PROJETO PB RURAL SUSTENTÁVEL MARCOS CONCEITUAIS PARA ... ?· ... Cadastro Ambiental Rural ... Políticas…

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  • Marcos Conceituais para Gesto Socioambiental

    (Manejo e Controle de Pragas; Habitats Naturais e Florestas; Patrimnio Cultural Fsico; Segurana e Barragens; Economia Solidria)

    Volume III A

    PROJETO PB RURAL SUSTENTVEL

    MARCOS CONCEITUAIS PARA GESTO SOCIOAMBIENTAL

    (Manejo e Controle de Pragas; Habitats Naturais e Florestas; Patrimnio Cultural

    Fsico; Segurana e Barragens; Economia Solidria)

    VOLUME III A

    MARO

    2016

    SFG1200 REVP

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  • Marcos Conceituais para Gesto Socioambiental

    (Manejo e Controle de Pragas; Habitats Naturais e Florestas; Patrimnio Cultural Fsico; Segurana e Barragens; Economia Solidria)

    Volume III A

    APRESENTAO

    O desenvolvimento econmico e social um dos objetivos principais da Gesto

    Pblica e requer polticas capazes de melhorar o bem-estar social, garantindo a

    liberdade e respeito s capacidades individuais e ao conhecimento popular, integrando

    economia e tica. Nesse sentido o Projeto PB Rural Sustentvel procurar ser um dos

    alicerces do Governo Estadual para promoo deste desenvolvimento no estado da

    Paraba.

    O Projeto PB Rural Sustentvel tem como objetivo principal melhorar o acesso a

    gua, reduzir a vulnerabilidade agroclimtica e aumentar o acesso a mercados da

    populao rural pobre da Paraba. Os subprojetos apoiaro a gerao de renda, insero

    em cadeias produtivas e, consequentemente, a elevao econmica desta populao

    vulnervel do estado da Paraba. O perodo de realizao do projeto ser de seis anos,

    iniciando em 2015, sendo que neste perodo sero investidos US$ 80 milhes que sero

    destinados ao fortalecimento institucional, a reduo da vulnerabilidade, as alianas

    produtivas e a gesto, monitoramento e avaliao.

    Estes documentos, Marco de Gesto e Avaliao Socioambiental, atendem as

    polticas de salvaguardas do Banco Mundial, sendo acionadas as OPs/BPs de

    avaliao ambiental, habitats naturais, recursos culturais fsicos, segurana de

    barragens, florestas e controle de pragas. Alm disso, estes documentos tambm esto

    subordinados a toda legislao federal e estadual.

    Os documentos que compe a Avaliao de Impactos Socioambientais (AISA)

    esto subdivididos em: Arcabouo Legal e Institucional e descrio do projeto (Volume

    I), Avaliao de Impactos Socioambientais (Volume II), Marco Conceitual para Gesto

    Socioambiental - Manejo e Controle de Pragas; Habitats Naturais e Florestas;

    Patrimnio Cultural Fsico; Segurana e Barragens; Economia Solidria (Volume III

    A), Marco Conceitual para Reassentamento Involuntrio (Volume III B); Marco

    Conceitual para Povos Indgenas e Quilombolas (Volume III C); Plano de Gesto

    Socioambiental (Volume IV) e Consulta Pblica (Volume V). Os volumes estabelecem

    referenciais tericos, reviso de aspectos legais, detalhamento de arranjos institucionais

    de gesto, identificam os aspectos potencialmente causadores de impactos ambientais e

    sociais adversos e definem procedimentos para identificar, gerir e potencializar os

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    impactos socioambientais, econmicos e culturais positivos e prevenir e mitigar os

    impactos negativos dos subprojetos financiados.

