proteção respiratoria

Download Proteção Respiratoria

Post on 13-Jul-2015

304 views

Category:

Education

4 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Comentrio de: Wellington Pimentel

  • BREVE HISTRIA DA PROTEO RESPIRATRIAPlnio (79 23 AC)* menciona o uso de bexiga animal como cobertura das vias respiratrias sem vedao facial para proteo contra a inalao do xido de chumbo nos trabalhos dentro das minas.

  • Leonardo da Vinci (1452-1519), antecipando de alguns sculos a histria, recomendou o uso de um pano molhado contra agentes qumicos no caso de guerra qumica. Tambm se refere substncia misteriosa "Alito" que permitiria ao usurio respirar sem uma fonte externa de ar. BREVE HISTRIA DA PROTEO RESPIRATRIA

  • Bernardino Ramazzini (1633-1714) apresenta uma reviso crtica sobre a inadequada proteo respiratria dos mineiros de seu tempo que trabalhavam com arsnico, gesso, calcrio e de trabalhadores que manipulavam tabaco, cereais em gro, ou cortadores de pedra.

  • Nos anos de1700 a1800 acondio primordial para ser "Bombeiro", era ser portador de uma barba grande e densa. No combate a um incndio, a barba era encharcada com gua e tomada entre os dentes. O efeito filtrante certamente no era o melhor, mas provavelmente ocorria a reteno das partculas maiores de fuligem e cinza.

  • Provavelmente o desenvolvimento mais significativo dos ltimos sculos foi a descoberta em 1854 da capacidade do carvo ativo em remover vapores orgnicos e gases do ar contaminado. Nessa poca, E.M. Shaw e o famoso fsico Jonh Tyndall, criaram o "filtro contra fumaa", para bombeiros, que protegia contra particulados (camada de algodo seco), gs carbnico (cal sodada), e outros gases e vapores (carvo ativo).

  • O qumico ingls Humphry Davy (1778 - 1829) desenvolveu uma lanterna, que recebeu o nome deLanterna de Davy.No interior desta lanterna havia uma pequena chama que, caso se apagasse, indicava falta de oxignio e, caso a chama aumentasse provocando pequenas exploses dentro da lanterna, isto significava que havia gs explosivo no ambiente, devendo o local ser abandonado imediatamente.

  • Os avanos mais rpidos ocorreram durante a I Guerra Mundial (1914 - 1918) com as mscaras de uso militar. Os alemes geravam aerossis altamente txicos no campo de batalha forando o desenvolvimento de filtros altamente eficientes contra particulados. Um desses filtros desenvolvido em 1930 por Hansen usava l animal impregnada de resina, com eficincia em torno de 99,99 % !

  • a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945) novas tcnicas, novos materiais e portanto novos problemas foram surgindo, mas tambm novas solues foram sendo encontradas. No ps-guerra at nossos dias, a indstria desenvolveu enorme variedade de materiais que trouxeram problemas ambientais, mas tambm possibilitaram o desenvolvimento de equipamentos de proteo individual eficazes, maiores possibilidades de diagnstico de doenas e determinao de suas origens, tcnicas e equipamentos para avaliao de ambientes para que os equipamentos de proteo ao trabalhador pudessem ser desenvolvidos.

  • NO BRASILH 25 ou 30 anos, os equipamentos eram bastante simples, porm com o tempo foram surgindo equipamentos importados mais modernos e a indstria nacional tambm passou a se preocupar mais com a qualidade, eficincia e conforto dos equipamentos que produzia

  • INSTRUO NORMATIVA SSST/MTB N 1, DE 11 DE ABRIL DE1994PROGRAMA DE PROTEO RESPIRATRIA

  • Comentrio: RonaldoComentrio de Ronaldo Gonsalves

  • PROTEO RESPIRATRIAAr respirvel

    Ar respirvel Uma composio que o homem possa respirar por um tempo prolongado sem sofrer danos ou sem sentir incmodos. A deficincia de oxignio no ambiente, a inalao de produtos prejudiciais sade, bem como, um estado fisiolgico imprprio do ar atmosfrico, podem causar prejuzos ao organismo humano.

  • PROTEO RESPIRATRIA03Ar respirvel significa:

    Conter no mnimo 19,5% em volume de oxignio. Estar livre de produtos prejudiciais sade, que atravs da respirao possam provocar distrbios ao organismo ou o seu envenenamento. Encontrar-se no estado apropriado para a respirao, isto , ter presso e temperatura normal, que em hiptese alguma levem a queimaduras ou congelamentos. No deve conter qualquer substncia que o torne desagradvel, por exemplo: odores. Ventilao X Respirao

  • PROTEO RESPIRATRIA05As concentraes de oxignio abaixo de 19,5% so consideradas inseguras para as exposies humanas devido aos efeitos nocivos nas funes do organismo, processos mentais e coordenao muscular.

    Gases imediatamente perigosos vida

    So contaminantes que podem estar presentes em concentraes perigosas, mesmo quando a exposio for por um perodo curto.

    Gases no imediatamente perigosos vida

    So contaminantes que podem ser respirados por um perodo curto, sem que ofeream risco de vida, porm podem causar desconforto e possivelmente danos quando respirados por um perodo longo ou em perodos curtos, mas repetidos muitas vezes.

