portifólio phila7 - gag

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    APRESENTAO

    A Cia. de teatro Phila7 trabalha, desde sua criao, nas relaes formais da cena teatral

    com as novas tecnologias. Como incorporar ao teatro estas novas formas miditicas que vm

    transformando a condio humana?

    Eis o que nos interessa: a potncia do encontro teatral intermediado pelas novas

    interfaces tecnolgicas que compreendemos como expanses de percepo.

    Nossa pesquisa cnica trabalha em trs eixos principais:

    1. Dramaturgia;

    2. Atuao performativa, a partir da relao entre a presena fsica e imagtica;

    3. Uso das tecnologias de comunicao como forma de expanso da percepo.

    Nestes 7 anos o Phila7 foi alvo de diversas teses acadmicas e consolidou um sistema

    criativo prprio que se aprimora atravs de oficinas e workshops. Em seus experimentos em

    espetculos utilizou estes trs eixos das mais variadas formas: conectando em tempo real e

    pela internet 3 continentes em Play on Earth; colocando a mdia em cena com o premiado texto

    A verdade Relativa da Coisa em Si; tirando da imobilidade os personagens de Beckett e lanando-

    os na rede em

    WeTudo-DesEsperando Godot; revelando o homem invisvel diante da mdia em

    O Homem da Camisa Branca.http://phila7.com.br

    Ao longo de nossa existncia, estreamos 13 espetculos:

    2005 - Galileu Galilei2006 - Play on Earth2006 - A Verdade Relativa da Coisa em Si2007 - OP12007 -Febre2008 -Whats Wrong with the World?

    2009 -WeTudo - DesEsperando Godot2010 - Alice Atravs do Espelho2010 -O Homem da Camisa Branca2011 -Fausto ComPacto2011 - Crush2011- Occupy All Streets2012- Profanaes2013- Aparelhos de

    Superar Ausncias

    http://phila7.com.br/http://phila7.com.br/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/febre_1.htmlhttp://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/whats_wrong_with_the_world.htmlhttp://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/wetudo_desesperando_godot/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/alice_atraves_do_espelho/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/o_homem_da_camisa_branca/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/fausto_compacto/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/fausto_compacto/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/o_homem_da_camisa_branca/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/alice_atraves_do_espelho/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/wetudo_desesperando_godot/http://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/whats_wrong_with_the_world.htmlhttp://www.gag.art.br/phila_7/espetaculos/febre_1.htmlhttp://phila7.com.br/
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    Currculo do Proponente: Basilico Produes / Phila7

    Desde a criao do ncleo PHILA7, em 2005 este sempre foi representado pela empresaBasilico Produes e Promoes Artsticas e Culturais Ltda, nome fantasia GAG Grupo de Arte

    Global.O PHILA7 surgiu no incio de 2005 com o objetivo de pesquisar novas linguagens e

    diferentes mdias. formado por um ncleo de artistas de diferentes reas: Rubens Velloso,Marcos Azevedo, Mirella Brandi, Beto Matos e Marisa Riccitelli Santana. O PHILA7 trabalha coma imagem e a tecnologia na busca de novos parmetros para uma potica contempornea. Arelao entre o corpo presencial e a virtualidade o foco central.

    Resultado do interesse na pesquisa e espetculos do PHILA7 so as vrias teses, artigos eestudos que se desenvolvem atualmente:

    1. Panorama da teatralidade remidiada: uma reflexo a partir de Play on Earth.Tese deMestrado em Comunicao e Semitica pela PUC So Paulo.De Rodolfo Gonalves ArajoOrientadora: Profa. Dra. Giselle Beiguelman.2. AMC: Afeco Mediado por Computador em coletivos performticos desterritorializados.Tese de Mestrado em Artes da Universidade de Braslia UNB. De Larisssa Ferreira RegisBarbosa. Orientadora:Profa. Dra. Maria Beatriz de Medeiros3. Limites da imagem digital estudo de obras. Tese de Mestrado em Artes da Escola de BelasArtes da Universidade Federal de Minas Gerais. DeFernando Senra Orientador: Prof. Dr.Francisco Carlos de Carvalho Marinho.4. As artes cnicas em um mundo de carbono e silcio: perspectivas de (re)significao dos

