politicas publicas no esporte

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Breve relato das politicas publicas no esporte. Politica no esporte

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  • 1. UNIBRASIL POLITICAS PBLICAS NO ESPORTE Marcello Karla Vera Gustavo

2. Trabalho desenvolvido para materia Fundamentos histricos e filosficos da educao fisica. Prof Camille Luciane da SilvaPOLTICAS PUBLICAS NO ESPORTE 3. Misso do ME e o novo Conselho O Ministrio do Esporte responsvelpor construir uma Poltica Nacional de Esporte. Alm de desenvolver o esporte de alto rendimento, o Ministrio trabalha aes de incluso social por meio do esporte, garantindo populao brasileira o acesso gratuito prtica esportiva, qualidade de vida e desenvolvimento humano. 4. 1937 Criada diviso de educao fsica Lei n 378 de 13/03/371970 transformada em DEPARTAMENTO DE EDUCAO FSICA E DESPORTOS ainda veiculada ao Ministrio da Educao e Cultura1978 transformado em SECRETARIA DE EDUCAO FSICA E DESPORTO 5. 1990 Collor cria SECRETARIA DE DESPORTOS DA PRESIDNCIA DA REPBLICA Secretrios: Zico e Bernard1995 F.H.C criou o MINISTRIO DE ESTADO EXTRAORDINRIO DO ESPORTE Ministro Pele1998 criado o Ministrio do Esporte e Turismo O INDESP passa a ser vinculado a este rgo 6. 20002003 o INDESP extinto e substitudo pela SECRETARIA NACIONAL DE ESPORTE Lula separa Esporte e turismo 7. METAS Democratizar e universalizar o acesso ao esporte e ao lazer, na perspectiva da melhoria da qualidade de vida da populao brasileira. 8. METAS Promover a construo e o fortalecimento da cidadania, assegurando o acesso s prticas esportivas e ao conhecimento cientifico tecnolgico a elas inerente. 9. METAS Descentralizar a gesto daspolticas pblicas de esporte e de lazer. 10. METAS Fomentar a prtica do esporte de carter educativo e participativo, para toda a populao, alm de fortalecer a identidade cultural esportiva a partir de polticas e aes integradas com outros segmentos 11. METAS Incentivar o desenvolvimento de talentos esportivos em potencial e aprimorar o desempenho de atletas e para atletas de rendimento, promovendo a democratizao dessa 12. Comisses Tratava-se de antiga reivindicao de grupo de atletas olmpicos: Aurlio Miguel, Luiz Felipe Azevedo, Oscar Schmidt, Lars Grael e Torben Grael. 13. Que desde os Jogos Olmpicos de Barcelona (1992) discutiam meios para que os atletas tivessem maior participao na conduo da poltica esportiva nacional. 14. Funo das Comisses discusses sobre leis de incentivo participao do Brasil em eventosinternacionais recepo de jogos e torneios internacionais controle de doping patrocnios e iseno de impostos para aquisio de materiais 15. Programas do atual Ministrio FIFA World Cup Brasil Copa do Mundo Rio 2016 Olimpadas O site no est atualizado, desde 2007, dificultando a pesquisa para demais programas e 16. Olimpadas Escolares e Olimpadas Universitrias Criados em 2005, so jogos patrocinados peloME e o COB, de quatro em quatro anos, de acordo como o ciclo olmpico. As olimpadas escolares substituem os antigos Jogos Estudantis Brasileiros (JEBs) e as olimpadas universitrias aos Jogos Universitrios Brasileiros (JUBs). 17. Jogos da Juventude Criados em 1995, pelo ento Ministrio daEducao e Desporto, para promover a prtica de atividades esportivas de alto rendimento entre os jovens 18. Rede Cenesp Conjunto de centros e ncleos dedesenvolvimento de pesquisa cientfica e tecnolgica na rea do esporte, treinamento e aperfeioamento de atletas. 19. Descoberta do talento esportivo Criado em novembro de 2000 e rebatizadoem 2004, tem por objetivo aplicar metodologia cientfica para avaliar fisicamente jovens de 7 a 14 anos 20. Secretaria Nacional de Desenvolvimento do Esporte e de Laser SNDEL A Secretaria Nacional de Desenvolvimento doEsporte e de Laser a novidade do Ministrio do Esporte. Foi criada para atender a antiga e reprimida demanda da comunidade vinculada ao esporte de lazer ou de participao 21. Esporte alto rendimento Esporte de lazer Esporte escolar 22. Esporte escolarEsporte alto rendimentoEsporte de lazer 23. Subdiviso Departamento de Cincia e Tecnologia doEsporte Departamento de Polticas Sociais deEsporte e de Lazer 24. Conferncias Nacionais de Esporte Este movimento, ligado e estruturado pelaSNDEL, bem como ao prprio desenvolvimento da Rede Cedes, procura fortalecer a categoria do esporte como lazer ou esporte participativo 25. Programa Esporte e Lazer da Cidade Visa dar acesso a atividades esportivas,artsticas, prticas corporais e de lazer a todas as faixas etrias por meio do fomento implantao, reforma, ampliao e modernizao de infraestrutura esportiva. 