PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA :Index.

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  • PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA :Index.

    Hugo de S. Vitor

    PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA

    ndice Geral

    INTRODUO GERAL

    ENSAIO SOBRE A FUNDAO DA ESCOLA DE SO VTOR DE PARIS

    OPSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR

    OPSCULO SOBRE A ARTE DE DE MEDITAR

    TRATADO DOS TRS DIAS

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/0-PFP.htm2006-06-02 09:34:55

  • PFP: INTRODUO GERAL , Index.

    INTRODUO GERAL

    ndice

    1. Princpios fundamentais de pedagogia.

    2. Influncia da escola de So Vtor.

    3. Obras pedaggicas de Hugo de So Vtor.

    4. Uma pedagogia centrada no aluno.

    5. Um princpio bsico da educao vitorina.

    6. A presente traduo.

    7. Referncias

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP0.htm2006-06-02 09:34:56

  • PFP: ENSAIO SOBRE A FUNDAO DA ESCOLA DE SO VTOR DE PARIS , Index.

    ENSAIO SOBRE A FUNDAO DA ESCOLA DE SO VTOR DE PARIS

    ndice

    1. O Ensino em Paris no sculo XII.

    2. Primeiras origens de So Vtor.

    3. Primeiros anos de Guilherme de Champeaux.

    4. Origem da escola de So Vtor.

    5. Guilherme elevado a bispo. Morte de Guilherme.

    6. Guilduno abade de So Vtor.

    7. O governo dos cnegos de So Vtor.

    8. A biblioteca.

    9. A Escola de So Vtor.

    10. Nascimento e juventude de Hugo de So Vtor.

    11. Hugo professor em So Vtor. Sua morte.

    12. Doutrina de Hugo de So Vtor.

    13. Mtodo pedaggico de Hugo.

    14. Os estudos no XII Sculo.

    15. Obras de Hugo de So Vtor.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP1.htm (1 of 2)2006-06-02 09:34:56

  • PFP: ENSAIO SOBRE A FUNDAO DA ESCOLA DE SO VTOR DE PARIS , Index.

    16. Concluso.

    17. Referncias.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP1.htm (2 of 2)2006-06-02 09:34:56

  • PFP: OPSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR , Index.

    Hugo de S. Vitor

    OPSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR

    ndice

    A humildade necessria ao que deseja aprender.

    Trs coisas necessrias ao estudante.

    Prime pelo engenho e pela memria.

    A leitura e a meditao.

    A meditao.

    Trs gneros de meditao.

    Do confiar memria aquilo que aprendemos.

    As trs vises da alma racional. Diferena entre meditao e contemplao.

    Dois gneros de contemplao.

    Trs partes da exposio.

    Os trs gneros de vaidades.

    As obrigaes da eloquncia.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP2.htm2006-06-02 09:34:56

  • PFP: OPSCULO SOBRE A ARTE DE DE MEDITAR , Index.

    Hugo de S. Vitor

    OPSCULO SOBRE A ARTE DE DE MEDITAR

    ndice

    I. OS TRS GNEROS DE MEDITAO

    II. A MEDITAO DAS CRIATURAS

    III. A MEDITAO DAS ESCRITURAS

    TRS CONSIDERAES A SEREM FEITAS NA MEDITAO SOBRE AS ESCRITURAS.

    IV. A MEDITAO SOBRE OS COSTUMES.

    OS AFETOS.

    OS PENSAMENTOS.

    AS OBRAS.

    V. OUTROS REQUISITOS DA MEDITAO SOBRE OS COSTUMES.

    A ORIGEM E A TENDNCIA DE TODOS OS MOVIMENTOS DO CORAO.

    O DISCERNIMENTO ENTRE O BEM E O MAL, E DOS BENS ENTRE SI.

    O FIM E A DIREO DE TODOS OS TRABALHOS.

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  • PFP: OPSCULO SOBRE A ARTE DE DE MEDITAR , Index.

