PASSADO PRESENTE FUTURO - SENGE-ES – Sindicato dos senge-es.org.br/wp-content/uploads/2016/06/  ·…

Download PASSADO PRESENTE FUTURO - SENGE-ES – Sindicato dos senge-es.org.br/wp-content/uploads/2016/06/  ·…

Post on 18-Jan-2019

212 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<p>PASSADOPRESENTEFUTUROMEMRIA SINDICAL E PLANEJAMENTO ESTRATGICO DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA, AGRONOMIA, GEOGRAFIA, GEOLOGIA E METEOROLOGIA NO ESPRITO SANTO</p> <p>PUBLICAO ESPECIAL DOS 35 ANOSDO SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO </p> <p>ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTOAv. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2562Ed. Espao Um, Sls. 303/304/305. Bento Ferreira, Vitria, ESTelefax: (27) 3324.1909</p> <p>www.senge-es.org.brwww.facebook.com/pages/Senge-ES</p> <p>DIRETORIA</p> <p>Ary Medina SobrinhoCarlos de Laet Simes OliveiraEduardo Luiz HenriquesEliane Matielo OliveiraFilippo de Carvalho GavaGeraldo Dimas BazelattoHeber Costa BebberJos Augusto BorgoJos Manoel Miranda de OliveiraLcia Helena Vilarinho RamosLuis Fernando Fiorotti MathiasLuiz Antonio Cola dos SantosLuiz de Oliveira DiasMarconi Pereira FardinMaurcio Luiz GorzaMilcon Gomes JuniorPaulo Roberto De SouzaRoberta Mara Higyno SchulteRogrio do Nascimento Ramos Vagner Leal Ferreira Matos</p> <p>CONSELHO FISCAL</p> <p>Adjuto Martins Vasconcelos JuniorBraz RagassiJos Luiz Costa SilvaManoel Henrique Vianna LoureiroRomulo Storch Vasconcelos</p> <p>JORNALISTA RESPONSVELFlvio Borgneth MTB 1904/ES</p> <p>PROJETO GRFICO E DIAGRAMAOLink Editorao</p> <p>FOTOSArquivo Crea-ESArquivo Pblico do Esprito SantoArquivo Flvio BorgnethComunicao FisengeFlvio Borgneth</p> <p>TIRAGEM: 4.000</p> <p>REALIZAO</p> <p>FILIADO </p> <p>APOIO</p> <p>5</p> <p>8</p> <p>8</p> <p>15</p> <p>22</p> <p>26</p> <p>30</p> <p>33</p> <p>36</p> <p>APRESENTAO</p> <p>PASSADO</p> <p>Marco Histrico ANOS DE LUTA</p> <p>Primeiros Passos FILHO DA REDEMOCRATIZAORoberto Brochado (1981-1984)</p> <p>Hugo Girafa/Valrio Ribon (1984-1986</p> <p>Epidemia da Terceirizao PRIVATIZAO, NO! Paulo Bubach (1987-1992)</p> <p>Carlos Eduardo Pini Leito (1993-1999)</p> <p>Luis Fernando Fiorotti Mathias (1999-2005)</p> <p>Novo Pndulo SINDICALISMO E CONHECIMENTO Sebastio da Silveira Carlos Netto (2006-2011)</p> <p>Orlando Zardo Junior (2012/2014)</p> <p>Fale com a gente! Do jornal internet </p> <p>PRESENTE </p> <p>Diretoria 2015/2017 NOVO CAMINHO Ary Medina Sobrinho (2015/2017)</p> <p>Pessoas - Nossa histria tambm sua! </p> <p>FUTURO </p> <p>Planejamento Estratgico - HORIZONTE Planejamento apresentado na Assembleia</p> <p>SUMRIO</p> <p>4</p> <p>APRESENTAO</p> <p>engenheiro eletricistaAry Medina Sobrinho</p> <p>PRESIDENTE DO SENGE-ES</p> <p>5</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>PAT R I M N I ODO TEMPO</p> <p>5</p> <p>O marco dos 35 anos do Sindicato dos Engenheiros </p> <p>no Estado do Esprito Santo momento de olhar para </p> <p>o passado, presente e futuro. A memria sindical dos </p> <p>profissionais configura um patrimnio do tempo que </p> <p>deve pautar os anos que viro. Justamente por isso </p> <p>nesta edio reunimos atores de todas as administra-</p> <p>es da histria do Senge-ES. Alm disso, apresenta-</p> <p>mos os resultados j colhidos pela nossa diretoria e </p> <p>os eixos do Planejamento Estratgico que traa nos-</p> <p>sas aes daqui adiante. </p> <p>Nas ltimas dcadas, a ao sindical dos profissio-</p> <p>nais de engenharia, agronomia, geografia, geo-</p> <p>logia e meteorologia enfrentaram as mudan-</p> <p>as da cincia, da sociedade e do mundo do </p> <p>trabalho. Uma trajetria de amadurecimento </p> <p>que no teria sentido sem o reconhecimen-</p> <p>to e participao dos nossos quase quatro </p> <p>mil associados. </p> <p>Desde sua criao, o Sindicato dos Engenhei-</p> <p>ros uma entidade que nasceu para servir </p> <p>os trabalhadores e trabalhadoras com res-</p> <p>ponsabilidade e transparncia, isso no pode </p> <p>mudar. Nossa ao plena quando conse-</p> <p>guimos garantir que os profissionais tenham </p> <p>uma trajetria exitosa na vida e na profisso.