    elementos cnicos constituintes na cena contempornea a partir da incorporao dalinguagem audiovisual e da hipermdia. Tese de Mestrado em Cincias da Linguagem daUniversidade do Sul de Santa Catarina. DeLeonardo Amorim Roat. Orientador: Prof. Dr. Fernando Simo Vugman.5. Micro-histrias que transpem fronteiras da tradio. De Daniela Santos de Farias - UNESP6. Interface Cena e Tecnologia: composies cnicas mediadas. Larissa Hobi. Mestranda. Ps-Graduao em Artes Cnicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN. JosSvio Oliveira de Arajo. Doutor. Professor do Departamento de Artes da Universidade Federaldo Rio Grande do Norte UFRN.7. LONGE UM LUGAR QUE NO EXISTE -Discusso de portas abertas entre (novo) teatro e

    (novas) tecnologias. Revista Moringa Joo Pessoa, Vol. 2, n. 1, 61-70, jan./jun. de 2011. Ana Mariade Bulhes-Carvalho - professora do Centro de Letras e Artes da Universidade Federal doEstado do Rio de Janeiro CLA-UNIRIO8. Cena Expandida Interferencia de mdia e multimeios no dicurso potico da Cia Phila 7.Monografia de Janailton Santos de Souza - Universidade Federal do Maranho, Centro deCincias Humanas, Departamento de Artes

    Com seu primeiro espetculo, Galileo Galilei, o PHILA7 experimentou a convergnciade linguagens ao montar o texto clssico de Brecht com projees videogrficas que criavamdiferentes camadas de encenao e uma trilha sonora realizada ao vivo pela Orquestra deCmara da USP. Realizado no Teatro Alfa, em So Paulo, com Paulo Csar Perio como Galileu.

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    Em julho de 2005, o PHILA7 aprofunda as relaes de sua dramaturgia com o universomiditico com o texto A Verdade Relativa da Coisa em Si de Beto Matos e Marcos Azevedo.No final deste mesmo ano o texto ganha o Prmio Funarte de Dramaturgia-2005.

    Em 2006, com seu segundo espetculo, Play on Earth, o PHILA7 tornou-se pioneiro no

    uso da Internet para a criao e apresentao de uma pea teatral que uniu trs elencos em trscontinentes simultaneamente: Phila7 em So Paulo, Station House Opera em NewCastle naInglaterra e Cia Theatreworks em Cingapura. Trs audincias, cada uma em sua cidade,assistiram as atuaes no palco e nas telas que constituam um quarto espao imaginrio.

    Em 2006/07, o projeto multimdia OP1 de Mirella Brandi selecionado pelo RUMOSIta Cultural e pelo panorama SESI. Apresentou-se tambm no Motomix SP, Caixa Cultural - RJ eem Montreal, Canad. OP1 explora os limites entre o real e o imaginrio atravs dos princpios daOptical Art e da interao entre corpo, vdeo, luz e msica.

    Em 2006, convidado pelo Ita Cultural, o PHILA7 integra as atividades do Emoo

    Art.ficial 3.0 com o espetculo A Verdade Relativa da Coisa em Si, com a participao especialde Jos Mojica Marins (Z do Caixo) ao vivo pelo Skype.

    Em 2007, o PHILA7 inaugura sua sede em So Paulo, o GAG Grupo de Arte Global(www.gag.art.br) - um plo agregador e irradiador dos novos cruzamentos da artecontempornea. O GAG nasce para dar concretude um processo de interlocuo entreprojetos culturais, artsticos e tecnolgicos.

    Neste ano estreou o espetculo mutimdia FEBRE, em co-produo com NcleoDRAMAX* , texto e direo de Marcos Azevedo, no GAG. A pea recontextualiza os conceitos deimperialismo, guerra e terrorismo, numa escala familiar, micro-csmica, traando um paralelo

    com Orstia de squilo.Ainda em 2007 inaugura o projeto RODA: cruzamento do corpo com diferentes mdias

    e a experimentao de novas linguagens artsticas envolvendo a utilizao da tecnologia digitalcomo suporte. Com curadoria de Mara Spanghero e do PHILA7, RODA contou com 16 obras e22 artistas de diferentes partes do pas.

    Em 2008, encenou na OI FUTURO, no Rio de Janeiro, Whats Wrong with the World? dasrie Play on Earth, um espetculo ao vivo entre Brasil (Rio de Janeiro) e Inglaterra (Londres).Linkados pela Internet em tempo real, atores brasileiros e ingleses contracenaram, fazendo domundo seu palco numa proposta marcada pelo ineditismo de linguagem e estruturadramtica.

