Plano Geral de Atuação - 2008

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<p> 1. lto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalt errano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Ri aja-Au Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extrem este Sul Extremo SulAlto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au Foz do Rio Tijucas Grande Florianpoli eio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Ri aja-Au Foz do Rio Itaja-Au Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalt orte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijuca rande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Su lto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalt errano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Ri aja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extrem este Sul Extremo SulAlto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpoli eio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Ri aja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalt orte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijuca rande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Su lto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalt errano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Ri aja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extrem este Sul Extremo SulAlto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpoli eio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Ri aja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalt orte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijuca rande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Su lto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalt errano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Ri aja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extrem este Sul Extremo SulAlto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpoli eio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Ri aja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalt orte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijuca rande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste SulExtremo SulAlto dio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au, Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serran orte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-A oz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Meio Oeste Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oest ul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja-Au Foz do Rio Itaja-Au Foz do Rio Tijucas Grande Florianpolis Mei este Planalto Serrano Norte Planalto Norte Oeste Extremo Oeste Sul Extremo Sul Alto e Mdio Vale do Rio Itaja PGA2008Plano Geral de Atuao Estado de Santa Catarina MINISTRIO PBLICO 2. Este documento foi impresso em pa- pel reciclado em respeito Campanha Boas Prticas - Economizando recursos pblicos, protegendo a natureza. Elaborao Procuradoria-Geral de Justia, assessorada pelos Centros de Apoio Operacional e pelo Centro de Estudos e Aperfeioamento Funcional, com a participao dos Procuradores e Promotores de Justia e do Conselho Consultivo de Polticas e Prioridades Institucionais. (48) 3229.9001 | www.mp.sc.gov.br | pgj@mp.sc.gov.br Editorao Coordenadoria de Comunicao Social (48) 3229.9011 | comso@mp.sc.gov.br Impresso Propess Editora e Grfica Ltda. Tiragem: 2.800 exemplares Plano Geral de Atuao 2008 Catalogao: Solange Margarida Jos (CRB 14/122) Santa Catarina. Ministrio Pblico. Procuradoria-Geral de Justia. S222 Plano Geral de Atuao 2008. Florianpolis: Procuradoria-Geral de Justia, 2008. 48 p. 1. Planejamento Estratgico. 2. Ministrio Pblico Planeja- mento Santa Catarina. 3. Ministrio Pblico Programa San- ta Catarina. 4. Polticas Pblicas Santa Catarina. I. Ttulo. CDDir 341.413 CDU 347.963(064) 3. Sumrio PGA2008Plano Geral de Atuao I Apresentao ............................................................................................................................................ 5 II O negcio e a misso do Ministrio Pblico ............................................................................................ 6 III A viso do Ministrio Pblico .................................................................................................................. 6 IV Valores do Ministrio Pblico ................................................................................................................. 6 V Desafios .................................................................................................................................................. 6 VI Estratgias institucionais ........................................................................................................................ 7 1 Estratgias para a rea Administrativa ...................................................................................................... 7 2 Estratgias para a rea da Infncia e Juventude ..................................................................................... 10 3 Estratgias para a rea da Moralidade Administrativa ............................................................................. 18 4 Estratgias para a rea Criminal .............................................................................................................. 20 5 Estratgias para a rea do Meio Ambiente .............................................................................................. 24 6 Estratgias para a rea da Cidadania e Fundaes ................................................................................ 27 7 Estratgias para a rea da Ordem Tributria ........................................................................................... 31 8 Estratgias para a rea do Consumidor .................................................................................................. 31 9 Estratgias para a rea do Controle da Constitucionalidade ................................................................... 35 10 Estratgias para a rea Cvel ................................................................................................................. 36 11 Estratgias para a rea Eleitoral ............................................................................................................ 37 12 Estratgias para a rea de Estudos e Aperfeioamento Funcional ....................................................... 38 Composio da Administrao do Ministrio Pblico................................................................................... 40 Quadro de Promotores de Justia por Entrncia e Antigidade na Carreira................................................ 