Planilha Consumidor

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Ajuda consumidor

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<p>Consumidor.docx</p> <p>Quem o responsvel pelos danos causados ao consumidor?</p> <p>Se o consumidor no foi notificado previamente acerca da inscrioA responsabilidade somente do rgo de restrio do crdito (exs: SERASA, SPC).</p> <p>Se o consumidor pagou a dvida, quem o responsvel por retirar seu nome do cadastroA responsabilidade somente do fornecedor (ex: comerciante).</p> <p>Se o consumidor foi negativado por dvida irregular (ex: dvida que j havia sido paga)A responsabilidade somente do fornecedor.</p> <p>TribunalInform / SmTemaJurisprudncia</p> <p>RELAO DE CONSUMO</p> <p>STJ478CDC - Aplicabilidade na cesso de direitos de jazigoAplicabilidade do Cdigo de Defesa e Proteo do Consumidor relao travada entre os titulares do direito de uso dos jazigos situados em cemitrio particular e a administradora ou proprietria deste, que comercializa os jazigos e disponibiliza a prestao de outros servios funerrios.</p> <p>STJContratos administrativo - aplicao do CDC 1. Em se tratando de contrato administrativo, em que a Administracao e quem detem posicao de supremacia justificada pelo interesse publico, nao incidem as normas contidas no CDC, especialmente quando se trata da aplicacao de penalidades. (STJ. ROMS 31073, DJE: 08/09/2010).</p> <p>FORNECEDOR</p> <p>STJ - 4aT413Consumidor - Aplicao CDCAs concessionrias de servios rodovirios, nas suas relaes com os usurios da estrada, esto subordinadas ao CDC. No se conheceu do recurso da concessionria, no qual defendia a denunciao lide do DNER para reparao dos danos, afirmando ser da autarquia a responsabilidade de patrulhar a rodovia para apreenso de animais soltos. (art. 88 CDC veda a denunciao lide; art. 101 II admite o chamamento ao processo da seguradora no caso de RC e inadmite a denunciao lide da resseguradora o 101 II admite at ajuizar diretamente contra a seguradora no caso de devedor falido mediante a informao do sndico a respeito da existncia de seguro)</p> <p>STJ - 3aT498Denunciao da lideNo cabe a denunciao da lide nas aes indenizatrias decorrentes da relao de consumo, seja no caso de responsabilidade pelo fato do produto, seja no caso de responsabilidade pelo fato do servio (arts. 12 a 17 do CDC).</p> <p>Com esse julgado, torna-se pacfico o entendimento do STJ sobre o tema. Notar que cabe chamamento ao processo no caso do 101, II CDC</p> <p>Questo TRF1A) Equiparam-se a fornecedor a entidade responsvel pela organizao de competio esportiva e a de prtica desportiva detentora do mando de jogo.(C) GABARITO PRELIMINAR </p> <p>CONSUMIDOR</p> <p>STJ - 3aT441Consumidor - Aplicao CDCA jurisprudncia do STJ adota o conceito subjetivo ou finalista de consumidor, restrito pessoa fsica ou jurdica que adquire o produto no mercado a fim de consumi-lo. Contudo, a teoria finalista pode ser abrandada a ponto de autorizar a aplicao das regras do CDC para resguardar, como consumidores determinados profissionais (microempresas e empresrios individuais) que adquirem o bem para us-lo no exerccio de sua profisso. Para tanto, h que demonstrar sua vulnerabilidade tcnica, jurdica ou econmica. (adoo da Teoria Finalista Mitigada)</p> <p>STJ - 4aT422Consumidor - Aplicao CDCNo configura relao de consumo a aquisio de bens ou a utilizao de servio por pessoa fsica ou jurdica com a finalidade de implementar ou incrementar sua atividade negocial.</p> <p>STJQuesto CESPEConsumidor - CaracterizaoA relao de consumo existe apenas no caso em que uma das partes pode ser considerada destinatria final do produto ou servio. Na hiptese em que produto ou servio so utilizados na cadeia produtiva, e no h considervel desproporo entre o porte econmico das partes contratantes, o adquirente no pode ser considerado consumidor e no se aplica o CDC, devendo eventuais conflitos serem resolvidos com outras regras do Direito das Obrigaes. Precedentes.