    Nesse mesmo ano recebe da Secretaria de Cultura do Estado de So Paulo o PrmioEstmulo de Novos Textos de Dramaturgia para desenvolvimento do texto Para Alm daFresta de Beto Matos. O texto parte do confronto histrico da Praa da Paz Celestial emPequim em 1989 para tratar das questes da alteridade.

    Em Junho de 2009 estreia WeTudo - DesEsperando Godot, espetculo que estreou noGAG e participou do projeto Zona de Risco do Centro Cultural So Paulo. Neste espetculo opblico participa ativamente, seja presencialmente (convidado a trazer seus computadores ecelulares), seja virtualmente, atravs da internet.

    Em 2009, como resultado destes cinco anos de pesquisa, o Phila7 foi indicado para oPrmio Srgio Motta de Arte e Tecnologia.

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    O espetculo do Phila7,Alice Atravs do Espelhoestreou em abril de 2010 e faz temporadaat julho no SESI SP, no Centro Cultural Ruth Cardoso, espao Mezanino com o NcleoExperimental do SESI. E de agosto a setembro no Teatro do SESI em SP.

    A Companhia tambm estreou em em julho de 2010 o espetculo O Homem da Camisa

    Branca Para Alm da Fresta no Festival Conexo XXI em Joo Pessoa, Paraba. Produziutambm em 2010 dois espetculos internacionais de dana Conjunto di Nero de EmioGreco|PC e Royal Dance do grupo Moare Danza para a Mostra SESC de Artes 2010.

    O Phila7 foi premiado ainda pelo edital PROAC da Secretaria Estadual de Cultura de SoPaulo para a montagem do texto indito Fausto ComPactode Marcos Azevedo, com estriaprevista em maio de 2011. Em setembro de 2011 estreou o espetculo Crush no SESC Araraquara.

    Em dezembro de 2011, o Phila7 convidado para o Festival Internacional

    Transperformance, realizado no Rio de Janeiro no Oi Futuro, onde estreia a performance udio-visual Occupy All Streets. Em 2012 participa do Festival de Teatro de Curitiba com osespetculos Fausto ComPacto e O Homem da Camisa Branca. Ainda este ano o Phila7 homenageado no 2. Festival Internacional de Cinema do Balnerio.

    Em agosto de 2012 o Phila7 estreou e fez temporada no Oi Futuro Flamengo, Rio deJaneiro, seu mais recente espetculo: Profanaes O xtase dos comeos - Superfcie deeventos de construo coletiva. Em colaborao com Jos Tonezzi da Universidade Federal daParaba (Curso de Teatro da Universidade Federal da Paraba e LAVID Laboratrio de Vdeo daUniversidade Federal da Paraba), Suzete Venturelli do Midialab da Universidade Federal deBraslia e Ana Maria Bulhes do Programa de ps-graduao em artes cnicas (PPGAC), daUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e o coletivo Bijari.

    Em 2013, com apoio do Programa de Fomento ao Teatro da Prefeitura de So Paulo 21.edio, o Phila7 desenvolveu uma srie de atividades relacionadas s redes digitais e s ruas,culminando com o espetculo Aparelhos de Superar Ausncias, apresentado na OficinaOswald de Andrade, ocupando vrios espaos da Oficina e a rua lateral do edifcio.

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    CLIPPING DO ESPETCULO:

    O Homem da Camisa Branca Para Alm da Fresta

    O Espetculo fez sua estria em Joo Pessoa Paraba, no dia 19 de agosto de 2010, no

    CONEXO XXI FESTIVAL CNICO. Foi destaque na MOSTRA FRINGE do FESTIVAL DE TEATRODE CURITIBA 2012. Apresentou no SESI de Mogi das Cruzes em 2013 e em So Vicente em 2014.

    Foi selecionado para o Edital Teatro Contemporneo (prefeitura de So Paulo/Funarte) e fez

    temporada pelos teatros distritais da cidade de So Paulo em setembro de 2015.

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    Crtica da jornalista Beth Nspoli sobre o espetculo no Festival em Curitiba.

