penas e seus institutos - perse.com.br .título direito penal esquematizado: teoria geral da pena

Download PENAS E SEUS INSTITUTOS - perse.com.br .Título Direito Penal Esquematizado: Teoria Geral da Pena

Post on 07-Nov-2018

215 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO

    TEORIA GERAL DA PENA

    PENAS E SEUS INSTITUTOS

  • Joo Alexandre Netto Bittencourt

    DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO

    Teoria Geral da Pena

    Penas e seus Institutos

    Primeira Edio

    So Paulo

    Editora Perse

    2014

  • Ttulo

    Direito Penal Esquematizado: Teoria Geral da Pena.

    Todos os direitos reservados ao autor. Proibida a reproduo no todo

    ou em parte, salvo em citaes com a indicao da fonte.

    Printed in Brazil/Impresson o Brasil

    ISBN

    Organizao e diagramao: O autor

    Capa: Felipe Bonoto Fortes

    Autoria e reviso: Autor

    Ficha Catologrfica:

    B624d BITTENCOURT, Joo Alexandre Netto.

    Direito Penal Esquematizado: Teoria Geral da Pena/ Joo

    Alexandre Netto Bittencourt. So Paulo, 2014.

    485 p.; 14 x 21 cm

    ISBN:

    Bibliografia.

    1. Direito Penal Brasil Snteses, compndio.

    CDU: 343

  • Dedico esta obra a todos

    os alunos da Universidade

    Luterana do Brasil, os quais so

    detentores de sonhos e propulsores

    de realizaes, como esta.

    Marlise, Nathalie,

    Douglas, agradeo

    imensamente pelo apoio e pelo

    carinho que so fundamentais

    nos momentos de isolamento e

    dificuldades, principalmente

    pela compreenso em relao

    ao distanciamento que uma

    obra desta magnitude impe.

    Ao Dr. Jos Hermlio

    Ribeiro Serpa, intransigente na

    busca do direito humanizado,

    longe da frieza da lei. Iniciou-

    me na lide jurdica.

    Aos Delegados de

    Polcia, Oscar Corra dos

    Santos Jnior e Joo Silveira

    Goulart, pelo apoio na carreira

    acadmica.

  • Dentro da noite que me rodeia

    Negra como um poo de lado a lado

    Agradeo aos deuses que existem

    Por minha alma indomvel

    Willian Henley ( Mandela)

  • Apresentao

    Como um estudioso da cincia do direito e

    apaixonado pela academia, local que almejei, busquei e

    alcancei, senti a necessidade, apoiado pelos acadmicos, de

    entregar-lhes material didtico subsidiando seus estudos, a

    fim de enfrentarem o cotidiano acadmico e at mesmo o

    mundo dos concursos.

    A metodologia empregada foi a mais prxima dos

    manuais de Direito esquematizados, pois facilita a tarefa do

    estudante. A formatao final ficou alicerada da seguinte

    maneira.

    a) Esquematizado: apresentao do contedo em

    pargrafos curtos e objetivos, com vrios itens e

    subitens.

    b) Atualizado: Com base em decises dos tribunais

    e nos manuais mais atualizados, bem como, ainda,

    em certos temas, nos autores clssicos.

    c) Recursos grficos: foram inseridos aps os

    textos, diversos grficos, alguns originais, outros

    oriundos de autores atuais, com a devida

    identificao da fonte.

    d) Provas: Com o intuito de auxiliar o acadmico na

    sua tarefa, ao final de cada captulo foram

    inseridas provas de concurso, com as respostas.

    Devo advertir ao leitor que a presente obra apenas

    um manual de direito penal, tal como tantos existentes no

    mercado. No houve a pretenso, em momento algum, de

    expor um texto crtico, anunciando o pensamento do autor,

    mas, simplesmente, a exposio do tema, como entendido,

    majoritariamente, na atualidade.

  • Prefcio

    A amizade que me liga h muitos anos ao professor

    Joo Alexandre Netto Bittencourt, associada

    sua generosidade intelectual, conferem-me a honra de

    prefaciar seu instigante e oportuno trabalho Direito Penal

    Esquematizado.

    Gizo, por oportuno, que o tema proposto no

    livro, ainda que no me seja o de meu maior

    concernimento terico-prtico , em meus labores

    intelectuais, suscita-me interesse e reclama-

    me acompanhamento reiterado e persistente. Ele aborda o

    fato inegvel e, lamentavelmente, imutvel de que ns seres

    humanos termos uma tendncia ao desregramento e que

    a qualquer momento podemos praticar, realizar condutas

    relacionais desviantes, que causam dor,

    sofrimento, enfim danos a nossos semelhantes.

