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PROCESSO CIVIL PROCESSO DE CONHECIMENTO. PROCESSO ≠ PROCEDIMENTO. - PowerPoint PPT Presentation

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  • PROCESSO CIVIL PROCESSO DE CONHECIMENTO

  • PROCESSO PROCEDIMENTO

    PROCESSO: A RELAO PROCESSUAL EM BUSCA DE UMA PRETENSO JURISDICIONAL. O TODO UNIDADE. PROCEDIMENTO: O MODO E A FORMA QUE SE MOVEM OS ATOS DO PROCESSO. O MODO COMO O PROCESSO SE EXTERIORIZA, ASSUMINDO DIVERSAS FORMAS.

  • O QUE PROCESSO DE CONHECIMENTO?? EXISTE PARA FAZER CONHECER A PRETENSO: CULMINA COM A SENTENA QUE CONTENHA RESPOSTA DEFINITIVA AO PEDIDO FORMULADO PELO AUTOR DESEJA OBTER A DECLARA0 DO DIREITO. O QUE PROCESSO DE EXECUO?? APS CONHECIDA A PRETENSO, APLICA-SE A EXECUO PARA EFETIVA SATISFAO DO DIREITO DO CREDOR (CASO NO HAJA O CUMPRIMENTO VOLUNTRIO DO DEVEDOR). O QUE PROCESSO CAUTELAR?? E, SE ANTES DA SOLUO DEFINITIVA DA LIDE, HAJA RISCO DE ALTERAO NO EQUILBRIO DAS PARTES DIANTE DA LIDE, TEMOS O PROVIMENTO CAUTELAR, A FIM DE CONSERVAR O ESTADO DE FATO E DE DIREITO, EM CARTER PROVISRIO E PREVENTIVO, PARA QUE A TUTELA FINAL VENHA A SE TORNAR TIL.

  • PROCESSO DE CONHECIMENTO/COGNIOPROCEDIMENTO COMUM E PROCEDIMENTOS ESPECIAISCOMUM: para todos as causas a que a lei no tenha determinado rito prprio ou especfico. Possui dois ritos: ORDINRIO E SUMRIOArt. 272. O procedimento comum ordinrio ou sumrio. (Redao dada pela Lei n 8.952, de 13.12.1994)Pargrafo nico. O procedimento especial e o procedimento sumrio regem-se pelas disposies que lhes so prprias, aplicando-se-lhes, subsidiariamente, as disposies gerais do procedimento ordinrio. (Includo pela Lei n 8.952, de 13.12.1994).

  • PROCESSO DE CONHECIMENTO/COGNIO: PROCEDIMENTO COMUM E PROCEDIMENTOS ESPECIAISSUMRIO: EM RAZO DA MATRIA OU DO VALOR DA CAUSAORDINRIO: CRITRIO POR EXCLUSO, OU SEJA, TUDO O QUE NO COUBER NOS DEMAIS PROCEDIMENTOS (NO HOUVER PREVISO DE RITO PRPRIO OU ESPECFICO) O MAIS APTO REALIZAO DO PROCESSO DE CONHECIMENTO. MAIOR AMPLITUDE PROBATRIA.APENAS O RITO ORDINRIO REGULADO DE MANEIRA COMPLETA E EXAUSTIVA PELO CDIGO. O SUMRIO E OS ESPECIAIS SO ABORDADOS PELO LEGISLADOR APENAS NAQUELES PONTOS EM QUE SE AFASTA DO PROCEDIMENTO ORDINRIO. PORTANTO, SE APLICA A TODOS OS DEMAIS RITOS SUBSIDIARIAMENTE.

  • PROCESSO DE CONHECIMENTO/COGNIO: PROCEDIMENTO COMUM E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

    ESPECIAIS SO OS RITOS PRPRIOS PARA O PROCESSAMENTO DE DETERMINADAS CAUSAS SELECIONADAS PELO LEGISLADOR NO LIVRO IV DO CPC E EM LEIS EXTRAVAGANTES.

    H DUAS MODALIDADES DE PROCEDIMENTOS ESPECIAIS: OS DE JURISDIO CONTENCIOSA E OS DE JURISDIO VOLUNTRIA.