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    GOVERNO DO ESTADO DA PARABA

    Ricardo Vieira Coutinho

    Governador

    Ana Lgia Costa Feliciano

    Vice-Governadora

    PROJETO COOPERAR

    Roberto da Costa Vital

    Secretrio Executivo

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    Volume III A

    Equipe Tcnica Cooperar

    Mnica Alexandra Tavares de Melo

    Gerente Operacional

    Rita Mrcia de Moura Duarte Marinho

    Coordenadora do Setor de Engenharia

    Angela Carolina de Medeiros

    Coordenadora de Salvaguardas Socioambientais

    Equipe Tcnica Consultoria (FUNETEC)

    Pedro Rogrio Rocha

    Coordenador Geral

    Anselmo Guedes de Castilho

    Coordenador de Arcabouo Legal e Institucional

    Maurcio Sard de Faria

    Coordenador de Avaliao Social e Marco de Economia Solidria

    Diego Rodrigo dos Santos Machado

    Coordenador de Avaliao Ambiental

    Diego Albert Brito de Melo

    Coordenador Tcnico

    Cludia Coutinho Nbrega

    Consultora Tcnica Saneamento Rural

    Hric Cavalcanti Mascarenhas dos Santos

    Consultor Tcnico Avaliao Social e Marco Indgena

    Roberto Mendoza

    Consultor Tcnico Avaliao Social e Marco Quilombola

    Jos Francisco de Melo Neto

    Consultor Tcnico Avaliao Social e Questionrio de Avaliao Socioeconmica

    Wellington Dantas Silva

    Consultor Tcnico Marco de Reassentamento Involuntrio

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    Ysa Helena Diniz Morais de Luna

    Consultora Tcnica Diagnstico Scio Ambiental

    Samara Gonalves Fernandes da Costa

    Consultora Tcnica Avaliao Ambiental dos Subprojetos

    Las Helena Medeiros Moura

    Consultora Tcnica Avaliao Ambiental dos Subprojetos

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    LISTA DE SIGLAS

    AACADE Associao de Apoio aos Assentamentos e Comunidades Afrodescendentes

    AESA Agncia Executiva de Gesto das guas do Estado da Paraba

    ANA Agncia Nacional de guas

    ADS-CUT Agncia de Desenvolvimento Solidrio da Central nica dos

    Trabalhadores

    ANTEAG Associao Nacional de Trabalhadores em Empresas de Autogesto e de

    Participao Acionria

    ANVISA - Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria

    APP rea de Preservao Permanente-

    ATER - Assistncia Tcnica e Extenso Rural

    BCD - Bancos Comunitrios de Desenvolvimento

    CAR Cadastro Ambiental Rural

    CEDA - Conselho Estadual de Defesa Agropecuria

    CFO - Certificado Fitossanitrio de Origem

    CONCRAB Confederao Nacional das Cooperativas de Reforma Agrria do Brasil

    DER Departamento de Estradas e Rodagens

    EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria

    EMPASA Empresa Paraibana de Abastecimento e Servios

    EPI Equipamento de Proteo Individual

    ES Economia Solidria

    FASE - Federao de rgos para Assistncia Social e Educacional

    FUNETEC - Fundao de Educao Tecnolgica e Cultural da Paraba

    IBASE Instituto Brasileiro de Anlises Socioeconmicas

    IMS Instituto Marista de Solidariedade

    IPHAEP Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico do Estado da Paraba

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    IPHAN - Instituto de Patrimnio Histrico e Artstico Nacional

