PLANO TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO ?· Brasil e de Portugal em que a extração e exportação do…

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<ul><li><p>PLANO TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL E SOLIDRIO PTDSS </p><p>Territrio Piemonte da Diamantina Piemonte da Diamantina Bahia Janeiro de 2017 </p></li><li><p>PLANO TERRITORIAL DE </p><p>DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL E </p><p>SOLIDRIO PTDSS </p><p>Territrio Piemonte da Diamantina </p><p>Piemonte da Diamantina Bahia </p><p>2017 </p></li><li><p>Organizador </p><p> Consultor </p><p>Paulo Henrique Muricy Nunes Junior </p><p>Parceiros </p><p>Associao Comunitria da Grota do Brito </p><p>Associao de Ao Social e Preservao das guas, Fauna e Flora da Chapada Norte </p><p>Companhia de Desenvolvimento e Ao Regional - CAR - Lara Micia A. Mascarenhas Sena </p><p>Cooperativa de Trabalho e Assistncia a Agricultura Familiar e Sustentvel do Piemonte - Farnesio Braz, Leonardo Lino Carvalho </p><p>Ncleo de Pesquisa e Extenso NUPEX Mercejane D. Almeida </p><p>Secretaria de Cultura do Estado da Bahia - Inaiara Lima de Souza Nunes </p></li><li><p>Piemonte da Diamantina, Bahia Janeiro de 2017 </p><p>O Colegiado de Desenvolvimento Territorial Sustentvel do Piemonte da Diamantina CODETER/ TIPD apresenta a todos/as o Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentvel e Solidrio PTDSS. Trata-se da construo coletiva de um instrumento que consolida o que j foi elaborado no Territrio Piemonte da Diamantina, por meio de escutas municipais e territoriais, Conferncias de mbito territorial e dos diversos setores sociais. Toda esta produo foi feita ao longo de anos e agora est sendo reciclada, atualizada e consolidada num novo instrumento de planejamento para o desenvolvimento sustentvel do Territrio. </p><p>A poltica Territorial na Bahia uma abordagem para o desenvolvimento, a qual prescinde da compreenso do conjunto das instituies presentes no territrio sobre o seu significado estratgico. Pensar em termos territoriais significa pensar de maneira estrutural e articulada sobre os problemas e as possveis solues, articulando foras, atores, instituies, oportunidades, empenhos dos cidados e cidads, para superar obstculos que impedem o conjunto dos municpios do territrio de se desenvolverem. </p><p>O CODETER acredita que o PTDSS nos remete ao sentimento da necessidade de firmarmos compromissos, alm de ser uma forma de manifestarmos quem somos, o que queremos, qual entendimento ns temos da realidade, que caminhos vamos percorrer para estabelecer nosso modo de vida rural e urbana com abundncia, justia social e cidadania. </p></li><li><p>SUMRIO </p><p> APRESENTAO CAPTULO 1 DIAGNSTICO DO TERRITRIO 1.1 HISTRICO DO TERRITRIO DE IDENTIDADE PIEMONTE DA DIAMANTINA 1.1.1 HISTRICO DE JACOBINA E REGIO 1.1.2 ACERVOS GEOLGICO, ARQUEOLGICO E HISTRICO-CULTURAL DO PIEMONTE DA DIAMANTINA 1.1.3 MARCO REGULATRIO TERRITORIAL DA BAHIA 1.2 CARACTERSTICAS DO TERRITRIO 1.3 DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL DO TERRITRIO CAPTULO 2 MATRIZ DE OBJETIVOS, ESTRATGIAS E METAS 2.1 DESCRIO SOBRE OS EIXOS DE DESENVOLVIMENTO 2.2 MATRIZ DE AES CAPTULO 3 GESTO, ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DO PTDSS 3.1 DESCRIO SOBRE OS INSTRUMENTOS E ESTRATGIAS PARA A GESTO DO DESENVOLVIMENTO REFERNCIAS </p></li><li><p>APRESENTAO </p><p>O PTDSS Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentvel e Solidrio do Piemonte </p><p>da Diamantina se constitui como principal instrumento de planejamento de curto, </p><p>mdio e longo prazo e configura-se como suporte para a gesto do desenvolvimento </p><p>do Territrio de Identidade Piemonte da Diamantina - TIPD. Ele foi elaborado de forma </p><p>democrtica e participativa, com amplo protagonismo do Colegiado de </p><p>Desenvolvimento Territorial Codeter/TIPD, em especial de suas Cmaras </p><p>Temticas, apoiado por equipe externa de consultoria e apoio incondicional de </p><p>instituies parceiras, ativistas e militantes sociais. </p><p>Apesar do processo de construo de planos territoriais ter iniciado