plano geral de atuação - 2011

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1. Florianpolis 2011 2. 4 Elaborao Procuradoria-Geral de Justia, assessorada pelos Centros de Apoio Operacional e pelo Centro de Estudos e Aperfeioamento Funcional, com a participao dos Procuradores e Promotores de Justia e do Conselho Consultivo de Polticas e Prioridades Institucionais. (48) 3229.9001 | pgj@mp.sc.gov.br | www.mp.sc.gov.br | www.youtube.com.br/ ministeriopublicosc Projeto grfico e editorao Coordenadoria de Comunicao Social (48) 3229.9011 | comso@mp.sc.gov.br Reviso gramatical Tatiana Wippel Raimundo Impresso: Grfica e Editora Papelaria Olivieri Ltda. Tiragem: 750 exemplares Catalogao: Clarice Martins Quint (CRB 14/384) 3. 5 I APRESENTAO.......................................................................................... 7 II O NEGCIO E A MISSO DO MINISTRIO PBLICO....................... 8 III A VISO DO MINISTRIO PBLICO.................................................... 8 IV VALORES DO MINISTRIO PBLICO.................................................. 9 V DESAFIOS.................................................................................................... 9 1. Cidadania e Fundaes................................................................................10 1.1. Promover a implantao de polticas pblicas com vistas preveno ao uso, ao tratamento e a reinsero social de usurios de drogas......................................10 1.1.1. Atuao coordenada junto ao poder pblico.........................................10 1.1.2. Programa de Orientao e Vistoria nas Comunidades Teraputicas.....11 1.1.3. Capacitao dos Membros e Servidores sobre o combate s drogas ilcitas .....................................................................................................................11 2. Consumidor..................................................................................................12 2.1. Promover a proteo da sade e segurana do consumidor..................................12 2.1.1. Atuao para combater o uso indiscriminado de agrotxicos em alimentos ..........................................................................................................12 2.1.2. Programa de Proteo Jurdico-Sanitria dos Consumidores de Produtos de Origem Animal.................................................................................12 2.2. Ampliar o efetivo atendimento ao consumidor com a interao entre seus rgos de defesa....................................................................................................13 2.2.1. Atuao para ampliao da efetividade no atendimento aos interesses do consumidor......................................................................................13 2.3. Combater a clusulas contratuais e prticas abusivas......................................13 2.3.1. Combater irregularidades no servio de telefonia ................................14 2.3.2. Combater irregularidades no fornecimento de gua e coleta de esgoto. ..............................................................................................................14 2.3.3. Programa Combustvel Legal....................................................................14 2.4. Defender a concorrncia......................................................................................15 2.4.1. Atuar no combate a cartis e demais infraes contra a ordem econmica. .............................................................................................................15 3. Controle de Constitucionalidade.................................................................15 3.1. Intensificar o controle de constitucionalidade de leis e atos normativos estaduais e municipais...................................................................................................15 3.1.1. Atuao no Controle Preventivo..............................................................16 3.1.2. Atuao no Controle Jurisdicional...........................................................16 4. Criminal ...................................................................................................16 4.1. Reprimir o crime organizado...............................................................................16 4.1.1. Programa de combate ao trfico de drogas:...........................................17 SUMRIO 4. 6 4.2. Acompanhar o cumprimento das penas ...........................................................18 4.2.1. Programa de execuo regular da pena...................................................18 4.3. Exercer o controle externo da atividade policial..............................................19 4.3.1. Programa de execuo do controle externo da atividade policial.......19 4.4. Combater crimes dolosos contra a vida.............................................................19 4.4.1. Programa de proteo vida.....................................................................20 4.4.2. Ncleo do Jri.............................................................................................20 5. Infncia e Juventude....................................................................................21 5.1. Promover a sade das crianas e adolescentes ................................................21 5.1.1. Articulao com as escolas pblicas municipais e estaduais................21 5.1.2. Articulao com o comrcio e a mdia ...................................................22 5.1.3. Implementar polticas pblicas de atendimento criana e ao adolescente drogadito ...........................................................................................22 6. Meio Ambiente............................................................................................ 