</p> <p>STJQuesto CESPEConsumidor - Caracterizao - Consumidor Intermedirio O consumidor intermedirio, ou seja, aquele que adquiriu o produto ou o servio para utiliz-lo em sua atividade empresarial, poder ser beneficiado com a aplicao do CDC quando demonstrada sua vulnerabilidade tcnica, jurdica ou econmica frente outra parte.</p> <p>STJ - 2aT444Consumidor - Administrao PblicaA doutrina admite a incidncia do CDC nos contratos administrativos, mas somente em casos excepcionais, em que a Administrao assume posio de vulnerabilidade tcnica, cientfica, ftica ou econmica perante o fornecedor.</p> <p>Doutrina EmagisConsumidor -Pessoa JurdicaPor fora da redao conferida ao art. 2 do CDC, pessoa jurdica pode ser enquadrada como consumidor, de modo a ser beneficiada pelas regras protetivas institudas por este microssistema jurdico. Para tanto, basta que tenha adquirido o produto ou o servio como destinatria final, ou seja, com vistas satisfao de uma necessidade prpria, e no como parte do processo de outra atividade negocial, revendendo-o ou acrescentando-o cadeia produtiva como matria prima ou insumo, por exemplo. Adotou-se, assim, a tese defendida pela chamada corrente finalista, que reconhece a figura do consumidor de acordo com a finalidade a ser dada a produto ou ao servio.</p> <p>Questo TRF1E) Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas determinveis que intervenha nas relaes de consumo.(E) GABARITO PRELIMINAR -CDC - Art. 29. Para os fins deste Captulo e do seguinte, equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determinveis ou no, expostas s prticas nele previstas.</p> <p>STJ 4aT500Empresa que contrata factoring no consumidoraAs empresas de factoring no so instituies financeiras, visto que suas atividades regulares de fomento mercantil no se amoldam ao conceito legal, tampouco efetuam operao de mtuo ou captao de recursos de terceiros.</p> <p>Uma sociedade empresria que contrata os servios de uma factoring no pode ser considerada consumidora porque no destinatria final do servio e, tampouco se insere em situao de vulnerabilidade, j que no se apresenta como sujeito mais fraco, com necessidade de proteo estatal.</p> <p>Logo, no h relao de consumo no contrato entre uma sociedade empresria e a factoring.</p> <p>PRODUTO / SERVIO</p> <p>STJ - 5aT412Consumidor - Aplicao CDCO CDC no aplicvel aos contratos locatcios, os quais so regulados por legislao prpria.</p> <p>Questo TRF1B) Define-se servio como qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remunerao, incluindo-se as de natureza bancria, financeira, securitria e as decorrentes das relaes trabalhistas.(E) GABARITO PRELIMINAR - relaes de carter trabalhista esto excludas.</p> <p>Questo TRF1Servio PblicoA) Aplicam-se as disposies do CDC s hipteses de aumento abusivo dos valores cobrados como contraprestao de servio pblico, independentemente da natureza da cobrana se por taxa ou por preo pblico.(E) GABARITO PRELIMINAR </p> <p>Questo TRF1Servio Notarial - CDCE) Conforme a jurisprudncia do STJ, as disposies do CDC no se aplicam atividade notarial de titulares de serventias de registros pblicos.(E) GABARITO PRELIMINAR (Passvel de recurso)-STJ entende pela inaplicabilidade do cdc nos servios notariais.AgRg no Ag 1155677 / PR STJ 3aT (2009) - AGRAVO REGIMENTAL - AGRAVO DE INSTRUMENTO AO DE INDENIZAO - ATIVIDADE NOTARIAL - APLICABILIDADE DO CDC - IMPOSSIBILIDADE</p> <p>CONTRATO DE CONSUMO</p> <p>DIREITOS DO CONSUMIDOR</p> <p>STJ - 4aT381Competncia Jurisdicional - Domcio do consumidor - Associao (representante processual)As aes derivadas de relaes de consumo submete-se a regra de competncia absoluta. Da que, nesses casos, o magistrado est autorizado a, de ofcio, declinar de sua competncia ao juzo do domiclio do consumidor, ignorando o foro de eleio previsto em contrato de adeso. Todavia, no h respaldo legal para deslocar a competncia em favor do interesse do representante processual do consumidor (uma associao de consumidores).