Palavras que eu não sei.

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PALAVRAS QUE EU NO SEI.H uma regra de gramtica, no se pode usar "melhor" antes do particpio. Ex. "Melhor preparado" (errado). "Mais bem preparado" (correto). Foi o motivo da gafe de FHC quando criticava o Lula. "Queremos brasileiros melhor educados, e no liderados por gente que despreza a educao, a comear pela prpria", disse o ex-presidente FHC na tlima conveno do PSDB. S que dizer "melhor" educados est errado de acordo com as regras gramaticais da lngua portuguesa. Mais correto seria, por mais estranho que soe, dizer que ele quer brasileiros mais bem educados.Mau e Mal Mais bem (ou melhor) Colocado Em ateno a pedido de Jos dos Santos, A.L.S. e V.Y., de JI-Paran, Braslia e Mogi das Cruzes, respectivamente, vamos ver a diferena entre mau e mal. Mau, o contrrio de bom, adjetivo portanto sempre acompanha um substantivo e tem o feminino m (plural: maus e ms): Fez um mau negcio, num mau momento. Os homens maus e as mulheres ms sempre se do mal. O lobo mau enfrentou um homem bom.Mal tem por antnimo a palavra bem e pode ser (1) advrbio de modo; neste caso fica invarivel e no mais das vezes acompanha um verbo ou um adjetivo: Quando ele se comporta mal, nada vai bem.Isso pegou mal. Ela joga muito mal. Ele mal-humorado. Estamos mal servidos.(2) substantivo: O pequeno mal que o remdio provoca compensado pelo bem que lhe traz. Ele no imagina o mal que fez.(3) conjuno: Mal chegou de viagem, j deseja partir.O comparativo de superioridade de mau e mal pior, o que equivale a mais mal: Ele fez o pior negcio da sua vida. Esse rapaz joga pior do que os demais.O comparativo de superioridade de (mais) bom e (mais) bem melhor: Marg uma atleta melhor do que suas colegas. Os gmeos so os melhores alunos da turma. O brasileiro se saiu melhor do que os americanos. Ela fala ingls melhor do que seus irmos.No entanto, diz a regra que quando vm antes do particpio, os advrbios mal e bem no se contraem com o mais que os procede: mais bem aceito, mais mal ajeitado; o trabalho mais bem feito, as ruas mais bem caladas.Concordncia Verbal: seja ou sejam?A concordncia na frase "Caso a soluo dessas questes no sejam encontradas" est correta?Quando se diz que o verbo concorda com o sujeito, subentende-se que o verbo deve concordar com o ncleo do sujeito. Na frase apresentada, o sujeito a soluo dessas questes, sendo seu ncleo a palavra soluo. Logo a frase correta quanto concordncia deve ser Caso a soluo dessas questes no seja encontrada. Todo sujeito de orao pode ser substitudo por ele(s) ou ela(s), mas a escolha da flexo do pronome determinada pelo ncleo do sujeito. Como em a soluo dessas questes o ncleo soluo, a substituio do sujeito pelo pronome dar Caso ela no seja encontrada. Ela quem? A soluo.Esse tipo de erro ocorre porque a pessoa se deixa influenciar pelo plural que determina o ncleo. Mas deve-se observar que o que no encontrado a soluo, e no essas questes. Portanto, Caso a soluo dessas questes no seja encontrada.Adjetivoa.mi.cs.si.mo 1. muito amigo; amigo extremado; amigussimonoamiqussimo.con.jec.tu.ra feminino (plural: con.jec.tu.ras) 1. 2. 3. 4. 5. parecer formado a partir de aparncias, indcios ou probabilidades; suposio; hiptese; presuno; ( brasileirismo ) conjeturas.f. Opinio fundada em aparncias, em possibilidades; hiptese, presuno, suposio.Deferirv.t. e v.i. Outorgar, conceder. Despachar favoravelmente sobre o que se pede em requerimento. Atender, ceder.Diferirv.t. e Ser Divergir, discordar. v.i. Demorar, diferente; dilatar, adiar. distinguir-se.Estncias.f. Lugar, onde se est ou se permanece. Morada. Manso. Recinto. Paragem; estao. Armazm de madeiras ou de materiais de construo. Depsito de carvo, lenha, etc. Potica. Cada uma das divises de uma composio potica, havendo em cada uma igual nmero de versos e a mesma disposio das rimas. O mesmo que estrofe e estana. Bras. Fazenda para criao de gados. Bras. do N. Fazenda para criao de gado. Bras. do N. Barraco, onde vivem promiscuamente numerosas pessas; cortio. (De estar)Instncias.f. Qualidade do que instante. Solicitao urgente: ceder s instncias de algum. Perseverana, eficcia. Repetio de ordens ou recomendaes. Dir. Juzo, jurisdio, foro: primeira instncia, segunda instncia. loc. adv. Em ltima instncia, em ltimo caso, como ltimo recurso. - Desapercebido = Significa desprevenido; desguarnecido; desacautelado. s to desapercebido. No te apercebeste que ela estava a brincar contigo. Despercebido = Significa que no se v, no se ouve, no se nota ou mal se sente. Com um gesto despercebido, ele roubou-lhe a carteira. Com esta palavra tambm se formam as seguintes expresses: - fazer-se despercebido = fingir que no se percebe alguma coisa. - passar despercebido = passar sem ser notado.A forma mais bom pode ser empregada quando se comparam caractersticas de um mesmo ser. As formas corrigidas nas demais alternativas so: a) amicssimo e no amiguissimo b) frissimo ou frigidssimo e no friosssimo c) o melhor e) pssima e no malssimaDiante dos problemas, ansiava por um resultado mais bom que ruim.Cassar tornar nulo, sem efeito autorizao ou direitos politcos. Derivados Cassar Cassao-cassado;Intercesso interferir ou interceder, falar a favor, pedir clemncia; Interceo ou interceco = cruzar-se Fragrante de fragrancia = cheiro; Flagrante de flagrar= presenciar fato; Assaz bastante, suficiente. Um tanto CafuzoCafuzo a designao dada no Brasil aos indivduos resultantes da miscigenao entre ndios e negros africanos ou seus descendentes.