PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

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PARTICIPAO E CONTROLE SOCIAL. CONTROLE SOCIAL - PowerPoint PPT Presentation

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PARTICIPAO ECONTROLE SOCIAL CONTROLE SOCIAL o exerccio de democratizao da gesto pblica, que permite sociedade organizada intervir nas polticas pblicas, interagindo com o Estado para a definio de prioridades e na elaborao dos planos de ao dos municpios, estados ou do governo federal. DIMENSES DO CONTROLE SOCIALDimenso Poltica;Dimenso Tcnica;Dimenso tica. INSTRUMENTOS E FORMAS DE CONTROLE DISPOSIO DO CIDADO/SOCIEDADE1 Ao Popular Lei 4.717, de 29/6/65Qualquer cidado ser parte legtima para pleitear a anulao ou a declarao de nulidade contra atos lesivos ao patrimnio pblico, seja por incompetncia, vcio de forma, ilegalidade do objeto, inexistncia dos motivos ou desvio de finalidade.2 Ao Civil Pblica Lei n 7.347, de 24/7/85 Aes de responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados, dentre outros, a interesses difusos ou coletivos e infraes ordem econmica e economia popular. Art. 6 Qualquer pessoa poder e o servidor pblico dever provocar a iniciativa do Ministrio Pblico, ministrando-lhe informaes sobre fatos que constituam objeto da ao civil e indicando-lhe os elementos de convico.3 Ministrio Pblico Constituio Federal, art. 127: Defesa da ordem jurdica, do regime democrtico e dos interesses sociais e individuais indisponveis.4 Plebiscito (art. 14-I da Constituio Federal/1998)5 rgo de Defesa do Consumidor6 Conselhos (Polticas Pblicas e Defesa de Direitos)7 Conferncias8 - OuvidoriasCONTROLE SOCIAL E A POLTICA DE ASSISTNCIA SOCIAL Falando sobre a Poltica pblica de Assistncia Social Realiza-se de forma integrada s polticas setoriais tendo por objetivo promover servios, programas, projetos e benefcios de proteo social bsica e especial e contribuir com a incluso e a eqidade dos usurios e grupos especficos, ampliando o acesso aos bens e servios socioassistenciais em reas urbana e rural, alm de assegurar que as suas aes garantam a convivncia familiar e comunitria. CONCEITO E BASE DE ORGANIZAO DO SISTEMA NICO DE ASSISTNCIA SOCIAL:O SUAS, cujo modelo de gesto descentralizado e participativo, constitui-se na regulao e organizao em todo o territrio nacional das aes socioassistenciais. A Assistncia Social e as Protees afianadas:Proteo Social Bsica tem por objetivos prevenir situaes de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisies e o fortalecimento de vnculos familiares e comunitrios. Destina-se populao que vive em situao de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privao e, ou fragilizao de vnculos afetivos relacionais e de pertencimento.Proteo Social Especial a modalidade de atendimento assistencial destinada a famlias e indivduos que se encontram em situao de risco pessoal e social. So servios que requerem acompanhamento individual e maior flexibilidade nas solues protetivas.Ocorrem nas modalidades da proteo social especial de mdia e alta complexidade.O CONTROLE SOCIAL NO SUASMARCO LEGAL1) Constituio Federal de 1.988Art. 204 - As aes governamentais na rea da assistncia social sero realizadas com recursos do oramento da seguridade social, previstos no Art. 195, alm de outras fontes, e organizadas com base nas seguintes diretrizes:II - participao da populao, por meio de organizaes representativas, na formulao das polticas e no controle das aes em todos os nveis.2) Lei 8.742/93 LOASArt. 5 A organizao da assistncia social tem como base as seguintes diretrizes:II - participao da populao, por meio de organizaes representativas, na formulao das polticas e no controle das aes em todos os nveis; Art. 16 (LOAS) As instncias deliberativas do Sistema Descentralizado e Participativo de Assistncia Social, de carter permanente e composio paritria entre governo e sociedade civil so: I O Conselho Nacional de Assistncia Social; II Os Conselhos Estaduais de Assistncia Social; III O Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal; IV Os Conselhos Municipais de Assistncia Social.O CONTROLE SOCIAL NO SUAS:O Controle Social, no mbito dos conselhos de assistncia social, o exerccio democrtico de acompanhamento