penas alternativas no direito penal  · parte do agente, do esforço necessário para

Download PENAS ALTERNATIVAS NO DIREITO PENAL   · parte do agente, do esforço necessário para

If you can't read please download the document

Post on 06-Sep-2018

212 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJA UNIVALI CENTRO DE CINCIAS SOCIAIS E JURDICAS - CEJURPS CURSO DE DIREITO

    PENAS ALTERNATIVAS NO DIREITO PENAL BRASILEIRO

    NICOLE DEVERLING

    Itaja - SC , Novembro/2010

    DECLARAO

    DECLARO QUE A MONOGRAFIA EST APTA PARA DEFESA EM BANCA PBLICA EXAMINADORA

    ITAJA, ____ DE ____________ DE 2010.

    ________________________________ Professor Esp. Guilherme Augusto Correa Rehder

  • UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJA UNIVALI CENTRO DE CINCIAS SOCIAIS E JURDICAS CEJURPS CURSO DE DIREITO

    PENAS ALTERNATIVAS NO DIREITO PENAL BRASILEIRO

    NICOLE DEVERLING

    Monografia submetida Universidade do Vale do Itaja UNIVALI, como requisito parcial obteno do grau de Bacharel

    em Direito. Orientador: Professor Esp. Guilherme Augusto Corra Rehder

    Itaja - SC , Novembro/2010

  • AGRADECIMENTO

    Inicialmente a Deus, por ter me ofertado a vida, por ter compreendido meus anseios, por ter me dado sade, discernimento, foras para superar as adversidades e por nunca ter me abandonado nos momentos difceis.

    Aos meus amados e queridos pais, Osvaldo e Maril, to grandiosos em suas existncias, por todos os ensinamentos a mim transmitidos com amor e carinho, pela dedicao e por no terem medido esforos para me proporcionarem a realizao deste sonho. minha me, melhor do mundo, em especial, companheira, conselheira, zelosa e, por sua bondade, possuidora de toda a minha admirao; e ao meu pai, homem mais importante da minha vida, grande sbio de inteligncia mpar que nunca desistiu diante das dificuldades que enfrentou, sempre lutando com o objetivo maior de ajudar a todos. A vocs, meu eterno amor e gratido.

    Aos meus irmos, que sempre me apoiaram quando precisei, trouxeram-me vrias alegrias e se mostraram maravilhosos companheiros.

    Ao meu namorado, e s amizades conquistadas na faculdade, que transformaram os cinco anos da graduao num dos episdios mais importantes e felizes da minha vida e que, certamente sero levadas para toda a vida, AMIGAS, amigos e demais colegas, muito obrigada por tudo! Vocs so inesquecveis!

    Ao meu orientador, professor Guilherme, por ter se tornado uma inspirao em razo de ser um profundo conhecedor do Direito Processual Penal, rea que tanto me identifico, pela dedicao e ateno dadas durante a realizao deste trabalho,

  • e pelo norte, sem o qual eu no teria efetivado este trabalho.

    Enfim, a todos aqueles que de alguma forma contriburam para a concluso da presente monografia, no menos importantes, porm, deixo de aqui mencionar por falta de oportunidade. Muito obrigada!

  • DEDICATRIA

    Dedico este trabalho aos meus pais, Maril e Osvaldo, principais merecedores de qualquer vitria

    por mim alcanada, de qualquer etapa de minha vida conquistada, de qualquer mrito por mim obtido, pois

    tal se deve, nica e exclusivamente, aos esforos por eles perpetrados e pela confiana em mim

    sempre depositada! Se pude redigir e concluir a confeco deste trabalho com serenidade e

    conscincia, dignos disto so eles, meus pais! Amo-os incondicionalmente!

  • TERMO DE ISENO DE RESPONSABILIDADE

    Declaro, para todos os fins de direito, que assumo total responsabilidade pelo aporte

    ideolgico conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade do Vale do

    Itaja, a coordenao do Curso de Direito, a Banca Examinadora e o Orientador de

    toda e qualquer responsabilidade acerca do mesmo.

    Itaja - SC, Novembro/2010

    Nicole Deverling Graduanda

  • PGINA DE APROVAO

    A presente monografia de concluso do Curso de Direito da Universidade do Vale do

    Itaja UNIVALI, elaborada pela graduanda Nicole Deverling, sob o ttulo Penas

    Alternativas no Direito Penal Brasileiro, foi submetida em 23 de novembro de 2010

    banca examinadora composta pelos seguintes professores: Guilherme Augusto

    Correa Rehder (Orientador e Presidente da Banca) e Wellington Csar de Souza

    (Membro da Banca), e aprovada com a nota __________.