[1] Suas caractersticas fsicas so to variadas quanto as de filhos de quaisquer unies inter-raciais. Em muitas regies do Brasil so tambm conhecidos como taioca, cafuu ou cariboca, so muito comuns no Maranho, na Bahia e em algumas regies do Par e do Amap. Oficialmente, os cafuzos representam uma minoria importante nos pases do noroeste da Amrica do Sul e Central, como Colmbia, Venezuela, Guianas, Honduras e Belize.Concertar = harmonizarv.t. Preparar Combinar, Harmonizar. em comum a execuo ajustar, de um plano. pactuar.Consertar = repararv.t. Corrigir falhas ou defeitos; reparar: consertar um vestido, um relgio. (Sin.: remendar, reformar, renovar, retocar, restaurar, reconstituir.) Fam. Acomodar uma situao, um desentendimento.mbolos.m. Dispositivo que desliza num e noutro sentido no interior de um cilindro. O mbolo usado em bombas, compressores e motores. Em motores, preso a uma biela que sai do cilindro e que ligada ao virabrequim. Ao se expandirem, os gases no interior do cilindro foram o mbolo para fora, fazendo girar o virabrequim. Os anis de compresso impedem que os gases escapem do mbolo durante a compresso e arrancadas do motor. O anel de leo remove o excesso de leo que lubrifica as paredes do cilindro. O pino do mbolo prende o mbolo biela fora do cilindro. Medicina Cogulo ou corpo estranho que provoca a embolia.Muxoxos.m. Estalo com a lngua e os lbios, acompanhado eventualmente da interjeio ah, indicando desprezo ou desdm. Bico que se faz com os lbios, afetando descrdito ou indiferena. Botnica. rvore silvestre a que tambm chamam sapato-do-diabo.Granjearv.t. Cultivar, amanhar, arrotear: granjear a terra. Obter com trabalho ou esforo; conseguir, adquirir: granjear riqueza. Atrair, conquistar: granjear simpatias. conquistar "H ainda empresas em busca de meios de produzir na Austrlia, o caminho mais curto para granjear clientes no Japo e Coria." cultivar terras obter com trabalho Comer o po que granjeouEpitetoEpteto (em grego antigo , transl. eptheton trad. "acrescido, posto ao lado") um substantivo, adjetivo ou expresso que se associa a um nome para qualific-lo. Pode ser aplicado a pessoas, divindades, objetos ou, na taxonomia dos seres vivos, para designar a espcie de um vegetal ou animal.Na pica, os eptetos homricos podem substituir o nome de um personagem, por antonomsia. Na Ilada, por exemplo, Aquiles muitas vezes referido apenas pelos seus eptetos (o filho de Ttis, o de ps ligeiros, o melhor dos aqueus, etc.). O mesmo recurso usado nas canes de gesta: no Cantar de Mo Cid , o personagem Rodrigo Daz de Vivar (El Cid) "o que em boa hora cingiu a espada". Ainda na literatura, D. Quixote o "cavaleiro de triste figura". Tambm personagens histricos podem ser referidos por seus eptetos: Aristteles o estagirita; Jesus o Cristo; Santo Agostinho "o santo de Hipona"; tila "o flagelo de Deus"; Simon Bolvar "o libertador"; Hegel "o filsofo de Stuttgart"; Kant "o filsofo de Knigsberg; Karl Marx o "filsofo de Trier"; Chacrinha o Velho guerreiro; Machado de Assis "o Bruxo do Cosme Velho".Alguns eptetos so normalmente usados para distinguir personagens que tenham o mesmo nome, como o caso de reis e rainhas: Pedro, o Grande; Pepino, o breve; Ricardo Corao de Leo; D. Manuel, o venturoso. Todavia, nem sempre os eptetos so agradveis e lisonjeiros. Alguns so verdadeiros estigmas, nem sempre justos, para seus infelizes portadores: D. Maria, a Louca; Henrique, o Impotente; Nicolau, o Sanguinrio. Na taxonomia botnica, o epteto parte essencial da denominao de um indivduo, pois define a sua espcie ou sub-espcie; deve portanto seguir o nome do gnero. Exemplos: Arisaema candidissimum (candidissimum o epteto); Passiflora edulis var. flavicarpa (edulis e flavicarpa so eptetos). Em zoologia ambos os termos da nomenclatura binomial so chamados eptetos: o primeiro, relativo ao gnero, o epteto genrico; o segundo, referente espcie, o epteto especfico.Consecuoconsecuo (con.se.cu.o) feminino 1. Ato ou efeito de conseguir, de obter, de atingir, de alcanar; o a consecuo de um objetivo2. acompanhamento o projeto em consecuo 3. encadeamento o consecuo de tempos 4. (Astronomia) revoluo o ms de consecuoSubsistenteadj. Que subsiste; que continua a existir; vigente.Paroxismos.m. Extrema intensidade de uma doena, de uma paixo, de um sentimento. (Sin.: auge, apogeu, culminncia.) a exaltao extrema dos afetos e paixes. "Mais profunda e realmente mortal foi a desordem da nos espritos implantada pelas religies seculares da modernidade, que atingiu seu paroxismo no sculo XX." AZ, H.C. Experincia mistica e filosfica.Vexatrioadj. Que vexa, que causa vexame.InarredvelConsonncias.f. Msica Relao de sons agradveis ao ouvido e que do impresso de repouso. (Esta noo est em constante evoluo.) Uniformidade de som na terminao de palavras ou frases. Sucesso, conjunto de sons. Rima, harmonia. Fig. Acordo, concordncia.TcitaTacita (f)copinho, copo pequeno, xcara pequena { small cup }Tcitosilencioso, calado { mum } quieto; tranquilo; calmo; sereno;... { quiet } tcito, subentendido, sem palavras,... { tacit }TcitaPara os antigos romanos Tcita era a deusa do silncio e da virtude.Tacitaresubornar { buy off } subornar, peitar { bribe }Pusilnime Fraco, temeroso, sem coragem. Origem etimolgica: "pusilis" - fraco; "anima" - alma, esprito. Pncio Pilatos foi um juiz pusilnime ao lavar as mos diante das acusaes infundadas contra Jesus Cristo, possibilitando assim o exerccio da arbitrariedade que culminou com sua crucificao.Talante s.m. Desejo, vontade: abusar do tempo a seu talante. Arbtrio. Estultcia Qualidade do que estulto; estupidez, tolice, parvoce. O mesmo que estultice. O homem com toda a sua estulticia rejeita a Deus. Quando todos se acham muito sbios ai que comeam a cair em suas estulticias... Assonncia uma figura de linguagem que consiste em repetir sons de vogais em um verso ou em uma frase, especialmente as slabas tnicas. A assonncia largamente utilizada em poesias, mas tambm pode ser empregada em prosas, especialmente em frases curtas.Exemplos Anule aliteraes aliteralmente abusivas manual de redao humorstico (assonncia em A) Formas alvas, brancas, Formas claras Cruz e Sousa (assonncia em A) Joo foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento Carlos Drummond de Andrade (assonncia em O) A mgica presena das estrelas! Mario Quintana (assonncia em A)Aliterao Repetio de fonemas no incio, meio de palavras prximas, ou em frases ou versos em sequncia. Quem com ferro fere, com ferro ser ferido. Consentneo adj. Adequado, apropriado, conveniente modo consentneo. locupletar A jovem senhora comportou-se deSignificado de Locupletarv.t. Tornar rico, enriquecer. V.pr. Enriquecer-se. Fartar-seHipernimo Palavra que apresenta um significado mais abrangente do que o do seu hipnimo (vocabulrio de sentido mais especfico). o que acontece com as palavras doena e gripe doena hipernimo de gripe porque em seu significado contm o significado de gripe e o significado de mais uma srie de palavras como dengue, malria, cncer. Ento se conclui que gripe hipnimo de doena. A relao existente entre hipernimo e hipnimo fundamental para a coeso textual.Ex: Grupos de refugiados chegam diariamente do serto castigado pela seca. So pessoas famintas, maltrapilhas, destrudas. Note que a palavra pessoas um hipernimo da palavra refugiados, uma vez que pessoas apresenta um significado mais abrangente que seu hipnimo refugiados. Catfora Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Ir para: navegao, pesquisa Do grego katafora (kata-ferw: baixar, levar para baixo, fazer cair), o termo utilizado, em lingustica, por alguns autores, para designar uma unidade verbal que remete antecipadamente para outra que aparece posteriormente no mesmo texto. Logo, no enunciado "O passro seguia-o pelo caminho, reparou o moo", o pronome o de seguia-o , por alguns autores, considerado uma unidade verbal catafrica, uma vez que se refere a o moo, que aparece posteriormente no enunciado. A me chamou este garoto por mais de 10 minutos. Mas Jair s respondeu muito mais tarde. No caso "este" refere-se a Jair. Anfora (lingustica) Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Ir para: navegao, pesquisa Em lingstica, anfora uma expresso que se refere a uma outra que ocorre na mesma frase ou texto. Em algumas teorias, a definio estrita de anfora inclui somente referncias a expresses anteriores. Nestas teorias, chama-se catfora s referncias a expressesExemplosAnfora:Chomsky um linguista norte-americano. Ele conhecido por ter criado a gramtica gerativa. "Ele" refere-se a "Chomsky" Chegaram ento estao. L, puderam finalmente comprar os to esperados bilhetes. "L" refere-se a "estao".Catfora:"Blimunda procurou-o nove anos. Mas Baltasar no aparecia." O pronome pessoal "o" refere-se a Baltasar que est colocado posteriormente. "Este o meu carro." O determinante demonstrativo "Este" referese ao nome "carro".Opsculos.m. Pequena Folheto. obra de cincia ou literatura, arte etc.Direito potestativo um direito sem contestao. PotestativoDiz-se que um ato potestativo quando seu cumprimento depende da vontade exclusiva de uma das partes contratuais sendo, portanto, uma condio do contrato. Por seu turno, direito potestativo o direito sobre