Projeto de p&d&i parceiros, fomento e gerenciamento

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Health & Medicine

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Apresentao sobre parceiros, fomento e gerenciamento de projetos de inovao feita pelo diretor Cientifico Daniel Callejon. Mais infomraos: www.lychnoflora.com.br

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<p>Slide 1</p> <p>Dr. Daniel Roberto CallejonDiretor Cientficodaniel@lychnoflora.com.br</p> <p>Inovao: Novas idias,novos conceitos...</p> <p> Alto Investimento em P&amp;D: maior que U$ 30 bilhes/ano. Foco em drogas big blockbuster (vendas superior que U$ 1 bilho/ano). Processos regulatrios lentos e ineficientes. Modelo de inovao fechada. Reduzida capacidade empreendedora e de inovao. Quebra de patentes dos medicamentos. Aumento da concorrncia (genricos, me too, produtos biolgicos)Alto custo em P&amp;DBaixo retorno Necessidade de reduo de investimentos em P&amp;DReduo das inovaes e clinical pipelines</p> <p>Modelo de Inovao FechadoModelo de Inovao AbertoMelese, T. et al., Nature Medicine, v. 5, 2009.</p> <p>Modelo de Inovao FechadoModelo de Inovao AbertoChesbrough, H.W. Open Innovation: The New Imperative for Creating And Profiting from Technology (Harvard Business School Press, Boston, 2003)</p> <p>Pontos Fortes A nica base produtiva da Amrica Latina 9o Mercado farmacutico mundial Grande participao de empresas nacionais Grande produtor mundial de vacinas Forte base industrial de equipamentos e materiais Sistema Pblico de Sade universal e em expansoComplexo Industrial de Sade BrasileiroInformaes gentilmente cedidas pelo Prof. Dr. Marcos A. Zago ex-Presidente do CNPq</p> <p>Complexo Industrial de Sade BrasileiroPontos Fracos Baixa capacidade de inovao Dependncia externa de princpios ativos farmacuticos Setor de Qumica Fina: baixa competitividade internacional Especializao em produtos de baixo valor agregado Baixa eficincia na transferncia de desenvolvimento cientfico para o setor produtivo. Informaes gentilmente cedidas pelo Prof. Dr. Marcos A. Zago ex-Presidente do CNPq</p> <p>Distribuio das Atividade de P&amp;D</p> <p>Artigos brasileiros publicados em peridicos cientficos indexados pela Thomson/ISI (Institute for Scientific Information) e percentual em relao ao mundo, 1990-2008Pedidos de patentes de invenodepositados no escritrio de marcas e patentes dos EUA; alguns pases, 2008Artigos X Patentes Fonte: Incites, da Thomson Reuters.Adaptado de Coordenao-Geral de Indicadores -ASCAV/SEXEC - Ministrio da Cincia e TecnologiaFonte: United States Patent and Trademark Office(USPTO) 29/03/2010.Adaptado do Ministrio da Cincia e Tecnologia</p> <p> Foco nas descobertas em projetos de baixo risco em mercados tradicionais. Aumento da eficincia no desenvolvimento de processos. Parcerias com outras organizaes para compartilhar plataformas de alvos teraputicos e novos compostos. Parcerias para desenvolvimento em parceria Melhoria na estrutura de gerenciamento de projetos.Interao entre Universidade - Empresa</p> <p>Mecanismos de Transferncia de TecnologiaConhecimento CientficoSociedade</p> <p>Interao Universidade - Empresa</p> <p>Principais DesafiosPublicar X PatentearRetorno Financeiro X Partilha de ResultadosSigilo de Informaes X Difuso ConhecimentoAmpla Informalidade X Parcerias FormalizadasParcerias X Co-titularidadeConflito de InteressesLIMITES da Interao Universidade - Empresa</p> <p>Desafio da Interao Universidade - EmpresaEstabelecimento de estruturas ou modelos de colaborao, de novos paradigmas Novas DrogasNovos alvos teraputicosNovos tratamentosProcessos biotecnolgicosPlataformas tecnolgicas</p> <p> Definio de prioridades nacionais, em consenso; Criao e fortalecimento de mecanismos de prospeco, acompanhamento e avaliao; Garantia de estabilidade e ampliao dos recursos pblicos mediante instrumentos de apoio; Estruturao de ambiente privado para a inovao; nfase na interao universidade-empresa; Contribuio na melhoria das estruturas produtivas e de exportao do Pas, orientados para o desenvolvimento sustentado, com impactos positivos para toda a sociedade.