protótipos de baixo consumo

Download ProtóTipos De Baixo Consumo

Post on 25-Jun-2015

1.039 views

Category:

Business

2 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

- In 1996 Shell Portugal had the idea of making a Portuguese version of the Eco-Marathon Shell.I wrote a book that was supposed to be a helping tool for those wanting to participate for the first time.Unfortunately the race never happened in Portugal, so my book was left in the PC...I now publish it here (attachement below) in case it may be of interest to anyone.Enjoy!

TRANSCRIPT

  • 1. PROTTI P O S DE BAI X O CO N S U M O Iniciao sua construoTiago Novais Barbosa 1996

2. Porto, 1996 E m b ora todos os esfor os fosse m feitos para assegurar a exactid o da informa o prestada nestelivro, nenhu m a responsabilidade pode ser aceite pelo autor ou editores, por qualquer perda, estragos ou ferimentos causados por erros ou o miss es na informa o dada. 2 3. ndicePag. Introdu o4 Regula m e nt o5Regula m e nto de seguran a5Regula m e nto T cnico 7Pr mios 10 Princpio s B si c o s12 Estrutura Geral15 Con stru o 20Carro aria23Ch assis32M otor39Circuito de alimenta o 49Trans miss o52Trav es 54Ro das56Direc o57Sistema elctrico 64Instrumenta o66 Particip a o nas Prova s 68 Con clu s o71 Biblio grafia72 ndice de Foto grafia s e Dese nho s 733 4. Introdu o Nu m a altura e m que se fala cada vez m ais e m protec o do a m biente, as provas de recordes de consu m o co m e a m a ter bastante popularidade, n o s na Europa m a s tamb m e m pa ses co m m e n os preocupa es de consu m o de co m b ust vel, co m o por exe m plo os Estados Unidos da A m rica. Co m as reservas de petrleo a chegare m ao fim, que segundo os m ais pessimistas, e e m condi es rentveis de extrac o, durar o cerca de 30 ou 40 anos, e co m as energias alternativas a apresentare m ainda bastantes inconvenientes, torna-se urgente o investimento na econo mia de co m b ust vel. Al m disso, a econo mia de co m b ust vel passa por m otores a trabalhare m co m misturas m ais pobres, m uito m ais limpos na sua co m b ust o, sendo a investiga o realizada e m provas de econo mia de co m b ust vel de grande importncia para os construtores de auto m veis. Foi co m base nestes argu m e ntos, e inevitavelmente os argu m e ntos publicitrios, que a Shell iniciou este tipo de provas e m 1984 e, desde ent o, m uitas outras provas se organizaram, algu m as m e s m o organizadas por outras instituies. Actualmente a Shell pro m ove provas deste tipo e m Fran a, Inglaterra, B lgica, C anad , Austrlia,Jap o e Finlndia. Os regulamentos destas provas, co m algu m as excep es, tende m a uniformizar-se, co m vista ho m ologa o dos recordes, sendo o m ais difundido o util izado nas Eco-M arathon Shell. C o m o tal, este constituir u m instrumento privilegiado ao longo deste trabalho. Espera-se que este tipo de provas se venha a realizar e m Portugal, e que acolha n o s projectos de faculdades m a s tamb m de escolas secund rias e outras organiza es. Isto per mitir u m a m aior divulga o destes eventos, o que essencial para a obten o de patroc nios por parte das equipas e consequente m e nte para a m elhoria de resultados das equipas nacionais. E m b ora fruto de estudos e da leitura de algu m as obras relacionadas co m o assunto, este trabalho quase na sua totalidade apoiado na experincia das participa es nas provas. Por esse m otivo queria deixar desde j os m e u s agradecimentos ao m e u co m p a n h eiro de todas as equipas, Nu no Ribeiro, se m a ajuda do qual a realiza o deste livro n o teria sido poss vel. Deseja-se finalmente, que co m base nos exe m plos aqui apresentados, e co m as devidas adapta es, qualquer equipa possa socorrer- deste projecto, a ttulo de sugest o, para u m a primeira participa o, m a s que poder ser tamb m tilse a equipas m ais experientes que decida m alterar os seus ve culos ou construiru m prottipo totalmente novo. 4 5. Regula m e nto Ser o aqui transcritos apenas os artigos do regulamento da Eco-M arathon Shell de 1995 que rege m a constru o do ve culo.Artigo 2: Os participantes deve m co m pletar, e m ve culos de sua pr pria cria o, u m percurso de seis voltas de 3.208 K m na variante do circuito de Paul Ricard - Le Castellet.Ser o classificados de acordo co m o consu m o de co m b ust vel obtido. Artigo 3:Velocidade m ni m a: para que a sua tentativa seja considerada, os participantes tero que atingir u m a velocidade m dia de 25 K m/h; o tempo m xi m o para cada tentativa de 48 minutos. Artigo 7: (...)Os condutores deve m ter idade superior ou igual a 13 anos (...) Artigo 26: (...)Na linha de partida os ve culos deve m estar parados e arrancar se m ajuda exterior,(...)Re gula m e nto de Se guran aArtigo 45: Cha m a- se a aten o dos participantes para a necessidade de ter e m conta, no design e performance do ve culo, todos os aspectos de seguran a, i.e. co m o condutor, outros participantes e co m o p blico. Principalmente, reco m e n d a-se que o condutor n o seja escolhido e m fun o do seu peso, m a s acima de tudo, pelas suas capacidades de condu o. Artigo 46: Por m otivos de seguran a, n o ser per mitida a coloca o do piloto de cabe a para a frente. 