o qual no reca qualquer discusso, ou seja, ele incontroverso, cabendo a outra parte apenas aceit-lo, sujeitando-se ao seu exerccio. Desta forma a ele no se contrape um dever, mas uma sujeio. Aporte O Aporte em Parapsicologia designa o alegado Fenmeno da passagem da Matria atravs da matria. Estritamente refere-se a um objeto material, nunca de grande tamanho (meio tijolo j caso extremo), que atravessa a barreira fsica, sem aberturas, a sada ou entrada de objetos pequenos em receptculos fechados ou selados, como as paredes ou o teto de um recinto. Na realidade um efeito da Telergia. um dos mais freqentes entre os fenmenos parapsicolgicos, tantas e tantas vezes verificado em observaes indiscutveis de Casos Espontneos e mesmo de Experincias Qualitativas. O Aporte uma caracterstica quase geral nos casos de Poltergeist, Tambm so freqentes os Aportes de agulhas sob o tecido epitelial e no tecido adiposo, que a Superstio considera efeito de Feitio.Telergia Telergia a energia somtica transformada e exteriorizada, que depende do indivduo vivo. a causa invisvel, a fora que golpeia (Tiptologia) ou move (Telecinesia) os objetos. a energia somtica transformada e exteriorizada, H mais de trinta anos se sabe que o organismo humano produz correntes eltricas. Ora, pela fsica se sabe que toda corrente eltrica produz um campo magntico. Eis um primeiro passo na compreenso do "magnetismo animal" ou o que a Parapsicologia chama de telergia. lgico pensar que numa pessoa normal esse magnetismo ou algo equivalente, seja normalmente imperceptvel, mas em estado de transe certas pessoas especiais, dotadas parapsicolgicamente,podem manifestar mais "magnetismo" mais telergia que o normal. aporteSignificado de Aportes.m. Subsdio, contribuio, achega. pragmtico Pessoa com o hbito de ter suas aes, atos e atitudes frente a vida, baseados na verdade absoluta, na praticidade das solues, de forma que seja sempre o mais objetivo e simples possivel. Uma pessoa que ir realizar uma viagem, faz um planejamento prvio sobre o seu local de destino, tais como: o clima, costumes, vestimentas, para ter refencia na confeco de sua bagagem, de forma a no vir a ter contratempos. 1. Pragmatismo Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Ir para: navegao, pesquisa O Pragmatismo constitui uma escola de filosofia, com origens nos Estados Unidos da Amrica, caracterizada pela descrena no fatalismo e pela certeza de que s a ao humana, movida pela inteligncia e pela energia, pode alterar os limites da condio humana. Este paradigma filosfico caracteriza-se, pois, pela nfase dada s consequncias - utilidade e sentido prtico - como componentes vitais da verdade.HistriaO Pragmatismo foi a primeira filosofia estadunidense elaborada autonomamente. Inspirada em Ralph Waldo Emerson, seus fundadores foram Charles Sanders Peirce, com seu artigo How to make our ideas clear, e William James, que retomou as idias de Peirce, popularizando-as em sua coletnea "O Pragmatismo" Nas palavras de William James e Francis Schaeffer, o Pragmatismo aborda o conceito de que o sentido de tudo est na utilidade - ou efeito prtico que qualquer acto, objecto ou proposio possa ser capaz de gerar. Uma pessoa pragmatista vive pela lgica de que as ideias e atos de qualquer pessoa somente so verdadeiros se servem soluo imediata de seus problemas. Nesse caso, toma-se a Verdade pelo o que til naquele momento exato, sem consequncias. Posto deste modo, o Pragmatismo espalhou-se com facilidade pela cultura estadunidense, e foi alm at outras culturas e povos. Garantir a paz individual, atravs de uma situao confortvel na qual no h preocupaes com os princpios de certo e errado uma corrente que descreve bem o estado pragmatista do ser humano. A verdade relativa, tomada por base no que se est vivendo ou necessitando no momento resume o que seja Pragmatismo, que vem originalmente contra o Pluralismo que constitui-se da adoo dos princpios absolutos, sendo este um conceito no qual a verdade tende a seguir os moldes mais justos, onde no caso, tenta-se chegar a um consenso do que seria certo ou errado em determinadas situaes onde h diferenas de pensamentos e atitudes em relao a solucionar-se um mesmo assunto; j que a verdade individual e o que possa ser de interesse a algum pode passar a ser destrutivo ou prejudicial a outrem que por ventura venha a ser atingido por aquela deciso unilateral tomada por um pragmatista. J o filsofo e pedagogo norte-americano John Dewey, a partir de uma releitura de Emerson, elaborou o pragmatismo como uma nova filosofia que chamou Instrumentalismo. Em Dewey, o pragmatismo se aproxima da filosofia social ou mesmo de uma prtica da pesquisa poltica. Na sua obra "Reconstruo em filosofia", Dewey sugere, por exemplo, que a filosofia deva reproduzir, na rea scio-poltica, o que a cincia moderna realiza na rea tecnolgica.O pragmatismo refuta a perspectiva de que o intelecto e os