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  • 1. Lei do Progresso e Evoluo

2. A Dinmica da vida EvolucionistaNascer,crescer,morrer,renascer ainda eprogredir sempre tal a lei.Allan KardecCharles Darwin Teoria das espciesA inteligncia dorme na planta,sonhano animal e acorda no homem.Leon DenisEspiritismo 3. Lei NaturalSempre avante,sempre a frente,sempre ao alto!Progredir sempre ! 4. Lei do ProgressoEvoluo fsicaLei de EvoluoEvoluo psquicaVontade / EsforoDor / alegriaEsprito X MatriaLuz /sombraPlano material Desenvolve-se 5. Constelao de Cocheiro 45 anos LuzConstelao de Cocheiro Capela 45 anos luzCapela 6. Assemblia de Jesus na espiritualidade com os Capelinos 7. Eis como Emmanuel, no seu estilo severo e eloqente, descreve a cena:-"Foi assim que Jesus recebeu, luz do seu reino de amor e de justia, aquelaturba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sbia compassivaexortou aquelas almas desventuradas edificao da conscincia pelocumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforo regeneradorde si mesmas.- Mostrou-lhes os campos de lutas que se desdobravam na Terra, envolvendo-asno halo bendito de sua misericrdia e de sua caridade sem limites.Abenoou-lhes as lgrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagradostriunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaborao cotidiana e a suavinda no porvir.-Aqueles seres desolados e aflitos, que deixavam atrs de si todo um mundo deafetos, no obstante os seus coraes empedernidos na prtica do mal, seriamdegredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados nanoite dos milnios da saudade e da amargura, reencarnar-se-iam no seio dasraas ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraso perdido nosfirmamentos distantes.-Por muitos sculos no veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam naTerra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericrdia.Caminhos de Luz 8. TERRALeis de Amor eCaridadeQual o sentido dapalavra CARIDADE, comoa entendia Jesus ?Benevolncia para comtodos, indulgncia paracom as imperfeiesalheias e perdo dasofensas. LE 886O amor e a caridadecomplementam a Lei deJustia 9. Bem-aventurados os pobres de esprito, porque deles o Reino dos Cus.Bem-aventurados os que choram, porque sero consolados.Bem-aventurados os mansos, porque herdaro a terra.Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justia, porque sero fartos.Bem-aventurados os misericordiosos, porque encontraro a Misericrdia.Bem-aventurados os puros de corao, porque vero a face e Deus.Bem-aventurados os pacificadores, porque sero chamados filhos de Deus.Bem-aventurados os que sofrem perseguio por causa da Justia, porquedeles o Reino dos Cus.Bem-aventurados sois vs, quando vos injuriarem, perseguirem e mentirem,dizendo todo mal contra vs por minha causa.Exultai e alegrai-vos, porque grande vosso galardo nos cus, porque assimperseguiram os profetas que foram antes de vs." 10. Somos filhosDo perdoDa Justia e Misericrdia de Deus 11. REMEDIO PARA A ALMA ENFERMAComo nos mostra Miramez em Horizontes daMente, o PERDO um fato, sem que existadiscusso sobre o assunto, pois se fundamentano amor e sustentado pela caridade, seminsultar a lei da justia 12. Perdoar esquecer?A pessoa que perdoademonstra fraqueza decarterS a renovao constante dos nossos sentimentos que pode alterar as gravaesregistradas no nosso subconsciente e,conseqentemente, alterar nosso presenteimediato e nosso futuro distante.Perdoar aceitar?Crenas Negativas 13. MOTIVOS PARA PERDOARTODOS SOMOS IMPERFEITOS O erro faz parte da vidaIGNORANCIA - Significa, que quem nos ofendeu ignora, ainda no aprendeu alio do respeitoACEITAO - Aceitar as pessoas como elas so; cheias de virtudes e defeitos.FALSAS EXPECTATIVAS - Esperamos muito dos outros? Ser que estamosesperando lidar com seres anglicos num planeta de provas e expiaes?ALIVIO Para quem perdoaPERDOAR COMPREENDER E NO ACEITAR UM EXERCCIO CONSTANTE DE REFLEXO - que nem sempre estamosprontos a fazer, mas que precisamos criar como hbito dentro de ns e interromper ociclo das emoes, com a razo. Isso requer reformas no nosso modo de ver o mundo eo prximo. 14. Instrumentos do perdoUma das ferramentas bsicas paraalcanarmos o perdo real, conseguirmosnos manter a uma certa "distnciapsquica" da pessoa, do problema ou dasdiscussesO que seria esta distnciapsquica? conseguirmos analisar, o problema como se no fosse conosco.Este distanciamento far com que no exageremos na interpretao do problema, caindo emimpulsos desequilibrados causando uma sobrecarga em nossa energia mental. A mente com estedesequilbrio dificulta o perdo.Nos desligando da agresso ou do desrespeito, nosso pensamento vai sintonizar com mais clareza enitidez no bem, renovando a "atmosfera mental".Ao nos desprender mentalmente, passamos a usar construtivamente os poderes do nossopensamento, evitando os "deveria ter falado ou agido", eliminando da nossa imaginao osacontecimentos infelizes que aconteceram conosco. 