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PROJECT MANAGEMENT:Rumo s prximas fronteirasO Setor Bioenergtico em TransformaoDas Melhores Prticas de Engenharia s Melhores Prticas em Gesto de Projetos Carlos Leger Sherman PalmerCarlos.sherman@nextautomation.com.br

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OBJETIVOS Panorama Energtico Global;Definio conceitual de Bioenergia;Apresentar a situao atual e as perspectivas para o Setor de Bioenergia (Etanol, Biodisel, Energia Eltrica) na Matriz Energtica Nacional;Por dentro da Indstria Sucroalcooleira (Acar e Etanol) e das Termeltricas de Bagao de Cana;Mostrar as oportunidades para profissionais em PM dentro do setor.DIRETOS

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OS OBJETIVOS Economia Sustentvel e Renovvel (LCA);Otimismo em Tempo de Crise;Ecologia;Human Being;Fair Play;Indiretos...

3Anlise do ciclo de vida (ACV) ou "anlise ambiental do ciclo de vida" uma ferramenta que permite a quantificao das emisses ambientais ou a anlise do impacto ambiental de um produto, sistema, ou processo. Essa anlise feita sobre toda a "vida" do produto ou processo, desde o seu incio (por exemplo, desde a extrao das matrias-primas no caso de um produto) at o final da vida (quando o produto deixa de ter uso e descartado como resduo), passando por todas as etapas intermedirias (manufatura, transporte, uso). Por essa razo, esta anlise tambm chamada de "anlise do bero cova". EtapasDefinio do escopo e objetivo Anlise de Inventrio de Ciclo de Vida (life cycle inventory - LCI) Avaliao do Impacto de Ciclo de Vida (life cycle impact assessment - LCIA) Interpretao [editar] Tipos de ACVAnlise do ciclo de vida de produtos (Product LCA) Anlise do ciclo de vida energtico (Energy LCA) Anlise do ciclo de vida de infraestrutura e construes (Infrastructure LCA) Anlise do ciclo de vida das cidades (City LCA) [editar] Padronizao dos procedimentosA ACV regulada por normas internacionais como a srie ISO 14040 de Gesto ambiental.ISO 14040: Princpios e Estrutura ISO 14041: Definies de escopo e anlise do inventrio ISO 14042: Avaliao do impacto do ciclo de vida ISO 14043: Interpretao do ciclo de vida ISO TR 14047: Exemplos para a aplicao da ISO 14042 ISO TS14048: Formato da apresentao de dados ISO TR 14049: Exemplos de aplicao da ISO 14041 para definio de objetivos e escopo e anlise de inventrio

PANORAMA ENERGTICO GLOBALA demanda projetada de energia no mundo aumentar 1,7% ao ano at 2030, quando alcanar 15,3 bilhes de toneladas equivalentes de petrleo (TEP/TOE), segundo Instituto Internacional de Economia (Michael Mussa, 2003); Em condies ceteris paribus, sem alterao da matriz energtica mundial, os combustveis fsseis responderiam por 90% do aumento projetado na demanda mundial, at 2030;O esgotamento progressivo das reservas mundiais de petrleo uma realidade. A Bristish Petroleum, em seu estudo Reviso Estatstica de Energia Mundial, diz que as reservas mundiais de petrleo duraro 41 anos, gs natural, 67 anos, e as reservas brasileiras de petrleo, 18 anos;A Bioenergia pode alterar este quadro.Projees

4Coeteris paribus uma expresso do Latim que pode ser traduzida por "todo o mais constante" ou "mantidas inalteradas todas as outras coisas".A condio Ceteris Paribus, usada na economia para fazer uma anlise de mercado da influncia de um fator sobre outro, sem que as demais variveis sofram alteraes.Por exemplo: Um aumento de preo de um determinado produto causa uma reduo na procura, "ceteris paribus", pois se a renda do consumidor aumentar tanto quanto o preo do produto em questo a procura se manter estvel.

PANORAMA ENERGTICO GLOBAL

Composio da Matriz Energtica

Fontes:

5A matriz energtica mundial tem participao total de 80% de fontes de carbono fssil, sendo 36% de petrleo, 23% de carvo e 21% de gs natural. O Brasil se destaca entre as economias industrializadas pela elevada participao das fontes renovveis em sua matriz energtica. Privilgios da natureza, como uma bacia hidrogrfica contando com vrios rios de planalto, fundamental a produo de eletricidade (14%), e o fato de ser o maior pas tropical do mundo, um diferencial positivo para a produo de energia de biomassa (23%).

BIOENERGIA A abundante vida vegetal do nosso planeta armazenadora da energia solar e de substncias qumicas, sendo um recurso renovvel que chamamos de BIOENERGIA. Assim, todos os organismos biolgicos que podem ser aproveitados como fontes de energia, so chamados de Biomassa: a cana-de-acar, o eucalipto, a beterraba (dos quais se extrai lcool), o biogs (produzido pela biodegradao anaerbica existente no lixo e dejetos orgnicos), lenha e carvo vegetal, alguns leos vegetais (amendoim, soja, dend), etc.

Qual a Definio de Bioenergia???

Fonte:

6No se trata de esoterismo ou algo que o valha... Colaborao de minhas filhas... Keith perguntou para a Lul...

