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Aditivos alimentares com excepção dos corantes e dos edulcorantes e a Directiva 94/35/CE relativa aos edulcorantes para utilização nos géneros alimentares. são suspeitos de provocar efeitos perturbadores endócrinos, efeitos imunológicos e hiperactividade

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  • AM\567668PT.doc PE 357.780v02-00

    PT PT

    PARLAMENTO EUROPEU2004

    2009

    Comisso do Ambiente, da Sade Pblica e da Segurana Alimentar

    12.5.2005 PE 357.780v02-00

    ALTERAES 5-33

    Projecto de relatrio (PE 355.470v01)Mojca Drar MurkoAditivos alimentares com excepo dos corantes e dos edulcorantes e a Directiva 94/35/CE relativa aos edulcorantes para utilizao nos gneros alimentares

    Proposta de directiva (COM(2004)0650 C6-0139/2004 2004/0237(COD))

    Texto da Comisso Alteraes do Parlamento

    Alterao apresentada por sa Westlund

    Alterao 5CONSIDERANDO 9

    (9) O Comit Cientfico da Alimentao Humana avaliou os dados relativos segurana da hemicelulose de soja e emitiu o seu parecer em 4 de Abril de 2003. O Comit concluiu que a utilizao de hemicelulose de soja aceitvel em determinados alimentos para os quais foi solicitada e em determinados teores de incluso. , pois, adequado autorizar tal utilizao para determinados fins.

    (9) O Comit Cientfico da Alimentao Humana avaliou os dados relativos segurana da hemicelulose de soja e emitiu o seu parecer em 4 de Abril de 2003. O Comit concluiu que a utilizao de hemicelulose de soja aceitvel em determinados alimentos para os quais foi solicitada e em determinados teores de incluso. , pois, adequado autorizar tal utilizao para determinados fins. No obstante, para facilitar a situao s pessoas alrgicas, essa utilizao no ser permitida nos alimentos em que no se espera a presena de resduos de soja.

    Or. sv

  • PE 357.780v02-00 2/26 AM\567668PT.doc

    PT

    Justificao

    Se a utilizao de hemicelulose de soja for alargada a todos os alimentos propostos, as possibilidades de escolha das pessoas alrgicas em matria de alimentos encontrar-se-o sensivelmente reduzidas. Isto aplica-se em especial a alimentos de base, como o arroz e as massas onde no se espera encontrar resduos de soja. Acrescentam-se aromas maior parte dos alimentos e em vrias fases da produo alimentar, com o risco inerente de ver a rotulagem obrigatria desaparecer. Existem aditivos alimentares que podem ser utilizados em vez da hemicelulose de soja e que no provocam reaces alrgicas.

    Alterao apresentada por Margrete Auken

    Alterao 6ARTIGO 1, PONTO 1 BIS (novo)

    Artigo 5, travesso 3 bis (novo) (Directiva 95/2/CE)

    (1a) inserido um novo travesso 3 bis no Artigo 5"ou- se for fornecida documentao que indica uma necessidade tecnolgica de fixar valores mais elevados para um produto especfico ou um grupo de produtos, tal como previsto no Anexo III, Parte C."

    Or. da

    Justificao

    A proposta da Comisso no conforme com o parecer que a Autoridade Europeia para a Segurana dos Alimentos emitiu em 2003, segundo o qual apenas em certos produtos de carne necessria a adio de uma quantidade de 150 mg/Kg para impedir o crescimento de microorganismos como o clostridium botulinum. Para a grande maioria dos produtos de carne salgados seria suficiente uma quantidade acrescentada de 50-100 mg/Kg de nitrito. A alterao estabelece uma distino entre os produtos, de modo que geralmente permitida uma adio de 100 mg/Kg mas possvel acrescentar uma quantidade de nitrito de 150 mg/Kg para determinados produtos no caso dos quais existe verdadeira necessidade tecnolgica.

  • AM\567668PT.doc 3/26 PE 357.780v02-00

    PT

    Alterao apresentada por Caroline Lucas

    Alterao 7ARTIGO 1 BIS (novo)

    Artigo 1 bisNo prazo de dois anos a contar da entrada em vigor da presente directiva, a Comisso apresenta uma proposta ao Parlamento Europeu e ao Conselho destinada a limitar o nmero total de aditivos alimentares autorizados. Quando apresentar um pedido de autorizao para um novo aditivo, a indstria deve propor a retirada de outro.

    Or. en

    Justificao

    O nmero sempre crescente de aditivos alimentares conduz acumulao de um nmero elevado de riscos menores para a segurana dos alimentos que no so facilmente avaliveis e que podem induzir um efeito de sinergia entre diferentes substncias. por isso que o nmero total de aditivos alimentares autorizados deveria ser reduzido para que a indstria, quando apresenta um novo pedido de autorizao, seja obrigada a apresentar uma proposta de retirada de um aditivo pouco utilizado.

    Alterao apresentada por Caroline Lucas

    Alterao 8ARTIGO 1 TER (novo)

    Artigo 1 ter No prazo de dois anos a contar da entrada em vigor da presente directiva, a Comisso apresenta um relatrio ao Parlamento Europeu e ao Conselho em que avalia, para todos os aditivos alimentares autorizados, incluindo os corantes e os edulcorantes, se as condies relativas autorizao enunciadas no Anexo II da Directiva 89/107/CEE continuam a ser preenchidas.

