ppllaannoo ddee pprreevveennÇÇÃÃoo ddee .a. apresentação 4 b. missão, valores e princípios

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    E2.R0 |data homol.

    Acreditao JCI

    PPLLAANNOO

    DDEE PPRREEVVEENNOO DDEE

    RRIISSCCOOSS DDEE CCOORRRRUUPPOO

    EE IINNFFRRAAEESS

    CCOONNEEXXAASS

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    NDICE

    I. ENQUADRAMENTO 3

    II. CARACTERIZAO DO HOSPITAL DA SENHORA DA OLIVEIRA GUIMARES EPE 4

    A. Apresentao 4

    B. Misso, valores e princpios 5

    C. Cdigo de Conduta tica 5

    D. Orgnica 6

    III. EXECUO DO PLANO DE PREVENO DE RISCOS DE CORRUPO E INFRAES CONEXAS 7

    IV. ATUALIZAO DO PLANO DE PREVENO DE RISCOS DE CORRUPO E INFRAES CONEXAS 11

    A. Identificao dos riscos e medidas preventivas 11

    B. Monitorizao do plano e aferio da efetividade das medidas propostas 19

    V. ANEXOS 20

    Anexo I 20

    Anexo II 45

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    I. ENQUADRAMENTO

    Criado pela Lei n. 54/2008, de 4 setembro, o Conselho de Preveno da Corrupo (CPC) uma entidade

    administrativa independente, a funcionar junto do Tribunal de Contas, que desenvolve uma atividade de mbito

    nacional no domnio da preveno da corrupo e infraes conexas. O CPC emite recomendaes no sentido das

    entidades da Administrao Pblica ou do setor pblico empresarial tomarem medidas corretivas que mitiguem os

    riscos de corrupo.

    Na sua Recomendao n. 1/2009, de 1 de julho de 2009, o CPC recomenda que os rgos dirigentes mximos

    das entidades gestoras de dinheiros, valores ou patrimnio pblicos, seja qual for a sua natureza, devem, no prazo

    de 90 dias, elaborar Planos de gesto de risco de corrupo e infraes conexas. De modo a dar cumprimento a

    esta recomendao, o Centro Hospitalar do Alto Ave, EPE (CHAA)1 aprovou o seu Plano de Preveno de Riscos de

    Corrupo e Infraes Conexas em 10 de maio de 2010. O documento foi remetido para conhecimento s

    entidades de superintendncia, tutela e controlo, nomeadamente, Administrao Regional de Sade do Norte,

    Inspeo Geral das Atividades em Sade, Direo Geral do Tesouro e Finanas e Secretaria Geral do Ministrio da

    Sade. Desde ento, o Plano de Preveno de Riscos e Infraes Conexas tem sido objeto de sucessivas revises

    de, aproximadamente, um ano. Devem fazer parte do mesmo os seguintes elementos, luz da referida

    Recomendao:

    Identificao dos riscos de corrupo e infraes conexas relativamente a cada rea ou departamento;

    Indicao das medidas adotadas que previnam a ocorrncia desses mesmos riscos

    Definio e identificao dos vrios responsveis, envolvidos na gesto do plano, sob a direo do rgo

    dirigente mximo;

    Elaborao anual de um relatrio sobre a execuo do plano.

    Assim, no presente plano identificam-se as principais reas de risco a que a instituio est sujeita, bem como as

    respetivas medidas preventivas em curso ou a implementar. Pretende-se, igualmente, espelhar o grau de evoluo

    das medidas adotadas face realidade evidenciada no Plano anterior.

    A Recomendao n. 1/2010, de 7 de abril, indica que devem as instituies publicitar no stio da respetiva

    entidade na internet o Plano de Preveno de Riscos de Corrupo e Infraes Conexas. O Hospital da Senhora da

    Oliveira Guimares EPE (HSO)2 publicita o seu plano aps a devida homologao.

    Na sua Recomendao de 7 de novembro de 2012, o CPC afirma a obrigatoriedade das instituies de incluir no

    seu relatrio sobre a execuo dos planos de preveno de riscos uma referncia sobre a gesto de conflitos de

    interesses. Esta matria foi considerada neste documento, sendo a abordagem efetuada numa nova rea de risco.

    O Plano composto por este captulo inicial de apresentao e concordncia com a legislao em vigor e objetivos

    genricos. No segundo captulo apresentada de forma sucinta a entidade, nomeadamente em termos de regime

    jurdico, a sua orgnica, misso, valores e princpios que orientam a sua atuao e meno ao cdigo de tica. No

    1 Atualmente denominado Hospital da Senhora da Oliveira - Guimares, EPE 2 Denominao atual que sucedeu ao CHAA.

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    terceiro captulo do documento efetuado um balano do Plano de Preveno de Riscos de Corrupo e Infraes

    Conexas homologado em janeiro de 2015, nomeadamente das medidas preventivas ento indicadas face aos

    principais riscos identificados, de modo a aferir a atuao ao longo do seu perodo de abrangncia. Pretende-se

    deste modo dar cumprimento determinao do CPC, de acordo com a Recomendao n. 1/2009, de 1 de julho,

    de elaborao de um relatrio anual de execuo. No captulo seguinte so apresentadas as reas objeto de

    anlise e escrutnio, pelos atuais gestores, diretores ou responsveis, em termos de identificao de fatores de

    risco, medidas preventivas, probabilidade de ocorrncia e impacto esperado. Pretendeu-se focar os eventos com

    maior probabilidade de risco e maior impacto; o conjunto da informao, pelo seu detalhe, apresentado em

    anexo em quadros que refletem a situao do HSO. Esta autoavaliao tem em conta o sistema de controlo interno

    implementado em cada um dos setores.