</p> <p>PODER PBLICOLegislaoRegulamentaoBeneficiosInstrumentos de fomentoFomentar e atrair investimento em atividades de inovaoAtingir nveis de desenvolvimento de C&amp;T&amp;IAmbiente propcioPolticas Pblicas de Inovao Tecnolgica</p> <p>Marco Legal Lei da Inovao </p> <p>Lei 10.973/2004, regulamentada pelo decreto n. 5563/2005Prev e regulamenta uma srie de instrumentos que podero fazer com que o setor privado aumente seus investimentos em atividades inovativas. TRS EIXOSInterao entre universidades, institutos tecnolgicos e empresasEstmulo participao de ICTs no processo de inovao. Incentivo inovao nas empresas.Polticas Pblicas de Inovao Tecnolgica</p> <p>Poltica Industrial, Tecnolgica e de Comrcio Exterior Forte articulao da poltica de C,T&amp;I com a poltica industrial:</p> <p>Desafios de P&amp;D visando construo de competitividade; Uso articulado de incentivos fiscais, regulao, poder de compra Apoio tcnicoRecursos disponveis para todas as etapas do ciclo de inovaoMetas compartilhadas com o setor cientfico-tecnolgico e o setor privadoPlano de Ao em Cincia, Tecnologia e InovaoMeta 20101,5 % PIB em P,D&amp;IPolticas Pblicas de Inovao Tecnolgica</p> <p>Caminhos dos projetos de P&amp;D&amp;IProjeto de Pesquisa inovadorProteo da TecnologiaProva de ConceitoEstratgia de ComercializaoLicenciamento e ProduoNITsINCT Spin- Off Incubadoras Parques tecnolgicosViabilidade TcnicaViabilidade EconmicaViabilidade LegalProteo da tecnologiaPlano ou modelo de negciosProspeco de Clientes</p> <p> Ncleo de Inovao Tecnolgica (NITs) Misso: responsvel pela gesto da propriedade intelectual das Universidades, promovendo a utilizao do conhecimento cientfico, tecnolgico e cultural produzido nas Universidades em prol do desenvolvimento scio-econmico. </p> <p>Estmulo a Inovao Estmulo a parcerias: empresas, institutos e fundaes Prospeco em Cincia, Tecnologia e Inovao Cursos e eventos Divulgao e difuso da inovao e projetos estratgicos Cooperao nacional e internacional para a promoo da inovao</p> <p>Proteo da Tecnologia Processo de Patenteamento Direitos autorais Registro de Software Questes Legais Confeco de Convnios e contratos Apoio Jurdico Auxlio na transferncia de tecnologia Ncleo de Inovao Tecnolgica (NITs)</p> <p> INCT: INSTITUTOS DE NACIONAIS DE CINCIA TECNOLOGIA Iniciativa governamental para organizao do Sistema Nacional de Cincia e Tecnologia. Criao de 122 INCTs Mobilizar e agregar, de forma articulada com atuao em redes, os melhores grupos de pesquisa em reas de fronteira da cincia e em reas estratgicas para o desenvolvimento sustentvel do Pas. Desenvolver pesquisa cientfica e tecnolgica de ponta associada a aplicaes, promovendo a inovao e o esprito empreendedor articuladas com empresas inovadoras. Promover o avano da competncia nacional em sua rea de atuao, criando para tanto ambientes atraentes e estimulantes para alunos talentosos de diversos nveis, do ensino mdio ao ps-graduado, e responsabilizando-se diretamente pela formao de jovens pesquisadores. </p> <p> INCT: INSTITUTOS DE NACIONAIS DE CINCIA TECNOLOGIA</p> <p> Misso: Cada Instituto deve ter um programa bem definido, com metas quantitativas e qualitativas, compreendendo trs misses: PESQUISA, FORMAO DE RECURSOS HUMANOS, TRANSFERNCIA DE CONHECIMENTOS PARA A SOCIEDADE. </p> <p> Para aqueles voltados a aplicaes da cincia, tecnologia e inovao deve ser atendida uma QUARTA MISSO: TRANSFERNCIA DE CONHECIMENTOS PARA O SETOR EMPRESARIAL OU PARA O GOVERNO. </p> <p> INCT: INSTITUTOS DE NACIONAIS DE CINCIA TECNOLOGIA INCT-IF: Inovao Farmacutica</p> <p> Misso: Desenvolver, internalizar e difundir prticas cientficas e tecnolgicas capazes de superar as fragilidades e lacunas da cadeia inovativa e produtiva farmacutica, propondo mecanismos operacionais capazes de viabilizar a: TRANSFORMAO DE RESULTADOS CIENTFICOS PROMISSORES EM RESULTADOS ECONMICOS EFETIVOS COM IMPACTOS SOCIAIS.