e a avaliao da implementao e execuo do SUAS.Governo ------------------ Sociedade civilVontade poltica do GovernoInvestimento/recursosCapacidade participativa da populao+- mobilizao, - organizao, representao,defesa de interesses pblicos,- qualificao- criar condies participao, - investir em capacitao, - produzir informaes, - tornar as estruturas de gesto cada vez mais permeveis s reivindicaes da sociedade Os conselhos so essencialmente espaos de : interlocuo poltica, negociao e deliberao. lugares de disputa de projetos e recursos,mecanismos de partilha de poder,democratizao da vida social.O PAPEL DOS CONSELHOS NO EXERCCIO DO CONTROLE SOCIAL :Zelar pela ampliao e qualidade da rede de servios socioassistenciais para a universalizao de atendimento a todos os destinatrios da Poltica de Assistncia Social e os gastos das verbas pblicas destinadas aos municpios (que vm da Unio Federal, dos Estados, e ainda dos prprios oramentos municipais). Arquitetura do controle socialCONSELHOSConfernciasPLANOSFUNDOS AS COMPETNCIAS DOS CAS PERPASSAM POR: Deliberar; Regular; Acompanhar / Fiscalizar a execuo da Poltica Pblica da Assistncia Social.Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social:Deliberar e fiscalizar a execuo da Poltica de Assistncia Social e de seu financiamento, em consonncia com as diretrizes propostas pela conferncia (em seu mbito); Apreciar e aprovar os Planos de Assistncia Social (no seu mbito);Apreciar e aprovar a proposta oramentria e Prestao de Contas da execuo dos Recursos do Fundo da Assistncia Social(no seu mbito);Normatizar, avaliar e fiscalizar a prestao de servios, observadas normas gerais do CNAS; Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social:Competncias Legais dos Conselhos de Assistncia Social: Exercer o papel de vigilncia social de Direitos; Convocar as conferncias de Assistncia Social; Promover a discusso intersetorial das polticas sociais; entre outras. OS CONSELHEIROS DE ASSISTNCIA SOCIALOS CONSELHEIROS COMO AGENTES PBLICOS - LEI 8.429/92 - Art. 2 Reputa-se agente pblico, para os efeitos desta Lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remunerao, por eleio, nomeao, designao , contratao ou qualquer outra forma de investidura ou vnculo, mandato, cargo, emprego ou funo nas entidades mencionadas no artigo anterior.A funo do Conselheiro de relevante interesse pblico e valor social no mbito da Poltica Pblica de Assistncia SocialDESAFIOS PARA O CONTROLE SOCIAL NO SUASInvestir na capacidade de articulao entre os nveis de governo, na direo de firmar a perspectiva do SUAS como Sistema Pblico democrtico e participativo;Ampliar o debate sobre a questo do controle social, buscando identificar estratgias que possam criar novos mecanismos e instrumentos de interveno nos espaos pblicos;Analisar profundamente o modelo de funcionamento dos conselhos de assistncia social, suas competncias, capacidade de deliberao, grau de autonomia;Buscar parceria com o Ministrio Pblico para fazer valer as decises dos conselhos de assistncia social;Observar as orientaes do Tribunal de Contas quanto ao papel, responsabilidade e funo social dos conselhos no processo de acompanhamento e avaliao da gesto dos recursos do fundo da assistncia social, buscando certificar se os mesmos esto sendo aplicados conforme finalidade prevista nos Planos de Assistncia Social;Investir na articulao entre os Conselhos de Assistncia Social (CNAS, CEAS e CMAS), de modo que as deliberaes no mbito desses espaos possam conduzir ao fortalecimento do controle social no SUAS;Monitorar as deliberaes das Conferncias, especialmente o Plano Decenal, (metas e estratgias) em cada nvel de gesto;Dotar os conselhos de infra-estrutura (material, humana e financeira), agregando a eles, dessa forma, condies de trabalho para que viabilizem suas aes de controle social;Investir na capacitao dos conselheiros e secretaria executiva, de forma que a dimenso tcnica ganhe as condies necessrias para o avano na construo de metodologias e processos que qualifiquem a fiscalizao e avaliao das aes;Apoiar e incentivar novas iniciativas para a criao de espaos de controle social, de forma que contemplem com prioridade a participao dos usurios dos servios e benefcios da poltica;Promover