conceitos humanos podem, s por si, representar adequadamente a realidade. Dessa forma, ope-se tanto s correntes formalistas como s correntes racionalistas da filosofia. Antes, defende que as teorias e o conhecimento s adquirem significado atravs da luta de organismos inteligentes com o seu meio. No defende, no entanto, que seja verdade meramente aquilo que prtico ou til ou o que nos ajude a sobreviver a curto prazo. Os pragmatistas argumentam que se deve considerar como verdadeiro aquilo que mais contribui para o bem estar da humanidade em geral, tomando como referncia o mais longo prazo possvel. O pragmatismo se imps nos EUA como corrente dominante antes da Segunda Guerra Mundial, sofrendo posteriormente um longo eclipse, dada a dominao do estilo analtico. Seu ressurgimento deveu-se sobretudo obra de Richard Rorty. Egresso da corrente analtica mas extremamente original, Rorty foi criticado por suas ideias acerca do fim da filosofia e por seu pretenso relativismo. Considerava-se principalmente um discpulo de Dewey, mas tambm fortemente inspirado pelos grandes nomes da "filosofia continental" - Hegel, Nietzsche, Heidegger, Foucault e Derrida. Aquilo que pragmatista difere do que pragmtico, ou seja, usual, referente pragmtica. Pragmtica o ramo da lingustica que estuda a linguagem no contexto de seu uso na comunicao. As palavras, em sua significao comum, assumem muitas vezes outros significados distintos no uso da lngua e, mais recentemente, o campo de estudo da pragmtica passou a englobar o estudo da linguagem comum e o uso concreto da linguagem, enquanto a semntica e a sintaxe constituem a construo terica.[1] A pragmtica, portanto, estuda os significados lingusticos determinados no exclusivamente pela semntica proposicional ou frsica, mas aqueles que se deduzem a partir de um contexto extra-lingustico: discursivo, situacional, etc. A capacidade de compreender a inteno do locutor chamada de competncia pragmtica. A pragmtica est alm da construo da frase, estudado na sintaxe, ou do seu significado, estudado pela semntica. A pragmtica estuda essencialmente os objetivos da comunicao. Como exemplo, suponha uma pessoa queira fazer uma segunda pessoa no fumar numa sala. Pode simplesmente dizer, de uma forma muito direta: "Pode deixar de fumar, por favor?'". Ou, em alternativa, pode dizer: "Huumm, esta sala precisa de um purificador de ar". Repare que a palavra 'fumo' ou 'fumar' no utilizada, mas indiretamente revela a inteno do locutor.Conceituao tericaO uso do termo pragmtica como ramo da lingustica teve incio com Charles Morris, em 1938, significando o estudo da linguagem em uso. Rudolf Carnap, que trabalhara com Morris em Chicago, definiu-a como sendo a relao entre a linguagem e seus falantes.[1] A pragmtica evoluiu, depois, para uma compreenso mais filosfica, como prtica social concreta, que analisa a significao lingustica de acordo com a interao existente entre quem fala e quem ouve, do contexto da fala, os elementos scio-culturais em uso e, tambm, dos objetivos, efeitos e consequncias desse uso contnuo.[1]Coerncia pragmtica quando o texto tem que seguir uma linha de sentido, ou seja, uma seqncia de atos. No possvel o locutor dar uma ordem e fazer um pedido no mesmo ato de fala. Quando estas condies so ignoradas, constituem incoerncia pragmtica. Idiossincrasia Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Ir para: navegao, pesquisa Idiossincrasia (do grego , temperamento peculiar, composto de peculiar e mistura) uma caracterstica comportamental ou estrutural peculiar a um indivduo ou grupo. O termo tambm pode ser aplicado para smbolos. Smbolos idiossincrsicos so smbolos que podem significar alguma coisa para uma pessoa em particular, como uma lmina pode significar guerra para algum, mas para outro ela poderia simbolizar o sacramento de um cavaleiro. Pelo mesmo princpio, linguistas preconizam que palavras no so apenas arbitrrias, mas tambm importantes sinais idiossi Panaceia Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Ir para: navegao, pesquisa O Wikcionrio possui o verbete panaceiaNa mitologia grega Panaceia (ou Panacea em latim) era a deusa da cura. O termo Panacia tambm muito utilizado com o significado de remdio para todos os males. Asclpio (ou Esculpio para os romanos), o filho de Apolo que se tornara deus da medicina, teve duas filhas a quem ensinou a sua arte: Hgia (de onde deriva higiene) e Panacia. O nome desta ltima formou-se com a partcula compositiva pan (todo) e akos (remdio), em aluso ao fato de que Panacea era capaz de curar todas as enfermidades. A tradio mdica fez com que o nome de Panacea, sua irm, seu pai e seu av Apolo figurassem no juramento de Hipcrates, que ainda formulado por alguns mdicos no momento da sua graduao: Eu juro, por Apolo, mdico, por Esculpio, Higia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo o meu poder e a minha razo, a promessa que se segue (...) Juramento mdicoEste juramento, que data do sculo V antes da Era comum, comeou a ser deixado de lado por volta da metade do sculo XX, porque muitos mdicos consideraram que no tinha sentido formular um juramento em que se evoca deuses gregos. No congresso da Associao Mdica Mundial, em 1948, estabeleceu-se um juramento alternativo, conhecido como Declarao de Genebra, que vem sendo adotado por um nmero crescente de pases embora outros ainda continuem com o juramento de Hipcrates. Alteridade (ou outridade) a concepo que parte do pressuposto bsico de que todo o homem social interage e interdepende de outros indivduos. Assim, como muitos antroplogos e cientistas sociais afirmam, a existncia do "eu-individual" s permitida mediante um contato com o outro (que em uma viso expandida se torna o Outro - a prpria sociedade diferente do indivduo). Dessa forma eu apenas existo a partir do outro, da viso do outro, o que me permite tambm compreender o mundo a partir de um olhar diferenciado, partindo tanto do diferente quanto de mim mesmo, sensibilizado que estou pela experincia do contato. Acepo de pessoa(s): escolha, predileo por algum; inclinao, tendncia em favor de pessoa(s) por sua classe social, privilgios, ttulos etc.Coaduna juntar runir para formao de um todo; Celeuma Barulho, algazarra . Vozerio de pessoas que trabalham; Vnia licensa, permisso , Perdo desculpa,. Mesura reverncia; Lxical- o conjunto de palavra utilizadas em uma lingua ou num texto ou num autor; Ldico Divertimento; Crasso rude, desmedido , espesso , bronco. Complacncia benevolncia, condescendencia; Indizvel- raro incomun que no se pode dizer; Epigrafe- Titulo ou frase que serve de tema de um assunto; Epitome - resumo Epilogo fecho, remate , ultima cena de uma pea; Cocafato palavra originada da unio de duas silabas de palavras vizinhas For instance: Nunca ganha Parafrase - Desenvolvimento de um texto sem alterao das ideias do original. Traduo livre ou desenvolvida. Polimorfo- sujeito a modificar de forma, multiforme; Dulcilima e dulcissima Irracvel propenso ou cheio de ira; Polissindeto emprego repetitivo de conjunes coodenativas; Lubrico lascivo sensual;Azadoadj. gil, Oportuno; prprio para alguma coisa jeitoso.taciturnoadj. Que fala Triste, tristonho, sombrio. pouco; calado, silencioso.Ele, depois que foi abandonado, mantem-se taciturno em todos os momentos. -Depois daquela experincia trgica, o menino tmido ficou ainda mais taciturno.MacambziaPouco expressivo. pouco comunicativo. Um dia macambzio, dia escuro, nublado, dia triste, fechado sem sol, garoando. Macambzia no triste. No alegre. Pode ser reflexiva. Tambm pode introspectiva. Cabe ainda um...cansada???? Sorumbtico Pessoa triste, no popular cabea baixa, negativo - para baixo. O sujeito est sorumbtico - ele est triste - no "popular" de cachimbo cado. adj. gil, Oportuno; prprio para alguma coisa. Hodierno 1. relativo ao que existe ou ocorre atualmente. jeitoso.Ortografia Grandeza AnalisarXadrez ProfetizarEscusar Escasso Misto Asceno Pretensioso Cetim Discente Ala Ressuscitar Aucena Esboo Consenso Soobrar Obscesso B mudo PretensiosoXereta Cochichar Rinchar Brocha Flecha PuxarCriar Disinteria Bulir Polenta PoleiroEnadmissvel D mudo Cabeleireiros No cabeleleiros A Amenizo Amenizar Amortizo- AmortizarAborgene ou aborgine Abcesso ou abscesso Achincalhar Assentar Assento B Baliza Balizado C Caxumba Cachumba Cartucho Cocha CochoFFlecha Flecha x I Ineludivel iniludivel L Luviano Laranjeiro M Mau-humorado; R Regozijo- Regozijar S Sinteze Sintetizar; Subreino Seco Sesso - Seo; Sobre-humano; Sugeito Sujeitar T Tessitura; X Xinga P Piche;D Deslize - Deslizar Desprezo - Desprezar E Exceo; Excesso; Expectador; Excursionista; Enxaqueca; Etressafra; Extraofficial; Empecilho; Exceto Exceo Excesso Encharcado; Esplndido Enxoval EnxamePretensioso; Pretencioso Paralisia - Paralisar ; Procisso Crase Punha-se vontade. Locuo adiverbial Se dirigia a ninguem. Artigo plus pronome Punha-se a gesticular. Verbo A qualquer hora. Pronome indefinido A menos que, Locuo conjuntiva sem ncleo. Trouxe a mensagem a vossa senhoria e agurdo a reposta at afim de levar pessoa que nos enviou. A mensagem - O recado A Vossa senhoria. Pronome de tratamento, A Resposta O Resultado Aguardo ( O Que?) Levar (A quem ?) Levar pessoa; Parassinteseformao de palavra por parassntese: Consiste em formar palavras pelo acrscimo, ao mesmo tempo, de um sufixo e de um prefixo a um radical. Exemplos: DES alm ADO, EM pobr ECER, EN louqu ECER. Veja que, suprimindo um dos afixos a palavra perde a sua significao. No se diz: + almado, desalma + , + pobrecer, + louquecer Obs.: Na formao parassinttica, uma vez formada a palavra no se pode mais dispensar nem o prefixo, nem o sufixo.formao por prefixao e sufixao: Consiste em formar palavras pelo acrscimo, ao mesmo tempo, de um sufixo e de um prefixo a um radical. Exemplos:DES leal DADE, IN feliz MENTE. Veja que, neste