BIOMASSA A BIOMASSA formada pela combinao de dixido de carbono da atmosfera e gua na fotossntese clorofiliana, que produz os hidratos de carbono - a energia solar armazenada nas ligaes qumicas dos componentes estruturais da Biomassa. Se a Biomassa for queimada de modo eficiente, h produo de dixido de carbono e gua. Portanto, o processo cclico e dizemos que a Biomassa um recurso renovvel.

Definio...

Fonte:

7E o quem vem a ser Biomassa??? Mais uma vez a Lul acerta em cheio...

BIOENERGIA Atualmente, a Bioenergia representa 10% da oferta global de Energia Primria, cujo uso tradicional da biomassa (por exemplo, lenha) em pases em desenvolvimento representa a maior porcentagem. No entanto, o emprego tecnolgico de biomassa est crescendo, especialmente nos pases industrializados, devido preocupao crescente em relao s mudanas climticas e segurana energtica, alm dos recentes aumentos dos preos do petrleo.

No entanto, o potencial e os diferentes tipos de aplicao das diversas fontes de energia provenientes de Biomassa variam enormemente, bem como os impactos scio-ambientais de sua produo e aplicao. Em particular, h maior preocupao com o uso de Biocombustveis no Setor de Transporte, diferente do uso relativamente seguro da Biomassa em Usinas para Produo de Calor e Eletricidade.Advertncia...

Fonte:

8A posio do Greenpeace

BIOENERGIA

Cadeia Produtiva

Fontes:

9Tcnicas Agrcolas, ou de produo de biomassa... Logstica, tratamento, acondicionamento e transporte da biomassa... Converso ou Processamento... Despacho de produtos... Cadeia scio-econmica, aspectos sociais e econmicos, polticas pblicas, LCA, regulamentaes, aspectos tnicos, cadeia de valor e conhecimento, cadeia de recursos...

BIOCOMBUSTVEIS Os combustveis fsseis foram descobertos em Titusville, Lousiana em 1859, e o seu uso tornou-se imperioso. Mas a crena de que o petrleo nunca iria acabar, est sendo contestada. Seu fim estimado dificilmente ser alcanado, pois seu custo se tornar proibitivo, e deixar de ser competitivo em relao outras fontes energticas;O francs Rudolf Diesel (1897), iniciou seus testes para patente do motor de combusto interna com pistes, utilizando leo de amendoim (Biocombustvel); diversos cientistas tm se dedicado tarefa de melhorar a produo e o uso de biomassa para fins energticos.

Qual a importncia dos Biocombustveis?

10Combustveis fsseis so imprescindveis para a sociedade industrializada moderna... A idia de produzir combustveis renovveis vem acompanhando a humanidade j h algum tempo...

BIOCOMBUSTVEIS

O que Etanol?

Fonte:

11Fonte Grfico: Elaborao D. L. Gazzoni

BIOCOMBUSTVEIS Energeticamente positivo: a quantidade de energia requerida no processo menor do que a energia gerada na forma de Etanol;Ecolgico: seqestra mais CO2 da atmosfera do que devolve atravs de motores de combusto interna;O Futuro aponta para combustveis lquidos: sendo a alternativa clara em termos de volume, densidade de energia e facilidade de transporte, etc.;O Futuro dos Transportes: Motores Eltricos, Clulas de Hidrognio, e o Etanol fornecendo o Hidrognio;Em 2007, Brasil, frica do Sul, China, Estados Unidos, ndia e a Unio Europia anunciaram, na sede da ONU em New York, a criao do Frum Internacional de Biocombustveis. Com o objetivo aumentar a eficincia na produo, na distribuio e no consumo em escala mundial (commodity internacional).Vantagens na Produo de Etanol de CanaFonte:

12Gases como hidrognio tem uma densidade muito baixa a presses atmosfricas. Para um quilo de hidrognio, ou se tem um tanque gigantesco em volume, ou se armazena o hidrognio a uma presso alta. O problema que presso alta implica a necessidade de uma tanque com paredes grossas para agentar a diferena de presso entre o interior do tanque e o exterior, e isso implica (de novo) mais peso. Alm disso tem a energia gasta na compresso, e na fabricao dos materiais.A outra alternativa o combustvel slido. Neste caso o problema como ter uma combusto homognea (o que implica pulverizar o slido de uma maneira segura e barata) e o problema de "packing" e transportation, e a reteno de umidade.A alternativa clara em termos de densidade, densidade de energia e facilidade de transporte, etc., o combustvel lquido.

BIOCOMBUSTVEIS

Cana x Gros na produo de Etanol

O Etanol derivado de gros no vivel economicamente;Os Gros so essenciais como fonte alimentar;Os preos dos gros tem acompanhado a subida nos preos dos combustveis enquanto o acar tem se mantido estvel;New York Times: Brasil se tornou reino do lcool.

Fontes:

13Oxfam ONG... New York Times...

BIOCOMBUSTVEIS

A Dana do Petrleo... E dos Alimentos...

Fontes:

Comida no prato ou no motor? Desde 2005, os Biocombustveis feitos com gros tornaram-se importantes para os pases ricos; Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute, prev o preo da comida e o do petrleo estaro amarrados: Sempre que a cotao da comida for menor que a do combustvel, os gros e os recursos naturais seguiro para o setor energtico;