</p> <p>Smula 33 STJ A incompetncia relativa no pode ser declarada de oficio.Exceto no caso do contrato de adeso sob regime do CDC: CPC. Art. 112. Pargrafo nico. A nulidade da clusula de eleio de foro, em contrato de adeso, pode ser declarada de ofcio pelo juiz, que declinar de competncia para o juzo de domiclio do ru.</p> <p>STJ - 2aSCC 109.203/SCCompetncia territorial - Endereo do consumidor presente no contrato - Alterao - Ausncia de comunicao do fornecedorCONFLITO POSITIVO DE COMPETNCIA - JUZOS ESTADUAIS - AO DE BUSCA E APREENSO AJUIZADA NO FORO DO DOMICLIO DO RU CONSTANTE NO CONTRATO - AUSNCIA DE VIOLAO AO PARGRAFO NICO DO ART. 112 DO CPC - ALTERAO DO DOMICLIO NO CURSO DO CUMPRIMENTO DO CONTRATO - NECESSIDADE DE COMUNICAO AO FORNECEDOR - DEVERES ANEXOS DO CONTRATO DECORRENTES DA BOA-F.</p> <p>1. No se faz concretizada a hiptese prevista no pargrafo nico do art. 112 do Cdigo de Processo Civil quando o foro de eleio previsto no contrato de adeso coincide com o domiclio do consumidor poca da celebrao do negcio.</p> <p>2. A alterao do domiclio do consumidor durante o desenvolvimento do contrato deve ser informada ao fornecedor, dando-se mxima efetividade ao princpio da boa-f e aos deveres anexos que dela dimanam.</p> <p>3. Necessria a suscitao do incidente respectivo pelo prprio interessado, manifestando o interesse em ver declinada a competncia - e evitando a prorrogao - e comprovando eventual comunicao instituio financeira da alterao de domiclio, de forma a evidenciar o pleno atendimento dos referidos deveres.</p> <p>STJ - 2aSAgRg nos EDcl no CC 116009Competncia territorial absoluta.</p> <p>Contudo, se o consumidor escolher outro foro (p. ex., o do ru), o juiz no pode alter-lo de ofcio.- O entendimento desta Corte, no sentido de que, tratando-se de relao de consumo, a competncia absoluta e, por isso, pode ser declinada de ofcio, com afastamento da smula 33 do Superior Tribunal de Justia, deve ser compreendido luz do interesse do consumidor. A competncia territorial, nesses casos, s pode ser considerada absoluta, para fins de afastamento da Smula 33/STJ, quando isso se der em benefcio do consumidor.</p> <p>2.- Se s partes em geral dado escolher, segundo sua convenincia e dentro das limitaes impostas pela lei, o local onde pretende litigar, cumprindo ao ru apresentar exceo de incompetncia, sob pena de prorrogao da competncia, por que razo no se iria reconhecer essa possibilidade justamente ao consumidor. </p> <p>3.- Assim, ainda que o feito no tenha sido proposto no juzo territorialmente competente, se isso no foi alegado pela r na primeira oportunidade, mediante exceo de incompetncia, no ser possvel ao juiz, de ofcio declinar da sua competncia em prejuzo do consumidor.</p> <p>STJ - 4aT432Proteo sade - Tabagismo - Direito informao - ResponsablizaoO cigarro classifica-se como produto de periculosidade inerente (art. 9 do CDC) de ser, tal como o lcool, fator de risco de diversas enfermidades. No se revela como produto defeituoso (art. 12, 1, do mesmo cdigo) ou de alto grau de nocividade ou periculosidade sade ou segurana, esse ltimo de comercializao proibida (art. 10 do mesmo diploma). Antes da CF e CDC no existia o dever jurdico de informao que determinasse indstria do fumo conduta diversa daquela que, por dcadas, praticou. No h como aceitar a tese da existncia de anterior dever de informao, mesmo a partir de um ngulo principiolgico, visto que a boa-f (inerente criao desse dever acessrio) no possui contedo per se, mas, necessariamente, insere-se em um contedo contextual, afeito carga histrico-social. No h como cogitar o princpio da boa-f de forma fluida, sem contedo substancial e contrrio aos usos e costumes por sculos preexistentes, para concluir que era exigvel, quela poca, o dever jurdico de informao. Alm disso, apesar de reconhecidamente robustas, somente as estatsticas no podem dar lastro responsabilidade civil em casos concretos de morte supostamente associada ao tabagismo.