aes em parceria com o Ministrio Pblico de forma a vigiar o controle social sobre as decises da poltica;Estimular a instalao de Frentes Parlamentares em defesa da poltica de assistncia social;Estabelecer e fortalecer a articulao da sociedade civil e Estado, na perspectiva de criar iniciativas que valorizem processos democrticos, estabelea pactos e favoream as alianas, dando uma nova direo institucionalizao do controle social;Atuar na direo do comando nico, da ruptura com o primeiro damismo, denunciar formas de clientelismo e de favorecimento partidrio e/ou de grupos e outros processos que desqualificam a poltica e o direito dos usurios;Imprimir prioridade na luta pelo oramento pblico em todas as esferas de governo;Rever e estabelecer regulamentaes que fortaleam os princpios e diretrizes dos SUAS como sistema pblico, descentralizado e participativo.AGENDA DO CONTROLE SOCIAL - Reunio Ampliada do CNAS em abril de 2009; - Mobilizao junto ao Legislativo para aprovao do PL 3.077/2008, que altera a Lei 8.742/93 - LOAS; - Acompanhamento do Pacto de Aprimoramento da gesto estadual e do DF do SUAS, que inclui as metas do Plano Decenal de Assistncia Social.VII CONFERNCIA NACIONAL DE ASSISTNCIA SOCIALObjetivo geral:Avaliar e propor diretrizes para o aperfeioamento do Sistema nico da Assistncia Social SUAS, na perspectiva da participao e do controle social.Portaria Conjunta n 1/2008 Convoca a VII Conferncia Nacional de Assistncia SocialResoluo 97/2008 define o perodo para realizao das Conferncias:Conferncias municipais prazo inicial 1 maio at 9 de agosto de 2009;Conferncias estaduais prazo final at 16 de outubro de 2009;Conferncia Nacional 30 de novembro a 3 de dezembro de 2009.OBRIGADO!Conselho Nacional de Assistncia Social CNASEsplanada dos Ministrios, Bl. F, Anexo, Ala A, 1 andar Cep.: 70.059-900 - Braslia, DFTelefone: (0*61) 3433.2402 - Fax: (0*61) 3433.2444www.mds.gov.br/cnaspresidencia.cnas@mds.gov.br*Controle social a participao da populao na gesto pblica, possibilitando aos cidados meios e canais de fiscalizao e controle das instituies e organizaes governamentais, de modo a verificar o bom andamento das decises tomadas em seu nome.Visa direcionar as polticas para o atendimento das necessidades prioritrias da populao; melhorar os nveis de oferta e de qualidade dos servios e fiscalizar a aplicao dos recursos pblicos. Sua concepo est diretamente relacionada com o Estado de Direito, democracia, participao popular, partilhamento de decises, modelo de Estado a servio do interesse pblico Estado Democrtico direito reclamvel.Supe a existncia de espaos pblicos onde a sociedade organizada possa exercer este controle sobre o Estado. *A dimenso poltica relaciona-se mobilizao da sociedade para influenciar a agenda governamental e indicar prioridades;A dimenso tcnica diz respeito ao trabalho da sociedade para fiscalizar a gesto de recursos e a apreciao dos trabalhos governamentais, inclusive sobre o grau de efetividade desse trabalho na vida dos destinatrios;A dimenso tica trata da construo de novos valores e de novas referncias, fundadas nos ideais de solidariedade, da soberania e da justia social. Essa dimenso est comprometida com a construo de uma sociedade voltada, como dispe a LOAS, para o atendimento das necessidades sociais sobre exigncias da rentabilidade econmica (art. 4)****Com a aprovao da PNAS/2004 e da NOB-SUAS/2005 a Assistncia Social se insere num novo patamar como Poltica de Estado na busca da implementao de um sistema pblico SUAS, que consolida um modo de gesto compartilhada, o co-financiamento, a cooperao tcnica entre os trs entes federativos, que hierarquiza as aes, uniformiza conceitos no sentido da classificao dos servios especficos de assistncia social e estabelece o lugar prprio da rede socioassistencial. *O Sistema nico da Assistncia Social - SUAS vem ampliar e redesenhar o sistema descentralizado e participativo da Assistncia Social.O SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindveis execuo da Poltica de Assistncia Social possibilitando a normatizao dos padres nos servios e qualidade no atendimento,tendo como eixos estruturantes: MATRICIALIDADE SCIOASSISTENCIAL FAMILIAR.Isso se d com a normatizao dos padres nos servios, qualidade