    Estou no Festival de Curitiba, a convite da organizao - honesto informar logo de sada - e, pelaprimeira vez em anos que acompanho o festival, sem obrigao de escrever sobre ele, sem pautas

    prvias. So apenas quatro dias que terminam hoje noite, amanh volto para So Paulo.Mas vi algo ontem que me estimulou a escrever, a compartilhar: o solo O Homem da Camisa

    Branca, com o ator Beto Matos dirigido por Marcos Azevedo. De sada, logo primeira fala, aos primeirosgestos, chama ateno a forma como Beto consegue aquilo que uma perseguio de muitosperformers, uma determinada qualidade de presena, um estar aqui e agora falando diretamente com oespectador, sem trao de representao, relaxado, ombros soltos, e, ao mesmo tempo, e isso fundamental, com um "tonus" corporal outro que no o cotidiano, em um estado alterado, que centra oator, segura os ps no cho, torna os gestos precisos e expressivos, aparentemente livre de esforo, umcorpo movido pelo que tem a dizer.

    a primeira qualidade que ganha o espectador de sada. H outras. Trata-se de um espetculo daPhila7, grupo dirigido por Marcos Azevedo, que tem como marca identitria a utilizao de recursostcnicos como projees, cmeras para captao de imagem on line e, por vezes, imagens reis e virtuais

    se entrecruzam ou dialogam. Esses recursos esto presentes em O Homem da Camisa Branca. Hprojees num telo ao fundo do palco, h uso de cmera on line, mas igualmente chama ateno o usoharmnico desses recursos que no "espetacularizam" a cena, tudo flui sem ser invasivo. Conversandocom Marcos Azevedo ao fim da apresentao sobre esse aspecto ele comenta que usa uma tela negrapara projetar "porque a tela branca, quando no recebe projeo, fica ali gritando em cena, pedindoimagem". Outro recurso utilizado tirar as bordas das imagens, ficam esmaecidas, perdem oenquadramento cinematogrfico, que assim ficam mais integradas cena, elimina-se aquela sensao deuma tela de cinema em palco. E mais, a tela no fica suspensa, mas no nvel do palco, o que provoca outroefeito. So tcnicas que eu no havia percebido, ficara apenas essa sensao de uma projeo que no setorna vaidosa, espetacular, prepotente.

    Quanto dramaturgia, assinada pelo ator, explora-se uma imagem que se tornou mundialmente

    conhecida, daquele homem que se posta diante de uma fileira de tanques na Praa da Paz na China. Betorevisita esse ato e o faz numa interessante inverso de ponto de vista, a partir da viso do condutor dotanque que tenta desviar do homem. Afinal, uma mquina no para ou desvia por si s. O texto traa umaaproximao, uma especulao sobre o conflito vivido por aquele homem sem a ambio de chegar arespostas ou de dissecar aquele acontecimento, apenas compartilha esse ponto de vista, o que levaevidentemente o espectador a revisitar aquele ato de resistncia "tambm" sob outro ngulo. Tudo bem delicado nesse solo que no busca impor ideias e pode levar o espectador mais disponvel a pensarsobre a existncia a partir do ato de encher uma xcara de ch, como faz o performer. Para mim valeu tervisto, foi um dos bons momentos que passei nessa edio do Festival de Curitiba.

    Esse solo, O Homem da Camisa Branca, fez parte da programao de uma dessas mostras dentrodo Fringe, intitulada "na companhia de...", que teve curadoria da Cia. Brasileira, de Curitiba, dirigida porMrcio Abreu. Localizada no timo teatro HSBC, um daqueles teatrinhos que tem uma excelente relao

    palco/platia, aquele palco baixo (para quem conhece, como o Anchieta, em So Paulo), a mostra trouxeainda o grupo pernambucano Magiluth, com dois espetculos, elogiados por quem viu, mais a montagemPor que a Criana Cozinha na Polenta?, dirigida por Nelson Baskerville e dois espetculos da Cia. Brasileira,Oxignio e Isso Te Interessa?, este ltimo eu vou ver hoje.

    Cada vez mais, com os anos de experincia acumulada neste festival, acho que essa a sada parao Fringe, espaos com curadorias, cada uma delas com diferentes universos estticos, cujos curadorestrazem grupos afins, garantindo assim ao espectador fazer escolhas mais seguras e uma qualidademnima que, muitas vezes, falta aos espetculos do Fringe. Vi outros espetculos sobre os quais gostariade escrever, acompanhei debates. Mas agora preciso ir ao teatro.

    Abril de 2012

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    Matrias / Clipping do Phila7Nota: para entrevistas e programas de TV acesse o site www.gag.art.br.

