PROSAB - ESGOTO

Download PROSAB - ESGOTO

Post on 14-Aug-2015

299 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<p>2</p> <p>esgotoNutrientes de esgoto sanitrio: utilizao e remooCoordenadores Francisco Suetnio Bastos Mota e Marcos von Sperling</p> <p>Rede Cooperativa de Pesquisas Desenvolvimento e aperfeioamento de tecnologias de condicionamento e de reso de guas residurias, considerando a qualidade do efluente tratado necessria para as possveis utilizaes e para atender ao padro do enquadramento e aos mltiplos usos dos corpos dgua</p> <p>Instituies Participantes EPUSP, UFCE, UFCG, UFMG, UFRGS, UFRN, UFPE, UFRGS/ IPH, UFPA, UNICAMP</p> <p>Apresentao</p> <p>Esta publicao um dos produtos da Rede de Pesquisas sobre o tema Desenvolvimento e aperfeioamento de tecnologias de condicionamento e de reso de guas residurias, considerando a qualidade do efluente tratado necessria para as possveis utilizaes e para atender ao padro do enquadramento e aos mltiplos usos dos corpos dgua do Programa de Pesquisas em Saneamento Bsico PROSAB - Edital 05, coordenada pelo Prof. Francisco Suetnio Bastos Mota do Departamento de Engenharia Hidrulica e Ambiental da Universidade Federal do Cear. O PROSAB visa ao desenvolvimento e aperfeioamento de tecnologias nas reas de guas de abastecimento, guas residurias (esgoto), resduos slidos (lixo e biosslidos), manejo de guas pluviais urbanas, uso racional de gua e energia, que sejam de fcil aplicabilidade, baixo custo de implantao, operao e manuteno, bem como visem recuperao ambiental dos corpos dgua e melhoria das condies de vida da populao, especialmente as menos favorecidas e que mais necessitam de aes nessas reas. At o final de 2008 foram lanados cinco editais do PROSAB, financiados pela FINEP, pelo CNPq e pela CAIXA, contando com diferentes fontes de recursos, como BID, Tesouro Nacional, Fundo Nacional de Recursos Hdricos (CT-HIDRO) e recursos prprios da Caixa. A gesto financeira compartilhada do PROSAB viabiliza a atuao integrada e eficiente de seus rgos financiadores que analisam as solicitaes de financiamento em conjunto e tornam disponveis recursos simultaneamente para as diferentes aes do programa (pesquisas, bolsas e divulgao), evitando a sobreposio de verbas e tornando mais eficiente a aplicao dos recursos de cada agncia. Tecnicamente, o PROSAB gerido por um grupo coordenador interinstitucional, constitudo por representantes da FINEP, do CNPq, da CAIXA, das universidades, da associao de classe e das companhias de saneamento.</p> <p>Suas principais funes so: definir os temas prioritrios a cada edital; analisar as propostas, emitindo parecer para orientar a deciso da FINEP e do CNPq; indicar consultores ad hoc para avaliao dos projetos; e acompanhar e avaliar permanentemente o programa. O Programa funciona no formato de redes cooperativas de pesquisa formadas a partir de temas prioritrios lanados a cada Chamada Pblica. As redes integram os pesquisadores das diversas instituies, homogeneizam a informao entre seus integrantes e possibilitam a capacitao permanente de instituies emergentes. No mbito de cada rede, os projetos das diversas instituies tem interfaces e enquadram-se em uma proposta global de estudos, garantindo a gerao de resultados de pesquisa efetivos e prontamente aplicveis no cenrio nacional. A atuao em rede permite, ainda, a padronizao de metodologias de anlises, a constante difuso e circulao de informaes entre as instituies, o estmulo ao desenvolvimento de parcerias e a maximizao dos resultados. As redes de pesquisas so acompanhadas e permanentemente avaliadas por consultores, pelas agncias financiadoras e pelo Grupo Coordenador, atravs de reunies peridicas, visitas tcnicas e o Seminrio de Avaliao Final. Os resultados obtidos pelo PROSAB esto disponveis atravs de manuais, livros, artigos publicados em revistas especializadas e trabalhos apresentados em encontros tcnicos, teses de