Primeiro Reinado e Período Regencial

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<ul><li> 1. Perodo em que a famlia real portuguesa instalou-se no Brasil. Causa: fuga das tropas napolenicas. No adeso ao Bloqueio Continental. 1808: Abertura dos Portos. Fim do Pacto Colonial. 1810: Tratados de comrcio com a ING: Tratado de Aliana e Amizade proibio da Inquisio no Brasil e fim gradual do trfico negreiro. Tratado de Comrcio e Navegao Tarifas alfandegrias reduzidas para produtos ingleses; porto livre. </li> <li> 2. Realizaes de D. Joo: Permisso para a produo de manufaturas (revogao do Alvar de D. Maria I 1763) frustrado pela concorrncia inglesa. Academia militar. Banco do Brasil. Imprensa Rgia. Biblioteca Real. Escola de Medicina (Bahia e Rio de Janeiro). Real Teatro de So Joo . Jardim Botnico (Rio de Janeiro). </li> <li> 3. RECONHECIMENTO EXTERNO (1823) EUA DOUTRINA MONROE AMRICA PARA OS AMERICANOS OPUNHAM: SANTA ALIANA (ABSOLUTISTA E COLONIALISTA) JOVENS REPBLICAS DA AMRICA 1825 RECONHECIMENTO DE PORTUGAL (DOIS MILHES DE LIBRAS) </li> <li> 4. PERODO DE TRANSIO MARCADO POR GRAVE CRISE ECONMICA, FINANCEIRA, SOCIAL E POLTICA A EFETIVA CONSOLIDAO DA INDEPENDNCIA S OCORREU COM A ABDICAO DE D.PEDRO I (1831) </li> <li> 5. PROPRIETRIOS BRASILEIROS INGLATERRA ESCRAVIDO LATIFNDIO MONOCULTURA EXPORTAO </li> <li> 6. Redigido por Antonio Carlos de Andrada; Limitava -----autoridade Favorecia -------poder Legislativo Proibia ------os portugueses de Proibi ocuparem o cargo pblico Estabelecia - o Voto Censitrio Para ser eleitor: renda min. 150 alqueires de farinha de mandioca. Para ser deputado: renda min. 500 alqueires | V Constituio da Mandioca </li> <li> 7. D. Pedro X Constituintes (aristocracia rural) D. Pedro ordena o cerco do prdio onde estavam os constituintes Tropas invadem o recinto, dissolvem a Assemblia Constituinte, prendem deputados, entre eles os irmos Andradas D. Pedro I APROXIMOU-SE DO PARTIDO PORTUGUS: ABSOLUTISTA E RECOLONIZADOR </li> <li> 8. PEDRO DE ALCNTARA FRANCISCO ANTNIO JOO CARLOS XAVIER DE PAULA MIGUEL RAFAEL JOAQUIM JOS GONZAGA PASCOAL CIPRIANO SERAFIM DE BRAGANA E BOURBON Santos - 1826 </li> <li> 9. Casa de Cmara e Cadeia. Santos. Ao fundo, Igreja de So Francisco de Paula da Santa Casa de Misericrdia </li> <li> 10. Rua Direita, Santos (Milito de Azevedo) </li> <li> 11. Benedito Calixto Panorama de Santos (1822) </li> <li> 12. D.Pedro imps a primeira constituio brasileira, que estabelecia: - Monarquia hereditria constitucional - Poderes: Executivo, Legislativo, Judicirio e Moderador. - Voto Censitrio - Legislativo: composto por senadores (800 mil ris) e deputados(400 mil ris por ano) - Conselho do Estado Na colnia ou no imprio, os escravos continuaram sendo as mos e os ps do senhor. </li> <li> 13. A CONFEDERAO DO EQUADOR CLIMA REVOLUCIONRIO SEMELHANTE AO DE 1817 IDIAS LIBERAIS REPBLICA FEDERALISMO ABOLIO DA ESCRAVIDO CIPRIANO BARATA E FREI CANECA MERCENRIOS: COCHRANE E TAYLOR </li> <li> 14. Recife no perodo da Confederao do Equador </li> <li> 15. abdicao de D. Pedro I Os motivos foram: fechamento da Assemblia Constituinte de 1823 a imposio da Constituio de 1824 a extrema violncia utilizada contra os rebeldes da Confederao do Equador as mortes e despesas causadas pela Guerra Cisplatina: conflito entre o Brasil e Argentina pela posse da Colnia de Sacramento Repblica Oriental do Uruguai Renncia de D. Pedro "Passa fora p de chumbo Vai-te do nosso Brasil Que o Brasil brasileiro Depois do 7 de Abril". </li> <li> 16. a falncia do Banco do Brasil, que refletia a crise econmica e financeira do Imprio a sucesso monrquica aps a morte de D. Joo VI O assassinato de Libero Badar No momento de sua morte, Lbero Badar teria pronunciado uma frase que o tornou cone do liberalismo: "Morre um liberal, mas no morre a liberdade." </li> <li> 17. So Paulo (1831) Ano da Abdicao de D.Pedro I </li> <li> 18. O Perodo Regencial (1831-1840) D. Pedro I abdicou. Na Constituio de 1824 estava previsto que nestes casos um governo seria eleito e comandaria o Estado at a maioridade do futuro imperador. Retrato de Dom Pedro de Alcntara,1830 </li> <li> 19. ORGANIZAO POLTICO-ADMINISTRATIVA A Regncia Trina Provisria (abril a julho de 1831) Logo aps a abdicao de D. Pedro I, era eleita uma regncia s pressas para ocupar o vazio de poder criado pela ausncia do Imperador. A Regncia Trina Permanente (1831 - 1834) Os trs Regentes que controlariam o Governo seriam escolhidos pela Assemblia Geral (Cmara e Senado). Voto censitrio restringia a participao poltica a 3% da populao. A Regncia Una (1835 - 1840) Determinada pelo Ato Adicional de 1834 </li> <li> 20. criadas as Assemblias Legislativas Provinciais o Conselho de Estado foi extinto Regncia Trina transformou-se em Regncia Una Evidenciava as aspiraes Progressistas. Novo modelo de Estado: "experincia republicana".