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  • 1. Oficina de construo do Plano de Aplicao Plurianual do Doce Governador Valadares, 23 e 24 de novembro de 2011

2. A viso de futuro de uma bacia hidrogrfica

  • A bacia que queremos preserva a vegetao natural nas reas delimitadas pela legislao, significando uma melhor qualidade ambiental, com reduo dos processos erosivos e de assoreamento dos rios. As guas e os solos da bacia no so contaminados, graas ao tratamento adequado e integrado dos resduos slidos e dos efluentes lquidos, urbanos, industriais e rurais, permitindo os mais diversos usos. Os diversos corpos de gua doce tm qualidade concordante com um enquadramento nas classes especial, 1 e 2. A populao da bacia ambientalmente educada e socialmente mobilizada, sendo capaz de atuar em um sistema de gerenciamento dos recursos hdricos, que, por sua vez, tem a capacidade de solucionar os possveis conflitos pelo uso e pela qualidade das guas, a partir de uma ao normativa, fiscalizadora e orientadora do uso dos recursos hdricos. Este sistema baseia-se em informaes sistematizadas e planejadas de forma integrada, que so consolidadas na forma de planos das bacias afluentes e no plano da bacia como um todo. O desenvolvimento da bacia harmnico, caracterizado pelo desenvolvimento social, econmico e ambiental sustentado.(PIRH vol. 2)

A bacia que queremos 3. O Plano da bacia hidrogrfica do rio Doce - PIRH

  • Resultado do esforo conjunto dos diversos representantes de comits afluentes e dos rgos gestores de Minas Gerais e Esprito Santo, alm da ANA, o PIRH e os Planos de Aes das bacias afluentes apontam diretrizes para a gesto efetiva dos recursos hdricos na bacia com vistas a seu uso mltiplo, racional e sustentvel.

4. Considerando os limites existentes

  • ...Os recursos oriundos da cobrana so aplicados de acordo com os planos de bacia dos rios afluentes, sendo que estes foram harmonizados com o plano do rio principal. Todos estes planos estabelecem uma aplicao de recursos que promovem, parcial ou totalmente, aes de educao ambiental, comunicao e mobilizao social, como forma a garantir uma participao efetiva e crescente da populao da bacia na tomada de deciso sobre o gerenciamento dos recursos hdricos. ... .(PIRH vol. 2)

A bacia que podemos 5. A bacia do rio Doce em 2012 ...

  • Importantes transformaes so previstas na bacia com o incio da efetiva implementao do Plano a partir da assinatura dos Contratos de Gesto com o IBio, entidade indicada para desempenhar funes de Agncia de gua na bacia.

6. PAP Plano de Aplicao Plurianual

  • Instrumento de planejamento que tem a funo de priorizar as metas, programas e aes previstas no Plano da bacia para aplicao dosrecursos da cobranapor um perodo definido.
  • A implementao planejada dessas metas, programas e aes daro suporte consecuodos objetivos estabelecidos, permitindo que seja atingida a viso de longo prazo pretendida no Plano (alcance de 20 anos).

O que ? 7. PAP Plano de Aplicao Plurianual

  • Aes alinhadas com a estratgia dos Comits e com o Plano de Bacia, e de acordo com a disponibilidade de recursos.
  • Alocao anual de recursos de forma compatvel com os objetivos, diretrizes e metas estabelecidos.
  • Transparncia na aplicao dos recursos da cobrana.
  • Melhoria do desempenho gerencial da Agncia.
  • Explicita a distribuio regional dos gastos.
  • Estmulo articulao entre Unio, Estados e Municpios.

Fundamentos: 8. PAP Plano de Aplicao Plurianual

  • Pactuao dos diversos atores na construo do instrumento.

Deliberao conjunta dos comits da bacia 9. PAP Plano de Aplicao Plurianual do Doce

  • Art. 2O Plano de Aplicao Plurianual o instrumento bsico de orientao dos estudos, projetos e aes a serem executados com recursos da cobrana pelo uso da gua em toda a bacia hidrogrfica do rio Doce, para o perodo de 2012 a 2015.

Conceito: 10. PAP Plano de Aplicao Plurianual do Doce

  • Art. 3O Plano de Aplicao Plurianual se pauta pelas seguintes premissas:
  • Os estudos, projetos e aes a serem executados devem estar emconformidadecom os programas estabelecidos no Plano Integrado de Recursos Hdricos da Bacia Hidrogrfica do Rio Doce PIRHe Planos de Aes de Recursos Hdricos das Bacias Afluentes PARHs , e com as metas definidas nos Contratos de Gesto e no Pacto das guas;
  • As diretrizes devem serharmonizadaspara toda a bacia hidrogrfica do rio Doce, de forma a otimizar a aplicao dos recursos da cobrana;
  • Com vistas a qualificar ealavancar investimentospara toda a bacia hidrogrfica do rio Doce, os recursos devem apoiar, preferencialmente, a elaborao deestudos e projetos , bem comoaesde proteo, preservao e recuperao, alm de aes de capacitao, treinamento, mobilizao social e educao ambiental com foco em recursos hdricos.