no atendimento, indicadores de avaliao e resultado, nomenclatura dos servios e da rede socioassistencial.Os servios, programas, projetos e benefcios tm como foco prioritrio a ateno s famlias, seus membros e indivduos e o territrio como base de organizao, que passam a ser definidos pelas funes que desempenham, pelo nmero de pessoas que deles necessitam e pela sua complexidade.Pressupe, ainda, a gesto compartilhada, co-financiada da poltica pelas trs esferas de governo e definio clara das competncias tcnico-polticas da Unio, Estados, Distrito Federal e Municpios, com a participao e mobilizao da sociedade civil e estes tm o papel efetivo na sua implementao.O SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindveis execuo da poltica de assistncia social possibilitando a normatizao dos padres nos servios, qualidade no atendimento, indicadores de avaliao e resultado, nomenclatura dos servios e da rede socioassistencial e, ainda, os eixos estruturantes e de subsistemas como: matricialidade sociofamiliar; descentralizao poltico administrativa e territorializao; novas bases para a relao entre Estado e Sociedade Civil; financiamento; controle social; o desafio da participao popular/ cidado usurio; a poltica de RH; a informao, o monitoramento e a avaliao. *Servios da proteo social especial de mdia complexidade: so aqueles que oferecem atendimentos s famlias e indivduos com seus direitos violados, mas cujos vnculos familiar e comunitrio no foram rompidos.Servios da proteo social especial de alta complexidade: so aqueles que garantem proteo integral moradia, alimentao, higienizao e trabalho protegido para famlias e indivduos que se encontram sem referncia e, ou, em situao de ameaa, necessitando ser retirados de seu ncleo familiar e, ou comunitrio. ** a partir da Constituio Federal de 1988, caracterizada principalmente pela descentralizao e participao popular, que a sociedade, por meio de organizaes representativas, passou a exercer o papel de participante e controladora das aes do Estado.Neste sentido, ao empoderar o cidado de ferramentas que o permita participar dos negcio pblicos rompe com a idia do espao pblico como sendo algo privativo do Estado e implementa a idia do espao pblico como um espao compartilhado com a sociedade. E, a partir da CF 1988 que a assistncia social passa a compor o trip da seguridade social brasileira, inscreve-se como direito social e humano e incorpora objetivos como a universalidade e o carter democrtico. Assim, por meio desse reconhecimento legal, a assistncia social passa a compor o sistema de seguridade social no contributivo. *A participao popular foi efetivada na LOAS (artigo 5), ao lado de duas outras diretrizes: a descentralizao poltico-administrativa para Estados , Distrito Federal e Municpios, o comando nico de cada esfera de governo (artigo 5, inciso I), e a primazia da responsabilidade do Estado na conduo da poltica de assistncia social em cada esfera de governo (artigo 5, inciso III). *CONSELHOS DE ASSISTNCIA SOCIAL: So instncias de deliberao colegiada (decises tomadas pelo coletivo), de carter permanente (sem interrupo do seu funcionamento) e composio paritria (igualdade de representao e participao do governo e sociedade civil composta por entidades, trabalhadores e usurios), que devem exercer o controle e fiscalizao da gesto da poltica de assistncia social, implementada por meio do SUAS. *Cabe aos conselhos de Assistncia Social exercer o controle social com vistas consolidao do SUAS como uma poltica de direitos.O controle social no SUAS consiste em aes que visam a fiscalizar, acompanhar e avaliar as condies de gesto, a execuo das aes e a aplicao dos recursos financeiros destinados implementao da poltica pblica de assistncia social. O exerccio democrtico de acompanhamento da gesto e a avaliao da Poltica pblica de assistncia social e dos recursos financeiros destinados sua implementao, considerando tambm a atuao das entidades como co-gestoras. O acompanhamento deve perpassar o Plano Plurianual de Assistncia Social e dos recursos financeiros destinados implementao do SUAS, considerando tambm a atuao das entidades como co-gestoras da Poltica. *Papel do governo:Os conselhos so ligados aos rgos pblicos que executam a poltica de assistncia social, e esses devem prover a infra-estrutura necessria para o seu funcionamento, garantindo recursos materiais, humanos e financeiros, e arcando com as despesas, dentre outras, de passagens, traslados, alimentao, hospedagem dos/as conselheiros/as, tanto do governo quanto da sociedade civil, quando estiverem no exerccio de suas funes.