planejamento tributÁrio e a sua importÂncia na atividade empresarial

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PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO E A SUA IMPORTÂNCIA NA ATIVIDADE EMPRESARIAL. Marcelo Carlos Zampieri Profº de Direito Tributário e Empresarial UFSM; Prof. da Escola de Magistratura Federal – ESMAFE-RS Sócio da ZAMPIERI & ADVOGADOS ASSOCIADOS Email: mcarloszampieri@gmail.com.br. - PowerPoint PPT Presentation

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  • PLANEJAMENTO TRIBUTRIO E A SUA IMPORTNCIA NA ATIVIDADE EMPRESARIAL Marcelo Carlos ZampieriProf de Direito Tributrio e Empresarial UFSM;Prof. da Escola de Magistratura Federal ESMAFE-RSScio da ZAMPIERI & ADVOGADOS ASSOCIADOSEmail: mcarloszampieri@gmail.com.br

  • REGRA MATRIZ DE INCIDNCIA TRIBUTRIA1. A Regra Matriz de Incidncia Tributria:1.1. Critrio material1.2.Critrio quantitativo1.3. Critrio pessoal1.4. Critrio territorial1.5. Critrio temporal

  • PLANEJAMENTO TRIBUTRIO EA AUTONOMIA DE VONTADE

    "O contribuinte tem plena liberdade de escolha dos meios legais formais para estruturar seus negcios, suas operaes isoladas ou complexas." PLNIO MARAFON (In Cadernos de Pesquisas Tributrias, v. 13, 1988, p. 523 ss.)

  • CONCEITOS DE DIREITO PRIVADO E O DIREITO TRIBUTRIO

    JURISPRUDNCIA DOS CONCEITOS

    JURISPRUDNCIA DOS INTERESSES

    JURISPRUDNCIA DOS VALORES

  • POSIO NO DIREITO BRASILEIRONo Brasil se faz necessrio uma anlise dos artigos 110, 118, 126, todos do Cdigo Tributrio Nacional:

    Artigo. 110. A lei tributria no pode alterar a definio, o contedo e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, utilizados, expressa ou implicitamente, pela Constituio Federal, pelas Constituies dos Estados, ou pelas Leis Orgnicas do Distrito Federal ou dos Municpios, para definir ou limitar competncias tributrias.

  • POSIO NO DIREITO BRASILEIROArtigo 118: A definio legal do fato gerador interpretada abstraindo-se: I - da validade jurdica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsveis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos; II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.

  • POSIO NO DIREITO BRASILEIROArtigo 126: A capacidade tributria passiva independe:I - da capacidade civil das pessoas naturais; II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privao ou limitao do exerccio de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administrao direta de seus bens ou negcios; III - de estar a pessoa jurdica regularmente constituda, bastando que configure uma unidade econmica ou profissional.

  • EVASO e ELISO TRIBUTRIAA evaso fiscal, contrrio de eliso, prtica que infringe a lei, cometida aps a ocorrncia do fato gerador da obrigao tributria, objetiva reduzi-la ou ocult-la.A evaso fiscal est prevista e capitulada na Lei dos Crimes contra a Ordem Tributria, Econmica e Contra as Relaes de Consumo ( Lei n 8.137/90).

    A lei 8.137/90 define que constitui crime contra a ordem tributria suprimir ou reduzir tributo mediante as condutas discriminadas no seu texto, das quais ressaltamos as seguintes:

  • EVASO e ELISO TRIBUTRIAa) omitir informao ou prestar declarao falsa s autoridades fazendrias; fraudar a fiscalizao tributria, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operao de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal;b) falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda ,ou qualquer outro documento relativo a operao tributvel;d) utilizar ou divulgar programa de processamento de dados que permita ao sujeito passivo da obrigao tributria possuir informao contbil diversa daquela que , por lei, fornecida Fazenda Pblica;e) fazer declarao falsa ou omitir declarao sobre rendas, bens ou fatos, ou empregar outra fraude, para eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributo.

  • PLANEJAMENTO TRIBUTRIOPlanejamento Tributrio tem sido definido como a atividade empresarial que, desenvolvendo-se de forma estritamente preventiva, projeta os atos e fatos administrativos com o objetivo de informar quais os nus tributrios em cada uma das opes legais disponveis, cuidando de implementar aquela menos onerosa.

  • ELISO e EVASO TRIBUTRIAE A NORMA ANTI-ELISIVAO artigo 116, pargrafo nico dispe:A autoridade administrativa poder desconsiderar atos ou negcios jurdicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrncia do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigao tributria, observados os procedimentos a serem aplicados em lei ordinria

  • DESCONSIDERAO DA PERSONALIDADE JURIDICAArtigo 50 do Cdigo Civil:Em caso de abuso da personalidade jurdica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confuso patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministrio Pblico quando lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relaes de obrigaes sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou scios da pessoa jurdica.

  • PRESTADORES DE SERVIOS E DESCONSIDERAO Artigo 129 da Lei 11.196:Para fins fiscais e previdencirios, a prestao de servios intelectuais, inclusive os de natureza cientfica, artstica ou cultural, em carter personalssimo ou no, com ou sem a designao de quaisquer obrigaes a scios ou empregados da sociedade prestadora de servios, quando por esta realizada, se sujeita to-somente legislao aplicvel s pessoas jurdicas, sem prejuzo da observncia do disposto no art. 50 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Cdigo Civil.