26. Jogos dos povos indgenas Programa criado em 1996 e realizado de doisem dois anos pelo ME em parceria com estados e municpios 27. Rede Cedes/Cedime institutos de pesquisa e sociedades cientficas(Ncleos Cedes) para fomentar a produo e a difuso do conhecimento cientficotecnolgico 28. Secretaria Nacional de Esporte Educacional SNEE/Segundo Tempo Implantado em meados de 2003, recebeueste nome por ser conjunto de atividades aplicadas no contra-turno escolar 29. Projetos esportivos sociais So projetos realizados pela parceria entre oMinistrio do Esporte e o Conselho Nacional dos Direitos da Criana e do Adolescente (CONANDA) 30. Recentes Leis para o esporte Bolsa Atleta Lei de Incentivo Fiscal Timemania 31. Bolsa Atleta Teve origem em 2001. A propostainicial foi de sua criao por Medida Provisria que tambm reformaria a legislao do jogo do bingo e destinaria 9% de sua arrecadao para o esporte. 32. Dadas a dificuldadesenvolvendo o Jogo do Bingo, a proposta ficou em compasso de espera. 33. Retomada em 2004, no PL n22/2004, de autoria do ento Ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz, a Lei 10.891 foi sancionada em 09/07/2004, mas implementada em janeiro de 34. As condies para o benefcio soa vinculao dos candidatos a alguma entidade de prtica esportiva, o no recebimento de patrocnio de pessoas jurdicas, pblicas ou privadas, alm da participao, no ano anterior, de competio esportiva no Brasil ou 35. Categorias Estudantil (R$ 300) Nacional (R$ 750) Internacional (R$ 1.500) Olmpica e Paraolmpica (R$2.500) 36. O nmero de Bolsas mais que dobrou de 2007para 2008, chegando a 2.172. Os gastos com o programa passaro R$ 13milhes para uma estimativa de R$26,4 milhes at o fim de 2008 (CAMPO_DESPORTIVO, 2007). 37. Lei de Incentivo Fiscal Depois de anos sendodiscutida na Cmara e no Senado, foi aprovada a Lei n. 11.438, de 29/12/2006, tambm conhecida como Lei de Incentivo ao Esporte. 38. O pargrafo 1 determina aprioridade para projetos que promovam a incluso social por meio do esporte, preferencialmente em comunidades de vulnerabilidade social. O pargrafo 2 veda a remunerao a atletas profissionais (BRASIL, 2006B). 39. Timemania Objetiva injetar receita nosclubes de futebol que recebero 22% da arrecadao da loteria. 40. Os clubes so divididos emquatro grupos considerando o Campeonato Brasileiro de 2007 (as equipes da Srie A ficam no grupo 1; da Srie B no grupo 2; da Srie C no grupo 3 e os demais clubes esto no grupo 41. O percentual dividido da seguinte forma: a) 20% do total de recursos arrecadados emcada sorteio: - 65% em partes iguais, entre os integrantes do grupo 1; - 25% em partes iguais, entre os integrantes do grupo 2; - 8% em partes iguais, entre os integrantes do grupo 3; - 2% em partes iguais, entre os integrantes do grupo 4; 42. b) 2% para o "Clube do Corao"O percentual do total dos recursos arrecadados em cada sorteio sero distribudos entre os times de futebol profissional integrantes dos grupos 1, 2 e 3, conforme respectiva proporo de apostas indicadas como Time do Corao. 43. A estimativa que os clubes da Srie A, quefazem parte do grupo I, consigam uma receita, em mdia, de R$ 300 mil por ms para quitar as dvidas com a loteria. 44. A Timemania tambm destinar parte daarrecadao para reas prioritrias para o desenvolvimento do pas, na seguinte proporo: 3% para o Ministrio do Esporte, 3% para o Fundo Nacional de Sade, 3% para o Fundo Penitencirio Nacional (FUNPEN), 2% para o Comit Olmpico Brasileiro e Comit Paraolmpico Brasileiro e 1% para a Seguridade Social, alm de 13,8% a ttulo de Imposto de Renda. 45. A Timemania uma loteria criada peloGoverno para ajudar os principais clubes brasileiros a pagar os dbitos fiscais com a Unio (INSS, FGTS, Receita Tributria, Receita Previdenciria e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional) 46. Uso de recursos Vendas 4% 15%totoal EAR14%total educacional 67%total participativototal neutro 47. A evoluo dos gastos para todo o perodo (1995-2007 48. O legado do Pan de 2007 Os Jogos Pan e ParaPan Americanos foramrealizados respectivamente entre 13 e 29 de julho e 12 e 19 de agosto de 2007 na cidade do Rio de Janeiro 49. Sntese para o perodo 19952007 50. O futebol O perodo compreendido entre o governo deFHC e o atual governo Lula marcado por intensa atividade do grupo representativo da modalidade futebol (clubes, federaes, CBF e seus representantes no Congresso Nacional a bancada da bola). 51. Bibliografia Material fornecido Ministrio do esporte Caixa Economica