- Para exercer suas funes os CAS precisam ter estrutura prevista em norma, bem como recursos financeiros para funcionamento do conselho, bem como para viabilizar a participao dos Conselheiros nas plenrias, comisses e grupos de trabalho;- Deve ter instrumentos/ferramentas de trabalho/ equipamentos para possibilitar o trabalho tcnico e operacional.- A NOB/SUAS (Norma Operacional Bsica/Sistema nico de Assistncia Social), aprovada pelo CNAS (Res. 130, de 15/07/2005) trata das Instncias de Deliberao (pg.44). A existncia do Conselho de Assistncia Social e seu funcionamento so condies para a habilitao dos municpios, estados e Distrito Federal na Rede SUAS. Recomenda-se que estas condies esteja prevista na lei de criao do Conselho e, no que tange questo dos recursos financeiros, que estejam previstos no oramento dos respectivos rgos gestores. Papel da sociedade civil:Construo de nova relao estado/sociedade, governo/cidado na gerao de interlocuo, enfrentamento de conflitos, negociao e pactuao permanente; Construo de novas relaes no interior da prpria sociedade civil com a formao de alianas entre os setores, elaborao de pautas coletivas, superar interesses particularistas e corporativistas;Fomentar processos de construo poltica de sujeitos ativos e participativos. *Conselhos so espao de negociao, construo de alianas, acordos, dilogos instrumento pblico / atuao da Poltica de Assistncia Social / interface com o usurio e seu direitos.As alianas da sociedade civil com a representao governamental so um elemento fundamental para o estabelecimento de consensos, o que aponta para a necessidade de definio de estratgias polticas a serem adotadas no processo de correlao de foras.*Aos conselhos cabe acompanhar:A ampliao do universo de ateno para os segmentos excludos e vulnerabilizados;Demanda e execuo de aes prprias focadas nos destinatrios em articulao com outras polticas pblicas; articulao das aes e otimizao dos recursos, evitando a superposio de aes e facilitando a interlocuo com a sociedade;Racionalizao dos eventos dos Conselhos, de maneira a garantir a participao dos/das conselheiros/as, principalmente daqueles que fazem parte de outros conselhos, em municpios pequenos;Garantia da construo de um poltica pblica efetiva.- Os direitos socioassistenciais esto sendo garantidos? - Os recursos esto sendo aplicados de acordo com a finalidade prevista e com os planos de assistncia social?Para que eles desempenhem uma fiscalizao efetiva, fundamental que tenham acesso s informaes.*Com a PNAS e o SUAS o papel dos conselhos fortalecido uma vez que essa passa a operar como poltica de direitos, o que exige mais do conselho social.Para o Sistema nico da Assistncia Social, os espaos privilegiados, onde se efetivar a participao da sociedade so os conselhos e as conferncias de assistncia social. OS CONSELHOS DE ASSISTNCIA SOCIAL SO CRIADOS POR LEI (FEDERAL, MUNICIPAL OU ESTADUAL), QUE DEFINE:- O nmero de conselheiros ( composio);- O perodo do mandato dos Conselheiros (eleio);- Suas competncias (conforme preconiza a LOAS);A estrutura do conselho (se ter Secretaria Executiva, Comisses Temticas).* CONFERNCIA DE ASSISTNCIA SOCIAL Instncia mxima de deliberao da Poltica de Assistncia Social.*- Exercer o controle social no se restringe em fiscalizar a execuo dos programas socioassistenciais, mas tambm, buscar compreender o alcance dos servios, projetos e programas junto s necessidades dos usurios da assistncia social. No que tange ao oramento, seu papel vai alm de aprov-lo, esse deve tambm participar das discusses para a sua construo. Quanto ao Plano de execuo oramentria deve ser observado as questes contbeis, com o devido tratamento para sua anlise (socializao dos termos), bem como avaliar os resultados, visando obter subsdios para a aprovao do Plano de Ao da Assistncia Social.