    FBES Frum Brasileiro de Economia Solidria

    MIP - Manejo Integrado de Pragas

    MTE Ministrio do Trabalho e Emprego

    OP Polticas Operacionais

    PAA - Programa de Aquisio de Alimentos

    PACS - Polticas Alternativas para o Cone Sul

    PARA - Programa de Anlise de Resduos de Agrotxicos em Alimentos

    PB - Paraba

    PNAE - Programa Nacional de Alimentao Escolar

    PNF - Programa Nacional de Florestas

    PNSB - Pesquisa nacional de saneamento bsico

    PRONACOOP Programa Nacional de Fomento ao Cooperativismo de Trabalho

    PTV - Permisso de Trnsito de Vegetais

    SAF - Secretaria da Agricultura Familiar

    SEDH Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano

    SEDAP - Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuria e da Pesca

    SENAES Secretaria Nacional de Economia Solidria

    SIES Sistema de Informaes em Economia Solidria

    SINDEC Sistema Nacional de Defesa Civil

    SISNAMA - Sistema Nacional do Meio Ambiente

    SUASA Sistema nico de Ateno a Sanidade Agropecuria no Estado da Paraba

    SUDEMA Superintendncia de Administrao do Meio Ambiente

    OMS Organizao Mundial da Sade

    ONGs Organizaes No Governamentais

    UGP Unidade de Gerenciamento do Projeto

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    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1 - Fluxo de aplicao do marco de habitats naturais e florestas. ....................... 32

    Figura 2 - Fluxo de aplicao do marco de patrimnio cultural fsico. .......................... 38

    Figura 3 - Rede de ao em economia solidria. ............................................................ 49

    Figura 4 - Distribuio de empreendimentos econmicos solidrios por regio. .......... 50

    LISTA DE QUADROS

    Quadro 1 - Situao dos mananciais do estado. ............................................................. 41

    Quadro 2 - Levantamento de empreendimentos econmicos solidrios por municpio. 54

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    SUMRIO

    1. Marco Conceitual de Manejo e Controle de Pragas ................................. 12

    1.1. Introduo ............................................................................................. 12

    1.2. O uso de agrotxicos nos cultivos agrcolas no estado da Paraba ....... 14

    1.3. Abrangncia .......................................................................................... 15

    1.4. Legislao Aplicvel ............................................................................. 16

    1.4.1. Legislao Federal ......................................................................... 16

    1.4.2. Legislao Estadual ........................................................................ 17

    1.5. Diretrizes ............................................................................................... 19

    2. Marco Conceitual de Habitats Naturais e Florestas.................................. 21

    2.1. Introduo ............................................................................................. 21

    2.2. A Vegetao Paraibana ......................................................................... 22

    2.3. Abrangncia .......................................................................................... 24

    2.4. Legislao Aplicvel a Florestas .......................................................... 24

    2.4.1. Legislao Federal ......................................................................... 25

    2.4.2. Legislao Estadual ........................................................................ 28

    2.5. Legislao Aplicvel aos Habitats Naturais ......................................... 28

    2.5.1. Legislao Federal ......................................................................... 29

    2.5.2. Legislao Estadual ........................................................................ 31

    2.6. Diretrizes ............................................................................................... 31

    2.6.1. Plano de Manejo ............................................................................. 33

    3. Marco Conceitual de Patrimnio Cultural Fsico ..................................... 35

    3.1. Introduo ............................................................................................. 35

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    3.2. Legislao Aplicvel ............................................................................. 36

    3.2.1. Legislao Federal ......................................................................... 36

    3.2.2. Legislao Estadual ........................................................................ 37

    3.3. Diretrizes ............................................................................................... 38

    4. Marco Conceitual de Segurana de Barragens ......................................... 40

    4.1. Introduo ............................................................................................. 40

    4.2. Situao dos recursos hdricos na Paraba ............................................ 40

    4.3. Abrangncia .......................................................................................... 41

    4.4. Legislao Aplicvel ............................................................................. 43

    4.4.1. Legislao Federal ......................................................................... 43

    4.4.2. Legislao Estadual ........................................................................ 47

    4.5. Diretrizes ............................................................................................... 47

    5. Marco de Economia Solidria .................................................................. 49

    5.1. Introduo ............................................................................................. 49

    5.2. Dados da Economia Solidria no Brasil e na Paraba. .......................... 51

    5.3. Arcabouo Legal ................................................................................... 54

    5.4. Desafios para o Desenvolvimento da Economia Solidria ................... 58

    6. Referncias Bibliogrficas ........................................................................ 61

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    1. Marco Conceitual de Manejo e Controle de Pragas

    1.1. Introduo

    Este Marco busca atender estratgias de controle de pragas e parasitas por meio

    de mtodos biolgicos ou ambientais que diminuam a dependncia de pesticidas dos

    tipos qumicos sintticos.

