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Centro Politcnico SENAC RIO Curso Tcnico em Segurana do Trabalho

Plano de gesto

Rio de janeiro Nov/2011

Centro Politcnico SENAC RIO Curso Tcnico em Segurana do Trabalho

Plano de gesto

Este trabalho foi realizado pelo estudante Gerval Estevo Rezende, sob a orientao docente da professora Janayna Rocha, na oficina: Organizao do Trabalho e segurana Mdulo 4.

Rio de Janeiro Nov/2011

Agradecimentos:

Agradeo a minha me pela pacincia e educao. Roberta minha esposa, a minha razo de querer crescer e multiplicar. Amo vocs.....

Epgrafe:

fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer. (Aristteles)

Sumrio:Captulo 1 Introduo:- O processo produtivo da empresa - O ambiente e a setorizao - A classificao dos riscos

Captulo 2 Desenvolvimento:- A aplicao das Normas Regulamentadoras, de acordo com a lei 6.514, de dezembro de 1979.

Captulo 3 Consideraes finais:- O Plano de gesto de acordo com a OSHAS 18.001

Captulo 1 Introduo: IDENTIFICAO DA EMPRESA NOME: MILTON GOSPEL CAMISAS ENDEREO: RUA CUBATO N337 MESQUITA_RJ TEL: XXXXXXXXXXX NDE FUNCIONARIOS: 09(nove) CNPJ: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX CNAE: 14.12-6 GRAU DE RISCO 02(dois) ATIVIDADE: confeco peas do vesturio de

Processo produtivoSerigrafia ou silkscreen um processo de impresso no qual a tinta vazada pela presso de um rodo ou puxador atravs de uma tela preparada. A tela (Matriz serigrafia), normalmente de polister ou nylon, esticada em um bastidor (quadro) de madeira, alumnio ou ao. A "gravao" da tela se d pelo processo de foto sensibilidade, onde a matriz preparada com uma emulso foto sensvel colocada sobre um fotolito, sendo este conjunto matriz+fotolito colocado por sua vez sobre uma mesa de luz. Os pontos escuros do fotolito correspondem aos locais que ficaro vazados na tela, permitindo a passagem da tinta pela trama do tecido, e os pontos claros (onde a luz passar pelo fotolito atingindo a emulso) so impermeabilizados pelo endurecimento da emulso foto sensvel que foi exposta a luz. utilizada na impresso em variados tipos de materiais (papel, plstico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfcies (cilndrica, esfrica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.), espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Pode ser feita de forma mecnica (por pessoas) ou automtica (por mquinas). A serigrafia caracteriza-se como um dos processos da gravura, determinado de gravura plano grfica.

A palavra plana grfica pretende enfatizar que no h realizao de sulcos e cortes com retirada de matria da matriz. O processo se d no plano, ou seja, na superfcie da tela serigrafia, que sensibilizada por processos fotosensibilizantes e qumicos. O princpio bsico da serigrafia relacionado freqentemente ao mesmo princpio do estncil, uma espcie de mscara que veda reas onde a tinta no deve atingir o substrato (suporte). O termo serigrafia (serigraph, em ingls) creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crtico, editor e nos anos 1940, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, props a palavra serigraph (em ingls), do grego sericos (seda), e graphos (escrever), para modificar os aspectos comerciais associados ao processo, distinguindo o trabalho de criao realizado por um

Organograma

Criao

Administrao

Oficina de montagen de quadros

Sala de registro/emulso

Sala de revelao e impresso

Descrio das atividades realizadas nos setores SetorCriao Administrao

Funes existentesDesenhenista Secretaria Aux servios gerais

N.de func.01 01 01

Descries das atividadesO desenhista elabora o design do desenho a ser estampado, e faz o perfil. Atende clientes e desenvolve toda a parte documental. Realiza servio de limpeza. Em toda rea. Realiza montagem de quadros utilizados nas impresses, e estiramento do tecido para o setor de registro das figuras a serem estampadas. Realiza manutenes preventivas. Registra o desenho a ser estampado nas matrizes e prepara misturando os sensibilizantes, que reage com a luz e depois com a gua. Realiza a limpeza nas matrizes onde lava-se e obtm o desenho desejado para impresso da estampa nas camisas.

Oficina

Montadores

02

Registro/emulso

Serigrafista

02

Revelao/impresso

Serigrafista

02

Caractersticas do ambiente de trabalho por setor

Caracterstica do setor administrao/arte final. Alvenaria revestida com cermica na Paredes Piso Cobertura Iluminao Ventilao

cor branca, rejuntada. Piso em cermica na cor tambm branca rejuntada e tapetes. Cobertura de laje pr-fabricada com rebaixamento em PVC. Iluminao artificial por lmpadas florescente e natural por abertura das janelas. Ventilao artificial por ventilador de

P direito

teto e ar condicionado, ventilao natural proveniente das janelas e portas. P direito com altura de 2,10cm.

Caractersticas do setor oficina de montagem de quadros Parede em alvenaria revestida com Paredes

Piso Cobertura Iluminao Ventilao P direito

cimento e pintura na cor verde, com espaos de trs janelas e portal de 2 m. Piso em cimento revestido com ardsia. Cobertura em laje pr fabricada com rebaixamento em PVC. Natural e artificial por lmpadas florescentes. Ventilao natural e artificial por ventiladores de teto. P direito com 3 m de altura.