doutorado e dissertaes de mestrado publicadas. Alm disso, vrias unidades de saneamento foram construdas nestes ltimos anos por todo o pas e, em maior ou menor grau, utilizaram informaes geradas pelos projetos de pesquisa do PROSAB A divulgao do PROSAB tem sido feita atravs de artigos em revistas da rea, da participao em mesas-redondas, de trabalhos selecionados para apresentao em eventos, bem como pela publicao de porta-flios e folders e a elaborao de maquetes eletrnicas contendo informaes sobre os projetos de cada edital. Todo esse material est disponvel para consulta e cpia no portal do Programa (www.finep.gov.br/prosab/index.html).</p> <p>Grupo Coordenador do prosab:perodo do Edital 5</p> <p>Jurandyr Povinelli EESC Ccero O. de Andrade Neto UFRN Deza Lara Pinto CNPq Marcos Helano Montenegro MCidades Sandra Helena Bondarovsky CAIXA Jeanine Claper CAIXA Luis Carlos Cassis CAIXA Anna Virgnia Machado ABES Ana Maria Barbosa Silva FINEP Clia Maria Poppe de Figueiredo FINEP</p> <p>O edital 5 do PROSAB foi financiado pela FINEP, CNPq e CAIXA com as seguintes fontes de recursos: Fundo Setorial de Recursos Hdricos e Recursos Ordinrios do Tesouro Nacional do Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico e Caixa Econmica Federal.</p> <p>Copyright 2009 ABES RJ 1 Edio tiragem: 1000 exemplares</p> <p>Coordenadores Francisco Suetnico Bastos e Marcos von Sperling</p> <p>Reviso Zeppelini Editorial Impresso J. Sholna</p> <p>Nutrientes de esgoto sanitrio: utilizao e remoo/Francisco Suetnio Bastos Mota e Marcos von Sperling(coordenadores). Rio de Janeiro: ABES, 2009 428p.: il Projeto PROSAB ISBN: 978-85-7022-164-3 1. Tratamento de esgoto sanitrio 2. Reso de gua 3. Aproveitamento de esgoto tratado 4. Remoo de nutrientes I. Bastos, Francisco Suetnico e von Sperling, Marcos</p> <p>Nutrientes de esgoto sanitrios: utilizao e remooFrancisco Suetnio Bastos Mota e Marcos von Sperlingcoordenadores</p> <p>Editora ABES</p> <p>Fortaleza, CE 2009</p> <p>Coordenadores de ProjetoAdrianus Cornelius van Haandel UFCG Bruno Coraucci Filho UNICAMP Francisco Suetnio Bastos Mota UFC Henio Normando de Souza Melo UFRN Isaac Volschan Junior UFRJ Luiza Carla Girard Teixeira Machado UFPA Luiz Olinto Monteggia UFRGS Marcos von Sperling UFMG Maria de Lourdes Florncio dos Santos UFPE Roque Passos Pivelli EPUSP</p> <p>ConsultoresEugnio Foresti EESC/USP Jos Marques Junior FCAV/UNESP Marcelo Antnio Teixeira Pinto CAESB</p> <p>Autores</p> <p>Adrianus van Haandel Andr Bezerra do Santos Bruno Coraucci Filho Carlos Augusto de Lemos Chernicharo Clia Regina Montes Ccero Onofre de Andrade Neto Clstenes Williams Arajo do Nascimento Emanuel Soares dos Santos Eugnio Foresti Henio Normando de Souza Melo Iene Christie Figueiredo Isaac Volschan Jnior Jos Marques Jnior Lourdinha Florncio Luiz Olinto Monteggia Luiza Girard Marcelo Teixeira Pinto Marcos von Sperling Mrio Kato Neysson Martins Mendona Osvaldo de Oliveira Paulo Gustavo Sertrio de Almeida Renata Carolina Pifer Ronaldo dos Santos Padilha Ronaldo Stefanutti Roque Passos Piveli Slvia Corra Oliveira Snia Botelho Suetnio Mota</p> <p>Equipes dos projetos de pesquisa</p> <p>UNICAMPCoordenador</p> <p>Felipe Muniz Gadelha Sales Maria do Carmo Patrcia Pinto Gonalves Ana Paula Bezerra de Arajo Celiane Freire Martins Erika Canamary Thiago Bezerra dos Santos</p> <p>Bruno Coraucci FilhoEquipe</p> <p>Ronaldo Stefanutti Daniele Tonon Luciano Reami Orlando Cintra Alex Veronez Luccas Erickson de Oliveira Marinho Daniele Ramirez</p> <p>UFCGCoordenador</p> <p>Adrianus van HaandelEquipe</p> <p>UFCCoordenador</p> <p>Paula Frassinetti Feitosa Cavalcanti Jos Tavares de Souza Pricles Rezende Barros Yanna Maia Derks Eudes Alves Moreira Mrcio Camargo de Melo Nlia Luna Leal Heraldo Antunes Silva Filho Elivnia Vasconcelos Moraes dos Santos rica Carneiro Aretho Barbosa</p> <p>Francisco Suetnio Bastos MotaEquipe</p> <p>Andr Bezerra dos Santos Marisete