</p> <p> INCT: INSTITUTOS DE NACIONAIS DE CINCIA TECNOLOGIA INCT-IF: Inovao Farmacutica</p> <p> Spin-off, Start-ups ou Empresas de base tecnolgica OPORTUNIDADE DE NEGCIOSProjeto de Pesquisa ou Idia Inovadora</p> <p> Spin-off, Start-ups ou Empresas de base tecnolgica Arajo et al., Quim Nova, 28, S26, 2005</p> <p>Arajo et al., Quim Nova, 28, S26, 2005Impacto das empresas spin-off Gerao de alto valor econmico, manufaturando produtos inovadores de alto valor agregado; Gerao de empregos; Induzem o investimento no desenvolvimento de pesquisa, fazendo o surgimento de novas tecnologias; Encorajamento ao envolvimento de pesquisadores na comercializao de tecnologias; Colaborao com a misso da universidade (motivao para a pesquisa, atraem pesquisadores e estudantes empreendedores, ajudam na educao e treinamento de estudantes).</p> <p>Incubadoras de Empresas</p> <p>Servios e facilidades oferecidos nas Incubadoras</p> <p>Parceiros Incubadora de empresas: Fipase Supera</p> <p> O objetivo daSUPERA contribuir para a criao, desenvolvimento e aprimoramento de micro e pequenas empresas de base tecnolgica nos seus aspectos tecnolgicos, gerenciais, mercadolgicos e de recursos humanos.</p> <p> ASUPERA busca promover o desenvolvimento do municpio e regio, criando novas oportunidades de trabalho e a melhoria de desempenho dos negcios.</p> <p>Parceiros Incubadora de empresas: Fipase SuperaPrmio da ANPROTEC - 2010: Melhor incubadora da Regio Sudeste</p> <p>Revista Locus, v.61, 2010</p> <p>Parceiros Parque tecnolgicoEmpreendimento para a promoo de C,T&amp;I Espao que oferece a oportunidade de transformar conhecimento em riqueza aproximando os centros de conhecimento (Universidades, Centros de Pesquisas eEscolas) do setor produtivo (empresa em geral). Ambiente propcio para o desenvolvimento de Empresas de Base Tecnolgica (EBTs) e a difuso de C,T&amp;I dos centros de conhecimento. Local que estimula a sinergia de conhecimento entre as empresas instaladas no Parque Tecnolgico, tornandoas mais competitivas.SISTEMA PAULISTA DE PARQUES TECNOLGICOS. CT&amp;I PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE SO PAULO, abril de 2009</p> <p>Parceiros O Parque Tecnolgico de Ribeiro Preto tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento cientfico e tecnolgico da regio, atraindo empresas que invistam em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) de produtos e processos inovadores, voltadas para as reas de Sade e Biotecnologia, e que priorizem o desenvolvimento sustentvel.http://www.fipase.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=71&amp;Itemid=53</p> <p>Fomento Instrumentos de incentivo a P&amp;D&amp;IInstrumentos: Incentivos financeirosConcesso de crditoConcesso de recursos no reembolsveis Incentivos fiscais Bolsas Fundos de Capital de Risco</p> <p>Fomento Por que os instrumentos existem?Risco inerente dessas atividades envolvem; Retorno social do investimento em P&amp;D ser superior ao retorno privado das empresas que investem;O P&amp;D tem caracterstica de bem pblico e gera externalidades positivas que no podem ser internalizadas;O governo responsvel por prover melhoramentos ou novas tecnologias para as funes do setor pblico.</p> <p>Czarnitzki, Hanel e Rosa (2004)</p> <p>Fomento Financiadora de Estudos e Projetos FINEP(www.finep.gov.br) A FINEP , atualmente, a principal agncia de suporte inovao de produtos, processos e servios no Pas. Trabalha em parceria com empresas, institutos e centros de pesquisa, organismos governamentais, agncias multilaterais internacionais, investidores e entidades do terceiro setor.A cobertura da FINEP abrange:</p> <p>1- Pesquisa bsica nas universidades;</p> <p>2 - Pesquisa aplicada nos institutos de pesquisa;</p> <p>3- Atividades de inovao nas empresas.