Programa II Roteiro 11. Penas e Gozos Futuros: Duração das Penas

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  • Programa II Roteiro 11
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  • Penas e Gozos Futuros: Durao das Penas
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  • Conceitue Cu e Inferno
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  • O conceito de cu e de inferno sofreu grande transformao com o advento da Doutrina Esprita. No se traduz mais por regies circunscritas de beatfica felicidade ou de sofrimentos atrozes e eternos, respectivamente. '"(...)De existncia a existncia, entretanto, aprendemos hoje que a vida se espraia, triunfante, em todos os domnios universais do sem fim; que a matria assume estados diversos de fluidez e condensao; que os mundos se multiplicam Infinitamente no plano csmico; que cada esprito permanece em determinando momento evolutivo, e que, por isso, o cu, em essncia, um estado de alma que varia conforme a viso interior de cada um (...) (7)
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  • "(...) Inferno se pode traduzir por uma vida de provaes extremamente dolorosa, com a incerteza de haver outra melhor. (...)"(6) Portanto, a felicidade ou infelicidade aps a desencarnao inerente ao grau de aperfeioamento moral de cada Esprito e, tambm, a categoria de mundo que habita. As penas ou sofrimentos que cada um experimenta so dores morais e esto em relao com os atos praticados. No existe, pois, uma recompensa ou sofrimento gratuito, obtido sem mrito, mas manifestado atravs da Lei de Causa e Efeito (...) A alma ou Esprito sofre na vida espiritual as conseqncias de todas as imperfeies que no conseguiu corrigir na vida corporal. O seu estado, feliz ou desgraado, inerente ao seu grau de pureza ou impureza.
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  • (...)A completa felicidade prende-se perfeio, isto , purificao completa do Esprito. Toda imperfeio , por sua vez, causa de sofrimento e de privao de gozo, do mesmo modo que toda perfeio adquirida fonte de gozo e atenuante de sofrimentos. (...)No h uma nica imperfeio da alma que no importe em funestas e inevitveis conseqncias, como no h uma s qualidade boa que no seja fonte de um gozo. A soma das penas , assim, proporcionada soma das imperfeies, como a dos gozos das qualidades.(...)
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  • (...) Em virtude da lei do progresso que d a toda alma a possibilidade de adquirir o bem que lhe falta, como de despojar-se do que tem de mau, conforme o esforo e vontade prprios, temos que o futuro aberto a todas as criaturas. Deus no repudia nenhum de seus filhos; antes, recebe-os em seu seio a medida que atingem a perfeio, deixando a cada qual o mrito das suas obras. (...)O inferno est por toda parte onde hajam almas sofredoras, e o cu igualmente onde houverem almas felizes(...)(3) A cada esprito Deus faculta meios de melhoria, oferecendo em cada reencarnao um planejamento coerente, de amor e justia, onde cada um ter chances de progredir e de expiar as faltas cometidas em existncias anteriores. "(...) A expiao varia segundo a natureza e a gravidade da falta, podendo, portanto, a mesma falta determinar expiaes diversas, conforme as circunstncias, atenuantes ou agravantes, em que for cometida.(...)
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  • O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regenerao, no basta por si s; so precisas a expiao e a reparao. Arrependimento, expiao e reparao constituem, portanto, as trs condies necessrias para apagar os traos de uma falta e suas conseqncias. O arrependimento suaviza os travos da expiao, abrindo pela esperana o caminho da reabilitao; s a reparao, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrrio, o perdo seria uma graa, no uma anulao. O arrependimento pode dar-se por toda parte e em qualquer tempo; se for tarde, porm, o culpado sofre por mais tempo. (...)
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  • (...)A reparao consiste em fazer o bem queles a quem se havia feito o mal. Quem no repara os seus erros numa existncia, por fraqueza ou m- vontade, achar-se- numa existncia ulterior em contato com as mesmas pessoas que de si tiverem queixas, e em condies voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto mal lhes tenha feito(...)(4) Compreendendo, assim, o significado de penas e recompensas, devemos nos esforar para reparar as faltas cometidas em vidas anteriores e aproveitar ao mximo a experincia na carne, buscando incessantemente o progresso moral.
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  • (...) Toda conquista na evoluo problema natural do trabalho, porque todo progresso tem preo; no entanto, o problema crucial que o tempo te impe dbito do passado, que a Lei te apresenta cobrana. Retifiquemos a estrada, corrigindo a ns mesmos. Resgatemos nossas dvidas, ajudando e servindo sem distino. Tarefa adiada luta maior e toda atitude negativa, hoje, diante do mal, ser juro de mora no mal de amanh. (8)
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  • Concluindo, "em que pese diversidade de gneros e graus de sofrimentos dos Espritos imperfeitos, o cdigo penal da vida futura ( elaborado por Allan Kardec com base nos ensinamentos dos Espritos Superiores) pode resumir-se nestes trs princpios:
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  • 1.O sofrimento inerente imperfeio. 2.Toda imperfeio, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o prprio castigo nas conseqncias naturais e inevitveis: assim, a molstia pune os excessos e da ociosidade nasce o tdio, sem que haja mister de uma condenao especial para cada falta ou indivduo. 3.Podendo todo homem libertar-se das imperfeies por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade.
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  • A cada um segundo as suas obras, no Cu como na Terra: tal a lei da Justia Divina."(5)
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  • Quem tiver O Livro dos Espritos trazer no prximo encontro.