    O DISCERNIMENTO DOS GRAUS DAS OBRIGAES.

    O EVITAR A AFLIO E A OCUPAO.

    O JULGAMENTO DA FORMA CORRETA DE VIVER.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP3.htm (2 of 2)2006-06-02 09:34:56

  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    Hugo de S. Vitor

    TRATADO DOS TRS DIAS

    I. Introduo, extrada dos livros do Didascalicon.

    1. A Sabedoria.

    2. A Filosofia.

    3. Diversas definies de filosofia.

    4. A restaurao da semelhana divina no homem.

    5. Nem todos chegam ao conhecimento.

    6. Trs obstculos iniciais para o estudante.

    7. Procurar a verdade antes que o fraseado.

    8. Que o estudo no seja uma aflio.

    9. Como o estudo pode tornar-se uma aflio.

    10. A diferena entre principiantes e eruditos.

    11. Os quatro degraus para a perfeio futura.

    12. Ainda os cinco degraus.

    13. Como s vezes necessrio descer os degraus.

    14. Interpe uma orao.

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    II. Inicia-se o Tratado dos Trs Dias. A Contemplao do Verbo de Deus

    1. O Verbo manifestado pela contemplao das coisas visveis.

    2. As coisas invisveis de Deus.

    3. Atributos da criatura que manifestam as coisas invisveis de Deus.

    4. Como se nos manifesta a imensidade das criaturas.

    5. Como se nos manifesta a beleza das criaturas.

    6. Como se manifesta a utilidade das criaturas.

    7. Expe o que ir passar a explicar.

    III. A Imensidade das Criaturas.

    1. A multido das criaturas.

    2. A magnitude das criaturas.

    IV. A Beleza das Criaturas.

    1. Introduo.

    2. Anuncia a ordem do que ir expor.

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    V. A Beleza de Posio.

    1. A diviso da posio: composio e disposio.

    2. A diviso da composio: aptido e firmeza.

    3. A aptido.

    4. A firmeza.

    5. Passa a considerar a disposio.

    6. A disposio dos lugares.

    7. A disposio dos tempos.

    8. A disposio das coisas pelas suas partes.

    VI. A Beleza do Movimento.

    1. A diviso do movimento.

    2. O movimento local.

    3. O movimento natural.

    4. O movimento animal.

    5. O movimento racional.

    VII. A Beleza da Espcie.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP4.htm (3 of 8)2006-06-02 09:34:57

  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    1. A diviso da espcie: figuras e cores.

    2. A diviso das figuras.

    3. A beleza das figuras grandes.

    4. A beleza das figuras pequenas.

    5. A beleza das figuras raras.

    6. Figuras admirveis apenas pela beleza.

    7. A beleza das figuras monstruosas e ridculas.

    8. A beleza de uma s figura em muitas.

    9. A beleza de muitas figuras em um s.

    10. A beleza das cores.

    VIII. A Beleza da Qualidade.

    1. A variedade das qualidades da natureza.

    IX. A Utilidade das Criaturas.

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    1. A diviso da utilidade.

    2. A utilidade necessria.

    3. A utilidade cmoda.

    4. A utilidade cngrua.

    5. Utilidade agradvel.

    6. Comentrios sobre a existncia da utilidade agradvel.

    X. Concluso da contemplao das coisas visveis.

    1. Simultaneidade da imensidade, beleza e utilidade nas obras de Deus.

    2. Anuncia a contemplao das coisas invisveis.

    XI. A considerao das coisas invisveis.

    1. A primeira a ser considerada a sabedoria.

    2. A sabedoria se revela principalmente pelo movimento racional.

    XII. A Existncia de Deus.

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    1. O movimento racional demonstra a existncia de Deus.

