portifólio adriana

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  • 1. Universidade Do Estado Da Bahia UnebDepartamento De Cincias Exatas E Da Terra DcetCampus II Alagoinhas Adriana Fernandes De Castro BaioPortflio: Descobrindo - seProfessorALAGOINHAS - BA2011.

2. Universidade Do Estado Da Bahia Uneb Departamento De Cincias Exatas E Da Terra Dcet Campus II Alagoinhas Adriana Fernandes De Castro BaioPortflio: Descobrindo - seProfessorPortflio apresentado a Universidadedo Estado da Bahia como requisitoparaconcluso doEstgioSupervisionado II do curso deLicenciatura em Cincias Biolgicas.ORIENTADORA: CLUDIA REGINA TEIXEIRADE SOUZAALAGOINHAS - BA2011. 3. Ao mestre com carinho!O professor disserta sobre ponto difcil do programa. Um aluno dorme, Cansado dascanseiras desta vida. O professor vai sacud-lo?Vai repreend-lo?No.O professor baixa a voz, Com medo de acord-lo. Carlos Drummond de Andrade 4. A que se propeEste trabalho vem relatar o perodo de estgio quecompreendeu as fases de observao e regncia e parteintegrante do estgio supervisionado II, ministrado pelaprofessora Cludia Regina Teixeira de Souzacorrespondente ao 8 semestre do curso de CinciasBiolgicas da Universidade do Estado da Bahia UNEB.Este perodo esteve compreendido entre vinte deoutubro a dois de Dezembro de 2010, no Colgio EstadualDr. Magalhes Neto, na sala 90M3 do 1 ano do ensinomdio no turno matutino com a presena de vinte e oitoestudantes regulares e que teve como regente MicheliniMelo Campos, as aulas era sempre as quartas feiras noquarto e quinto horrios com uma carga horria de duasaulas semanais. 5. O estgio necessrio formao profissional afim de adequar essa formao s expectativas do mercadode trabalho onde o licenciado ir atuar. Assim o estgiod oportunidade de aliar a teoria prtica e visa odesenvolvimento de competncias profissionais o queimplica em utilizar conhecimentos adquiridos, quer navida acadmica ou na pessoal. Dessa forma,constitui-se em importanteinstrumento de conhecimento e de integrao do futurodocente na realidade social, econmica e profissional desua rea de atuao. A proposta de estgio foi desenvolvida a partirda elaborao de planos semanais contendo seqnciasdidticas que buscaram potencializar as relaesinterativas em sala de aula e acompanhadas de propostade avaliao que seja vivel a realidade dos estudantes. 6. A Escola O Colgio Estadual Dr. Magalhes Neto estsituado 3 Travessa Jos Joaquim Leal SN, bairro PraaKennedy, na cidade de Alagoinhas Bahia. Atualmente, tem como representante legal oprofessor Jos Nilton Rodrigues dos Santos, assumindo ocargo Diretor da Instituio, assumindo a vice-direo asprofessoras Crenilda Torres Sales da Cruz e Cristina Matos,e a Coordenao Pedaggica, a professora Tnia ReginaLeite de Figueiredo. O quadro docente composto portrinta e quatro professores, todos licenciados. O corpo discente constitudo por alunosprovenientes, na sua grande maioria, de famlias de baixarenda, residentes nas proximidades do Colgio 7. OColgio est instalado numprdiorelativamente antigo e que se encontra em condiesprecrias de funcionamento devido ausncia demanuteno. Possui uma sala de Direo, uma sala deprofessores, uma secretaria, dez salas de aula, umabiblioteca, um laboratrio de informtica, uma sala decoordenao, uma cozinha, uma cantina, umalmoxarifado, um arquivo morto, uma quadra deesportes, dois banheiros em funcionamento para alunos emais um para professores e funcionrios.H monitoramento dos alunos nos corredores ereas de recreao do Colgio por meio de cmeras desegurana que so conectadas a sala do diretor.As salas de aula so bem iluminadas, arejadaspor meio de grandes janelas e possuem carteirassuficientes para o nmero de alunos de cada turma.Possui TV Pen drive e aparelhos de DVD e videocassete. 8. A turmaUma das coisasque mais me deixouapreensiva na realizao do estgio foi no conhecer aturma. O fato de no saber o perfil dos alunos e qualseria a reao da mesma em relao a minhametodologia de ensino, me apavorou. Esse pavor passoudurante o perodo de observao, onde pode se traarum perfil dos alunos.A turma era tranqila e os alunos educados,apesar de que nas aulas de observao ficamos (tantoeu, quanto eles) tmidos. A turma era composta porvinte e oito alunos, que participavam ativamente dasaulas . 9. A90M3 (1 anoEnsino Mdio)meproporcionou momentos maravilhosos , permitiram queeu descobrisse um prazer que no tinha vivenciado noestgio anterior, era maravilhosa a sensao que sentia aosair da escola e perceber que eu tinha dado uma boaaula.A nossa relao era de afetividade e respeito, oque tornou o trabalho mais prazeroso. Mesmo estando limitados por um programa, um contedo, um tempo pr - determinado, normas diversas da instituio de ensino, etc., o professor e o aluno, interagindo, formam o cerne do processo educativo. Conforme orumoquetomeo desenvolvimento desta interao, a aprendizagem do aluno pode ser mais ou menos facilitada, orientada mais para uma ou outra direo. (MASETTO, 1990, p. l13) 10. A relao professor-aluno o veculo afetivoque possibilita a significao. Ou seja, o componente maisimportante no aprendizado justamente a relaoprofessor-aluno. E isto significa dizer que sem essarelao no h aprendizagem de qualidade. 