Planejamento e Investimentos Estratégicos para Exploração ... Ministério do Meio Ambiente (MMA)…

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  • MINISTRIO DO PLANEJAMENTO

    Planejamento e Investimentos

    Estratgicos para Explorao

    Mineral

    Amaznia Legal

    MINISTRIO DO PLANEJAMENTO

    Csar Augusto Dumont Labuto

    Analista de Planejamento

    Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratgicos/MP

    Simexmin, Ouro Preto, 25/05/2010

  • Especificidades da Amaznia Legal

    Territrio Estratgico, grande parcela do territrio nacional;

    As muitas Amaznias;

    Bioma, ecossistema, recursos hdricos e minerais;

    Faixa de Fronteira;

    Terras Indgenas;

    Unidades de Conservao;

    Baixa densidade populacional;

    Existncia de municpios com rea extensa;

    Demandas ambientais, polticas, sociais e de infraestrutura;

    Assimetria de informao entre o Pblico e o particular e

    Impreciso na valorao e nos custos de oportunidade dos seus ativos.

  • Amaznia Legal

    Fonte: I3Geo.

  • Amaznia Legal - Desmatamento

    Fonte: I3Geo.

  • Recursos Minerais e Ttulos Minerrios

    Fonte: I3Geo.

  • Macrozoneamento Ecolgico-Econmico

    Fonte: I3Geo.

  • Terras Indgenas e Processos Minerrios

    Fonte: MME.

  • Depsitos, Indcios, Garimpos e Minas

    Fonte: MME.Fonte: Geobank/CPRM.

  • Misso SPI

    Promover a gesto empreendedora de recursos para o desenvolvimento do

    Pas;

    Garantir a convergncia das aes de governo e

    Garantir a melhor alocao dos recursos pblicos.

  • Instrumentos

    Plano Plurianual do Governo Federal (PPA

    2008-2011)

    Programa de Acelerao do Crescimento

    (PAC 2007-2010)

    Estudo da Dimenso Territorial para o

    Planejamento (2008)

  • Plano Plurianual (PPA 2008-2011)

    Dimenso Estratgica:

    Mega-Objetivos

    Desafios de Governo

    Dimenso Ttica-Operacional

    Programas

    Aes (Projetos, Atividades e Operaes Especiais)

  • Programas Relacionados Amaznia no PPA

    Programa rgo Responsvel R$

    1456 Vetor Logstico Amaznico Ministrio dos Transportes (MT) 5.645.161.785

    1457 Vetor Logstico Centro-Norte Ministrio dos Transportes (MT) 7.549.878.471

    Energia na Regio Norte Ministrio de Minas e Energia (MME) 1.826.615.405

    0503 Preveno e Combate ao

    Desmatamento, Queimadas e Incndios

    Florestais

    Ministrio do Meio Ambiente (MMA) 921.749.106

    1115 Geologia do Brasil Ministrio de Minas e Energia (MME) 872.156.569

    0273 Luz para Todos (Norte) Ministrio de Minas e Energia (MME) 648.584.936

    0120 Promoo do Desenvolvimento da

    Faixa de FronteiraMinistrio da Integrao Nacional (MI) 581.770.152

    Fonte: SIGPlan.

    Demandam tambm ateno aes voltadas para cincia e tecnologia, utilizao de fundossetoriais, recuperao de reas degradadas, comunidades tradicionais, minerais industriais,fertilizantes e agregados para construo civil.

  • Estrutura Temtica do Planejamento

    Fonte: SPI.

  • Estrutura Temtica do Planejamento

    Nova forma de atuao, com ncleos e interfaces temticas, j que um programa pode no

    dar conta de toda a complexidade relacionada ao Tema.

    H programas selecionados para acompanhamento intensivo e programas associados ao

    Tema, mas no Tema que se discutem as implicaes das polticas pblicas.

    So identificados os principais determinantes do problema central do Tema e cria-se uma

    agenda para discut-loa. No caso da Minerao, o insuficiente aproveitamento dos recursos

    minerais para o desenvolvimento do Pas, que o problema central identificado, tem como

    principais determinantes:

    O baixo conhecimento geolgico do territrio, incluindo a Amaznia;

    A baixo dinamismo exploratrio das reas conhecidas;

    As dificuldades no licenciamento e

    A ausncia de mecanismos financeiros e de garantias para o desenvolvimento da atividade.

    Desses, derivam os principais assuntos derivados do Tema, tratados em particular pela

    Secretaria, com especial preocupao tocante s interfaces temticas (energia, transportes,

    recursos hdricos, meio ambiente e cincia e tecnologia, por exemplo).

  • Programa de Acelerao do Crescimento

    Regio

    Levantamentos

    Geolgicos (A)

    Levantamentos

    Aerogeofsicos (B)

    Total de

    Levantamentos

    (A)+(B) Demais Total

    Participao no Total

    da Despesa

    regionalizada (%)

    Norte R$ 7.588.000,00 R$ 24.496.000,00 R$ 32.084.000,00 R$ 1.628.000,00 R$ 33.712.000,00 37,40%

    Nordeste R$ 9.988.000,00

    -

    R$ 9.988.000,00 R$ 1.836.000,00 R$ 11.824.000,00 13,10%

    Sudeste R$ 8.472.000,00 R$ 9.221.000,00 R$ 17.693.000,00 R$ 3.282.000,00 R$ 20.975.000,00 23,30%