  • PROCESSO DE CONHECIMENTO/COGNIO: PROCEDIMENTO COMUM E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

    1. JURISDIO VOLUNTRIA No h lide, apenas administrao judicial de interesses privados no litigiosos. Ex.: Autorizao para venda de bens de menores; alvars de FGTS; PIS/PASEP; divrcio consensual, etc.

    2. JURISDIO CONTENCIOSA H lide. Soluo de litgios.

  • :

    PROCEDIMENTO ORDINRIO

  • FASES DO PROCEDIMENTO ORDINRIO:

    EST ESTRUTURADO EM QUATRO FASES LGICAS:

    POSTULATRIA

    SANEADORA

    INSTRUTRIA

    DECISRIA

  • FASES DO PROCEDIMENTO ORDINRIO:

    a) a POSTULATRIA, na qual se situam trs dos cinco elementos estruturais dos procedimentos cognitivos (demanda, citao e resposta), ou seja, a fase que dura da propositura da ao resposta do ru; b) a SANEADORA, que culmina com o saneamento do processo na audincia preliminar. Desde o recebimento da inicial at o incio da fase de instruo, o juiz vereifica a regularidade do processo, decretando nulidades insanveis ou promoo do suprimento das nulidades sanveis, para chegar a instruo sem risco de estar o processo imprestvel para julgamento de mrito;

  • FASES DO PROCEDIMENTO ORDINRIO:

    c) a INSTRUTRIA, onde, como o nome diz, procede-se instruo da causa. Destina-se coleta do material probatrio que dar suporte deciso de mrito ; d) a DECISRIA, em que tem lugar a sentena de mrito. Realiza-se aps o encerramento da instruo.Lei n 11232/2005: Acrescenta mais duas fases: Art. 475-A a 475H - Liquidativa, quando a sentena no fixar o valor devido;Art. 475I a 475R - Executiva, que decorre do no cumprimento da sentena.

  • Fase Postulatria: vai da propositura da petio inicial resposta do ru ou a do autor reconvindo. Petio inicial, citao e resposta do ru.Resposta do ru: contestao, exceo e reconveno(Art.297).Contestao: preliminares (Art.301) e mrito.Excees: Incompetncia de juzo, suspeio e impedimento(aes incidentes).Reconveno: contra-ataque, se defende e prope ao.Impugnao contestao.

  • Fase Saneadora: fase destinada a verificar a regularidade do processo pelo Juiz.Decretao das nulidades insanveis.Suprimento das nulidades sanveis.Compreende:Diligncias de emenda ou complementao da inicial: Art.284.Providncias preliminares: Art.323 a 328.Saneamento do processo: Art.331.O no cumprimento pode levar o processo Extino sem Resoluo do Mrito (Art.267).

  • Fase Instrutria: coleta do material probatrio que servir de suporte a deciso de mrito.Reconstituio dos fatos relacionados lide.Comea com a inicial, segue na contestao e se desenrola por todo o processo, at a audincia de instruo e julgamento, quando for o caso (Art.396).Eliminada na Revelia (Art.319) e no caso de julgamento antecipado (Art.330). Encerrada a fase postulatria o Juiz:Decide sobre as provas, deferindo inclusive perciasDesigna a audincia de instruo e julgamento.

  • Fase Decisria: destina-se sentena de mrito.Realiza-se aps o encerramento da instruo que de regra, deveria ocorrer na prpria audincia, quando o Juiz encerra a coleta das provas orais e permite as partes produzir suas alegaes finais (Art.454).A sentena pode ser oral ou por escrito em 10 dias (Art.456).Com a publicao assume a feio de ato processual, onde integra-se ao processo.Pode ser pelo Juiz (em audincia) ou pelo Escrivo , alm da designao de uma audincia especfica para essa finalidade.

