participaÇÃo e controle social

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PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL. CONTROLE SOCIAL - PowerPoint PPT Presentation

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  • PARTICIPAO ECONTROLE SOCIAL

  • CONTROLE SOCIAL

    o exerccio de democratizao da gesto pblica, que permite sociedade organizada intervir nas polticas pblicas, interagindo com o Estado para a definio de prioridades e na elaborao dos planos de ao dos municpios, estados ou do governo federal.

  • DIMENSES DO CONTROLE SOCIALDimenso Poltica;

    Dimenso Tcnica;

    Dimenso tica.

  • INSTRUMENTOS E FORMAS DE CONTROLE DISPOSIO DO CIDADO/SOCIEDADE

  • 1 Ao Popular Lei 4.717, de 29/6/65Qualquer cidado ser parte legtima para pleitear a anulao ou a declarao de nulidade contra atos lesivos ao patrimnio pblico, seja por incompetncia, vcio de forma, ilegalidade do objeto, inexistncia dos motivos ou desvio de finalidade.

  • 2 Ao Civil Pblica Lei n 7.347, de 24/7/85 Aes de responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados, dentre outros, a interesses difusos ou coletivos e infraes ordem econmica e economia popular.

    Art. 6 Qualquer pessoa poder e o servidor pblico dever provocar a iniciativa do Ministrio Pblico, ministrando-lhe informaes sobre fatos que constituam objeto da ao civil e indicando-lhe os elementos de convico.

  • 3 Ministrio Pblico Constituio Federal, art. 127: Defesa da ordem jurdica, do regime democrtico e dos interesses sociais e individuais indisponveis.4 Plebiscito (art. 14-I da Constituio Federal/1998)5 rgo de Defesa do Consumidor6 Conselhos (Polticas Pblicas e Defesa de Direitos)7 Conferncias8 - Ouvidorias

  • CONTROLE SOCIAL E A POLTICA DE ASSISTNCIA SOCIAL

  • Falando sobre a Poltica pblica de Assistncia Social

    Realiza-se de forma integrada s polticas setoriais tendo por objetivo promover servios, programas, projetos e benefcios de proteo social bsica e especial e contribuir com a incluso e a eqidade dos usurios e grupos especficos, ampliando o acesso aos bens e servios socioassistenciais em reas urbana e rural, alm de assegurar que as suas aes garantam a convivncia familiar e comunitria.

  • CONCEITO E BASE DE ORGANIZAO DO SISTEMA NICO DE ASSISTNCIA SOCIAL:O SUAS, cujo modelo de gesto descentralizado e participativo, constitui-se na regulao e organizao em todo o territrio nacional das aes socioassistenciais.

  • A Assistncia Social e as Protees afianadas:Proteo Social Bsica tem por objetivos prevenir situaes de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisies e o fortalecimento de vnculos familiares e comunitrios. Destina-se populao que vive em situao de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privao e, ou fragilizao de vnculos afetivos relacionais e de pertencimento.

  • Proteo Social Especial a modalidade de atendimento assistencial destinada a famlias e indivduos que se encontram em situao de risco pessoal e social. So servios que requerem acompanhamento individual e maior flexibilidade nas solues protetivas.Ocorrem nas modalidades da proteo social especial de mdia e alta complexidade.

  • O CONTROLE SOCIAL NO SUAS

  • MARCO LEGAL

    1) Constituio Federal de 1.988Art. 204 - As aes governamentais na rea da assistncia social sero realizadas com recursos do oramento da seguridade social, previstos no Art. 195, alm de outras fontes, e organizadas com base nas seguintes diretrizes:II - participao da populao, por meio de organizaes representativas, na formulao das polticas e no controle das aes em todos os nveis.

  • 2) Lei 8.742/93 LOAS

    Art. 5 A organizao da assistncia social tem como base as seguintes diretrizes:

    II - participao da populao, por meio de organizaes representativas, na formulao das polticas e no controle das aes em todos os nveis;

  • Art. 16 (LOAS) As instncias deliberativas do Sistema Descentralizado e Participativo de Assistncia Social, de carter permanente e composio paritria entre governo e sociedade civil so: I O Conselho Nacional de Assistncia Social; II Os Conselhos Estaduais de Assistncia Social; III O Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal; IV Os Conselhos Municipais de Assistncia Social.

  • O CONTROLE SOCIAL NO SUAS:

    O Controle Social, no mbito dos conselhos de assistncia social, o exerccio democrtico de acompanhamento e a avaliao da implementao e execuo do SUAS.

  • Governo ------------------ Sociedade civilVontade poltica do GovernoInvestimento/recursosCapacidade participativa da populao+- mobilizao, - organizao, representao,defesa de interesses pblicos,- qualificao- criar condies participao, - investir em capacitao, - produzir informaes, - tornar as estruturas de gesto cada vez mais permeveis s reivindicaes da sociedade

  • Os conselhos so essencialmente espaos de : interlocuo poltica, negociao e deliberao.

    lugares de disputa de projetos e recursos,

    mecanismos de partilha de poder,

    democratizao da vida social.