    2. Os demais movimentos tambm comprovam a existncia de Deus.

    3. O movimento animal.

    4. O movimento natural.

    5. O movimento local.

    6. Concluso.

    XIII. A Unidade de Deus.

    1. A natureza e a unidade de Deus.

    2. Em que sentido Deus uno.

    3. A verdadeira unidade inclui tambm a invariabilidade.

    4. Os modos da mutabilidade.

    5. A mutabilidade pelo lugar.

    6. A mutabilidade pela forma.

    7. A mutabilidade pelo tempo.

    8. Deus imutvel local e formalmente.

    9. Em Deus no h mutao local.

    10. Em Deus no h mutao formal.

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    11. Na natureza divina no pode haver mutao por aumento ou diminuio.

    12. Na natureza divina no h alterao.

    13. A alterao do esprito pelo afeto.

    14. A alterao do esprito pelo conhecimento.

    15. Concluso.

    XIV. A Trindade de Deus.

    1. Introduo.

    2. A mente, a inteligncia e o amor.

    3. A Santssima Trindade.

    4. O amor do Pai pela sabedoria.

    5. Investiga sobre o amor que existe na Santssima Trindade.

    6. Na Santssima Trindade todo amor mtuo.

    7. Que os homens ouam a exortao do Pai.

    8. Concluso.

    XV. Os trs dias da luz invisvel

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  • PFP: TRATADO DOS TRS DIAS , Index.

    1. Os dias do temor, da verdade e do amor.

    2. Os trs dias na histria da salvao.

    3. Os trs dias na morte e ressurreio de Cristo.

    file:///D|/Documenta%20Chatolica%20Omnia/99%20-%20Provvisori/mbs%20Library/001%20-Da%20Fare/03/1-PFP4.htm (8 of 8)2006-06-02 09:34:57

  • PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA : L.0, C.1.

    PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA

    Introduo Geral

    1. Princpios fundamentais de pedagogia.

    O objetivo deste livro o de apresentar uma concepo de pedagogia bastante diversa do que a maioria dos mais arrojados educadores modernos ousaria conceber.

    E, no obstante isso, no se trata de uma utopia, como tantas que foram registradas nos anais da histria da educao, nem apenas um projeto, mas algo que foi realidade durante geraes, no em alguma civilizao distante, mas na Europa do sculo XII. E, no entanto, ainda apesar disso, a pedagogia aqui descrita transcende a poca em que se realizou como fato histrico; ela pertence, pensamos tambm ns, ao nmero daquelas coisas que no passam mais. Foi por isto que demos a este livro o ttulo simplesmente de Princpios Fundamentais da Pedagogia.

    Procuramos descrever esta pedagogia atravs dos textos de um dos educadores daquela poca, responsvel que foi pela escola anexa ao mosteiro de So Vtor. Limitando-nos aos seus textos, porm, e sua escola, no apresentamos apenas as idias educacionais de um s homem, pois ele prprio o primeiro que se esfora por apresentar em seus textos, nas suas linhas gerais, no as suas idias pessoais, mas as da tradio em que vive e em que desenvolve o seu trabalho de educador.

    A escola de So Vtor, de que foi responsvel, tem sua origem em Paris, no fim do sculo XI, anexa abadia de So Vtor. Desempenhou no sculo seguinte papel de elevada importncia nos acontecimentos culturais e espirituais da Europa. Fundada por Guilherme de Champeaux, depois de alguns anos teve o nome de Hugo de So Vtor ligado a si prpria de uma forma muito semelhante quela pela qual no sculo seguinte o de S. Toms de Aquino se ligaria aos incios da histria da ordem

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  • PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA : L.0, C.1.

    dominicana.

    Hugo de So Vtor, o autor dos trabalhos traduzidos neste livro, nasceu provavelmente no ano de 1096 na Saxnia, atual territrio da Alemanha, onde recebeu sua primeira educao em uma escola monstica. De l transferiu-se para Paris, o maior centro de estudos da Europa de seu tempo, ingressando no mosteiro de So Vtor, ainda h pouco tempo fundado por Guilherme de Champeaux.