  • Adequao do procedimento: Certas causas tem determinao legal de uso de procedimentos especficos.Matria de ordem pblica: sem liberdade para substituio do rito seja pelas partes, seja pelo Juiz.Erro de forma: Art.250, no h nulidade do processo.Cabe ao Juiz a adaptao da causa ao procedimento adequado, qualquer que seja a fase em que se encontre.Aproveitam-se os atos j praticados e vlidos em que no haja prejuzo para as partes.Procedimento ordinrio por ser mais amplo no enseja a anulao em caso de erro.

  • FASE POSTULATRIA

    PETIO INICIALA demanda vem a ser, tecnicamente, o ato pelo qual algum pede ao Estado a prestao jurisdicional, isto , exerce o direito subjetivo pblico de ao, causando a instaurao da relao jurdica processual que h de dar soluo ao litgio em que a parte se viu envolvida.O veculo de manifestao FORMAL da demanda a PETIO INICIAL, que revela ao juiz a lide e contem o pedido de providncia jurisdicional, frente ao ru que o autor julga necessria para compor o litgio.PETIO INICIAL: Pea escrita firmada por advogado.Exceo: Lei 9099/95 Aes at 20 salrios mnimos.

  • PETIO INICIALNenhum juiz prestar a tutela jurisdicional seno quando a parte ou o interessado a requerer, nos casos e forma legais (art. 2 CPC)

    O JUIZ DEVE AGIR DE ACORDO COM A PROVOCAO DA PARTE.

    A petio inicial, que s pode ser elaborada por escrito e que, salvo a exceo do art. 36, h de ser firmada por advogado legalmente habilitado, dever conter os seguintes requisitos, indicados pelo art. 282:

  • REQUISITOS DA PETIO INICIALPRIMEIRO REQUISITO I o juiz ou tribunal, a que dirigida (indica-se o rgo judicirio e no o nome da pessoa fsica do juiz)

    SEGUNDO REQUISITO II os nomes, prenomes, estado civil, profisso, domiclio e residncia do autor e do ru Obs.: Os dados relativos qualificao das partes so necessrios para a perfeita individualizao dos sujeitos da relao processual e para a prtica dos atos de comunicao que a marcha do processo reclama (citaes e intimaes).

  • REQUISITOS DA PETIO INICIALTERCEIRO REQUISITO III o fato e os fundamentos jurdicos do pedido Obs.: Todo direito subjetivo nasce de um fato, que deve coincidir com aquele que foi previsto, abstratamente, pela lei como o idneo a gerar a faculdade de que o agente se mostra titular.

    Da que, ao postular a prestao jurisdicional, o autor tem de indicar o direito subjetivo que pretende exercitar contra o ru e apontar o fato de onde ele provem. Incumbe-lhe, para tanto, descrever no s o fato material ocorrido, como lhe atribuir um nexo jurdico capaz de justificar o pedido constante da inicial.

  • REQUISITOS DA PETIO INICIALFato(s):Evento abstratamente previsto pela lei.Indicao do evento subjetivo em que se titular.Apontar o fato de onde ele provm.Atribuio de nexo jurdico capaz de justificar o pedido constante da inicial.Princpio da substanciao: fato ou complexo de fatos de onde se extraiu a concluso.FATO + CONSEQUNCIA JURDICA.Ao juiz cabe adequar o fato ao direito que o autor pretende atingir.

  • Adoo pelo CPC do princpio da substanciao da causa de pedir se contrape ao princpio da individuao.Para os que seguem a individuao, basta ao autor apontar genericamente o ttulo com que age em juzo, como, por exemplo, o de proprietrio, o de locatrio, o de credor, etc.J para a substanciao, adotada por nossa lei processual civil, o exerccio do direito de ao deve se fazer base de uma causa que compreenda o fato ou o complexo de fatos de onde se extraiu a concluso a que chegou o pedido formulado na petio inicial.A descrio do fato gerador do direito subjetivo passa, ento, ao primeiro plano, como requisito que, indispensavelmente, tem de ser identificado desde logo.O importante a revelao da lide atravs da exata exposio do fato e da consequncia jurdica que o autor pretende atingir.

  • REQUISITOS DA PETIO INICIALQUARTO REQUISITO IV o pedido, com as suas especificaes Obs.: a revelao do objeto da ao e do processoDemonstrado o fato e fundamento jurdico, conc