Premissas: 11. PAP Plano de Aplicao Plurianual do Doce

  • Art. 4So objetivos do Plano de Aplicao Plurianual:
  • Implementar as metas estabelecidas nos Contratos de Gesto e no Pacto das guas e os programas e aes do PIRH/PARHs Doce considerados prioritrios no perodo de 2012 a 2015;
  • Aumentar a disponibilidade de gua e reduzir os nveis de poluio hdrica na bacia;
  • Apoiar a adoo de medidas de preservao de nascentes e de prticas de conservao de gua e solo;
  • Fomentar aes de preveno a eventos hidrolgicos crticos.

Objetivos: 12. PAP Plano de Aplicao Plurianual do Doce

  • So metas passveis de investimento ( Art. 6, 7 e 8 ):
  • Indicadores dos Contratos de Gesto firmados com a ANA e o IGAM;
  • Metas do Pacto das guas, celebrado em maro de 2010;
  • Programas e aes do PIRH/PARHs considerados prioritrios para o perodo 2012-2015.

Metas: 13. O PIRH e PARHs Doce

  • Diagnstico da bacia.
  • Prognstico dos Recursos Hdricos no Horizonte do Plano, at o ano de 2030.

Etapas: Resultados:

  • Proposta demetaspara a bacia.
  • Descrio dosprogramas, projetos e aespreconizados, incluindo a viabilidade financeira do Plano.
  • Proposta dearranjo institucionalpara a gesto dos recursos hdricos da bacia.
  • Diretrizes para aplicao dos instrumentos de gesto da Lei 9433/97, com destaque para oenquadramento .

14. Grandes temas do PIRH Doce

  • Qualidade da gua / enquadramento.
  • Quantidade de gua / balano hdrico.
  • Susceptibilidade a enchentes.
  • Universalizao do saneamento.
  • Incremento de reas legalmente protegidas.
  • Implementao dos instrumentos de gesto de recursos hdricos.
  • Implementao das aes do PIRH Doce.

Questes referenciais do Plano: 15. MetasdoPIRH Doce

  • Qualidade da gua/enquadramento:Melhoria gradativa da qualidade da gua nos trechos mais crticos; Atendimento ao Enquadramento;
  • Quantidade de gua/balano hdricos:Atingir um cenrio onde no ocorram dficits hdricos, com atendimento aos usos consuntivos; Eliminar e gerenciar as situaes de conflito de uso, durante todo o ano, predominando os usos mais nobres
  • Susceptibilidade a enchentes:Reduo de danos quando da ocorrncia de enchentes
  • Universalizao do saneamento:Melhoria dos indicadores de saneamento (tratamento de esgotos, resduos slidos e drenagem urbana);
  • Incremento de reas legalmente protegidas:Aumentar as reas sob proteo formal (unidades de Conservao e reas de Preservao Permanente), com pelo menos uma unidade de conservao de proteo integral em cada bacia afluente; Instituir uma ao consistente de recomposio de APP na rea da bacia
  • Implementao dos instrumentos de gesto de recursos hdricos:Implementao de todos os Instrumentos de Gesto dos Recursos Hdricos (plano de bacia, enquadramento, outorga, cobrana, sistema de informaes)
  • Implementao das aes do PIRH Doce:Estabelecer uma estrutura organizacional (material, recursos humanos e de procedimentos) que d suporte ao gerenciamento das aes do PIRH Doce

Segundo relevncia e urgncia: 16. PAP Plano de Aplicao Plurianual do Doce

  • Harmonizar o Plano de Aplicao Plurianual com diretrizes conjuntas para toda a bacia;
  • Cumprir o desembolso anual previsto no Plano(fluxos de contratao) ;
  • Monitorar e gerenciar os recursos previstos e contratados na bacia;
  • Alavancar investimentos para a bacia com a aplicao dos recursos da cobrana;
  • Medir resultados especficos de melhoria, tanto quantitativa como qualitativamente dos recursos hdricos na bacia.

Desafios: 17. Projeo da arrecadao da cobrana na bacia do Doce(em reais) [Estimativas da GECOB / ANA] Comit de bacia 2012 2013 2014 2015 CBH DOCE 15.976.289 15.388.794 17.852.529 22.238.697 CBH Piranga 1.498.268 1.770.421 2.109.898 2.452.231 CBH Piracicaba 1.692.184 1.999.796 2.384.154 2.769.143 CBH Santo Antnio 276.083 327.184 393.545 449.964 CBH Suau 430.858 511.992 621.097 699.449 CBH Caratinga 469.071 556.342 670.891 763.600 CBH Manhuau 367.657 435.485 522.969 599.657