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    SOBRE A PESQUISA DO PHILA7

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    2. ESPETCULO GALILEU GALILEI

    3. ESPETCULO PLAY ON EARTH

    O mundo o palcoJornal da Tarde SP, 12/06/2006, CAPA - Variedades

    LUDMILA AZEVEDO

    Trs continentes atuam juntos em 'Play onEarth'

    So Paulo, Cingapura e Newcastle esto emcontinentes diferentes. Na primeira cidade,

    fala-se portugus. J a segunda tem comolnguas oficiais malaio, mandarim, tmil eingls, que d uma interseo possvel coma terceira. Mas a fluncia verbal pode noajudar muito, quando se pensa nos hbitose culturas to distintas. Para romper as

    distncias , um grupo de diretores teatrais bolou o Play on Earth, uma encenaointercontinental simultnea. A idia pioneira e conta com a mozinha da tecnologia de pontapara sua concretizao. O embrio do espetculo foi gerado quatro anos atrs, quando odiretor britnico Julian Maynard Smith lanou o desafio num encontro de artes cnicas. Brasil,

    Inglaterra e Cingapura passaram a dialogar de forma intensa at as primeiras apresentaes,que comeam nesta quarta-feira, dia 14, e se estendem at o dia 24 de junho, em turnos

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    diferentes por causa do fuso horrio de cada pas. Um telo reunir os trs palcos, em temporeal. Nas cinco ltimas semanas, as companhias Phila 7, dirigida por Rubens Velloso (Brasil),Station Opera House (Inglaterra) e Theatre Works (Cingapura), com direo de Jeffrey Tan,ensaiaram coletivamente. Cada qual em seu lugar. Toda a discusso do processo de trabalho foifeita diariamente, durante quatro horas, por meio de internet streaming (tecnologia que

    possibilita transmisses ao vivo em broadcasting, rdio, TV e teleconferncia). "A cmeramostra trs histrias, mas o espectador que for ao teatro, ter uma quarta independente", dizRubens Velloso. "Ns estamos pavimentando uma estrada que daqui h uns cinco anos serbastante utilizada. Tudo neste espetculo causa um certo estranhamento. At para os prpriosatores. Os encontros tm sido um caos criativo porque todos precisam estar afinados: elenco,diretores e tcnicos", explica. A exemplo de muitos msicos, poetas e artistas plsticos queutilizam vdeo e internet como complementos para performances, o diretor brasileiro acreditaque este hbrido de Play on Earth ainda soa inclassificvel. "No sei definir se teatro, filme ouartes plsticas." Os nove atores e atrizes envolvidos utilizam bastante a expresso corporal,para facilitar a compreenso de quem assiste a montagem. Inclusive, Play on Earth precisar de

    muito jogo de cintura, no caso de haver algum "problema de comunicao" inerente a todanova ferramenta tecnolgica. O delay (atraso comum em algumas transmisses internacionaisde televiso) de um segundo entre as falas de atores de continentes diferentes est nocronograma. "Nos empenhamos para reduzir toda a margem de erro que possa existir", garanteMarcelo Souza, diretor de tecnologia da Unip, principal parceira do projeto. Frio na barriga. Paraa brasileira Ana Souto, o risco de falha existe naturalmente. No caso de Play on Earth ele multiplicado. "Claro que o pblico sabe que no est diante de uma pea convencional",defende. Da Inglaterra, a atriz Emily Jane Grant conta que a experincia interessante, maspode ser ao mesmo tempo frustrante. " complicado atuar com quem no est sua frente, no palpvel. E enquanto estamos em cena, no temos muita idia de como sero as reaes",

    completa.

    A trama

    A histria fragmentada, o cenrio simples e a iluminao, neutra. O mtodo colaborativoganha toques autorais. Play on Earth reflete sobre as relaes humanas: presena e ausncia,tempo e espao. Rubens Velloso optou pela criao de um narrador, Carlos (Marcos Azevedo),alm dos personagens Airton (Beto Matos), Branca (Andrea Tedesco) e Daniela (Ana Souto). Ostrs contracenam com Emily Jane Grant, Jim Kitson e Mark Calvert, em Newcastle, e GeraldChew, Lim Yu-Beng e Noorlinah Mohamed em Cingapura. Cada intrprete falar em sua prpria

    lngua, sem legendas. "Esta nova gerao, bastante ligada em computadores e tecnologiaprovavelmente ir assimilar o conceito da pea mais rpido", imagina a atriz Ana Souto. Play onEarth tambm poder ser vista pela TV WEB da Unip. Entre o real e o virtual, fique com os dois.