</p> <p>Agradecemos a todos que dividiram conos-</p> <p>co esses 35 anos! </p> <p>6</p> <p>PASSADO</p> <p>7</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>PASSADO</p> <p>7</p> <p>PASSADO</p> <p>8</p> <p>O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Esprito Santo (Senge-ES) iniciou suas atividades em 1981. Ao longo de sua histria, o Senge-ES enfrentou os desafios de seu tempo. Passou pela fronteira da redemocratizao, foi para as ruas pedir voto direto para presidente, contribuiu para o marco da constituinte de 1988, lutou contra as privatizaes e defendeu a bandeira da sustentabilidade, igualdade de gnero e da valorizao profissional nos Acordos Coletivos de Trabalho e nos Conselhos Tcnicos. </p> <p>O Senge-ES um dos fundadores da Central nica dos Trabalhadores (1983) e da Federao Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (1993). Tambm possui relao histrica com So-ciedade Esprito-santense de Engenharia (SEE) e com o Conselho Regional de Engenharia, Ar-quitetura e Agronomia do Esprito Santo (Crea-ES). So 35 anos dedicados ao desenvolvimen-to da engenharia, agronomia, geografia, geologia e meteorologia no Brasil e no Esprito Santo. O Senge-ES presidiu a Fisenge por duas ocasies e atualmente ocupa a cadeira da Diretoria Executiva da Mulher da Federao. </p> <p>O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Esprito Santo nasceu em plena redemocra-tizao brasileira. O general Joo Baptista de Oliveira Figueiredo ainda conduzia o ltimo governo do Perodo Militar (1964-1985), mas o ambiente de abertura poltica j permitia a retomada de aes do movimento sindi-cal. Aliado a isso, pela primeira vez em sua histria, o Estado tinha um nmero expres-sivo de profissionais de engenharia. </p> <p>No Esprito Santo, a Transferncia do capital </p> <p>do setor agro mercantil para o setor industrial foi feita pela mo do Regime Militar. Foram as empresas estatais que impulsionaram o tardio parque industrial capixaba que tinha projetos pungentes naquele inicio dos ano oitenta. A Companhia Siderrgica de Tubaro (CST) ha-via sido fundada em 1976, a Samarco Minera-o em 1977. Em outubro de 1978 a primeira unidade industrial da Aracruz Celulose iniciou suas atividades. O transporte do minrio para exportao puxou a duplicao da Estrada de Ferro Vitria-Minas (EF-262) entre 1971 e 1977. </p> <p>ANOS DE LUTA</p> <p>FILHO DA REDEMOCRATIZAO</p> <p>Marco Histrico</p> <p>Primeiros Passos</p> <p>9</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>A Carta ou Registro sindical o ato de concesso, pelo Po-der Pblico, da personalida-de jurdica sindical para as entidades </p> <p>que cumprem as formalidades exigi-</p> <p>das pela lei, tornando pblica a sua </p> <p>existncia e habilitando-as para a pr-</p> <p>tica de atos sindicais, tais como a re-</p> <p>presentao da categoria e a nego-</p> <p>ciao coletiva. </p> <p>Os engenheiros alocados nessas empresas e obras pblicas foram os primeiros associados do Sindicato dos Engenheiros. At ento os profissionais pagavam seu imposto sindical diretamen-te para Federao Nacional dos Engenheiros. Esse apor-te foi repassado para o sin-dicato to logo o mesmo foi fundado, no dia 25 de maio de 1981, data da assinatu-ra da chamada carta sindi-cal. Porm, antes desse ato oficial, o tramite de funda-o do sindicato obrigato-riamente passava pela cria-o de uma associao. </p> <p>ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS</p> <p>A histria do Sindicato dos Engenheiros precedida pela Associao dos Engenhei-ros que deu suporte para sua criao. O curioso que o primeiro registro da Asso-ciao dos Engenheiros no Estado do Es-prito Santo foi feito em Cachoeiro do Itape-mirim, ainda na dcada de setenta, por um engenheiro que logo em seguida se mudou para Grande Vitria. </p> <p>Roberto Viana Rodriguez era professor da Uni-versidade Federal do Esprito Santo (Ufes) e atuava no setor pblico. Ele foi o