</p> <p>STJSm 357Telefonia - Discriminao dos pulsos - nus do assinante - necessidade de discriminao dos pulsos excedentesSmula 357 STJ [cancelada]A pedido do assinante, que responder pelos custos, obrigatria, a partir de 1 de janeiro de 2006, a discriminao de pulsos excedentes e ligaes de telefonia fixa para celular.</p> <p>obs: desde 1 de agosto de 2007, data da implementao total do Sistema Telefnico Fixo Comutado (STFC) - Resoluo 426, obrigatrio o fornecimento de fatura detalhada de todas as ligaes na modalidade local, independentemente de ser dentro ou fora da franquia contratada. O fornecimento da fatura gratuito e de responsabilidade da concessionria. A solicitao para o fornecimento da fatura discriminada sem nus para o assinante s precisa ser feita uma nica vez, marcando para a concessionria o momento a partir do qual o consumidor pretende obter o servio. Por esta razo foi cancelada a smula.</p> <p>Anatel editou novo regulamento determinando o detalhamento gratuito de todas as ligaes. Embora tenha ocorrido a revogao da presente Smula, ante a previso do nus ao assinante, o STJ mantivera o entendimento em relao obrigatoriedade da discriminao de pulsos excedentes.</p> <p>STJ - 3aT405Telefonia - Roubo / Furto do celular - Resoluo do contrato (reduo da metade do valor da multa) ou oferecimento de novo aparelho em comodatoA soluo encontra amparo no art. 413 do CC/2002, que autoriza a reduo equitativa da multa. Dessa forma, havendo a perda do celular, a recorrente ter duas alternativas: dar em comodato um aparelho ao cliente durante o restante do perodo de carncia, a fim de possibilitar a continuidade na prestao do servio e, por conseguinte, a manuteno desse contrato; ou aceitar a resoluo do contrato, mediante reduo pela metade do valor da multa devida, naquele momento, pela resciso</p> <p>STJREsp 1250553/MS,Restituio em dobro - dolo ou culpaO STJ firmou a orientao de que tanto a m-f como a culpa (imprudncia, negligncia e impercia) do ensejo punio do fornecedor do produto na restituio em dobro.</p> <p>A jurisprudncia das Turmas que compem a Segunda Seo do STJ firme no sentido de que a repetio em dobro do indbito pressupe tanto a existncia de pagamento indevido quanto a m-f do credor. AgRg nos EDcl nos EDcl no REsp 1281164,</p> <p>STFInfo 637Obrigao de informar dbitos.no pode lei estadual determinar que tambm no que toca aos servios pblicos federais prestados populao do Estado respectivo haja a obrigao de o fornecedor informar, no instrumento de cobrana enviado ao consumidor, a quitao de dbitos anteriores. Assim, tendo o item III afirmado que todos os servios pblicos prestados no mbito daquele Estado estariam sujeitos a essa obrigao, merece ser reconhecida parcialmente inconstitucional, sem reduo de texto, a lei estadual que a trouxe, a fim de excluir de seu mbito de incidncia os servios pblicos da Unio (luz, gua, telefonia, etc.) que so prestados populao do Estado respectivo.</p> <p>STJ 4aT482Oramento prvio - Flexibilizao - Atendimento de emergncia em hospitalem decorrncia da situao emergencial, as peculiaridades do caso afastavam, em proveito do consumidor, a necessidade de o hospital apresentar oramento prvio. A exigncia de que o servio mdico-hospitalar fosse previamente orado colocaria o hospital em posio desvantajosa; pois, se assim fosse, em razo da situao emergencial da paciente, o hospital e seus prepostos estariam sujeitos responsabilizao civil e criminal, pois no havia escolha que...</p>