  • O PAPEL DOS CONSELHOS NO EXERCCIO DO CONTROLE SOCIAL :

    Zelar pela ampliao e qualidade da rede de servios socioassistenciais para a universalizao de atendimento a todos os destinatrios da Poltica de Assistncia Social e os gastos das verbas pblicas destinadas aos municpios (que vm da Unio Federal, dos Estados, e ainda dos prprios oramentos municipais).

  • Arquitetura do controle socialCONSELHOSConfernciasPLANOSFUNDOS

  • AS COMPETNCIAS DOS CAS PERPASSAM POR: Deliberar; Regular; Acompanhar / Fiscalizar a execuo da Poltica Pblica da Assistncia Social.

  • Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social:

    Deliberar e fiscalizar a execuo da Poltica de Assistncia Social e de seu financiamento, em consonncia com as diretrizes propostas pela conferncia (em seu mbito); Apreciar e aprovar os Planos de Assistncia Social (no seu mbito);

  • Apreciar e aprovar a proposta oramentria e Prestao de Contas da execuo dos Recursos do Fundo da Assistncia Social(no seu mbito);Normatizar, avaliar e fiscalizar a prestao de servios, observadas normas gerais do CNAS;

    Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social:

  • Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social:

    Exercer o papel de vigilncia social de Direitos; Convocar as conferncias de Assistncia Social; Promover a discusso intersetorial das polticas sociais; entre outras.

  • OS CONSELHEIROS DE ASSISTNCIA SOCIAL

  • OS CONSELHEIROS COMO AGENTES PBLICOS - LEI 8.429/92 - Art. 2 Reputa-se agente pblico, para os efeitos desta Lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remunerao, por eleio, nomeao, designao , contratao ou qualquer outra forma de investidura ou vnculo, mandato, cargo, emprego ou funo nas entidades mencionadas no artigo anterior.

  • A funo do Conselheiro de relevante interesse pblico e valor social no mbito da Poltica Pblica de Assistncia Social

  • DESAFIOS PARA O CONTROLE SOCIAL NO SUAS

  • Investir na capacidade de articulao entre os nveis de governo, na direo de firmar a perspectiva do SUAS como Sistema Pblico democrtico e participativo;Ampliar o debate sobre a questo do controle social, buscando identificar estratgias que possam criar novos mecanismos e instrumentos de interveno nos espaos pblicos;Analisar profundamente o modelo de funcionamento dos conselhos de assistncia social, suas competncias, capacidade de deliberao, grau de autonomia;

  • Buscar parceria com o Ministrio Pblico para fazer valer as decises dos conselhos de assistncia social;Observar as orientaes do Tribunal de Contas quanto ao papel, responsabilidade e funo social dos conselhos no processo de acompanhamento e avaliao da gesto dos recursos do fundo da assistncia social, buscando certificar se os mesmos esto sendo aplicados conforme finalidade prevista nos Planos de Assistncia Social;Investir na articulao entre os Conselhos de Assistncia Social (CNAS, CEAS e CMAS), de modo que as deliberaes no mbito desses espaos possam conduzir ao fortalecimento do controle social no SUAS;

  • Monitorar as deliberaes das Conferncias, especialmente o Plano Decenal, (metas e estratgias) em cada nvel de gesto;Dotar os conselhos de infra-estrutura (material, humana e financeira), agregando a eles, dessa forma, condies de trabalho para que viabilizem suas aes de controle social;Investir na capacitao dos conselheiros e secretaria executiva, de forma que a dimenso tcnica ganhe as condies necessrias para o avano na construo de metodologias e processos que qualifiquem a fiscalizao e avaliao das aes;

  • Apoiar e incentivar novas iniciativas para a criao de espaos de controle social, de forma que contemplem com prioridade a participao dos usurios dos servios e benefcios da poltica;

    Promover aes em parceria com o Ministrio Pblico de forma a vigiar o controle social sobre as decises da poltica;

    Estimular a instalao de Frentes Parlamentares em defesa da poltica de assistncia social;

  • Estabelecer e fortalecer a articulao da sociedade civil e Estado, na perspectiva de criar iniciativas que valorizem processos democrticos, estabelea pactos e favoream as alianas, dando uma nova direo institucionalizao do controle social;

    Atuar na direo do comando nico, da ruptura com o primeiro damismo, denunciar formas de clientelismo e de favorecimento partidrio e/ou de grupos e outros processos que desqualificam a poltica e o direito dos usurios;

  • Imprimir prioridade na luta pelo oramento pblico em todas as esferas de governo;

    Rever e estabelecer regulamentaes que fortaleam os princpios e diretrizes dos SUAS como sistema pblico, descentralizado e participativo.

  • AGENDA DO CONTROLE SOCIAL - Reunio Ampliada do CNAS em abril de 2009; - Mobilizao junto ao Legislativo para aprovao do PL 3.077/2008, que altera a Lei 8.742/93 - LOA

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