autor do re-gistro feito no Sul do Estado. O processo es-tava paralisado at aquele comeo dos anos oitenta, quando ele foi procurado por um en-genheiro membro da Sociedade Esprito-San-tense de Engenharia (SEE), seu xar Roberto Brochado Abreu. Essa conversa entre esses dois Robertos acabou reativando o processo. </p> <p>As reunies semanais para formulao da associao foram realizadas na sede que a SEE acabara de adquirir no edifcio Jusmar (Centro de Vitria). Os diretores da Associa-o dos Engenheiros foram eleitos por acla-mao. Roberto Viana Rodriguez presidiu a </p> <p>diretoria provisria que tinha por misso or-ganizar a primeira eleio do Sindicato dos Engenheiros. O ento Ministro do Trabalho, Murilo Macedo, foi quem entregou pessoal-mente a carta sindical em ato realizado no dia 25 de maio de 1981 no Departamento Re-gional do Trabalho de Vitria. </p> <p>A primeira eleio do Sindicato dos En-genheiros foi realizada em novembro do mesmo ano. A cerimonia foi organizada no auditrio da Secretaria da Agricultura do Esprito Santo (Forte So Joo/Vitria). A nica chapa inscrita foi eleita por acla-mao. O primeiro presidente do Senge-ES era um jovem. Roberto Brochado Abreu ti-nha 28 anos. A posse datada em dois de dezembro de 1981. </p> <p>10</p> <p>O Edifcio Presidente Kennedy foi sede do Senge-ES por quase duas dcadasRua Alberto de Oliveira Santos, 40 - Centro, Vitria</p> <p>O edifcio Kennedy fica de frente para Aveni-da Beira Mar, mas ns olh-vamos para orla de esquina. Nossa sala no era de frente para o mar.</p> <p>Luis Fiorotti, ex-presidente do Senge-ES </p> <p>VISTA LATERAL</p> <p>11</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>Os nmeros 42 e 40 da Rua Alberto de Oli-veira Santos abrigaram as duas primeiras sa-las alugadas como sede do Sindicato dos Engenheiros que tinha acabado de nascer oficialmente. Primeiro a entidade se instalou no condomnio do Edifcio Ames, mas por l s ficou alguns meses. </p> <p>Em meados de 1982 foi feita a mudana para o edifcio Presidente Kennedy, localizado do outro lado da Rua Alberto de Oliveira San-tos. Por l a entidade permaneceu por qua-se duas dcadas. </p> <p>A sede ficava em trs salas localizadas na so-breloja do prdio, na altura do primeiro an-dar. A entrada era lateral, o cho de tacos de madeira. Era comum que o barulho da movi-mentao do carro de coleta de lixo interrom-pesse as reunies que seguiam noite adentro.</p> <p>Os encontros acabavam indo alm da pau-ta sindical e derramavam em poltica. Era tempo de redemocratizao, luta pelo voto </p> <p>A luta pelo Salrio Mnimo Profissional (Lei 4.950-A/ 1966) existe desde a pri-meira diretoria do Senge--ES, que tambm participou do chamado movimento dos desempregados e dis-cutiu as obras da Terceira Ponte que estavam sen-do retomadas. Os Acordos Coletivos e o atendimen-to jurdico aos profissionais tambm foram iniciados j nesse primeiro mandato.</p> <p>BANDEIRA HISTRICA</p> <p>Roberto Brochado 1981-1984</p> <p>direto. Roberto Brochado chegou a discur-sar como presidente do Sindicato dos Enge-nheiros na passeata realizada em Vitria do movimento Nacional Diretas J. </p> <p>REGIME DE EXCEO</p> <p>Havia receio de retaliaes dos militares ao Sindicato dos Engenheiros. O Senge-ES che-gou a ser contemporneo das administra-es de governadores militares no Esprito Santo. Nacionalmente, o Regime permane-ceu ativo at 1985. </p> <p>O ponto que no comeo dos anos oitenta o movimento sindical estava atuando con-tra a Ditadura. As greves que comearam no parque industrial paulista (Regio do ABC) se </p> <p>12</p> <p>espalharam por todo o pas. O sindicalismo reaprendia sua importncia como movimen-to nacional capaz de mobilizar milhares de operrios e angariar apoio de partidos pol-ticos e entidades da sociedade civil. </p> <p>Em Agosto de 1981 havia 900 mil desem-pregados, somente nas regies metropo-litanas brasileiras. Atuante em seu tempo, a primeira diretoria do Sindicato dos Enge-nheiros participou do movimento nacional dos desempregados. Alm disso, em 1983, o Senge-ES participa da fundao da Cen-tral nica dos Trabalhadores.