caso, acrescenta-se, igualmente, um prefixo e um sufixo. Mas, pode-se eliminar um dos afixos e, ainda assim, a palavra no perde a sua significao: Se tirarmos o prefixo, teremos a palavra: lealdade Se tirarmos o sufixo teremos a palavra: desleal, O mesmo acontece com a outra palavra Se tirarmos o prefixo, teremos a palavra: felizmente Se tirarmos o sufixo, teremos a palavra: infeliz Portanto, a diferena entre as duas : Na formao por parassntese, uma vez formada a palavra no se pode mais mexer, sob pena da palavra perder sua significao. Na formao prefixal e sufixal, uma vez formada a palavra, pode-se eliminar o prefixo e/ou o prefixo, e ainda assim, a palavra conserva seu significado.Locuo adverbial; Uma locuo adverbial ocorre quando duas ou mais palavras exercem funo de advrbio. So conjuntos de palavras, geralmente introduzidas por uma preposio, que exercem a funo de advrbio. Classificao de tempo: noite; tarde; s vezes; de dia; de manh; de noite; de quando em quando; de vez em quando; de tempos a tempos; em breve; por vezes de lugar: direita; esquerda; distncia; ao lado; ao largo; de cima; de dentro; de fora; de longe; de perto; em baixo; em cima; para dentro; para onde; por ali; por aqui; por dentro; por fora; por perto de modo: a custo; pressa; toa; vontade; s avessas; s claras; s direitas; s escuras; ao acaso; a torto e a direito; ao contrrio; a ss; de bom grado; de cor; de m vontade; em geral; em silncio; em vo; etc. de Intensidade: de muito; de pouco; de todo de afirmao: com certeza; com efeito; de facto; na verdade; sem dvida de negao: de forma alguma; de maneira nenhuma; de modo algum de dvida: quem sabe; ao acaso; de provavelmente; etc. de meio ou instrumento: cortar a faca; escrever a mo; andar a p; viajar de avio; Sufixao e Prefixao; Uso do Se Portugus - Uso do pronome "se". O pronome "se" tem, entre outras, as funes de: .:Pronome apassivadorLiga-se a verbos transitivos diretos e indica que o sujeito paciente. O verbo deve concordar normalmente com o sujeito: Discutiu-se a questo. (A questo foi discutida) Discutiram-se as questes. (As questes foram discutidas) A concordncia verbal em oraes que usam o pronome apassivador se geralmente provoca dvidas. freqente vermos anncios ou cartazes com a concordncia verbal incorreta: Errado Vende-se casas. Conserta-se sapatos. Certo Vendem-se casas. Consertam-se sapatos. Nos exemplos acima, casas sujeito (paciente) do verbo vender e sapatos sujeito (paciente) do verbo consertar. Portanto, os sujeitos (casas e sapatos) devem concordar com os verbos vendem-se e consertam-se. .:ndice de indeterminao do sujeito Liga-se a verbos intransitivos e transitivos indiretos, indicando que o sujeito indeterminado. O verbo fica sempre na 3 pessoa do singular: Precisa-se de engenheiros. No se confia nos resultados. Trata-se de segredos inviolveis. Plural dos substantivos compostos.a) Flexo dos dois elementos para o plural quando formados de: substantivos + substantivosExemplocouve-flor - couves-floressubstantivos + adjetivos Exemploamor-perfeito - amores-perfeitosadjetivos +substantivos Exemplogentil-homem - gentis-homensnumerais + substantivos ExemploQuinta-feira - quintas-feirasb) Flexo do primeiro elemento para o plural quando formados de: substantivos + preposies + substantivos Exemplos p-de-moleque - ps-de-moleque cavalo-vapor - cavalos-vaporClassificao dos substantivos quanto ao grau 1- Graus analticos Quando formados por adjetivos que indiquem pequenez ou grandeza Exemploflor grande - flor pequena2- Graus sintticos Quando formados por soma de sufixos indicadores de aumento ou diminuio; havendo, entre estes, formas eruditas de flexoExemplos cabecinha - cabeo casebre - casinha - casaro vulo - ovinho - ovozaro homnculo - homenzinho - homenzarroGNERO DOS SUBSTANTIVOS Os substantivos, quanto ao gnero, so masculinos ou femininos. Quanto s formas, eles podem ser: Substantivos Biformes Substantivos biformes so os que apresentam duas formas, uma para o masculino, outra para o feminino, com apenas um radical. Ex. menino - menina. traidor - traidora. aluno - aluna Substantivos Heternimos Substantivos heternimos so os que apresentam duas formas, uma para o masculino, outra para o feminino, com dois radicais diferentes. Ex. homem - mulher. bode - cabra. boi - vaca. Substantivos Uniformes Substantivos uniformes so os que apresentam apenas um forma, para ambos os gneros. Os substantivos uniformes recebem nomes especiais, que so os seguintes: Comum de dois gneros Os comuns de dois gneros so os que tm uma s forma para ambos os gneros, com artigos distintos: Eis alguns exemplos:o / a estudante o / a imigrante o / a acrobata o / a agente o / a intrprete o / a lojista o / a patriota o / a mrtir o / a viajante o / a artista o / a aspirante o / a atleta o / a camel o / a chofer o / a f o / a gerente o / a mdium o / a porta-voz o / a protagonista o / a puxasaco o / a sem-terra o / a