* O Regente eleito possuiria mandato de quatro anos A Assemblia Geral teria ampla autonomia pois no mais estaria subordinada ao Conselho de Estado. *As assemblias provinciais eram subordinadas aos presidentes das provncias que, por sua vez, eram nomeados pelo Governo central. Autonomia, portanto, s existia no papel. </li> <li> 21. PARTIDOS POLTICOS Liberal Moderado (Chimangos): conservador, escravocrata, monarquistas constitucional, voto censitrio (Diogo Antnio Feij). Liberal Exaltado (Grupo Farroupilha ou Jurujubas): profissionais liberais, comerciantes, partidrios da industrializao, maonaria, padres. Liberais, republicanos abolicionistas. Restaurador (caramuru): comerciantes de origem portuguesa e burocratas, restauradores. </li> <li> 22. Os Partidos Polticos Em 1834 morre D. Pedro I </li> <li> 23. A regncia do Padre Diogo Feij (1835-1837) Teve que enfrentar e conter as revoltas que momento atingiam seu auge, como a Cabanagem no Par e a Farroupilha no Sul Acusado de no conseguir deter o aumento das rebelies Em 1837 Feij renuncia </li> <li> 24. A Guarda Nacional Ingovernabilidade dos regentes Criada em 1831 pelo ento ministro da Justia Padre Diogo Feij Formada pelos filhos da aristocracia ligada aos moderados Reprimir revoltas setores do Exrcito ligados aos restauradores conter movimentos sociais ligados aos exaltados BATALHO DE FUZILEIROS </li> <li> 25. A Guarda Nacional era recrutada entre os cidados com renda anual superior a 200 mil ris, nas grandes cidades, e 100 mil ris nas demais regies. Era vista por seus idealizadores como o instrumento apto para a garantia da segurana e da ordem, vale dizer, para a manuteno do espao da liberdade entre os limites da tirania e da anarquia. Tinha como finalidade defender a Constituio, a liberdade, a independncia e a integridade do Imprio, mantendo a obedincia s leis, conservando a ordem e a tranqilidade pblica. </li> <li> 26. A Regncia de Arajo Lima (1837-1840) Regente nico O perodo considerado "Regresso conservador Correspondia aos anseios dos setores mais conservadores (Regressistas) Acusavam o Ato Adicional de 1834 de ter incentivado a anarquia geral, por ter caractersticas descentralizadoras Favorveis a uma maior centralizao polticoadministrativo Manter a Unidade Nacional e acabar com as revoltas regenciais </li> <li> 27. REVOLTAS REGENCIAIS Todas as revoltas foram diferentes uma das outras Buscavam maior autonomia poltica para suas regies Ampliao da participao da sociedade nas decises governamentais. A represso aos movimentos separatistas marcou um dos momentos de maior carnificina da histria de nosso povo. </li> <li> 28. Rebelies Regenciais </li> <li> 29. . Principais rebelies do Perodo Regencial Nome Cabanagem Sabinada Balaiada Guerra dos Farrapos Provncia Data Lderes Causas Fatos principais liberais contra o presidente nomeado; situao de misria dos cabanos. Domnio sobre Belm durante um ano e lutas no interior; morte de 40% da populao da provncia. Par 1833 1836 Malcher, Vinagre, Angelim Bahia 1837 1838 Dr. Sabino lvares Insatisfao com as autoridades impostas pela Regncia. Organizao da Repblica Bahiense 1838 1841 Manuel "Balaio", Raimundo Gomes, Cosme Insatisfao com o presidente nomeado e revolta de vaqueiros, fazedores de balaios e escravos fugidos. Conquista da Vila de Caxias; anistia. Rio 1835 Grande do 1845 Sul Bento Gonalves, Giuseppe Garibaldi Altos impostos, exigncia de mudanas polticas, exemplo das repblicas platinas. Repblica de Piratini; Repblica Juliana, anistia. Maranho </li> <li> 30. Negros,vaqueirosesertanejos tambmlutaramnaBalaiada </li> <li> 31. sumImperadorcomgrandes O GOLPE DA poderespoderiaacalmaroavanoda MAIORIDADE anarquiaeaomesmotempomantera toameaadaUnidadeNacional. D.PedroIItinhaapenasquinzeanose era,portanto,"menor"deidade. Ogolpedamaioridadeagradavaaos: Regressistas que queriam de volta a Monarquia. Progressistas, pois lhes interessava muito voltar ao poder . Nada to parecido com um conservador como um liberal no poder". O apoio ao golpe estava garantido. </li> </ul>