5 6. Artigo 47: Visibilidade: O condutor deve ter u m a viso adequada e directa desde a frente e durante u m arco de 90 para cada lado do ve culo. Esta viso deve ser obtida se m qualquer dispositivo ptico co m o espelhos, prismas, perisc pios, etc. Deve ainda ter retrovisores que per mitam u m a vis o retaguarda de a m b os os lados. A sua funcionalidade ser sujeita a aprova o durante as verifica es tcnicas. Artigo 49: Roll bar: O chassis deve estar equipado co m u m rollbar eficiente cujas dimens es transversais deve m ser superiores largura e altura dos condutores do ve culo, e que dever suportar u m a carga vertical de 70 Kg se m sofrer deforma o. De a m b os os lados do ve culo, deve ainda haver u m a protec o contra choques laterais. Artigo 50: Cinto de seguran a: Reco m e n d a- se que seja instalado u m cinto de seguran a co m quatro pontos de apoio que m a ntenha o condutor na sua posi o. O cinto deve estar firme m e nte aparafusado ao chassis e ser apertado co m u m fecho pr prio para esse efeito. Artigo 51: U m a antepara prova de fogo deve ser colocada eficientemente entre o co m p artimento do m otor e o cockpit. Artigo 52: Ventila o do circuito do co m b ust vel: todo o circuito, desde o dep sito at ao m otor, deve estar nu m co m p artimento co m pleta m e nte separado do cockpit, e conveniente me nte ventilado co m ar desviado do exterior do ve culo e posteriormente expulso para o exterior do m e s m o. Artigo 53: Cha m a- se a aten o dos participantes para o problema do calor que pode afectar o conforto do piloto no interior do ve culo, sublinhando a necessidade de ventilar o co m p artimento e de colocar u m a protec o solar sobre o cockpit. Artigo 54:O ve culo deve ser apetrechado co mum extintor, e m perfeitas condi es de funciona m e nto, que os condutores deve m saber utilizar. Este extintor, co m a capacidade m ni m a de 1 Kg, deve ser colocado ao alcance do bra o do condutor. Artigo 55: Os ve culos deve m estar equipados co m u m a buzina suficientemente aud vel.6 7. Artigo 57: O condutor do ve culo deve utilizaru m capacete ho m ologado. Artigo 59:Deve ser se m pre poss vel ao condutor sair do ve culo se m ajuda de terceiros. A posi o de condu o deve ser projectada de m o d o a per mitir aos servios de seguran a a fcil extrac o do condutor do seu ve culo. Ve culos totalmente fechados deve m ter u m a abertura no cockpit suficientemente larga para o condutor sair facilmente do ve culo pelos seus pr prios m eios. Esta abertura deve ser feita de m o d o a que o m e c a nis m o de abertura seja rpida m e nte acion vel no interior e o m todo de abertura do exterior esteja claramente m arcado co m u m a seta vermelha e n o necessite de qualquer ferramenta. proibido fixar ou reforar a carro aria ou a fixa o do cockpit co m fita adesiva. Re gula m e nto Tcni coArtigo 80:Os ve culos deve m ter 3 ou 4 rodas, que e m condi es nor mais de rolamento deve m estar e m contacto contnuo co m a estrada. Artigo 81:Dimens es: A altura m xi m a, m e dida do cimo do co m p artimento do condutor, deve ser inferior a 1,25 vezes a largura da via m ais larga do ve culo. A via deve ter pelo m e n os 50 c ms e no m xi m o 110 c ms. A distncia entre eixos deve ser pelo m e n os de 1 m. Estas m e didas serve m para assegurar estabilidade suficiente ao ve culo, dadas as caractersticas do circuito. Artigo 83: Propuls o: Deve ser conseguida exclusivamente co m um m otor trmico, cujo tipo e desenho n o restringido, excepto por ter de operar e m conformidade co m o Artigo 91 deste regulamento. Artigo 84: Energia elctrica armazenada, n o substituida durante a co m p eti o pelo m otor, pode apenas ser utilizada para o arranque elctrico, sistema de igni o, os circuitos de instrumenta o e m e di o, e para u m a distribui o electromagn tica. Para qualquer outro uso ser necess ria u m a autoriza o escrita da organiza o.7 8. Artigo 85: Arranque elctrico: U m arranque electrico pode ser utilizado durante a co m p eti o desde que o sistema de igni o e o sistema de co m b ust vel estejam a funcionar nor m al m e nte. Deve ser estabelecido que n o capaz de proporcionar qualquer fora propulsiva ao ve culo. Artigo 86: N vel sonoro: N o obrigatria a util o de silenciadores desde que o n vel sonoro do escape n o seja iza superior a 108 dB, m e didos a 50 c m da sa da de escape, a u m ngulo de 45 do eixo do escape e co m o m otor e m acelera o livre,desde o ralentie co m o acelerador a fundo. Artigo 87: Sistema de Travage m: Os ve culos deve m estar equipados co m dois sistemas de travage m, de opera o co m pleta m e nte independente, de m o d o a que a falha de u m dos sistemas n o provoque a inoper ncia do outro. Apesar de estes sistemas podere m ser a m b os aplicados na m e s m a roda, fortemente reco m e n d a d o que os sistemas opere m e m diferentes rodas, se m no entanto provocare m o desiquilibriodo ve culo. A eficincia dos sistemas de travage m ser testada durante as verifica es tcnicas. O condutor ter que imobilizar o ve culo co m a m b os os trav es, alternada m e nte, nu m a rampa co m 20 % de declive. O uso de sistemas de travage m hidrulicos ser obrigatrio a partirde 1996. Artigo 88: Direc o: Apenas a(s) roda(s)

Recommended

View more >