15. Desligar-se no um processo de nos tornar insensveis e frios, comportando-noscomo criaturas inacessveis as ofensas e crticas. Desligar-se, quer dizer deixar dealimentar-se das relaes destrutivas, desvincular-se mentalmente das relaes doentiasou de problemas que no podemos solucionar no momento.Ao soltarmos desses fluidos que nos amarram a essas crises, temos a chance deenxergarmos novas formas de resolver dificuldades e desenvolvermos a nobre tarefa denos compreender e compreender os outrosQuando aceitaremos fazer este "distanciamento" mais facilmente?Quando conseguirmos acreditar que cada ser humano capaz de resolver seusproblemas, e responsvel por todos os seus feitos na vida, permitindo que sejam, e secomportem como queiram, dando-nos essa mesma liberdade.Maturidade emocional 16. Viver nos impondo certa "distnciapsicolgica" s pessoas ou coisasproblemticas, sejam entes queridosdifceis ou companheiros complicados,no significa que deixaremos de nosimportar com eles ou de am-los oude perdoar-lhes, mas sim de viver semenlouquecer pela nsia de tudocompreender, suportar e admitir..Compreendendo, que ao promovermos,este distanciamento psicolgico, teremosmais habilidade e disponibilidade parapercebermos o processo que h por trsdos comportamentos agressivos,permitindo-nos no reagir da mesmamaneira que fazamos e sim olharmoscomo , como est sendo feito" nossomodo de nos relacionar com os outros,isto nos leva a comear a entender adinmica do perdo 17. Uma das mais eficientes tcnicas deperdoar retomar o vital contato conoscomesmo, deixando-nos de ser vtimas deforas fora do nosso controle paratransformar-nos em criaturas que criamsua prpria realidade de vida, pois comoj diz o nosso querido Divaldo PereiraFranco:"O PERDO SEMPRE PARA QUEMPERDOA". 18. Por isso, no nos contaminemos pela raiva, pela clera e pela mgoa.Vivamos em paz e com a nossa conscincia tranqila pronta paramerecer o perdo das pessoas que prejudicamos com os nossos atos,palavras e pensamentos, pois somente ser perdoado aquele queperdoa. Essa a lei.Faamos uma proposta conosco mesmo: passemos uma borracha emtodos os sentimentos de mgoa que e ainda temos. Libertemos-nos dodio, expulsemos a mgoa, perdoemos os nossos ofensores e a nsmesmos, pois todos ns necessitamos do perdo Deus ensinado porJesus na orao do Pai Nosso.Se Deus, a Suprema Bondade, compreende nosso erros, porque nohaveramos de entender os erros alheios? preciso lembrar que, cada vez que perdoamos depois de termospedido justia, acordamos para uma dimenso divina de ns mesmos.O perdo um exerccio de divinizao onde o humano se tornadivino. Continuando humano, temos que reclamar justia e, quandofor possvel, dizer o que foi mau ou destrutivo para ns e pedir umareparao. Tambm somos capazes de misericrdia e de perdo.Portanto, preciso que mantenhamos juntas a justia e a misericrdia.So dois olhos, s vezes, estrbicos. Podemos esquecer a justia e nossoperdo ser superficial, podemos esquecer o perdo e partimos parauma justia inquisitorial. 19. O perdo se contrape a justia ?O sentido da palavra CARIDADE comoentende Jesus. - benevolncia para comtodos, indulgncia para as imperfeiesalheias e perdo das ofensas.O AMOR e a CARIDADE complementama Lei de Justia porque amar ao prximo fazer-lhe todo bem possvel quedesejaramos que nos fosse feito.Tal osentido das palavras de Jesus Amai-vosuns aos outros como irmos 20. Qual a atitude mais razovel, diante das ofensas?No ter que perdoar. Basta que cultivemos a COMPREENSO. Quem compreendejamais se sente ofendido.Com ela aprendemos que cada pessoa est numa faixa de evoluo de entendimento.No podemos exigir que d mais do que tem. E ningum intrinsecamente mau.Somos todos filhos de Deus ! 21. AUTO PERDOUm outro motivo para esquecermos as ofensas est na constatao de que o perdo trazum grande alvio para quem perdoa. Nem sempre para quem perdoado. Porque muitasvezes quem perdoado no consegue se livrar da sua conscincia, mas este tambmprecisa aprender a se perdoar e a recomear novamente. O auto perdo tambm importante. Para que reconhecendo os nossos erros encontremos foras para reformularnossas atitudes e comear uma nova vida.Considerando a prpria fragilidade, o indivduo deve conceder-se a oportunidade dereparar os males praticados, reabilitando-se perante si mesmo e perante aqueles a quemhaja prejudicado.O arrependimento, puro e simples, se no acompanhado da ao reparadora, toincuo e prejudicial quanto a falta dele.O auto perdo ajuda o amadurecimento moral, porque propicia clara viso dasresponsabilidade, levando o indivduo a cuidadosas reflexes, antes de tomar atitudesagressivas ou negligentes, precipitadas ou contraditrias no futuro.Quando algum se perdoa, aprende tambm a desculpar, oferecendo a mesmaoportunidade ao seu prximo.Caso no nos perdoarmos ou no perdoarmos algum, carregaremos os sentimentos demgoa e ressentimentos e este lixo txico produzir em nosso organismo doenas de difciltratamento. Por que? Porque se alimentarmos idias de dio e vingana entramos namesma sintonia de agresso e sobrecarregamos nossos centros