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    4. ESPETCULO A VERDADE RELATIVA DA COISA EM SI

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    5. ESPETCULO OP1

    FOLHA DA REGIO Caderno Vida - Araatuba

    CULTURA

    Luz, vdeo, msica e corpo

    Graziela Nunes - Sbado - 15/09/2007 - 03h01

    O espetculo OP1 ser apresentado hoje e amanh, no Sesi Birigi, pela Cia. deDana Philla 7, de So Paulo

    Araatuba- Com uma frmula pouco usual para o estilo, a Cia. de Dana Phila 7 apresenta o espetculo "OP1" nestefim de semana em Birigi. As sesses so gratuitas e acontecem hoje e amanh, s 20h, no Teatro Popular do Sesi."OP1" uma experincia cnica protagonizada pela luz, o vdeo, a msica e o corpo, que se interagem

    proporcionando ao pblico uma percepo diferenciada, em que a realidade e a iluso esto em contnua relao.O nome do espetculo remete Optical Art, movimento artstico baseado em grficos matemticos fixos, mas quegeram movimento e iluso de tica. A Op Art ope-se harmonia esttica da arte contempornea tradicional,visando inversamente atingir certo dinamismo que depende, muitas vezes, de estmulos visuais. A coreografia foicriada por quatro pessoas, que se responsabilizam individualmente por um suporte, que integrados, vo dar oresultado da produo."O efeito no baseado apenas no movimento da bailarina. O vdeo, a msica, a luz e a dana vo gerar um efeitode iluso de tica", explicou a diretora artstica e design de luz, Mirella Brandi.A produo tem como cenrio um telo com projees ao fundo e um linleo preto (tapete antiderrapanteutilizado em apresentaes de dana) onde realizada a coreografia solo. Uma cmera panormica capta imagensdo corpo em movimento e as projeta, simultaneamente, no telo.Os vdeos normalmente so usados como elementos cenogrficos. Nesse caso, a coreografia foi estudada a partir

    deles."A coreografia no existe sem esses elementos. Outro fator importante que ela executada ao vivo com todos oscriadores, ento os espetculos so diferentes um do outro. Selecionamos o que visvel ao espectador, e isso dum resultado diferente da coreografia crua", acrescenta.De acordo com Mirella, a proposta do espetculo sair da linguagem exclusiva do movimento do corpo e criar acoreografia a partir de outros elementos. "Misturamos a tecnologia e o corpo e criamos uma terceira camada feitaatravs da interferncia desses elementos", completou.

    Para acentuar o objetivo dessa fuso, o espetculo embalado por msica eletrnica original, composta por FbioVillas Boas. J o figurino propcio s interferncias. simples, mas funcional, vai modificando a estrutura corporal da bailarina. "s vezes perdemos a noo de como o corpo real dela, no sabemos se ela est sendo vista de frente ou de costas", diz Mirella.

    Nos espectadores a recepo parecida. "A platia fica em dvida se o que est vendo real ou est sendo criadopela tecnologia usada como interferncia", acrescenta.

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    Completam o elenco, a bailarina Lali Krotoszynski e Rodrigo Gontijo, responsvel pelo vdeo.

    FEITOS - A companhia surgiu h dois anos, com o objetivo de pesquisar novas linguagens e diferentes mdias. Osintegrantes do grupo, que trabalha com a convergncia de linguagens, so profissionais de teatro e cinema.Alm de "OP1", que foi selecionada para o Projeto Rumos Dana, do Ita Cultural, a Cia. Phila 7 realizou outras trsprodues: "Galileu Galilei", "Play on Earth" e "A Verdade Relativa da Coisa em Si", que recebeu o Prmio Funarte

    de Dramaturgia em 2005.

    SERVIOO espetculo "OP1", da Cia. Phila 7 ser apresentado hoje e amanh, s 20h, no Teatro Popular do Sesi, em Birigi. Oendereo avenida Jos Agostinho Rossi, 620, Parque Pinheiros. Os ingressos so gratuitos e devem ser retiradosuma hora antes do incio do espetculo, na bilheteria do teatro. Informaes: (18) 3642-7044 ou 3642-4346 (ramais235/212).