23 6.1. Fomentar a Ordem urbanstica...........................................................................23 6.1.1. Atuao para a regularizao fundiria....................................................23 6.2. Implementar meios de aprimoramento da Infraestrutura do Saneamento Bsico .....................................................................................................................24 6.2.1. Manejo de Resduos slidos Programa Lixo Nosso de Cada Dia....24 6.2.2. Atuao para o incremento do esgotamento sanitrio..........................24 7. Moralidade Administrativa......................................................................... 25 7.1. Reduzir a utilizao imprpria de bens pblicos..............................................25 7.1.1. Levantamento da destinao de bens pblicos ....................................25 7.2. Coibir transgresses em licitaes e contratos que tratem da coleta e destinao de lixo..........................................................................................................26 7.2.1. Levantamento de dados atinentes a irregularidades praticadas na contratao de terceiros e na execuo de contratos de coleta e destinao de lixo..............................................................................................26 7.3. Conter a realizao de procedimentos ilegais de inexigibilidade e dispensa de licitaes....................................................................................................................26 7.3.1. Aferio de dispensas e inexigibilidades de licitaes indevidas.................27 8. Ordem Tributria ....................................................................................... 27 8.1. Coibir as aes praticadas por organizaes criminosas, voltadas prtica dos crimes tributrios e lavagem de dinheiro............................................................27 8.1.1. Atuao para intensificao de aes conjuntas com outros rgos....28 8.1.2. Atuao coordenada para combate prtica da sonegao fiscal e lavagem de dinheiro................................................................................................28 Composio da Administrao do Ministrio Pblico................................... 29 Promotores de Justia, por Entrncia e Antigidade na Carreira ................. 33 5. 7 I APRESENTAO Desde a Constituio de 1988, o Ministrio Pblico Brasileiro recebeu e tem recebido inmeras atribuies, que demandam redobrados esforos para sua completa consecuo. Passou o membro do Ministrio Pblico a trabalhar de forma proativa, mais preocupado com o bem-estar social, com a ordem jurdica e com o regime democrtico. Uma das medidas para superar os desafios que surgem no dia-a-dia o Plano Geral de Atuao. Baseado na conjugao de princpios constitucionais e especialmente na unidade institucional e na independncia funcional, o PGA busca uma atuao integrada de seus membros, de acordo com os objetivos que foram extrados e discutidos com a prpria classe, atravs de um Portal criado para esse fim, auxiliado pelos Centros de Apoio. Tal qual nos anos anteriores, o PGA prioriza em cada rea de atuao os objetivos definidos como estratgicos. Neste ano, contudo, elegeu-se como prioridade institucional o combate s drogas, assunto recorrente em toda sociedade mundial. O PGA, deste e dos prximos anos, dever se inserir ainda no Planejamento Estratgico mais amplo, em fase de implementao, que futuramente ser mais um instrumento de comunicao e integrao entre o Ministrio Pblico e a sociedade. Para atender as demandas que lhe so trazidas, de forma a desempenhar o seu dever Constitucional de maneira plena e eficaz, o Ministrio Pblico deve unir-se soluo das questes de grande relevncia social. 6. 8 II O NEGCIO E A MISSO DO MINISTRIO PBLICO Definida como base do planejamento, a misso insere a organizao na conjuntura socioeconmica. a razo de ser de uma organizao e deve exercer um papel determinante na sua cultura, permitindo o acompanhamento das mudanas ambientais e a precisa definio de suas estratgias. A misso, na qual, tambm, possvel delimitar o campo de atuao, composta pelo negcio e pelo atendimento das necessidades do meio em que a organizao est inserida, o que se pode chamar de marketing interno e externo. A definio do negcio, por sua vez, pode ser expressa de forma restrita ou ampla, podendo ser cons

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