11. A Professora Ao procurar a escola para a realizao doestgio, pensamos tambm na professora regente que iranos ceder sua turma, afinal no so todos os professoresque aceitam estagirios, isso se deve ao fato de muitosno assumir a real importncia desse perodo na suaformao, prejudicando assim o trabalho do professor. Nesse estgio tive timas referncias daprofessora Michelini Melo Campos, formada em CinciasNaturais com nfase em Biologia pela Universidade doEstado da Bahia UNEB, Campus II, e o perodo doestgio s veio confirmar que ela realmente uma timadocente. Fui muito bem acolhida no momento em quesolicitei o estgio, dispondo se ela a me ajudar a qualquermomento que precisasse e foi o que de fato ocorreu. 12. No perodo de observao foi possvel verificarque a mesma apresentava domnio de sala, segurana nasaulas, trabalhava com conhecimento especfico de fatos eteorias, estimulava a anlise e reflexo, considerava asconcepes prvias dos alunos, fazia relao do assuntocom o cotidiano, cobrava participao dos alunos tantonas aulas como na resoluo dos exerccios propostos.Estava sempre presente na sala de aula, isso nome incomodava, at ajudava pois os alunos ficavam aindamais comportados. Verificava todos os planos e atividadesa serem realizadas por mim na turma e muitas vezes davasugestes para que o trabalho ficasse ainda melhor. 13. O Livro O livro utilizado durante o estgio foi Biologia,volume 1, de Jos Mariano Amabis e Gilberto RodriguesMartho, 2004, que era o livro disponibilizado pela escolapara os alunos, no entanto para algumas atividades foiutilizados outros livros, Biologia, vol. 1- C. Silva Jnior eBiologia: citologiahistologia, vol. 1 Paulino, W. R., 2005.para que fosse possvel ampliar o leque de possibilidadese contextualizao. Muitas vezes o livro didtico e a nica refernciapara o trabalho do professor, e nesse estgio no foidiferente, principalmente pelo fato de esse ser o materialdidtico que os alunos tem acesso mais facilmente e afacilidade de manuseio proporcionada pelo mesmoaumentou sua relevncia. 14. Gosteibastante do livro utilizado, poisapresentava uma leitura fcil, timas imagens e abordavaassuntos bem atuais, foi utilizado como o principalinstrumento para orientar o contedo a ser administrado,a seqnciadesses contedos,as atividades deaprendizagem e avaliao.A utilizao do livro didtico como instrumentode ensino apresenta pontos positivos, pois serve comoelemento norteador do mesmo e sua eficincia fica porconta do aproveitamento que o professor faz destematerial, porm tambm apresenta elementos negativos,como quando se torna o nico instrumento utilizado peloprofessor, pois este no d conta das especificidades, epeculiaridadesde cadaturma, 15. e de responsabilidade do professor estar em constantebusca de instrumentos e recursos que venham aenriquecer a sua prtica pedaggica, de forma a contribuirpara a formao de seus alunos. Coracini (1999) nos diz que "o livro didtico j seencontra internalizado no professor... o professor continuano controle do contedo e da forma..." reafirmando quetornar o livro eficiente ou ineficiente vai depender damaneira como o professor vai utiliz-lo no processo deensino aprendizagem.Alm desses materiais didticos foram utilizadostambm quadro branco, material impresso, TV pen drive ,mapa conceitual, etc. 16. ObservaoO perodo de observao tem o propsito deanalisar as relaes ocorridas no dia-a-dia da escolaentre professor/aluno e aluno/aluno. A Observaoconstitui a primeira fase do Estgio Supervisionado II, efoi realizada nas trs primeiras semanas. Nas primeirasaulas, a professora regente me apresentou aos alunos,sentei-me no fundo da sala e prossegui minhaobservao. Os alunos ficaram um pouco tmidos.Durante as aulas que observei pude notar que, aprofessora utilizava aula expositiva e como recursoprincipal o quadro e o livro didtico. Os alunosparticipavam bastante da aula, mostrando interesse peloassunto e um bom entrosamento com a professora, a aulaparecia um bate papo, onde alunos e professora trocavaminformaes. 17. A discusso utilizada como estratgia para o aluno confrontar suas idias com os pensamentos de seus interlocutores num processo cujo objetivo tornar mais profundos e complexos os conhecimentos que o estudante possui sobre o tema abordado (Lima & Freitas, 2000).A professora se mostrou bastante prestativa com osalunos e durante todo o processo do estgio.Ser professor no constitui uma tarefa simples,ao contrrio, uma tarefa que requer amor e habilidade.Como bem destaca Rodrigues (1997), o educador no simplesmente aquele que transmite um tipo de saber paraseus alunos, comoum simplesrepassador deconhecimentos. O papel do educador bem mais amplo,ultrapassando esta mera transmisso de conhecimentos. Afinal uma pessoa no deixa de aprenderquando exerce a funo de professor, a aprend