    POLITIQUECatherine Lalonde

    ditiondu vendredi 24 avril 2009

    Mots cls : La problmatique de l'erreur, OP1, Tangente, Danse, Montral

    Programme double Tangente, pour une soire corps et technologies. Dans une salle scinde en deux tait

    prsent successivement OP1, de la Cia Phila7 et La problmatique de l'erreur de Line Neault.

    a Cia Phila7, du Brsil, amne une proposition o la lumire est dirige avec une incroyable prcision. Unefemme de dos bouge peu et lentement, ondule et rampe. Comme costume, un tube judicieusement trou

    qu'on roule et droule pour cacher ou dvoiler. Parfois les deux, quand seins ou fesses jaillissent du tissu noir.La vido, omniprsente, joue de lignes, de rayures et de cubes blancs, noirs ou rouges. Travail de pointe: lesmotifs projets l'cran sont diffrents de ceux lancs sur le corps. Une camra dcompose la danseuse, latransforme en poulpe aux 15 jambes. La musique lectronique est comme la vido travaille en direct etaccumule les boucles jusqu' l'hypnose.

    Line Neault nous invite ensuite dans une ambiance studio o camra, projecteur, piano, lampes, ordinateurs etdes mtres de filage rduisent un espace dj restreint. Ici, tout est construit en direct et chaque spectaclesera, par la nature de la proposition, diffrent. Au dbut, le public assiste une collecte d'informations, quiseront resservis plus tard par l'interface trouble-fte qui vient tour mixer et tout dbalancer. Une danseuse, unmusicien et une scnographe btissent des scnes avec les grands panneaux noirs et blancs qui strient l'espaceou leurs corps, pendant que le logiciel vient trafiquer le rsultat. Musique, dessin, texte, vido, tout y passe,

    entrecoups de dcrochages voulus et de manipulations. Trop de manipulations pour que les transitions soientlgres. Certaines bulles cres dans cette spontanit sont dlicieuses. D'autres, beaucoup moins. Hier, lascne du cours de piano et celle du paysage taient russies, douces de simplicit. Les compositions musicalesd'ric Forget sont justes et belles, sa complicit avec la danseuse-chorgraphe est un des atouts du spectacle.Une recherche servie sans prtention, mais o on sent encore beaucoup les machines et les ttonnements.Dans ces deux propositions pourtant diffrentes, la chorgraphie s'amenuise. Est-ce parce que dans lemtissage avec la technologie, le corps devient un instrument comme un autre? Chez les Brsiliens, cetteposition entrane, malgr la beaut de la lumire, une impression de froideur. L'humour, chez Line Neault,permet d'viter ce pige, mais la gestuelle demeure simplissime.

    Et une question, en ces jours d'tats gnraux de la Danse: hier, une trentaine d'ados envahissaient Tangentepour dcouvrir la danse, pour la premire fois. Ils ont vu des propositions de recherche, pas si faciles assimiler- surtout pour OP1. On les invitait pour mieux comprendre, lire un programme o le jargon domine. Dur aussi avaler. Est-ce la faon la plus efficace d'accrocher une mare adolescente la danse contemporaine? N'est-ce

    http://www.ledevoir.com/politique/http://www.ledevoir.com/2009/04/24/http://www.ledevoir.com/2009/04/24/http://www.ledevoir.com/2009/04/24/http://www.ledevoir.com/politique/
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    pas desservir tout le monde que de les faire commencer l?

    ESPETCULO FEBRE

    Guia da FolhaTEATRODe 28 de setembro a 04 de outubroFebreEspetculo procura arqutipos no cotidianoSrgio Salvia Coelho"Febre" uma pea que assume riscos. Primeiro, o de se adequar proposta multimdia do espaoGAG (Grupo de Arte Global), um amplo quintal-bar que desde maio se prope a ser "um ploagregador e irradiador dos novos cruzamentos da arte contempornea". Assim, sem ser uma vdeo-performance, inclui em sua narrativa projees que criam um universo onrico.