    Esse modo de ser, de se comportar no mundo pelo ser

    humano, enquanto criatura imperfeita, j fora apontado na

    prpria Bblia, quando o Criador ter-se-ia arrependido de ter

    feito o homem na terra e ficou com o corao magoado,

    Gnesis, 6.6. Ento, Deus resolveu destruir a humanidade,

    deixando apenas um eleito: No e seus Familiares, mas

    arrependeu-se novamente de ter tomado medida to

    drstica, quando teria dito: Nunca mais tornarei a

    amaldioar a terra por causa dos homens, pois a tendncia do

    corao humano m desde a infncia. Nunca mais tornarei a

    exterminar todos os seres vivos como acabei de fazer,

    Gnesis, 8.21.

  • Essa leitura religiosa do modo de ser da humanidade

    depois confirmada pela sabedoria dos filsofos, que, de

    regra, identificam uma tendncia deletria no ser humano,

    como um ser propenso a produzir o mal , seja por uma

    associabilidade intrnseca, seja por dar vazo a seus apetites,

    que correspondam a suas fantasias de felicidade, conforme

    prelecionou Imanuel Kant [1] . Da advm a necessidade de

    um rgo artificial, engendrado pela inteligncia humana

    destinado a administrar, nos limites do possvel, do

    suportvel e tolervel esses agires malfazejos do ser humano.

    Por isso, a existncia do Estado e, de modo especial, das

    normas de direito penal, criadas por ele (Estado) que

    cominam penas, rectius, castigos, sofrimentos a quem pratica

    condutas prejudiciais ou desviantes em detrimento dos

    outros.

    O livro que o professor Joo Alexandre traz a lume

    extremante til e esclarecedor em relao a esse tema de

    interesse permanente, pois, alm de descrever de

    forma didtica as vrias correntes doutrinrias

    que justificam a existncia de penas, inclusive as que querem

    minimiz-las ou propugnam a abolio delas, ao

    argumento de que, se o sistema carcerrio no recupera o

    indivduo infrator, melhor deixar as coisas se resolverem

    entre os envolvidos na relao criminal: ru e vtima ou,

    ainda ampliem o poder das chamadas agncias judiciais,

    para que no fiquem amarradas pauta legal emanada do

    poder poltico, na fixao das penas.

    O autor no toma uma posio em relao a esse

    debate to forte em meio penologia, mas apresenta-o,

    chegando a sugerir que o juiz no pode aplicar pena

    https://br-mg6.mail.yahoo.com/neo/launch?.rand=e5vt5fkgoa7g6#_ftn1
  • diferente daquela pautada pela lei penal, conforme a doutrina

    prevalecente, deixando ao leitor a livre formao de seu

    juzo quanto pertinncia dessas teses antagnicas da

    criminologia contempornea.

    Quanto dogmtica do direito penal aplicado, o livro

    de uma utilidade incomparvel, pois descreve, com riqueza

    de detalhes, analisa, com inexcedvel zelo tcnico e

    exaustiva pesquisa, dando exemplos de como se lida com o

    cotidiano do Direito Penal a quem opera nessa rea,

    esbatendo todas as dvidas, inclusive colacionando a

    Jurisprudncia mais atualizada sobre temas polmicos dessa

    especialidade.

    Jos Hermlio Ribeiro Serpa

    Procurador do Estado Aposentado

    Ps graduado em filosofia do direito

  • Propedutica Penalgica ............................................................. 35

    1.1. Conceito de Pena ................................................................. 35

    1.2 A origem da Penitenciria ..................................................... 39

    1.2.1 Modelo Filadelfiano ........................................................... 40

    1.2.2 Modelo Auburniano ........................................................... 41

    1.3 A privatizao de presdios no Brasil ..................................... 41

    1.4 Abolicionismos Penais .......................................................... 42

    1.5 Justia Restaurativa ............................................................... 43

    1.6. Teoria das Janelas Quebrada Broken Windows Theory .. 44

    1.6.1. Aplicao da Teoria das Janelas Quebradas ....................... 46

    1.7. Princpios relacionados s penas ........................................... 46

    1.7.1. legalidade ou anterioridade ................................................ 46

    1.7.2. Humanizao: ................................................................... 47

    1.7.3. Responsabilidade Pessoalidade ou Intranscendncia .......... 47

    1.7.4. Proporcionalidade: ............................................................ 47

    1.7.5. Individualizao da Pena: .................................................. 47

    1.7.6. Inderrogabilidade: ............................................................. 48

    1.7.7 Organograma dos Princpios Constitucionais relativos s

    penas .......................................................................................... 49

    1.8. Penas admitidas na Constituio Federal .............................. 50

    1.8.1. Privativas de liberdade: .................................................... 50

    1.8.2. Restritivas de Direitos: ...................................................... 50

    Sumrio