na Bahia entre os </p><p>anos de 2004 e 2010, s agora o TIPD apresenta a sua primeira verso, embora </p><p>possua documentos resultantes de atividades territoriais como as Conferncias de </p><p>Desenvolvimento Rural, Cultura, Meio Ambiente, e as Conferncias Setoriais de </p><p>Mulheres, da Juventude, de Assistncia Tcnica e Extenso Rural - Ater, de </p><p>Segurana Alimentar e Nutricional SAN, e de Povos e Comunidades Tradicionais, </p><p>dentre outras, que apontam objetivos, diretrizes e estratgias de desenvolvimento </p><p>sustentvel do territrio. </p><p>A elaborao deste Plano Territorial decorre da necessidade e orientao da II </p><p>Conferncia Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentvel e Solidrio - CNDRSS </p><p>realizada em 2013 e em conformidade com a resoluo n 100 de 22/12/2014 do </p><p>Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentvel Condraf. </p><p>O PTDSS do TIPD est estruturado em trs captulos: Captulo 1 Diagnstico do </p><p>Territrio, apresentando o histrico regional, marcos regulatrios da sua criao, as </p><p>caractersticas e informaes sobre o desenvolvimento do Territrio; Captulo 2 - </p><p>Matriz de Objetivos, Estratgias e Metas, fazendo uma breve descrio sobre os eixos </p><p>do desenvolvimento (Desenvolvimento Econmico, Estrutura Fundiria e Acesso a </p><p>Terra, Formao Cidad e Organizao Social, Infra Estrutura e Servios Pblicos, e </p><p>Gesto de Recursos Hdricos) e a Matriz das Aes; Captulo 3 - Gesto, </p><p>Acompanhamento e Monitoramento do PTDSS, descrevendo as estratgias para a </p><p>gesto do desenvolvimento; e Referncias. </p></li><li><p>1 DIAGNSTICO DO TERRITRIO 1.1 Histrico do Territrio de Identidade Piemonte da Diamantina </p><p>O ciclo da minerao importante para a histria da regio, perodo da histria do </p><p>Brasil e de Portugal em que a extrao e exportao do ouro dominava a dinmica </p><p>econmica da colnia. Neste perodo, o processo de povoamento se intensificou com </p><p>a busca incessante por metais preciosos. Alm disso, a regio das proximidades do </p><p>que chamamos de Piemonte da Diamantina, passou a constituir importantes ncleos </p><p>de povoamento, configurando assim reas de intensa circulao de mercadorias e </p><p>pessoas. </p><p>A histria de Jacobina-Bahia, muncipio que originou os outros 08 municpios do </p><p>Territrio, indicia que j era habitada desde o Descobrimento pelos ndios sapois, </p><p>paiais, tocs, secaquerinhens, todos pertencentes ao grupo dos Quirirs, formando a </p><p>grande nao dos Tapuias em toda a regio de vegetao baixa e espinhosa que </p><p>formava o serto. A posterior ocupao do Territrio testifica- se em relatos datados </p><p>do final do sculo XVII (1682), com o incio do desbravamento do territrio por </p><p>aventureiros em busca de metais preciosos, foram ento encontradas jazidas de </p><p>salitre, ainda muito exploradas na primeira dcada e logo sucedidas pelos primeiros </p><p>relatos do ouro abundante encontrado na regio (AZEVEDO, 1996). </p><p>Um dos seus principais componentes geogrficos naturais a Serra do Tombador, </p><p>que corta o Territrio ao meio perfazendo um marco divisor de guas, delimitando </p><p>duas bacias hidrogrficas, Salitre e Itapicuru, e tendo os seus municpios ao sop ou </p><p>p do monte (piemonte) dessa cordilheira que a entrada da Chapada Diamantina </p><p>pelo lado norte, sendo essa caracterstica responsvel pela denominao de </p><p>Territrio de Identidade Piemonte da Diamantina. </p><p>1.1.1 Histrico de Jacobina e regio </p><p>Segundo o grande sertanista Theodoro Sampaio, o topnimo Jacobina, Jaccuabynna, </p><p>Jacuabina, uma palavra indgena que significa Campo Limpo, uma aluso ao </p><p>pediplano sertanejo visto das Serras de Jacobina. Toda extenso das Serras de </p><p>Jacobina, aproximadamente 200km, era ocupado, antes do colonizador, por </p></li><li><p>populaes originrias, chamados de ndios Payays. Considerados por muitos como </p><p>muralhas humanas, impedindo a colonizao do interior da Capitania Real por </p><p>sculos, somente na metade do sculo XVII foram dizimados pelos oficiais da coroa </p><p>portuguesa. </p><p>A