Caracterstica do setor registro/emulso

Paredes Piso Cobertura Iluminao Ventilao P direito

Paredes de alvenaria revestida com cermica, espaos de uma janela e uma porta. Piso de cimento revestido com cermica. Laje pr fabricada com rebaixamento em PVC. Iluminao artificial por luz negra devido necessidade de reao qumica dos produtos utilizados. Artificial por ar condicionado. 2.10 m de altura.

Caracterstica do setor revelao e impresso Alvenaria revestida com cermica na Paredes Piso Cobertura Iluminao Ventilaocor branca, rejuntada. Piso em cermica na cor tambm branca rejuntada e tapetes. Cobertura de laje pr-fabricada com rebaixamento em PVC. Iluminao artificial por lmpadas florescentes e naturais por abertura das janelas. Ventilao artificial por ventilador de teto e ar condicionado, ventilao natural proveniente das janelas e portas. P direito com altura de 2,10cm.

P direito Fluxograma do processo de serigrafia

Matria originalFilme fixador/revelador e Processamento da imagem Preparao da tela

prima

Telas estocadas, produtos qumicos para processamento da tela. Tintas, solventes, suportes E trapos.

Prova/impresso

Acabamento

Produto final

O fluxograma apresenta o processo de uma forma geral e de fcil visualizao das etapas de produo. Esse mtodo de apresentao do processo possibilita a racionalizao apos iniciada a produo.

RECONHECIMENTO DOS RISCOSSETOR ADMINISTRAO RISCO ERGONOMICO: TRABALHO EM P ACIDENTE: QUEDAS FONTE GERADORA MOBILIARIO INADEQUADO M POSTURA MOVIMENTOS REPETITIVOS QUEDAS MOBILIARIO INADEQUADO M POSTURA MOVIMENTOS REPETITIVOS QUEDAS MOBILIARIO INADEQUADO MAQUINAS E EQUIPAMENTOS. TINTAS E SOLVENTES MOBILIARIO INADEQUADO PRODUTOS QUIMICOS MOBILIARIO INADEQUADO TINTAS E SOLVENTES

CRIAO

ERGONOMICO TRABALHO EM P ACIDENTE: QUEDAS

OFICINA/ESTOQUE

REGISTRO/EMULSO

REVELO/IMPRESSO

ERGONOMICOS: TRABALHO EM P FISICOS: RUIDO QUIMICOS: GASES E VAPORES ACIDENTE: QUEDAS E CORTES ERGONOMICO: TRABALHO EM P QUIMICO: GASES E VAPORES ACIDENTE: QUEDAS ERGONOMICOS: TRABALHO EM P QUIMICOS: GASES E VAPORES

SERVIOS GERAIS

ERGONMICO: TRABALHO EM P, ESFORO FSICO, EXIGNCIA DE POSTURAS. QUMICO: GASES, POEIRAS ACIDENTE; QUEDAS.

ARRANJO FSICO INADEQUADO RESDUOS DE TINTA E SOLVENTES.

Captulo 2 - Aplicao das normas regulamentadorasNr1-disposies gerais- a introduo de todas as demais normas, com o preceito de que todas as empresas que possuem trabalhadores regidos pela CLT (consolidao das leis do trabalho), devem seguir. Define os deveres tanto do empregador quanto o do empregado, atravs de ordens de servios (OS).

EXEMPLO DE UMA ORDEM DE SERVIO:

Ordem de Servio n001 Cliente: CPF n: Endereo: Descrio do Servio: Manuteno no aparelho de ar condicionado modelo Split marcar Gelar, cuja capacidade de resfriamento se encontra prejudicada. Procedimento Realizado: (preencher aps executado o servio) Constatada a causa do problema, o mesmo foi solucionado pela troca da carga de gs do aparelho. Aps o reparo, o funcionamento passou a ser adequado. Observaes: Assinatura do cliente Assinatura do tcnico

Nr2-inspeo previa-estabelece as situaes em que as empresas devem solicitar a realizao de inspeo previa em seus estabelecimentos ao MTE

(ministrio do trabalho e emprego), a fim de adquirir os certificados de aprovao de suas instalaes (CAI).

MINISTRIO DO TRABALHO SECRETARIA DE SEGURANA E MEDICINA DO TRABALHO DELEGACIA_____________________________ DRT ou DTM CERTIFICADO DE APROVAO DE INSTALAES CAI n.________________ O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO OU DELEGADO DO TRABALHO MARTIMO, diante do que consta no processo DRT ____________ em que interessada a firma__________________________________ resolve expedir o presente Certificado de Aprovao de Instalaes CAI para o local de trabalho, sito na _____________________________________n. __________, na cidade de ______________________________ neste Estado. Nesse local sero exercidas atividades __________________________________________ por um mximo de _____________________ empregados. A expedio do presente Certificado feita em obedincia ao art. 160 da CLT com a redao dada pela Lei n. 6.514, de 22.12.77, devidamente regulamentada pela NR 02 da Portaria n. 35 de 28 e no isenta a firma de posteriores inspees, a fim de ser observada a manuteno das condies de segurana e medicina do trabalho previsto na NR. Nova inspeo dever ser