA</p><p>Considere o texto a seguir para responder s questesde nos 7 a 9.</p><p>Texto III</p><p>OS VENENOSOS</p><p>O veneno um furo na teoria da evoluo. Deacordo com o darwinismo clssico os bichos desen-volvem, por seleo natural, as caractersticas que ga-rantem a sua sobrevivncia. Adquirem seus mecanis-mos de defesa e ataque num longo processo em queo acaso tem papel importante: a arma ou o disfarceque o salva dos seus predadores ou facilita o assdioa suas presas reproduzido na sua descendncia, ouna descendncia dos que sobrevivem, e lentamenteincorporado espcie. Mas a teoria darwiniana de pro-gressivo aparelhamento das espcies para a sobrevi-vncia no explica o veneno. O veneno no evoluiu.O veneno esteve sempre l.</p><p>Nenhum bicho venenoso pode alegar que a lutapela vida o fez assim. Que ele foi ficando venenosocom o tempo, que s descobriu que sua picada eratxica por acidente, que nunca pensou etc. O venenosugere que existe, sim, o mal-intencionado nato. O ruimdesde o princpio. E o que vale para serpentes valepara o ser humano. Sem querer entrar na velha dis-cusso sobre o valor relativo da gentica e da culturana formao da personalidade, o fato que no dpara evitar a constatao de que h pessoas veneno-sas, naturalmente venenosas, assim como h pesso-as desafinadas.</p><p>A comparao no descabida. Acredito que amente um produto cultural, e que descontadas coi-sas inexplicveis como um gosto congnito por cou-ve-flor ou pelo Bolero de Ravel, somos todos dota-dos de basicamente o mesmo material ceflico, pron-to para ser moldado pelas nossas circunstncias. Masento como que ningum aprende a ser afinado?Quem desafinado no tem remdio. Nasce e estcondenado a morrer desafinado. No peito de um de-safinado tambm bate um corao, certo, e o desafi-nado no tem culpa de ser um desafio s teses psico-lgicas mais simpticas. Mas . Matemtica se apren-de, at alemo se aprende, mas desafinado nunca ficaafinado. Como venenoso de nascena.</p><p>O que explica no apenas o crime patolgico comoas pequenas vilanias que nos cercam. A pura malda-de inerente a tanto que se v, ouve ou l por a. Oinsulto gratuito, a mentira infamante, a busca da noto-riedade pela ofensa aos outros. Ressentimento ouamargura so caractersticas humanas adquiridas,compreensveis, que explicam muito disto. Pura mal-dade, s o veneno explica.</p><p>VERISSIMO, Luis Fernando. O Globo. 24 fev. 05.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>35</p><p>40</p><p>45</p><p>7A crnica se inicia negando a tese da Teoria da Evoluo.Essa estratgia tem como objetivo(A) atrair a ateno do leitor, pois apresenta sua tese logo</p><p>no comeo.(B) contrastar de maneira ldica o incio do texto e o seu final.(C) ironizar a postura do cientista britnico em suas</p><p>pesquisas.(D) apresentar o argumento de outrem para contestar em</p><p>seguida.(E) revelar outras tendncias sobre o assunto teoria da</p><p>evoluo.</p><p>8Nenhum bicho venenoso pode alegar que a luta pela vidao fez assim. Que ele foi ficando venenoso com o tempo,que s descobriu que sua picada era txica por acidente,que nunca pensou etc. (l. 14-17)</p><p>No trecho acima, o cronista faz uso do termo que, repeti-damente.A passagem na qual o termo que apresenta a mesmaclassificao gramatical daquela desempenhada no tre-cho destacado (A) as caractersticas que garantem a sua sobrevivncia.</p><p>(l. 3-4)(B) a arma ou o disfarce que o salva dos seus predado-</p><p>res. (l. 6-7)(C) E o que vale para serpentes vale para o ser humano.</p><p>(l. 19-20)(D) o fato que no d para evitar a constatao. (l. 22-23)(E) A pura maldade inerente a tanto que se v. (l. 41-42)</p><p>9Ressentimento ou amargura so caractersticas humanasadquiridas, compreensveis, que explicam muito disto. Puramaldade, s o veneno explica.</p><p>O final da crnica evidencia atitude de(A) desprezo.(B) denncia.(C) conivncia.(D) curiosidade.(E) ironia.</p></li><li><p>REA DE CONHECIMENTO: ESTATSTICA6</p><p>10</p><p>HENFIL. O Globo, maio 2005.</p><p>Na tira acima, observa-se um desvio no emprego da nor-ma culta da Lngua Portuguesa. Com base no entendimentoda mensagem e considerando o ltimo quadrinho, o usode tal variao pode ser explicado pelo fato de(A) criticar o emprego excessivo de lnguas estrangeiras</p><p>no Brasil.(B) abolir uma marca da oralidade na escrita.(C) ironizar a forma como os brasileiros utilizam a Lngua</p><p>Portuguesa.(D) exemplificar como a lngua falada se diferencia da</p><p>lngua escrita.(E) valorizar o idioma nacional por meio do status da</p><p>Lngua Estrangeira.</p><p>LNGUA INGLESAAn 18-Minute Plan for Managing Your Day</p><p>Yesterday started with the best of intentions. I walkedinto my office in the morning with a vague sense ofwhat I wanted to accomplish. Then I sat down, turnedon my computer, and checked my email. Two hourslater, after fighting several fires, solving o...</p></li></ul>