perodo regencial(1831 1840) histria12345

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  • 1. Iago de Castro Silva
    Marco Tlio Barbosa Andrade
    Centro Federal de Educao Tecnolgica de Minas Gerais
    Perodo Regencial(1831-1840)

2. Ao renunciar o reinado D. Pedroque visavasubstituir seu pai, D. Joo VIem Portugaldeixou como nico herdeiro vivente no Brasil,seu filho D. Pedro II que na poca esta impossibilitado de assumir o poder uma vezque era menor de idade e a Constituio de 1824 designava para esta funo o membro da famlia real com mais de 25 anos de idade. Como soluo foi propostauma eleio de regncia formada por trs membros eleitos pela Assemblia Geral, composta pelo Senado e pela Cmara dos Deputados. Mas, no dia 7 de abril, os parlamentaresestavam de frias. Por isso, os deputados e senadores que se encontravam no Rio de Janeiro elegeram uma regncia provisria.
Causas
3. Como soluo foi propostauma eleio de regncia formada por trs membros eleitos pela Assemblia Geral, composta pelo Senado e pela Cmara dos Deputados. Mas, no dia 7 de abril, os parlamentaresestavam de frias. Por isso, os deputados e senadores que se encontravam no Rio de Janeiro elegeram uma regncia provisria.
Causas
4. A Regncia Provisria, por ter entrado provisoriamente, no fez profundas mudanas na sociedade e na instituio. Entre outras medidas tomadas por ela destacam-se:
Reintegrao do Ministrio dos Brasileiros, demitido por D. Pedro I em abril de 1831, aps a Noite das Garrafadas;
Anistia aos presos polticos, para abafar a agitao poltica;
Proibio dos ajuntamentos noturnos em praa pblica, tornando inafianveis os crimes em que ocorresse priso em flagrante.
Regncia provisria
5. Neste momento, a rivalidade entre brasileiros e portugueses se aprofundava. No final de abril, as manifestaes antilusitanasse acirraram, devido inflamada sensao de nacionalismo e liberdade contra o ideal portugus. Estabelecimentos comerciais portugueses eram atacados e saqueados, funcionrios pblicos eram removidos de seus cargos, e a populao promovia verdadeiros confrontos contra os portugueses que permaneceram no Brasil.
Regncia provisria
6. Promulgao da Lei Regencial, que restringia as atribuies do Poder Moderador, que temporariamente seria exercido pelos regentes, vetando-lhes o direito de dissolver a Cmara dos Deputados, decretar a suspenso das garantias constitucionais e conceder ttulos de nobreza e condecoraes;
Regncia Provisria
7. Eleio dos regentes
Com a instalao daAssemblia Geral, foi eleita em 17 de junho de 1831 a Regncia Trina Permanente, que foi composta pelos deputados Jos da Costa Carvalho - marqus de Monte Alegre -, poltico do sul do pas, Joo Brulio Muniz, do norte, e por Francisco de Lima e Silva.
Regncia Permanente
8. Governo
Uma caracterstica importantedesta Regncia era sua composio por deputados, ao contrrio da anterior, formada por senadores. A Cmara dos Deputados simbolizava a defesa da liberdade, e era representativa dos interesses do grupo dos moderados.
Regncia Permanente
9. Uma fora poltica muito fortefoio Padre Diogo Feij, ministro da Justia.Feij teve atuao enrgica na represso s agitaes populares e aos levantes militares que ocorreram na capital e em diversos pontos do pas neste perodo. Para garantir a integridade territorial e a defesa da ordem pblica criou, em 18 de agosto de 1831, o Corpo de Guardas Municipais Permanentes, no Rio de Janeiro, e a Guarda Nacional na Corte e em todas as provncias. Em 1824 ele outorga o Ato Adicional, que mudava a constituio de 1834, criando a Regncia Una.
Regncia Permanente
10. A Regncia una de Diogo Feij(1835-1834)
11. A Regncia una de Diogo Feij(1835-1834)
O novo regente Diogo Feij tomou posse no dia 12 de outubro de 1835, enfrentando oposio at dentro do prprio partido e uma grave situao de agitao no pas. Notcias das provncias falavam de revoltas nos "sertes" do extremo-norte: a Cabanagem no Gro-Par; a dos escravos Mals, na Bahia; e no extremo-sul, a Farroupilha.
12. A Regncia una de Diogo Feij(1835-1834)
Feij e seus companheiros criam um novo partido, denominado Progressista. Erguendo-se contra ele um grupo chamado Regressista , porque queria o retorno situao anteriorao ato adicional, ou seja, s condies polticas e institucionais anteriores s medidas descentralizadoras. Este partido dar origem ao Partido Conservador, enquanto que os partidrios do regente daro origem ao Partido Liberal.
13. O regente Feij sofreu grande oposio do regressistas, que o acusavam de no conseguir impor ordem no pas. Explodiram, durante seu governo, importantes rebelies como a Cabanagem no Par e a Farroupilha no Rio Grande do Sul. Os polticos que representavam os grandes fazendeiros estavam cada vez mais preocupados com as rebelies. Tinham medo de perder o poder poltico e econmico do pas.
Quando ainda faltavam dois anos para terminar seu mandato, Feij decidiu renunciar ao cargo de regente.