    Itaja - SC, Novembro/2010

    Professor Guilherme Augusto Correa Rehder Orientador e Presidente da Banca

    Professor Msc. Antnio Augusto Lapa Coordenao da Monografia

  • ROL DE CATEGORIAS

    Ao Ato de agir, modo de atuar, de objetivar a vontade1. Culpa a falta de diligncia na observncia da norma de conduta, isto , o desprezo, por parte do agente, do esforo necessrio para observ-la, com resultado no objetivado, mas previsvel, deste que o agente se detivesse na considerao das conseqncias eventuais da sua atitude2. Dolo Ocorre quando o evento criminoso corresponde vontade do sujeito ativo3. Impercia a incapacidade, a falta de conhecimentos tcnicos no exerccio de arte ou profisso, no tomando o agente em considerao o que sabe ou deve saber4. Imprudncia uma atitude em que o agente atua com precipitao, inconsiderao, com afoiteza, sem cautelas, no usando de seus poderes inibidores5. Negligncia inrcia psquica, a indiferena do agente que, podendo tomar as cautelas exigveis, no o faz por displicncia ou preguia mental6. Pena uma sano aflitiva imposta pelo Estado, atravs da ao penal, ao autor de uma infrao (penal), como retribuio de seu ato ilcito, consistente na diminuio de um bem jurdico e cujo fim evitar novos delitos7. Priso Medida judicial ou administrativa, de carter punitivo, restritiva de liberdade de locomoo8.

    1 ACQUAVIVA, Marcus Cludio. Dicionrio Jurdico Brasileiro Acquaviva. 9 ed. So Paulo : Editora

    Jurdica Brasileira, 1998. 2 ACQUAVIVA, Marcus Cludio. Dicionrio Jurdico Brasileiro Acquaviva. 3 ACQUAVIVA, Marcus Cludio. Dicionrio Jurdico Brasileiro Acquaviva. 4 MIRABETE, Jlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. p.149. 5 MIRABETE, Jlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. p.149. 6 MIRABETE, Jlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. p.149. 7 MIRABETE, Jlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. p. 246. 8 ACQUAVIVA, Marcus Cludio. Dicionrio Jurdico Brasileiro Acquaviva.

  • SUMRIO

    INTRODUO ..................................................................................10

    ORIGEM E EVOLUO DAS PENAS..............................................13

    1.1 ORIGEM DAS PENAS....................................................................................14

    1.2 EVOLUO DAS PENAS NO MUNDO .........................................................15 1.2.1 Perodo primitivo........................................................................................15 1.2.2 Na antiguidade............................................................................................16 1.2.3 Idade mdia.................................................................................................18 1.2.4 Perodo moderno........................................................................................19 1.2.5 Perodo contemporneo ............................................................................23

    1.3 EVOLUO DAS PENAS NO BRASIL..........................................................24 1.3.1 Perodo colonial .........................................................................................25 1.3.2 Perodo Imperial .........................................................................................26 1.3.3 Perodo republicano...................................................................................27

    1.4 A REFORMA PENAL DE 1984.......................................................................29

    1.5 REGRAS DE TQUIO....................................................................................33

    PENAS ALTERNATIVAS..................................................................38

    2.1 CONCEITO .....................................................................................................39

    2.2 ASPECTOS HISTRICOS .............................................................................41

    2.3 LEGISLAO PERTINENTE .........................................................................42

    2.4 LEGISLAO BRASILEIRA DAS PENAS ALTERNATIVAS LEI N. 9.714/9845 2.4.1 Cominao e aplicao das penas alternativas ......................................46 2.4.2 Pressupostos necessrios substituio ...............................................48 2.4.2.1 Pressupostos Objetivos ....................................................................................48 2.4.2.2 Pressupostos subjetivos...................................................................................50

    2.5 ESPCIES DE PENAS ALTERNATIVAS.......................................................51 2.5.1 Prestao pecuniria .................................................................................52 2.5.2 Perda de bens e valores ............................................................................55 2.5.3 Prestao de servios comunidade ou a ente pblico ........................58 2.5.4 Interdio temporria de direitos..............................................................61 2.5.4.1 Proibio do exerccio de cargo, funo, ou atividade pblica, bem como de mandato eletivo .............................................................................................................62 2.5.4.2 Proibio do exerccio de profisso, atividade ou ofcio que dependam de habilitao especial, de licena ou autorizao do poder pblico ............................63 2.5.4.3 Suspenso de autorizao ou habilitao para dirigir veculos.....................64 2.5.4.4 Proibio de frequentar determinados lugares ...............................................66

  • 2.5.5 Limitao de fim de semana......................................................................66 3.5.6 Multa Substitutiva..........................................................