    As propostas de subprojetos submetidas ao Projeto PB Rural Sustentvel sero

    avaliadas levando em considerao as legislaes vigentes no pas e no estado para o

    manejo de pragas e parasitas, bem como os princpios de sustentabilidade ambiental e

    segurana do trabalhador estipulados na Poltica Operacional 4.09 do Banco Mundial.

    Desta forma, este Marco apresenta as diretrizes do PB Rural Sustentvel quando

    do financiamento de subprojetos que necessitem utilizar alguma forma de controle de

    pragas e parasitas na agricultura ou em outra atividade (por exemplo, controle de

    vetores de doenas), orientando sobre as escolhas preferenciais de mtodos a serem

    aplicados e a utilizao adequada e responsvel de insumos agrcolas, particularmente

    agrotxicos, nos casos em que esse uso for justificvel.

    Os seguintes passos devem ser seguidos na avaliao ambiental e tomada de

    decises de subprojetos que necessitem do controle de pragas e parasitas:

    Em primeiro lugar, o PB Rural Sustentvel sempre dar preferncia s

    alternativas menos danosas ao meio ambiente e aos produtores (aplicadores das

    prticas), considerando mtodos de manejo integrado de pragas, controle biolgico, uso

    de produtos aprovados para a agricultura orgnica, produtos baseados em extratos

    vegetais, consorciamento de cultivos, SAF e outros mtodos agroecolgicos.

    Os servios de assistncia tcnica fornecidos por meio do PB Rural Sustentvel

    aos produtores rurais devem ser capazes de prestar orientaes adequadas para o uso

    desses mtodos, bem como para possibilitar a transio de mtodos agrcolas

    convencionais para mtodos agroecolgicos, sempre que os produtores mostrarem essa

    disposio. Os tcnicos de ATER devem sempre oferecer aos produtores essa opo em

    primeiro lugar, observando as vantagens dos mtodos agroecolgicos para a

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    produtividade, meio ambiente, custo financeiro da produo e sade do produtor e do

    consumidor.

    A adoo de mtodos agroecolgicos de manejo de pragas e parasitas deve ser

    promovida da melhor forma possvel em todos os subprojetos que envolvam a produo

    agrcola, mesmo que o financiamento no seja diretamente voltado para o cultivo. Por

    exemplo, subprojetos de irrigao, compra de equipamentos agrcolas, insumos,

    construo de viveiros ou estufas, processamento de produtos agrcolas, feiras e outros

    investimentos similares.

    Em segundo lugar, em casos excepcionais e quando seu uso for justificvel, o

    PB Rural Sustentvel pode apoiar subprojetos que utilizem pesticidas e agrotxicos,

    desde que sejam respeitadas as diretrizes especificadas a seguir.

    O financiamento ocorrer aps avaliao da natureza e grau dos riscos

    associados ao uso dos produtos qumicos, considerando o uso proposto e os usurios, o

    que deve estar especificado em um Plano de Manejo de Pragas resumido para o

    subprojeto. Como critrio para seleo e uso de pesticidas, deve ser fortemente

    recomendado que nunca sejam utilizados produtos das classes IA, IB e II da

    Classificao Recomendada de Pesticidas em Funo do Perigo e Normas para

    Classificao (Genebra: WHO 1994-95) da Organizao Mundial de Sade (ver

    abaixo), sendo que est vedada a compra de tais produtos com recursos do PB Rural

    Sustentvel. A Organizao Mundial da Sade - OMS classifica os pesticidas nas

    seguintes classes:

    Classe IA Extremamente perigosos;

    Classe IB Altamente perigosos;

    Classe II Moderadamente perigosos;

    Classe III Levemente perigosos;

    Classe U Risco agudo improvvel at o presente.

    Os seguintes critrios devem ser obedecidos para a escolha de pesticidas e

    agrotxicos a serem utilizados em subprojetos (Classes III ou U):

    Devem ter efeitos adversos mnimos na sade humana;

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    Devem ter sua eficcia comprovada n

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