Dantas de Aquino Boanerges Aquino Francisco Marcus Bezerra Emanuel Soares dos Santos Franklin Jader de Moura Furtado Maria Jovelina Gomes da Silva Edglerdnia Luzia Lima de Oliveira</p> <p>Andr Leandro da Silva Silvnia Nobrega Oliveira Rafael da Silva Elizandra Fabrcia Raposo</p> <p>UFPACoordenadora</p> <p>Luiza Carla Teixeira Girard MachadoEquipe</p> <p>Ilka Sueli Dias Serra Mrcia Valria Porto de Oliveira Cunha Neyson Martins Mendona Andr Coelho Maria do Socorro Lopes Vera Braz Robson Costa da Costa Silvia Jussane Paulo Alexandre Mesquita Emilia Kawaguchi Wiliam Anderson Freitas</p> <p>UFMGCoordenador</p> <p>Marcos von SperlingEquipe</p> <p>Carlos Augusto de Lemos Chernicharo Srgio F. Aquino Slvia M. A. C. Oliveira Betnia Salermo Lara Izabel Cristina de Matos Graziella P. Pereira Neto Mnica Oliveira A. Mabub Glria Suzana M. Bastos Francyne Rodrigues Garo Grazielle Pereira C. Martins Paula Regina Dutra Llian Ktia Reis Humberto Coelho de Melo Thiago Luiz Ferreira Matheus Boechat Machado Lucy de Castro Valria Ilsa Ferreira Roberto Meireles Glria Juliane Pereira Borges Catiane T. D. dos Santos</p> <p>UFPECoordenadora</p> <p>Maria de Lourdes Florncio dos SantosEquipe</p> <p>Mario Takayuki Kato Savia Gavazza dos Santos Pessoa Clstenes Williams Arajo do Nascimento Mauricio Pimenta Cavalcanti Jaqueline Cabral Lopes Marcio Moreira de Carvalho Pedro Leiz de Mendona Pereira Kenia Kelly Barros</p> <p>Poliana Maria Janurio Silva Daniele Maria Campos Silva Tatiane Lima Verde Monteiro Anderson Santos Silva Sheylane Regina Santos da Luz</p> <p>Josette de Lourdes de Souza Melo Andr Calado de Arajo Renata Carolina Pifer Alvamar Cirne Caline Nunes Carvalho Carlindo Pereira de Melo Filho Gelsa Pedro Campelo Gelson Piratiny Oliveira da Silva Gutemberg Fernandes de Medeiros Maria de Ftima Dantas Pedro Ferreira de Souza Filho Pricila Meireles Priscila Lima Raulysson Ferreira de Arajo Stefani Bezerra da Silva Tatiana Cardoso Delgado</p> <p>UFRJCoordenador</p> <p>Isaac Volschan JniorEquipe</p> <p>Eduardo Pacheco Jordo Marcelo Ferreira da Fonseca Daniel Minegatti Vanessa Rocha Izabel Regina Benite Aguiar da Silva Juliana Martins Bahiense Cristina Treitler Claudia Regina de A. M. Amvel Darlise Jorge Leite Maria Aparecida de Carvalho Vania Senra Eder Fares Paulo Csar Santos Marcelo Silva</p> <p>UFRGSCoordenador</p> <p>Luiz Olinto MonteggiaEquipe</p> <p>Jos Antnio Saldanha Louzada Nilza Maria dos Reis Castro Osvaldo Jos de Oliveira Ronaldo dos Santos Padilha Helio Ricardo R. Gonalves Juliana Nichele Giovani Baseggio Alex da Silva Correa Larissa P. Mincaroni dos Santos</p> <p>UFRNCoordenador</p> <p>Henio Normando de Souza MeloEquipe</p> <p>Ccero Onofre de Andrade Neto</p> <p>Rodrigo Santolin Ceclia Maria Rodrigues Pereira Maria Cristina de Almeida Silva</p> <p>USPCoordenador</p> <p>Roque Passos PiveliEquipe</p> <p>Clia Regina Montes Aline Akabochi Fabreti Humberto Carlos Ruggeri Jnior Mnica Medeiros Fbio Campos Laerte Ccero de Carvalho Denis Spir Bonamin</p> <p>Sumrio</p> <p>1</p> <p>Introduo1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 Consideraes iniciais Lanamento de esgoto em corpos de gua Reso de guas Objetivos do Prosab Estrutura do livro Referncias bibliogrficas Introduo Nitrognio e Fsforo no esgoto domstico Eutrofizao dos corpos de gua superficiais Contaminao das guas subterrneas por Nitrato Legislao relacionada ao lanamento de esgoto em corpos de gua superficiais Legislao relacionada s guas subterrneas e ao lanamento de esgoto no solo Referncias bibliogrficas</p> <p>2</p> <p>Impacto dos Nutrientes do Esgoto Lanado em Corpos de gua2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6</p> <p>3</p> <p>Utilizao de Esgoto Tratado na Agricultura: Aporte de gua e Nutrientes3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 Aspectos conjunturais: a trajetria do Prosab na irrigao de culturas com esgoto tratado Efeitos do uso de esgoto tratado