A Regncia una de Diogo Feij(1835-1834)
14. Regncia Una de Arajo Lima(1837-1840)
15. Regncia Una de Arajo Lima(1837-1840)
Aps a abdicao do regente Feij, uma nova eleio foi realizada em abril de 1838,tendo Arajo Lima sido eleito. A regncia de Arajo Lima representou o retrocesso das conquistas liberais alcanado com a aprovao do Ato Adicional de 1834. Em seu governo, as primeiras revoltas eram consideradas uma conseqncia das liberdades oferecidas pelo Ato Adicional. Dessa forma, foi decretada, em maio de 1840, a chamada Lei Interpretativa do Ato Adicional, que revisou alguns pontos da reforma de 1834.
16. Regncia Una de Arajo Lima(1837-1840)
Reunidos no chamado Clube da Maioridade, os representantes liberais argumentavam que a chegada de Dom Pedro II ao trono ofereceria condies para que os problemas polticos e as revoltas fossem finalmente contornados. Em julho de 1840, no mais resistindo s presses liberais, o governo regencial chegou ao seu fim com a coroao do jovem Dom Pedro II. Tal episdio ficou conhecido como o Golpe da Maioridade.
17. No perodo da Regncia Trina Provisria, registrou-se importante mudana poltica:
Os antigos oposicionistas vitoriosos com a abdicao de D. Pedro I, dividiam-se em dois grupos: o dos moderados e a o dos exaltados;
Os moderados detinham as posies de governo e procuraram apaziguar o pas;
Os exaltados no participavam do governo e batiam-se pela maior autonomia das provncias;
Os amigos do Ex-Imperador isolaram-se e mantiveram-se retrados.
Partidos polticos
18. Os Grupos Polticos
No perodo da Regncia Trina Permanente, as foras polticas brasileiras se organizaram em trs grupos:
O dos liberais moderados (conhecidos como chimangos) - que era a "situao", isto , apoiava o governo.
Este grupo, mediante Moreira de Azevedo: "desejava que os progressos e mudanas na ordem social marchassem de acordo com os progressos da inteligncia e da civilizao, que as reformas, a fim de permanecerem, fossem operadas lentamente e pelos meios legais esforava-se por estabelecer o culto da legalidade, a economia, a substituio do regime civil e militar, a concesso de reformas constitucionais e legislativas, exigidas pela opinio pblica, e acabava por sustentar a monarquia, cercada de instituies republicanas..
Seus principais membros eram os regente e deputados: Padre Diogo Antnio Feij, Evaristo da Veiga, Bernardo Pereira de Vasconcelos e Honrio Hermeto Carneiro Leo.
19. Os Grupos Polticos
O dos liberais exaltados (conhecidos como farroupilhas, jurujubas ou radicais) - obedeciam a Miguel de Frias e eram favorveis repblica.
Desejavam a aplicao das idias liberais de qualquer forma, sem consultar as aspiraes do povo, isto , queriam: a federao absoluta, a unio de provncias soberanas, a expulso dos estrangeiros, a perseguio aos negociantes portugueses, a nacionalizao do exrcito. Como no eram aceitos pelos moderados, ficavam na "oposio" (contra o governo) .
20. O dos restauradores (conhecidos como monarquistas ou caramuru)- pretendiam reconduzir D. Pedro I, ao poder.
Constitua-se de admiradores do Ex-imperador, muitos dos quais eram adotivos. frente do grupo, que tambm fazia parte da "oposio", estavam os irmos, Andradas entre outros.
Entre 1837 e 1838, determinando a diviso dos liberais em progressistas e regressistas.
A queda de Feij dividiu os moderados.
Os Grupos Polticos
21. A guarda Nacional
22. A guarda Nacional
A Guarda Nacional era recrutada entre os cidados com renda anual superior a 200 mil ris, nas grandes cidades, e 100 mil ris nas demais regies. Era vista por seus idealizadores como o instrumento apto para a garantia da segurana e da ordem, vale dizer, para a manuteno do espao da liberdade entre os limites da tirania e da anarquia. Tinha como finalidade defender a Constituio, a liberdade, a independncia e a integridade do Imprio, mantendo a obedincia s leis, conservando a ordem e a tranqilidade pblica.
23. Revolta dos Mals:
Foi uma rebelio de carter racial, contra a escravido e a imposio da religio catlica, que ocorreu em Salvador, em janeiro de 1835.
Revolta do Norte(Cabanagem):
A Cabanagem, movimento que ocorreu na provncia do Gro-Par, entre os anos de 1835 e 1840, pode ser vista como um prosseguimento da Guerra da Independncia na regio.
Revoltas do Perodo Regencial
24. Farroupilha:
Tambm conhecida como a Farroupilha. Iniciada na Provncia do Rio Grande do Sul se alastrou pela vizinha Provncia de Santa Catarina. Nenhuma revoluo ocorrida no Brasil Monrquico durou tanto tempo: durante uma dcada, de 1835 a 1845, os rebeldes lutaram contra as tropas do Governo.
Revoltas do Perodo Regencial
25. www.culturabrasil.pro.br/regencias.htm
pt.wikipedia.org/wiki/Perodo_regencial
www.geocities.com/Baja/Mesa/7068/imperio_reg_unafeijo.htm
www.multirio.rj.gov.br/historia/.../reg_feijo.html
www.bra

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