cidade de Jacobina, abre-se em meio a grandes paredes, serras aurferas e grutas, </p><p>em meio s guas dos lagos rios e variadas cachoeiras. Rico tambm o patrimnio </p><p>histrico e cultural desta que a Cidade do Ouro; herana dos tempos de explorao </p><p>das minas, que atraam numerosos exploradores. </p><p>A descoberta de prata nas Serras de Potos, no Peru, pelos espanhis em 1545, </p><p>mostrou ao mundo colonial, pela primeira vez, metais preciosos em abundncia, e </p><p>rapidamente a prata se torna a principal moeda de troca comercial e o metal mais </p><p>ambicionado pelos conquistadores ibricos. A coroa portuguesa no teve a mesma </p><p>sorte. </p><p>A descoberta e explorao do ouro em Jacobina data da segunda metade do sculo </p><p>XVI, iniciando o primeiro ciclo de ouro no usufrudo pelo Imprio Portugus, sendo </p><p>Gabriel Soares de Souza um dos primeiros a acender as minas, sendo responsvel </p><p>pela primeira Corografia do Brasil em 1587. Ele e seu irmo, e mais um primo, </p><p>Melchior Dias Moreya 1, so responsveis pelas primeiras exploraes de ouro na </p><p>regio1. </p><p>Com o consentimento de Felipe II, Gabriel Soares de Souza parte de Madri com a nau </p><p>Grifo Dourado e 360 oficiais reais, os quais iriam ocupar os cargos da administrao </p><p>do novo distrito mineiro que iria erigir em Jacobina, onde Gabriel Soares seria </p><p>encabeado como Marqus das Minas, nico possuidor dos roteiros que conduzia as </p><p>anunciadas riquezas. Por volta de 1591, adentram novamente pela parte sul das </p><p>Serras de Jacobina em direo as Minas de Jacobina, onde fundariam a primeira Vila </p><p> 1 Esse sub-captulo inteiramente baseado em: CARVALHO, Fbio O., BUSQUEDA E EXPLOTACIN DE </p><p>METALES EN EL BRASIL COLONIAL: La colonizacin de los sertes de Jacobina - Baha entre los siglos XVI </p><p> XVIII, Dissertao de Mestrado, Universidade Autonoma de Madrid, Espanha, 2010. </p></li><li><p>mineira do Brasil. </p><p>A histria nos conta que foram dizimados pelos payays. Com a notcia do incidente, </p><p>e de posse dos roteiros, seu primo Melquior Dias Moreya organiza uma Bandeira e </p><p>faz entrada em busca de Gabriel Soares, permanecendo oitos anos em Jacobina, at </p><p>que, dado como morto, aparece em sua fazenda em Tatuapar. </p><p>Logo aps, segue para Espanha por volta de 1605, reclamar ao Rei os ttulos e honras </p><p>a que tinha direito como descobridor, informando a Felipe III ser possuidor dos roteiros </p><p>que levariam a coroa a riquezas muito maiores que Biscaia, mina de ferro responsvel </p><p>pelos maiores dividendos aos cofres reais do perodo. Mas seu pedido no foi </p><p>atendido. </p><p>O fato que Belchior Dias Moreira2 morre no comeo do sculo XVII sem revelar o </p><p>local das Minas de Jacobina, gerando o mito das Minas de Prata, histria essa </p><p>romantizada em uma novela histria de Jos de Alencar, As Minas de Prata, com </p><p>lanamento na segunda metade do sculo XIX. </p><p>O segundo ciclo de minerao em Jacobina se inicia a partir da segunda metade do </p><p>sculo XVII, onde a regio passou a ser povoada, vindo a surgir os primeiros </p><p>adensamentos humanos e as primeiras mineraes de ouro em Jacobina, aps a </p><p>vitria do colonizador nas Guerras Justas. Contudo, desde o comeo deste sculo, </p><p>o avano do gado pela parte norte das Jacobinas, ou seja, no entorno norte das </p><p>Serras de Jacobina, a penetrao do interior baiano com currais de gado foi intensa. </p><p>Sabemos que por volta de 1666, o missionrio flamengo Jacob Roland, acompanhado </p><p>de outro telogo, Joo de Barros, funda a Misso de So Francisco Xavier Misso </p><p>de Jacobina onde edificam uma Igreja de Santo Antnio, e onde em 1683 o </p><p>Arcebispo da Bahia cria a Freguesia de Santo Antonio de Jacobina. </p><p> 2 Melchior Dias Moreya troca seu nome para Belchior Dias Moreira antes de sua viagem Espanha. </p></li><li><p>Nas Minas recm descobertas, logo se instala a Igreja Matriz de Santo Antonio em </p><p>1705, e em 1706 instalada a Misso do Bom Jesus da Glria. A presena do negro </p><p>tambm bastante importante na regio, diversas