</p> <p>Claro que tais aes engrossavam o receio de retaliaes dos militares ao Sindicato dos Engenheiros. O medo de pessoas in-filtradas existia. De vez em quando apa-recia algum l que a gente no conhecia. Teve um cara que eu no sei se era infor-mante, ou no. Ele estava nas reunies dos engenheiros desempregados, mas ficava difcil pedir carteirinha. Acho que tinha in-formante, aponta o primeiro presidente do Senge-ES, Roberto Brochado.</p> <p>O movimento civil de reivindicao por eleies presidenciais diretas ocorreu entre 1983-1984 em todo o Brasil. Em Vitria a passeata/comcio foi reali-zada em 18 de Abril de 1984. Estimativas apontam que 80 mil pessoas participaram. Estivemos na campa-nha das Diretas J. Participei do comcio das diretas na praa oito como presidente do Sindicato, recor-da Roberto Brochado.</p> <p>DIRETAS J</p> <p>Desfile militar - Vitria (anos sessenta)</p> <p>13</p> <p>SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO ESPRITO SANTO</p> <p>COQUETEL MOLOTOV</p> <p>A situao chegou ao ponto de serem instaladas grades nas janelas da sede do Senge-ES por motivos de segurana. Na poca havia a notcia de que militares haviam atirado bombas de coquetel molotov em uma organizao ligada esquerda. Como a sala do edifcio Kene-dy era muito baixa, achou-se por bem prevenir. </p> <p>lcio lvares (foto) foi o pe-nltimo governador mili-tar do Esprito Santo, deixou o Palcio Anchieta pouco an-tes da abertura do Sindica-to dos Engenheiros. Eurico Vieira de Rezende o suce-deu, sua administrao se-guiu at maro de 1983. O ltimo presidente do pero-do do regime militar, Joo Baptista de Oliveira Figuei-redo, permaneceu no car-go at 1985. </p> <p>CONTRA A DITADURA</p> <p>Melhor prevenirA janela da sede do sindicato era perto do trreo. Na poca houve um tentado onde jogaram uma bomba em uma organizao loca-lizada nos primeiros andares de um prdio. Ficamos com medo de al-gum jogar um coquetel molotov no Senge-ES. Mandei botar uma grade com tela. Ficvamos prximos da rua, era fcil jogar uma bomba.</p> <p>Ao em redeO sindicato dos Ferrovirios s ti-nha gente da Vale. O sindicato dos metalrgicos tinha gente da CST. Os eletricitrios da Escelsa. J o Sindicato dos Engenheiros estava em todos esses lugares e no ser-vio pblico. Acabou funcionan-do como rede de articulao, aju-dando a retomada dos sindicatos pelos trabalhadores.</p> <p>Roberto Brochado, ex-presidente do Senge-ES </p> <p>Paulo Bubach, ex-presidente do Senge-ES </p> <p>14</p> <p>A segunda eleio da diretoria do Sindicato dos Engenheiros foi bem mais agitada que a primeira. Trs chapas disputaram. O enge-nheiro gacho Hugo Girafa foi o eleito. Tomou posse no dia dois de dezembro de 1984 em cerimonia realizada no Salo Nobre da Esco-la Normal de Vitria (foto). Girafa foi presiden-te por pouco tempo. Ainda no vero de 1985 deixou o cargo por recomendaes mdicas. </p> <p>A troca de posio acabou por permitir que um engenheiro agrnomo comandasse a se-</p> <p>gunda diretoria do Sindicato dos Engenhei-ros. Valrio Ribon assumiu a presidncia. Sua administrao abriu espao nas instituies ligadas a agronomia. </p> <p>Tambm foi na gesto de Ribon que a Coo-perativa dos Engenheiros foi aberta. O obje-tivo da iniciativa era auxiliar os profissionais desempregados ou no comeo de carreira. Para tanto, uma sala chegou a ser alugada ao lado da sede do sindicato para atender os trabalhadores cadastrados. </p> <p>Na foto Roberto Brochado, primeiro presidente do Senge-ES, discursa na cerimnia de posse de seu sucessor, Hugo Girafa, que teve que deixar o cargo logo depois, sendo substitudo pelo Engenheiro Agrnomo Valrio Ribon</p> <p>Hugo Girafa | Valrio Ribon1984-1986</p> <p>Valrio Ribon </p> <p>O Engenheiro Agr-nomo Valrio Ribon foi o segundo presiden-te do Senge-ES. Fez de sua militncia ao que vai alm do campo da categoria que atou. Ri-bon faleceu em maio de 2013, nos depoimentos de amigos e compa-nheiros lembrado, sobretudo por seu ca-rt...</p>