  • DESCONSIDERAO INVERSA - STJPROCESSUAL CIVIL E CIVIL. RECURSO ESPECIAL. EXECUO DE TTULO JUDICIAL. ART. 50 DO CC/02. DESCONSIDERAO DA PERSONALIDADE JURDICA INVERSA. POSSIBILIDADE.(...).III A desconsiderao inversa da personalidade jurdica caracteriza-se pelo afastamento da autonomia patrimonial da sociedade, para, contrariamente do que ocorre na desconsiderao da personalidade propriamente dita, atingir o ente coletivo e seu patrimnio social, de modo a responsabilizar a pessoa jurdica por obrigaes do scio controlador.IV Considerando-se que a finalidade da disregard doctrine combater a utilizao indevida do ente societrio por seus scios, o que pode ocorrer tambm nos casos em que o scio controlador esvazia o seu patrimnio pessoal e o integraliza na pessoa jurdica, conclui-se, de uma interpretao teleolgica do art. 50 do CC/02, ser possvel a desconsiderao inversa da personalidade jurdica, de modo a atingir bens da sociedade em razo de dvidas contradas pelo scio controlador, conquanto preenchidos os requisitos previstos na norma.

  • SUCESSO EM MATERIA TRIBUTRIAArtigo. 133. A pessoa natural ou jurdica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer ttulo, fundo de comrcio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva explorao, sob a mesma ou outra razo social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos at data do ato (...)

  • RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES- Inadimplemento Tributrio;

    - Fechamento irregular;

    - Auto-falncia;

  • RESPONSABILIDADE SCIOSmula 430: O inadimplemento da obrigao tributria pela sociedade no gera, por si s, a responsabilidade solidria do scio-gerente.

  • DISSOLUO IRREGULARSmula 435: "Presume-se dissolvida irregularmente a empresa que deixar de funcionar no seu domiclio fiscal, sem comunicao aos rgos competentes, legitimando o redirecionamento da execuo fiscal para o scio-gerente".

  • RESPONSABILIDADES DE ADMINISTRADORES - DELIBERAESLei 10.403, de 2002 (Cdigo Civil): Artigo 1.080. As deliberaes infringentes do contrato ou da lei tornam ilimitada a responsabilidade dos que expressamente as aprovaram.

  • SOCIO DE SERVIO POSIO DA SRF.A medida que beneficia os scios por quotas de servios a soluo de consulta n 140, publicada no Dirio Oficial da Unio de ontem. A deciso reformou a soluo de consulta n 116 e dificilmente o entendimento ser novamente alterado. Isso porque, segundo a soluo de consulta, o que motivou a reforma foi o fato da Cosit j ter se manifestado de forma diversa sobre o tema. De acordo com a Instruo Normativa da Receita n 740, de 2007, quando h divergncia de concluses entre solues de consultas sobre a mesma matria, fundada em idntica base legal e proferida pela mesma autoridade administrativa, a deciso pode ser revista.

  • SCIO DE SERVIOS IRPFSOLUO DE CONSULTA N 140, DE 1o- DE OUTUBRO DE 2009ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF IMPOSTO DERENDA. SOCIEDADE SIMPLES. PRO LABORE E DISTRIBUIO DE LUCROS PAGOS A SCIO DE SERVIO.1. O pro labore tributado na fonte e na declarao do scio de servio.2. A distribuio de lucros aos scios (de capital ou de servio) isenta de impostode renda na fonte. Contudo, existem regras que devem ser observadas levando-seem considerao a forma de tributao da pessoa jurdica. Se a pessoa jurdicaapurar o imposto de renda com base no lucro real e distribuir lucros acima domontante contabilizado a este ttulo, haver incidncia sobre o valor que excederaquele apurado com base na escriturao.3. Se o imposto de renda for apurado com base no lucro presumido ou arbitrado, aparcela de lucro distribuda aos scios que exceder ao valor da base de clculo doIRPJ, diminuda de todos os impostos e contribuies a que estiver sujeita a pessoajurdica, no integra a base de clculo do imposto de renda do beneficirio, desde

  • ALIENAO DE QUOTAS SOCIAISTRIBUTRIO. IMPOSTO DE RENDA. RESULTADOS OBTIDOS NA VENDA DE PARTICIPAES SOCIETRIAS PELAS PESSOAS FSICAS. ISENO. ART. 4 DO DL 1.510/1976.1. Nos termos da letra "d" do art. 4 do Dl 1.510/1976, restou estabelecida iseno do imposto de renda sobre lucro auferido por pessoa fsica pela venda de aes se a alienao ocorrer aps cinco anos da aquisio da participao societria.2. Por se tratar de iseno condicionada, a revogao do art. 4 do Dl 1.510/1976 pela L 7.713/1988 no retira o direito adquirido da parte autora, se as aes alienadas foram adquiridas at dezembro de 1983.(Julgamento em 10.02.2009)

  • FORMAO DE UMA HOLDING FAMILIAR EMPRESA XJoo da Silva 80%Pedro Almeida 20%

    Joo da Silva (Pessoa Fsica)Imveis Participaes societrias

  • FORMAO DE UMA HOLDING FAMILIARHOLDING FAMILIARJS participaes Ltda.Joo da Silv

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