</p> <p>Fomento Financiadora de Estudos e Projetos FINEPSubveno Econmica Recursos pblicos no reembolsveis. Pblico: empresas brasileiras de qualquer porte que tenha sede e administrao no pas, independentemente de quem seja seu scio majoritrio Contrapartida da empresa obrigatria Apoio: mn. R$ 500 mil (MPE) e R$ 1 milho (Mdia e grande) e mx. R$ 10 milhes</p> <p>Fomento Financiadora de Estudos e Projetos FINEP</p> <p>CHAMADA PBLICA MCT/FINEP/MS/SCTIE/DES AT FRMACOS E MEDICAMENTOS 4/2010 Financiamento de projetos de desenvolvimento e inovao de frmacos e/ou medicamentos a serem executados de forma cooperativa entre instituies de Pesquisa Cientfica e Tecnolgica e Empresas e que sejam aderentes s polticas do governo federal. Apoio: valor mnimo de R$1.000.000,00 (um milho de reais) e no mximo de R$8.000.000,00 (oito milhes de reais) por projeto.</p> <p>Fomento Financiadora de Estudos e Projetos FINEP</p> <p>Fomento Programa RHAE Pesquisador na Empresa Objetivo: atender o desenvolvimento, ou melhoria, de um produto ou processo, aliado possibilidade de insero de pesquisadores em atividades de P&amp;D dentro das empresas.</p> <p> Recursos: Bolsas de Fomento Tecnolgico, especialmente criado para agregar pessoal altamente qualificado em atividades de P&amp;D nas empresas, alm de formar e capacitar recursos humanos que atuem em projetos de pesquisa aplicada ou de desenvolvimento tecnolgico.</p> <p> Pblico: MPME brasileiras</p> <p> Apoio: R$300.000,00 em bolsas de fomento tecnolgico.</p> <p> Contrapartida de 20% do valor do projeto</p> <p>Fomento Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE</p> <p> Objetivo: a apoiar a execuo de pesquisa cientfica e/ou tecnolgica em pequenas empresas sediadas no Estado de So Paulo. Promover a inovao tecnolgica, promover o desenvolvimento empresarial e aumentar a competitividade das pequenas e microempresas; Induzir o aumento do investimento privado em pesquisa tecnolgica; Possibilitar que pequenas empresas se associem a pesquisadores do ambiente acadmico em projetos de pesquisa visando a inovao tecnolgica; Contribuir para a formao e o desenvolvimento de ncleos de desenvolvimento tecnolgico nas pequenas empresas e para a colocao de pesquisadores no mercado de trabalho empresarial.</p> <p>Fomento Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE</p> <p>As propostas de pesquisa submetidas ao PIPE devem ser organizadas em 3 Fases:FASE 1: Anlise de Viabilidade Tcnico-Cientfica;Durao prevista de 09 meses - R$ 125 mil para cada projeto.</p> <p>b) FASE 2: Desenvolvimento da Proposta de Pesquisa; Durao prevista de 24 meses - R$ 500 mil para cada projeto.</p> <p>c) FASE 3: Aplicao dos resultados visando a comercializao do produto ou processo que foi objeto da inovao criada a partir da pesquisa apoiada nas FASE 1 e/ou FASE 2.Apoio da FINEPDurao de 18 meses - R$ 400 mil para cada projeto</p> <p>Fomento Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social BNDES</p> <p>Fundo Criatec Criar uma ponte entre o meio acadmico, no qual surgem as inovaes, e o mercado, no qual a inovao faz a diferena. O foco do fundo so investimentos em empresas inovadoras que atuem O investimento se d por meio da compra de aes do empreendimento, visando venda futura das participaes.Clientes Empresas inovadoras; Pesquisadores empreendedores, que tenham tecnologias nas fases de Pesquisa Finalizada ou Prottipo/Planta Piloto, com alto potencial de mercado, e que queiram criar empresa para coloc-las no mercado.</p> <p>http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimento/cartilha/cartilha_apoio_inovacao.pdf</p> <p>Fomento Lei do Bem - LEI N 11.196/2005.Institui diversos incentivos no campo da pesquisa tecnolgica e desenvolvimento de inovao tecnolgica das pessoas jurdicas tributada com base no lucro real.Dedues de IR e da CSLL de dispndios efetuados em atividades de P&amp;D; Reduo do IPI na c...</p>