    Foram observadas as mais recentes recomendaes do CPC, de 2015 Recomendao de 7 de janeiro de 2015

    sobre preveno de riscos de corrupo na contratao pblica e Recomendao de 1 de julho de 2015 (Planos de

    Preveno de Riscos de Corrupo e Infraes Conexas). Neste sentido, acrescentou-se informao no tocante ao

    estipulado no nmero 2. da segunda Recomendao: Os riscos devem ser identificados relativamente s funes,

    aes e procedimentos realizadosincluindoas funes e os cargos de direo de topo, mesmo quando decorram

    de processos eletivos; .

    No tocante ao nmero 4. da mesma Recomendao3 - As entidades devem realizar aes de formao, de

    divulgao, reflexo e esclarecimento dos seus planos junto dos trabalhadores e que contribuam para o seu

    envolvimento numa cultura de preveno de riscos; - ser objeto de anlise e estudo, dado que implicar a

    devida programao e alocao de recursos.

    II. CARACTERIZAO DO HOSPITAL DA SENHORA DA OLIVEIRA GUIMARES, EPE

    A. Apresentao

    O HSO uma pessoa coletiva de direito pblico, com natureza empresarial, dotada de autonomia administrativa,

    financeira e patrimonial, nos termos do Decreto-Lei n. 133/2013, de 3 de outubro, e dos artigos 2. e 18. do

    anexo da Lei n. 27/2002, de 8 de novembro. O Decreto-Lei n. 133/2013, de 3 de outubro, estabelece o regime

    jurdico do setor pblico empresarial e a Lei n. 27/2002, de 8 de Novembro, aprova o regime jurdico da gesto

    hospitalar.

    O HSO rege-se ainda pelo Decreto-Lei n. 244/2012, de 9 de novembro, que alterou o Decreto-Lei n. 233/2005,

    de 29 de dezembro, alterado pelos Decretos-Leis n.s 50-A/2007, de 28 de fevereiro, 18/2008, de 29 de janeiro,

    176/2009, de 4 de agosto, e 136/2010, de 27 de dezembro, no tocante ao regime jurdico e aos estatutos

    aplicveis s unidades de sade com a natureza de entidades pblicas empresariais. O Decreto-Lei n. 233/2005,

    de 29 de dezembro, aprova os Estatutos das entidades pblicas empresariais nele estipuladas.

    3 Nmero 4 da Recomendao de 1 de julho de 2015: As entidades devem realizar aes de formao, de divulgao, reflexo e esclarecimento dos seus planos junto dos trabalhadores e que contribuam para o seu envolvimento numa cultura de preveno de riscos;

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    No mbito do processo de devoluo dos hospitais pertencentes s misericrdias, realizado nos termos do Decreto

    -Lei n. 138/2013, de 9 de outubro, o CHAA passou a integrar apenas o Hospital de Guimares. Assim, de acordo

    com o artigo 2. do Decreto-Lei n. 177/2015, de 25 de agosto, O Centro Hospitalar do Alto Ave, E. P. E., criado

    pelo Decreto -Lei n. 50-A/2007, de 28 de fevereiro, passa a denominar-se Hospital da Senhora da Oliveira

    Guimares, E. P. E., por desafetao do estabelecimento correspondente ao Hospital de So Jos Fafe, que foi

    objeto de devoluo Misericrdia de Fafe, mediante acordo de cooperao celebrado ao abrigo do DecretoLei

    n. 138/2013, de 9 de outubro.

    Em 2010, foi atribuda Instituio a responsabilidade pela gesto da nova Unidade de Convalescena de

    Cabeceiras de Basto, por deciso da Ministra da Sade, conforme despacho de 18 de Maro de 2010.4

    O HSO tem por rea de influncia os concelhos de Guimares, Fafe, Vizela, Cabeceiras de Basto e Mondim de

    Basto. Esta rea compreende um universo de 252.365 residentes5. O HSO est dotado por um vasto conjunto de

    servios de prestao de cuidados, complementados por servios de suporte, nomeadamente servios de gesto e

    logstica. O HSO contabilizava, no total, 1624 colaboradores em 31-01-2016. O CHAA foi acreditado pela Joint

    Comission International (JCI) em Dezembro de 2008, tendo obtido a reacreditao, pela mesma entidade, em

    2012. Atualmente, o HSO encontra-se em novo processo de reacreditao.

    B. Misso, valores e princpios

    A misso do HSO a de prestar os melhores cuidados de sade, com elevados nveis de competncia, excelncia e

    rigor, fomentado a formao pr e ps- graduada e a investigao, respeitando sempre o princpio da

    humanizao e promovendo o orgulho e sentido de pertena de todos os profissionais.6

    Na sua atuao, o HSO observa os seguintes v

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