    Por outro lado, vai alm da pesquisa de efeitos, propondo uma narrativa abertamente simbolista,que lembra o "Sonho", de Strindberg. Mistura de Alice e Hamlet, Diana (a intensa Roberta Youssef)faz uma jornada inicitica por traumas familiares, com uma verve potica que transborda s vezesdas imagens sintticas, mas que o carisma do Ncleo Dramax* mantm em sintonia com os"descolados" freqentadores do Gag.Marcos Azevedo, o autor-diretor, abre o peito sem medo para expor suas feridas pessoais, com acolaborao no texto de seu elenco, e procura tirar uma dimenso arquetpica da ftil elite urbana.Um pouco ingnua, um pouco hermtica, pretensiosa no bom sentido, uma pea que visa alto, sepermitindo errar.Grupo de Arte Global (r. Tito, 79, Vila Romana, tel. 3871-3671). 100 lugares. Sex. e sb.: 21h. At 10/11.90 min. 14 anos. Ingr.: R$ 20. C F I R

    Avaliao: bom

    CRTICA NELSON DE S BLOG CACILDA

    Falando em corpo e tambm em teatro ps-dramtico, termina hoje, em poucos instantes, at

    segunda ordem, a temporada de Febre _o espetculo escrito e dirigido por Marcos Azevedo

    na sede do Grupo de Arte Global, na Lapa, a trs quadras do Cacilda Becker.

    Azevedo uma das foras por trs do fascinante GAG, que no ano passado se apresentou ao

    mesmo tempo em trs partes da Terra, com Play on Earth. E que vai repetir o feito, agora comintegrao ainda maior, em poucos meses no Rio e outras. Foi o que contou o diretor Rubens

    Velloso, no dia em que fomos ver Febre.

    Como em Falso Espetculo, em Febre foram os corpos e seus movimentos que mais se

    fixaram na memria. E uma cena especial, em que a exuberncia de Ravel Cabral e Fernanda

    Franceschetto expressou em minutos a febre conflituosa do ttulo _e do mundo em convulso

    que a pea de Azevedo expressa.

    Escrito por Nelson de S s 12h20

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    6. ESPETCULO RODA

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    7. ESPETCULO WHATS WRONG WITH THE WORLD

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    8. ESPETCULO WeTudo - DesEsperando Godot

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    http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=532

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    http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/09/wetudo-desesperando-godot/http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/09/wetudo-desesperando-godot/http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=53284http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=53284http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=53284http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=53284http://guiadasemana.hagah.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/WeTudo_DesEsperando_Godot.aspx?id=53284http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/09/wetudo-desesperando-godot/
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    9. ESPETCULO Alice Atravs do Espelho

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    10.ESPETCULO O Homem da Camisa Branca Para Alm da Fresta

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    11. ESPETCULO Fausto ComPacto

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    12. ESPETCULO Crush

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    Profanaes O xtase dos comeos

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    Aparelhos de Superar Ausncias.

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    Folha de SP 27/09/2013

    Jornal Empresas e Negcios 21/09

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    Teses Acadmicas sobre o trabalho do Phila7

    As teses, publicaes e artigos completos sobre o Phila7 se encontram na pgina

    eletrnica:www.gag.art.br/teses_e_materias/

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    JANAILTON SANTOS DE SOUSA

    CENA EXPANDIDA: interferncias de mdias e multimeios no discurso potico da Cia Phila 7

    Monografia de concluso de curso apresentado ao

    curso de Licenciatura em Teatro da Universidade

    Federal do Maranho, em cumprimento s exigncias

    para obteno do grau de licenciado em teatro.

    Orientadora: Prof. Ms. Fernanda Areias de Oliveira.

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    So Lus

    2011

    RESUMO

    O presente trabalho consiste na investigao dos impactos de plataformas tecnolgicas diversas nas

    encenaes teatrais contemporneas, tendo como objeto a potica da Cia Paulistana Phila 7 e seu

    trabalho de maior efeito, a srie de espetculos Play on Earth . Para este exerccio, a pesquisa

    resgata as contaminaes no teatro pelas tecnologias, observando experincias do cenrio mundial, e

    respaldando-se nos fazeres de grandes encenadores e a maneira como estes potencializam os seus

    discursos cnicos de maneira contextual desde a metade do sculo XX at a atualidade. O trabalho

    busca ainda interagir o pensamento de importantes tericos das artes cnicas com pensadores da

    sociologia e filosofia contempornea para perceber como se d a reao do fazer artstico no

    territrio do teatro em suas especificidades com os paradigmas da contemporaneidade como a

    internet e tecnologias digitais.

    Palavras-chave:Teatro, Plataformas Tecnolgicas, Contemporaneidade, Internet.

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