    Or. en

  • PE 357.780v02-00 4/26 AM\567668PT.doc

    PT

    Justificao

    Quando a legislao comunitria relativa aos aditivos alimentares foi adoptada em 1988, o legislador insistiu no facto de que estes aditivos apenas podiam ser autorizados se um conjunto de condies estivesse preenchido:

    - necessidade tecnolgica suficiente/benefcio do consumidor,

    - ausncia de perigo para a sade do consumidor,

    - utilizao que no induz o consumidor em erro.

    Mais de quinze anos aps a entrada em vigor da legislao, conviria avaliar se as condies continuam a ser preenchidas pela pletora de aditivos alimentares autorizados pela Comunidade.

    Alterao apresentada por Caroline Lucas

    Alterao 9ARTIGO 1 QUATER (novo)

    Artigo 1 quater O relatrio mencionado no artigo 1 ter incidir especificamente nos efeitos para a sade dos aditivos alimentares suspeitos de apresentar um risco para a sade, como o E 320 (butilhidroxianisol , BHA), E 321 (butilhidroxitoluol , BHT), E 385 (EDTA dissdico e clcico), E 431 (estearato de polioxietileno (40)); E 432 a E 436 (polisorbatos), E 1201 (polivinilpirrolidona) e E 1202 (polivinilpolipirrolidona).

    Or. en

    Justificao

    Quando reavaliar a segurana dos aditivos alimentares, a Comisso deveria concentrar a sua ateno em substncias que outras instituies j mencionaram como crticas:

    os aditivos E 320 (butilhidroxianisol BHA) e E 321 (butilhidroxitoluol BHT) so antioxidantes sintticos que podem provocar reaces alrgicas. Foram avaliados como potencialmente cancergenos ou no classificveis (de acordo com o CIRC (Centro internacional de investigao sobre o cancro) da OMS) e so suspeitos de provocar efeitos perturbadores endcrinos, efeitos imunolgicos e hiperactividade;

    o EDTA dissdico e clcico (E 385) um antioxidante sinttico que constitui

  • AM\567668PT.doc 5/26 PE 357.780v02-00

    PT

    complexos com sais minerais que podem aumentar a absoro de metais pesados e conduzir a problemas metablicos. No autorizado na Austrlia;

    o agente estabilizador sinttico estearato de polioxietileno (40) (E 431) pode conter subprodutos perigosos (xido de etileno, xido de etileno, mono e dietilenglicol);

    os polisorbatos (E 432 - E 436) so agentes emulsionantes sintticos que podem conter resduos perigosos (xido de etileno, de etileno glicol), podem aumentar a absoro de substncias lipoflicas e modificar a digesto de diferentes substncias;

    o E 1201 (polivinilpirrolidona) e o E 1202 (polivinilpolipirrolidona) podem conter resduos de vinilpirrolidona, uma substncia que considerada cancergeno nos animais. O E 1201 foi avaliado como no classificvel pelo Centro internacional de investigao sobre o cancro (CIRC) da OMS.

    Alterao apresentada por Caroline Lucas

    Alterao 10ARTIGO 2 BIS (novo)

    Artigo 2 bis No prazo de dois anos a contar da entrada em vigor da presente directiva, a Comisso apresenta ao Parlamento Europeu e ao Conselho um relatrio relativo reavaliao da autorizao do edulcorante aspartame, incluindo uma avaliao histrica do processo de autorizao pelo FDA ( (Organismo de Controlo de Alimentos e Medicamentos).O relatrio incluir igualmente propostas legislativas relativas melhoria da rotulagem dos produtos que contm aspartame, em especial para a proteco das pessoas vulnerveis, como as grvidas, os lactentes e as crianas de tenra idade. A Comisso reexaminar igualmente as restries relativas utilizao do edulcorante tradicional Stevia, tendo em conta todos os dados disponveis.

    Or. en

    Justificao

    A utilizao do aspartame aumenta a exposio aos seus metabolitos metanol/formaldedo e fenilamina, e parece provocar dores de cabea, nuseas e reaces alrgicas, em especial nas pessoas vulnerveis. A sua utilizao generalizada deveria por conseguinte ser reavaliada pela Comisso e pelos Comits cientficos em causa, tendo em conta o conjunto

  • PE 357.780v02-00 6/26 AM\567668PT.doc

    PT

    dos dados disponveis e respeitando o princpio de precauo. necessria uma avaliao histrica, sabendo que parece estar provado que os estudos efectuados originalmente no provavam a inocuidade do aspartame. No entanto, as autorizaes ulteriores assentam essencialmente na avaliao da FDA.

    Alterao apresentada por Mojca Drar Murko

    Alterao 11ARTIGO 2 BIS (novo)

    Artigo 2 bisA Comisso apresenta ao Parlamento Europeu e ao Conselho um relatrio sobre a introduo de uma nova categoria "bebidas desportivas" na Directiva 94/35/CE, um sector de produtos concebidos para responder a uma exigncia nutritiva particular. O relatrio examinar nomeadamente a reduo da utilizao de edulcorantes nos produtos que so "de valor energtico reduzido ou sem acares acrescentados" da percentagem actual de 30% para 25%.

    Or. en

    Justificao

    Como no existe um produto tipo para comparao, o edulcorante deveria ser acrescentado a um nvel tal que, no caso de substituio por acar, o produto contivesse 30% menos de energia que um produto com o seu equivalente em acar. Tal exige a adio de mais edulcorante que o necessrio para atingir um nvel aceitvel em matria de gosto e responder s exigncias nutritivas, o que d lugar a um produto demasiad

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