    Centro-Oeste R$ 1.557.000,00 R$ 5.926.000,00 R$ 7.483.000,00 R$ 886.000,00 R$ 8.369.000,00 9,30%

    Sul R$ 3.721.000,00 R$ 11.562.000,00 R$ 15.283.000,00 - R$ 15.283.000,00 17,00%

    Nacional R$ 29.925.000,00 R$ 4.407.000,00 R$ 34.332.000,00 R$ 82.949.000,00

    R$

    117.281.000,00

    Plataforma

    Continental R$ 173.860,00 - R$ 173.860,00 - R$ 173.860,00

    Total Brasil R$ 61.251.000,00 R$ 55.612.000,00 R$ 116.863.000,00 R$ 90.581.000,00

    R$

    207.444.000,00 100,00%

    Os investimentos em levantamentos geolgicos e geofsicos tiveram novo impulso a partir do PPA 2004-2007 e ganharam ainda maior relevnciaa partir da implantao do Programa de Acelerao do Crescimento (PAC). Mais de 27% dos recursos do PAC destinados a estes levantamentosse concentram na regio Norte, o que pode ser visto na Tabela 7.2. Se excluirmos a parte no regionalizada dos recursos (contabilizadas comoNacional) esta participao sobe para mais de 37%, sendo a principal regio em investimentos. Nos demais, incluem-se aes de modernizaode laboratrios, rede de litotecas e Centros de Informao Geolgicas, presentes no AM, PA e RO.

    Fontes: CPRM e PAC.

  • Confluncia PAC, UCs e Terras Indgenas

    Fonte: MME.

  • Estudo da Dimenso Territorial para o Planejamento

    Lana o territrio como base do desenho das polticas pblicas. Parte de uma viso

    estratgica de futuro com horizonte em 2027 e chega at a formao de uma carteira

    propositiva de investimentos. Seu horizonte conecta o planejamento de mdio e longo

    prazos.

    Dentro da perspectiva da busca de um Projeto de Nao guiado pelos objetivos de coeso

    econmica, social, territorial e poltica, o pas deveria ser pensado no sentido de uma maior

    integrao interna, com reduo das desigualdades regionais e sociais e uma maior insero

    internacional. Uma melhor integrao e um melhor ordenamento do territrio so funes da

    distribuio da rede de macro-plos com seus equipamentos e atributos, do potencial

    produtivo regional, da infra-estrutura, especialmente do sistema de transportes que determina

    as condies de acessibilidade intra e inter-regional e, portanto, da capacidade, abrangncia

    e fora desses macro-plos em termos de polarizao, comando e organizao do territrio.

    Nesse sentido, o sistema de planejamento deveria ser guiado pela busca ideal de um

    pas policntrico.

    Texto extrado do Estudo da Dimenso Teritorial para o Planejamento, Volume III.

  • (rea 1) - Bioma Florestal Amaznico

    (rea 2B2) Serto Semi-rido Nordestino

    (rea 3B) Litoral norte-nordeste

    (rea 3A)Sudeste-sul

    (rea 2A) Centro-Oeste

    (rea 2B1) Centro-Norte

    Territrios da Viso Estratgica do Estudo

    Fonte: Estudo da Dimenso Estratgica para o Planejamento/SPI.

  • O Bioma Florestal Amaznico apresenta baixo nvel de ocupao. A garantia de sua sustentabilidade

    ambiental exige que ela no seja antropizada segundo os padres produtivos predominantes,

    especialmente das atividades agropecurias. Assim, os objetivos estratgicos para o seu desenvolvimento

    devem compatibilizar o aproveitamento de sua diversidade biolgica com a gerao de riqueza e renda,

    mas por meio de atividades que permitam garantir sua sustentabilidade. No se deve, portanto, induzir a

    criao indiscriminada de novas cidades e as centralidades atuais precisam ser selecionadas com o

    objetivo de garantir o controle territorial da regio e servir de pontos de suporte gerao de conhecimento

    novo, na linha de construo de outro padro produtivo baseado em uma revoluo cientfica e tecnolgica

    para o seu aproveitamento.

    Texto Extrado do Estudo. Volume III. Pagina 86.

  • Macrorregies e Macro-plos

    Houve, tambm, a incorporao da dimenso tecnolgica, avaliando e analisando os possveis

    impactos das diferentes capacitaes tecnolgicas em termos territoriais no Brasil e recortes

    territoriais e setoriais especficos, vinculados a programas, planos e regionalizaes para efeito de

    polticas pblicas.

    Clculos de polarizao, de ajuste ambiental e de identidade cultural e poltica levaram diviso

    do pas em onze Macrorregies, com seus respectivos Macro-plos:

    Macrorregies de Referncia so apresentadas a partir da estimao de regies polarizadas

    utilizando o Modelo Econmico-Demogrfico com Distncias Geodsicas, posteriormente adaptado

    com estrutura viria bimodal. Foram considerados infraestrutura, meio ambiente, estrutura fundiria,

    rede urbana e centralidade, tamanho dos municpios, existncia de reas restritas , bem como o

    perfil e a dinmica scio-demogrficas.

    Os resultados dessa estimao, j garantidas as contigidades necessrias, foram adaptados

    segundo critrios ambientais, identidades culturais, institucionalidade federativa e infra-estrutura de

    transporte.

  • Macrorregies e Macro-plos

    Fonte: Estudo da Dimenso Estratgica para o Planejamento/SPI.

  • Macro-plos estratgicos

    Entende-se que os centros urbanos na

    Amaznia deveria