    Em 1125 tornou-se professor no mosteiro; em 1133, diretor da escola anexa; logo depois, tambm prior. Faleceu em So Vtor aos 11 de fevereiro de 1141.

    Foi provavelmente o maior dos telogos do sculo XII; assim como S. Toms de Aquino, S.Boaventura, Pedro Lombardo, foi tambm professor de teologia. Pode parecer redundante hoje em dia acrescentar que um telogo tenha sido professor de teologia; mas o fato que os maiores telogos antes da idade mdia no o foram.

    Ao contrrio, porm, de seus demais colegas medievais, Hugo de So Vtor, alm de professor, foi tambm diretor de uma escola, de um dos principais centros de ensino superior do mundo de seu tempo e que, no obstante esta importncia, mal acabava de ter sido fundada. Ambas estas caractersticas, a direo de uma escola deste porte juntamente com a sua recente fundao, iriam conferir obra de Hugo de So Vtor contornos inexistentes nas de seus colegas.

    Sua obra ocupa trs volumes daPatrologia Latina de Migne, respectivamente, os volumes 175, 176 e 177. Para os que no conhecem a coleo, cada um destes livros tem aproximadamente o mesmo tamanho dos volumes da Enciclopdia Britnica; o que temos traduzido neste trabalho , assim, bem menos do que um por cento da obra de Hugo.

    Os trabalhos de Hugo de So Vtor, em uma primeira aproximao, podem ser divididos em quatro grupos: os exegticos, os ascticos, os dogmticos e os pedaggicos. Para os fins deste trabalho, nos interessaro os dois ltimos, e mais especialmente os pedaggicos.

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  • PRINCPIOS FUNDAMENTAIS DE PEDAGOGIA : L.0, C.1.

    Entre os trabalhos dogmticos os principais so um breve tratado intitulado Summa Sententiarum e outro bem maior, considerado a obra prima de Hugo, o De Sacramentis Fidei Christianae. Nesta ltima, o autor se prope a expor o contedo teolgico das Sagradas Escrituras, nela demonstrando uma capacidade de sntese e sistematizao desconhecidas at ento, comparveis, em sua novidade, especulao metafsico teolgica contida nos trabalhos de Santo Anselmo. Ambas estas caractersticas seriam posteriormente assimiladas, aprofundadas e fundidas em um mesmo todo por So Toms de Aquino na sua Summa Teologiae.

    De maior interesse, porm, para o presente trabalho, so as obras pedaggicas de Hugo de So Vtor, nicas, talvez, em seu feitio, no s na idade antiga e mdia, como talvez mesmo em toda a histria da pedagogia. Esta singularidade deve sua causa ao fato de que poucas vezes na histria pode ter-se reunido, em uma s pessoa, uma inteligncia notavelmente brilhante, uma vida de manifesta santidade, a vocao e a atividade docente e a direo de uma das mais importantes escolas do mundo que, no obstante a importncia que j desfrutava, ainda estava em fase de formao. Por causa desta confluncia de fatores, Hugo se viu obrigado no s a ensinar, mas tambm a explicar aos alunos como se deveria aprender, aos professores orientar como se deveria ensinar, e escola como se deveria organizar.

    O resultado desta conjuno de fatores foi o surgimento de alguma coisa que merece estar com pleno merecimento tanto na histria da pedagogia como na histria da espiritualidade: parece ser uma forma de ascese cujo lugar prprio uma escola.

    um caso particularmente notvel de uma pedagogia em que ho h interferncia destrutiva entre vida intelectual e vida espiritual, nem separao entre estas atividades como coisas independentes uma da outra. Ao contrrio, cria-se propositalmente uma situao em que ambas agem entre si no sentido de se amplificarem mutuamente. Que estas duas coisas sejam mutuamente possveis temos diversos exemplos histricos, entre os quais figuram, de um lado, o exemplo de So Toms de Aquino, e de outro, o de Santo Antonio de Pdua.

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