so as ordens para aprision-los, </p><p>marcando sua forte presena na regio, como a ordem emitida ao Capito do Mato </p><p>Domingos Gonalves Ferreira, que lhe ordena aprisionar os quilombos e mocambos </p><p>em Jacobina. </p><p>Logo em 1720, Jacobina passa ter privilgio de Vila, com topnimo de Vila de Santo </p><p>Antnio de Jacobina, passado a possuir os mais altos cargos da administrao </p><p>colonial. A Casa da Torre em conjunto com a Casa da Ponte, redefiniram por sculos </p><p>a organizao espacial de Jacobina. </p><p>Certamente, o comeo do sculo XVIII foi um dos mais intensos da Bahia, onde </p><p>ocorreu um rpido deslocamento de populaes para o interior, e o declnio na </p><p>economia da cidade de Salvador pela escassez de mo de obra escrava, que </p><p>progressivamente ia sendo deslocada para as Minas de Jacobina. </p><p>Por outro lado, o crescente aumento do contingente de aventureiros que adentravam </p><p>os sertes em busca de enriquecimento fcil, gerava um clima de desordens e </p><p>tumultos, at a instalao da Vila em 1724, com a construo da Cmara Municipal, </p><p>ainda existente. Pela Proviso de 13 de maio de 1726 foi ordenada a construo de </p><p>duas Casas de Fundio, uma em Jacobina e outra em Rio de Contas. Com a </p><p>instalao da Casa de Fundio em Jacobina, provavelmente no Solar das Almas, na </p><p>Praa Rio Branco, aos finais de 1727. </p><p>Em 1755, a Casa de Fundio transferida para as Minas Novas de Arassuay, no </p><p>norte de Minas Gerais, marcando o grande declnio na arrecadao do quinto em </p><p>Jacobina. Em 1758, a sede da Freguesia de Jacobina instalada. Em 1759 se constri </p><p>a Igreja de Nossa Senhora da Conceio, ano de expulso dos jesutas do Brasil. </p><p>Aps a proclamao da repblica, a Vila de Santo Antnio de Jacobina perde </p><p>substancialmente seu territrio, que por todo o perodo colonial, abarcava quase todo </p><p>interior da Bahia, grande parte de Minas Gerais e partes dos estados de Sergipe e </p><p>Pernambuco. Uma extenso territorial to vasta que era maior que muitos reinos da </p></li><li><p>Europa. Ao final do sculo XIX, uma lei de 28 de julho de 1880 eleva a Vila de Santo </p><p>Antnio de Jacobina a categoria de cidade, com topnimo de Cidade Agrcola de </p><p>Santo Antnio de Jacobina. </p><p>1.1.2 Acervos geolgico, arqueolgico e histrico-cultural do Piemonte da </p><p>Diamantina </p><p>Em relao ao acervo histrico-cultural verifica-se a presena de antigos casares, </p><p>igrejas centenrias, runas, stios histricos e arqueolgicos e a Estrada Real - </p><p>caminho oficial, nico autorizado para a circulao de pessoas e mercadorias no </p><p>perodo colonial - um smbolo deste perodo, podendo ser considerada um patrimnio </p><p>histrico, cujo resgate e valorizao poder contribuir significativamente para o </p><p>desenvolvimento territorial. </p><p>O Territrio Piemonte da Diamantina expresso de patrimnios materiais e </p><p>imateriais em sua maioria desconhecidos por sua populao e do pblico em geral. </p><p>Do ponto de vista arqueolgico, registra-se a ocorrncia de fsseis de animais da </p><p>megafauna, ou seja, animais de grandes propores, mais especificamente, animais </p><p>pr-histricos que desapareceram no final do perodo Pleistoceno, Idade Gelesiana. </p><p>No territrio, de acordo com o Bahia Arqueolgica, foram registrados cerca de nove </p><p>stios arqueolgicos, distribudos quase uniformemente nos municpios de Mirangaba, </p><p>Jacobina, Ourolndia, Sade e Umburanas, onde foram encontrados e classificados </p><p>utenslios em arte rupestre associados ao perodo Pr-Histrico que aponta vestgios </p><p>da ocupao humana na regio h milnios. </p><p>Quadro 1. Stios Arqueolgicos nos municpios do Territrio de Identidade do Piemonte da </p><p>Diamantina: </p><p>MUNICPIOS DO </p><p>TERRITRIO </p><p>PIEMONTE DA </p><p>DIAMANTINA </p><p>Jacobina Mirangaba Ourolndia Sade Umburanas </p><p>STIOS </p><p>RUPESTRES </p><p>ARQUEOLGICOS </p><p>Morro Sto. </p><p>Antnio </p><p>(BR 324) </p><p>Gruta de Sto. </p><p>Antnio </p><p>Grota do </p><p>Veinho </p><p>Serra da </p><p>Santa Cruz </p><p>Poo da </p><p>O...</p></li></ul>