sobre o sistema gua-soloplanta e sobre o lenol fretico Balano hdrico e lminas dgua de irrigao: caractersticas gerais e fundamentos sobre evapotranspirao de culturas Sistemas de irrigao e uso com esgoto tratado Caracterizao dos experimentos desenvolvidos no Prosab 5</p> <p>3.6 3.7 3.8 3.9</p> <p>4</p> <p>Experincias no Prosab 5: lminas aplicadas, aporte de nutrientes e demanda de rea para a irrigao com esgoto Experincias no Prosab relativas distribuio de gua Experincias no Prosab 5: efeitos sobre o sistema solo planta gua do lenol fretico Experincias do Prosab 5: efeito de lminas excedentes na irrigao da cultura do capim Bermuda Tifton-85 Referncias bibliogrficas Introduo Fatores que influenciam o desempenho dos sistemas hidropnicos com esgoto tratado Cultivo de flores ornamentais pela tcnica NFT Cultivo de forragem verde hidropnica (FVH) Concluso Referncias bibliogrficas Introduo Piscicultura usando esgoto sanitrio Qualidade de gua para piscicultura Caractersticas do esgoto sanitrio e a piscicultura Experincias sobre piscicultura em esgoto sanitrio Informaes para a implementao de sistemas de piscicultura Referncias bibliogrficas</p> <p>Utilizao de Nutriente de Esgoto Tratado em Hidroponia4.1 4.2 4.3 4.4 4.5</p> <p>5</p> <p>Utilizao de Nutrientes de Esgoto Tratado na Piscicultura5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6</p> <p>6</p> <p>Remoo Biolgica de Nitrognio: Aplicaes para o Sistema de Lodo Ativado6.1 6.2 6.3 6.4 6.5 6.6 6.7 6.8 Introduo Formas e reaes do material nitrogenado Estequiometria das reaes do material nitrogenado Cintica da nitrificao no sistema de lodo ativado Condies necessrias para desnitrificao Desnitrificao em sistemas convencionais de lodo ativado Novos desenvolvimentos na remoo de nitrognio Experincias do Prosab Referncias bibliogrficas</p> <p>7</p> <p>Remoo Biolgica de Fsforo no Sistema de Lodo Ativado: Mecanismos e Configuraes7.1 7.2 7.3 7.4 7.5 7.6 Remoo de fsforo Princpios da remoo biolgica de fsforo Modelamento da remoo de fsforo Otimizao da remoo biolgica de nutrientes Critrios de projeto para remoo biolgica de N e P Experincias no Brasil Referncias bibliogrficas Introduo Nitrificao biolgica e remoo de nitrognio em biofilmes Aplicabilidade de reatores com biomassa aderida para a remoo de N-amoniacal: potencialidades e limitaes Meios de suporte utilizados em reatores de biomassa aderida Estabelecimento da biomassa aderida e nitrificao em biofilmes Critrios e parmetros de projeto e condies operacionais para remoo de amnia em reatores com biomassa aderida A experincia do Prosab Referncias bibliogrficas Introduo Lagoas de estabilizao Sistemas de leitos cultivados (Wetlands) Sistemas de escoamento superficial no solo Referncias bibliogrficas Consideraes gerais Remoo de N-NH3 por arraste de ar Remoo de N-NH3- por clorao Remoo fsico-qumica de fsforo Experincias do Prosab Referncias bibliogrficas</p> <p>8</p> <p>Nitrificao em reatores aerbios com biomassa aderida8.1 8.2 8.3 8.4 8.5 8.6 8.7</p> <p>9</p> <p>Remoo de Nutrientes em Sistemas Naturais9.1 9.2 9.3 9.4</p> <p>10</p> <p>Remoo de Nutrientes por Processos Fsico-Qumicos10.1 10.2 10.3 10.4 10.5</p> <p>11</p> <p>Sntese Global do Desempenho e da Confiabilidade dos Sistemas de Tratamento de Esgoto11.1 Introduo 11.2 Os sistemas experimentais e os processos utilizados 11.3 Estatstica descritiva da qualidade do efluente tratado alcanada nas unidades experimentais 11.4 Anlise de confiabilidade dos processos de tratamento de esgoto Referncias bibliogrficas</p> <p>12</p> <p>Elementos para Deciso Acerca do Reso ou Lanamento do Esgoto Tratado12.1 Introduo 12.2 Fatores intervenientes na anlise de deciso para definio da rota de disposio 12.3 Protocolo simplificado de deciso 12.4 Anlise crtica e o histrico das pesquisas do tema Referncias bibliogrficas</p> <p>1</p> <p>IntroduoSuetnio Mota e Marcos von Sperling</p> <p>1.1 Consideraes iniciaisA presena...</p>