44 4. Plano Geral de Atuao 2008 I Apresentao Ao Ministrio Pblico incumbe a defesa da ordem jurdica, do regime democrtico e dos interesses sociais relevantes, tarefa que lhe foi outorgada pela Constituio Federal de 1988 e para a qual ainda se busca a estruturao e o aprimoramento necessrios a lhe dar plena satisfao. Os Direitos Fundamentais que legitimam o Estado Democrtico de Direito no so estanques e compem uma crescente demanda que nos bate porta diariamente, exigindo da Instituio esforo adicional para o cumprimento de suas atribuies. Voltar as atividades resoluo dos conflitos que dificultam ou impedem a universalizao e a generalizao dos Direitos Fundamentais um dos caminhos que o Ministrio Pblico pode tomar, aproximando-se das demandas sociais e do relevante mister que lhe foi outorgado pela Constituio. Estruturar os rgos de Execuo, estimular iniciativas inovadoras e buscar incessantemente a ampliao do apoio operacional e o aperfeioamento funcional so algumas das vrias aes que a Administrao Superior pode empreender no sentido dessa aproximao entre o que nos est posto no ordenamento constitucional e a realidade que nos apresentada. Para que se intervenha de maneira eficaz sobre a realidade, no basta ao Ministrio Pblico a atuao processual, quer na qualidade de titular da ao, quer no exerccio da funo de custos legis. H que se fazer uso dos instrumentos que nos legitimam a solucionar, pela via do inqurito civil pblico e do procedimento de investigao criminal, problemas como o saneamento bsico, proteo dos recursos hdricos, combate corrupo e ao crime organizado, intervindo no apenas em relao aos efeitos gerados por esses problemas, mas tambm no enfrentamento de suas causas. Neste passo, o aprimoramento do Plano Geral de Atuao (PGA) se mostra oportuno para um melhor desempenho na misso constitucional do Ministrio Pblico, adotando um modelo que contemplar no apenas o revigoramento dos programas de atuao, projetos especiais e polticas institucionais, mas uma metodologia que permita a leitura de resultados que possam ser utilizados na constante evoluo da Instituio e tambm apresentados sociedade catarinense. Neste ano, houve uma participao maior dos integrantes dos rgos de Execuo, com a realizao de seis encontros regionais, nos quais os programas j existentes foram avaliados, assim como a definio de um plano estratgico para melhor cumprir as metas j estabelecidas nos planos anteriores, que, embora contemplassem aes a serem desenvolvidas a mdio e longo prazo, ainda no contemplavam o detalhamento das aes que deveriam ser desenvolvidas no respectivo perodo, para se atingir os objetivos j explicitados. O desafio maior, portanto, uma vez que o Plano Geral j contempla estratgias consolidadas no que tange ao que deve ser feito, o como fazer para atingir as metas fixadas. Assim, aproveitando-se as linhas gerais dos planos anteriores e acrescendo-se a elas o plano estratgico, pretende-se dar maior efetividade a este valioso instrumento de trabalho, coletivizando as aes e potencializando os resultados. Numa sociedade democrtica em que todos devem ser co-responsveis, esperamos que todas as vozes do Ministrio Pblico sejam um unssono em torno de nossos valores de independncia, tica, legalidade, efetividade, moralidade, solidariedade, harmonia, transparncia, justia e confiana. 5. II O NEGCIO E A MISSO DO MINISTRIO PBLICO Definida como base do planejamento, a misso insere a organizao na conjuntura scio- econmica. a razo de ser de uma organizao e deve exercer um papel determinante na sua cultura, permitindo o acompanhamento das mudanas ambientais e uma precisa definio de suas estratgias. A misso, na qual, tambm, possvel delimitar o campo de atuao, composta pelo negcio e pelo atendimento das necessidades do meio em que a organizao est inserida, o que se pode chamar de marketing interno e externo. A definio do negcio, por sua vez, pode ser expressa de forma restrita ou ampla, podendo ser considerado como o ramo de atividade ou a finalidade da organizao. O negcio do Ministrio Pblico de Santa Catarina, segundo ficou estabelecido no seu planejamento estratgico, o de promover a defesa dos direitos da populao, e a misso a de promover a defesa dos direitos da populao, visando reduo dos conflitos e construo da paz social. III A VISO DO MINISTRIO PBLICO Uma organizao pode atingir um objetivo favorvel quando seus integrantes acreditam coletivamente em um ideal. A viso permite o registro e a disseminao de credos em toda a organizao. Com esse entendimento, o Ministrio Pblico definiu como viso estratgica ser uma instituio que sirva de referencial pelos padres de eficincia e regularidade na gerao de resultados teis sociedade e na garantia dos direitos do cidado. IV VALORES DO MINISTRIO PBLICO Os valores morais e ticos so os alicerces do processo de tomada de deciso de uma organizao. Segundo Joseph A. Litterer, valores so idias que as pessoas mantm, como esperanas e suposies, sob a forma de um ideal, de uma crena, de um objetivo, to grandes ou to globais a ponto de no poderem ser realmente alcanados, mas que ao mesmo tempo servem como guias para as pessoas. Os valores do Ministrio Pblico so independncia, tica, legalidade, efetividade, moralidade, solidariedade, harmonia, transparncia, justia e confiana. V DESAFIOS Os desafios do Ministrio Pblico, como questes crticas de alta relevncia ou grandes problemas que afetam ou que podero vir a afetar a plena realizao da misso e a concretizao da viso estratgica, foram apontados como sendo: a) atender plenamente as demandas da sociedade; 6. Plano Geral de Atuao 2008 b) implementar as polticas e prioridades institucionais; c) contribuir para a reduo da criminalidade; d) melhorar a qualidade da prestao dos servios; e) consolidar e aperfeioar o perfil constitucional da Instituio; e f) fortalecer a credibilidade da Instituio. VI ESTRATGIAS INSTITUCIONAIS Analisados os ambientes externo e interno, delineou-se um mapa estratgico que apresenta os caminhos que a Instituio deve perseguir, demonstrando, de forma sistemtica, todos os objetivos a serem alcanados. Essas estratgias compreendem uma atuao prioritria nas reas da infncia e da juventude, da moralidade administrativa, criminal, do meio ambiente, da cidadania e fundaes, da ordem tributria, do consumidor, do controle da constitucionalidade, do cvel e do eleitoral. 1 ESTRATGIAS PARA A REA ADMINISTRATIVA A administrao do MPSC atuar de modo estratgico e empreendedor. Aes estruturantes e sinrgicas devero ensejar a construo de novos paradigmas, a agregao de valores, a relevncia, a qualidade, a cultura da eficincia e a disseminao de prticas bem-sucedidas de gesto. O estilo gerencial ser firme, aberto, participativo e interativo. Dever-se- aproveitar o patrimnio intelectual interno e capitalizar contribuies externas relevantes, de modo que a gesto se caracterize por aes pr-ativas e decises tempestivas, com foco centrado nos resultados e na satisfao de jurisdicionados e usurios, a par da correta aplicao dos...</p>