- Os Conselhos devem ser informados pelo Gestor Municipal sobre tudo o que est sendo realizado e o que pode ser feito no setor em que atua. muito importante esclarecer a populao, receber queixas e reclamaes, negociar aes que melhorem a qualidade de vida do usurio, articular-se com outros Conselhos e Polticas Sociais, examinar e investigar fatos denunciados e relacionados s aes e servios socioassistenciais. **O Acrdo TCU n 700/2004 Auditoria Operacional nos Conselhos de Assistencia Social, traz as seguintes orientaes aos Conselhos de Assistncia Social para o bom desempenho de sua funo:9.3.1. acompanhem permanentemente as atividades desenvolvidas pelas entidades e organizaes de assistncia social, para assegurar a qualidade dos servios oferecidos aos beneficirios das aes de assistncia social; 9.3.2. acompanhem e avaliem a gesto dos recursos do fundo de assistncia social, a fim de certificar se esto sendo aplicados de acordo com a finalidade prevista e com os planos de assistncia social;9.3.3. verifiquem se os recursos repassados pelo poder pblico federal s entidades beneficentes de assistncia social foram aplicados nas aes planejadas;9.3.4. por ocasio da anlise das contas do respectivo fundo de assistncia social, confrontem as informaes fornecidas pelo rgo local que gere a poltica de assistncia social com extratos bancrios que compem as contas especficas dos programas e com informaes de repasses de recursos oriundos do FNAS; (...)9.3.6. dem conhecimento ao Ministrio Pblico ao detectarem irregularidades nas entidades beneficentes de assistncia social;9.3.7. comuniquem ao Conselho Nacional de Assistncia Social o cancelamento da inscrio de entidades beneficentes de assistncia social; e9.3.8. instituam plano de fiscalizao das entidades beneficentes de assistncia social.*Os conselheiros so agentes pblicos porque tm poder de deciso nos assuntos de interesse coletivo, como aprovao de planos, gastos com recursos pblicos e etc. Por essa razo, os conselheiros esto submetidos Lei 8.429/92. ENQUANTO EXERCEM A FUNO DE CONSELHEIROS, SEUS ATOS DEVEM ESTAR ORIENTADOS:Pela legalidade, ou seja, s pode fazer aquilo que est na norma/lei;Pela impessoalidade, ou seja, no se pode caracterizar a ao pblica como pessoal ou dela tirar proveito prprio;Pela publicidade, ou seja, seus atos so de carter pblico e devem ser divulgados/publicadosPela moralidade, ou seja, as aes tem que se pautar pelo princpios ticos da conduta humana; Pela eficincia, ou seja, qualidade do servio prestado*- O principal motor dos conselheiros/as eleitos deve ser a defesa dos interesses da coletividade, e portanto, interesses pblicos, que visam a distribuio da riqueza produzida no Pas, o acesso as polticas sociais, a justia e equidade social.Importante no confundir os conselhos com movimentos, fruns, instncias prprias da sociedade civil. fundamental a autonomia da sociedade civil em seus fruns prprios.- Necessidade de formao, capacitao permanente de conselheiros: qualificao da participao.*Entende-se que as dificuldades destacadas nesta reflexo devem servir de parmetros para iniciar um processo avaliativo na questo do controle social. Por outro lado, do ponto de vista poltico, h um enorme subsdio legal, terico e tico que nos capacitam a promover um debate fecundo e importante nesse campo. Assim, o conjunto de desafios elencados a seguir deve ser considerado para iniciar o grande debate sobre o controle social.*O CNAS Focado no objetivo de empoderamento dos conselhos de assistncia social para o pleno exerccio do controle social na consolidao do SUAS: - Planejamento Estratgico do CNAS; - Acompanhamento das reunies Ampliadas e Descentralizadas dos 26 Estados e o DF, com o objetivo de qualificar o controle social exercido pelos conselhos e debater a organizao das conferncias municipais, estaduais e nacional ;Agenda das conferncias: Resoluo CNAS n. 97, de 17 de dezembro de 2008, define perodo para realizao das Conferncias de Assistncia Social em 2009: conferncias municipais - prazo inicial: 1 maio prazo final: 09 de agosto de 2009; conferncias estaduais e do Distrito Federal - prazo final: at 16 de outubro de 2009; Conferncia Nacional de Assistncia Social: 30 de novembro a 3 de dezembro de 2009. **

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