  • Classes de contaminantes gasosos

    Quimicamente os contaminantes gasosos podem ser classificados como:

    InertesNo so metabolizados pelo organismoEx: Nitrognio, Hlio, Argnio, Nenio, Dixido De Carbono. cidosPodem causar irritaes no sistema respiratrio e provocar o aparecimento de edemas pulmonaresEx: Dixido De Enxofre, Gs Sulfdrico, cido Clordrico. AlcalinosIdem ao cidos - Ex: Amnia E Aminas. OrgnicosPodem existir como gases ou vapores de composto lquido orgnico. Ex: Acetona, Cloreto De Vinila, Etc... Organo MetlicosCompostos metlicos combinados a grupos orgnicos.Ex: Chumbo Tretaetile e Fsforo Orgnico.PROTEO RESPIRATRIA

  • PROTEO RESPIRATRIA06Efeitos biolgicos

    Irritante Produzem inflamao nos tecidos com que entra em contato direto: pele, olhos, via respiratria. Ex: cido clordrico, sulfrico, amnia, soda custica. o ponto de ao dos gases e vapores irritantes determinado pela solubilidade.

    AnestsicoA maioria dos solventes pertencem a este grupo, uma propriedade comum a todos o efeito anestsico, devido a ao depressiva sobre o sistema nervoso central. Ex: clorofrmio, ter; os quais podem provocar perda da sensibilidade, inconscincia e a morte.

    AsfixiantesSimples = Nitrognio.Qumico = CO - Monxido de carbono.

    Venenos sistmicosPodem causar danos aos rgos e sistemas vitais.Ex: vapores metlicos de Mercrio, Arsnio, etc...

  • Aerodispersides

    Formao: disperso de partculas no ar de tamanho reduzido.

    Podem ser classificados em trs grupos, de acordo com sua ao nociva: Partculas TxicasPodem passar dos pulmes para a corrente sangnea e levadas para as diversas partes do corpo, onde vo exercer ao nociva sade (Irritao qumica, envenenamento sistmico, tumores, etc...)Ex: Antimnio, Arsnio, Cdmio, cido Fosfrico, Fsforo, cido Crmio, etc...PROTEO RESPIRATRIA

  • PROTEO RESPIRATRIA07 Poeiras causadoras de fibroses ou pneumoconiosesAs quais no sendo absorvidas pela corrente sangnea permanecem nos pulmes podendo causar leses srias neste rgo.Ex: Asbesto, Carvo, Bauxita, Slica livre, etc...

    Partculas no txicasChamadas tambm de poeiras no agressivas, no causam fibroses, podem ser dissolvidas e passar diretamente para a corrente sangnea ou que podem permanecer nos pulmes, sem causar efeitos nocivos locais ou sistmicos.Ex: Algodo, L, Farinhas, Poeiras de Couro, P de Madeira, etc...

    Altas concentraes destes aerodispersides devem ser considerados sempre com muita ateno.

  • PROTEO RESPIRATRIA08 Perigos das partculas

    As dimenses das partculas expressas em mcrons, so de suma importncia.As partculas menores de 10 mcrons de dimetro tem mais facilidade para penetrar no sistema respiratrio.As partculas menores de 5 mcrons de dimetro so mais fceis de alcanar os pulmes. Formas de expresso de quantidades de poluentes no ar PPM - (partes por milho)1 ppm de poluente corresponde a 1 cm3 de poluente por metro cbico de ar respirado. Assim, ao constatarmos que determinado ambiente tem 30 ppm de cloro, estamos respirando 30 cm3 desse gs por metro cbico de ar que respiramos. Mg/m3 - Miligramas de poluente por metro cbico de ar respirado.

    Mg/L - Miligramas de poluente por litro de ar respirado.

    MPPC - Milhes de partculas por p cbico de ar.

    outras de menor uso, entre elas a porcentagem por volume por abranger grandes quantidades.

  • PROTEO RESPIRATRIA Importante

    Lembre-se que pelo fato de voc estar com o EPI adequado, no significa que est isento de se acidentar, por isso:

    Conhea a natureza do risco.

    Estabelea e mantenha o controle das medidas.

    Seja responsvel pela sua segurana e a daqueles que dependem de voc.

  • PROTEO RESPIRATRIAComentrio: Jose OrlandoComentrio de: Jose Orlando

  • INTRODUO MUITOS TRABALHADORES, DIARIAMENTE, CONTRAEM DOENAS RESPIRATRIAS EM DECORRNCIA DA EXPOSIO A SUBSTNCIAS PERIGOSAS PRESENTES NO AR. ALGUMAS SUBSTNCIAS PERIGOSAS PODEM CAUSAR: IRRITAES - NA - PELE,PROTEO RESPIRATRIA PERDA DA VISO, PROBLEMAS - RESPIRATRIOS - PERMANENTES, CNCER, PROBLEMAS - CARDACOS, DIVERSAS - ENFERMIDADES - CRNICAS,

  • PARA QUE ENFERMIDADES E LESES SEJAM EVITADAS, DEVE O TRABALHADOR ADOTAR UMA SRIE DE MEDIDAS E SE CERCAR DE INMEROS CUIDADOS. PROTEO RESPIRATRIA

  • ATMOSFRAS PERIGOSASAS ATMOSFERAS PERIGOSAS OU DE RISCO, ESTO DIVIDIDAS EM DOIS GRUPOS BSICOS: ATMOSFRAS COM DEFICINCIA DE OXIGNIO ATMOSFRAS CONTAMINADASPROTEO RESPIRATRIA

  • ATMOSFERAS COM DEFICINCIA DE OXIGNIO QUANDO UMA ATMOSFRA CONTM MENOS DE 19.5% DE OXIGNIO CONSIDERADA DEFICIENTE DE OXIGNIO. DENTRE OS ESPAOS CONFINADOS POTENCIALMENTE DEFICIENTE DE OXIGNIO ESTO: SILOS, CALDEIRAS, TANQUES, ETC... PROTEO RESPIRATRIA

  • ATMOSFERAS CONTAMINADASO MEIO MAIS RPIDO QUE OS CONT