sem-vergonha o / a xereta o / a xerife Sobrecomum Os sobrecomuns so os que tm uma s forma e um s artigo para ambos os gneros: Eis alguns exemplos: o cnjuge a criana o carrasco o indivduo o apstolo o monstro a pessoa a testemunha o algoz a vtima o tipo o animal o bia-fria o cadver Epiceno Os epicenos so os que tm uma s forma e um s artigo para ambos os gneros de certos animais, acrescentando as palavras macho e fmea, para se distinguir o sexo do animal. Eis alguns exemplos: a girafa a andorinha a guia a barata a cobra o jacar a ona o sabi o tatu a anta a arara a borboleta o canguru o caranguejo a coruja o crocodilo o escorpio a formiga a girafa a mosca a ona a pantera o pernilongo o piolho a piranha a r a raposa a tartaruga o tatu o urubu a zebra PREPOSIODE, PARA, COM, essas pequenas palavras tm grande importncia para nossa lngua. Elas so usadas como elementos de ligao entre duas outras palavras e as chamamos de preposio. Preposio a palavra invarivel que liga duas outras palavras estabelecendo relaes de sentido e de dependncia. Exemplo: A casa de Luiz fica distante.A preposio de relaciona Luiz e casa, indicando uma relao de posse: a casa pertence a Luiz. Rios, Pontes e Overdrives uma msica de Chico Science. Nessa frase a palavra de relaciona Rios, Pontes e Overdrives e Chico Science, indicando uma relao de autoria: Chico Science o autor da msica. A preposio estabelece relaes, vejamos as principais: Autoria msica de Roberto Carlos; Lugar vou ficar em casa; Tempo viajaremos em duas horas; Modo chegou aos prantos; Causa morrer de fome; Assunto falamos sobre economia; Fim ou finalidade enfeitamos a casa para o aniversrio; Instrumento cortou o papel com a tesoura; Companhia viajei com o meu filho; Meio viajaremos de avio; Matria comprei um anel de ouro; Posse o carro de Vitria; Oposio votaram contra o projeto; Contedo copo com gua; Preo vendi meu carro por R$5000,00; Origem somos de Recife; Destino vou para BH.CLASSIFICAO DA PREPOSIOPodemos classificar as preposies de duas formas:ESSENCIAIS So palavras que funcionam s como preposio: a, ante, aps, at, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trs. Exemplo: Vamos para casa. Ficamos sem carro essa semana. Essa loja existe desde 1980.ACIDENTAIS So palavras de outras classes gramaticais, que em certas ocasies funcionam como preposio. So elas: conforme, consoante, segundo, durante, mediante, como, salvo, fora, que. Exemplo: Prestou conta conforme border. Locuo prepositiva Quando um conjunto de duas ou mais palavras faz a ligao entre dois termos, chamamos de locuo prepositiva. Exemplo: Conseguimos vencer graas a Deus. Ele estava acima de qualquer suspeita. Os alunos resolveram o problema depois de muito esforo. Principais locues prepositivasAbaixo de A fim de Antes de Diante de Graas a Junto de De encontro Sob pena deacima de alm de depois de em fase de junto a defronte de a em frente de a respeito deacerca de apesar de ao invs de em vez de junto com atravs de em frente a ao encontro deAs preposies a, de, em e per quando unidas a certas palavras formam um s vocbulo. Podem ser unidas por combinao a preposio no sofre alterao e por contrao quando a preposio sofre contrao.Ortoepia (ou ortopia) e prosdia so partes da gramtica que, relacionadas fontica e fonologia, registram a pronncia correta de determinadas palavras. A ortoepia (ou ortopia) trata da correta enunciao da palavra. Assim, manda que se observe bem a pronncia das consoantes, e no diga escrev, mas escrever; nem pissicologia, mas psicologia, com p brando. Manda tambm que se observe bem a pronncia das vogais, e no se troque seu timbre; assim, devemos pronunciar sempre: socrrus, e no socrrus; chofr e no chofr, etc. Manda finalmente que os ditongos sejam emitidos de modo claro e correto: eu rubu, e no rbu; eu me intiru, e no intru; Rorima, e no Roima etc. A prosdia trata da correta acentuao tnica as palavras. Ao erro prosdico se d o nome de silabada. Exemplos: Filantropo e no filntropo gratito e no gratutorecrde e no rcorde etcA entonao tambm objeto de estudo da prosdia.Plurais metafnicosNossa lngua possui inmeras palavras que mudam o timbre da vogal tnica, ao serem pluralizadas, fenmeno conhecido pelo nome de metafonia. Exemplos lho / lhos psto / pstosEstes so os principais plurais metafnicos: aposto / apostos caroo / caroos choco / chocos corcovo / corcovos corno / cornos coro / coros despojo / despojos destroo / destroos esforo / esforos fogo / fogos forno / fornos fosso / fossos grosso / grossos imposto / impostos jogo / jogos miolo / miolos morto / mortos novo / novos olho / olhos osso / ossos ovo / ovos poo / poos porco / porcos posto / postos povo / povosrebordo / rebordos reforo / reforos rogo / rogos socorro / socorros tijolo / tijolos torto / tortos troco / trocos troo / troosTodos as palavras terminadas em oso e em posto sofrem metafonia no plural: amistoso / amistosos bondoso / bondosos corajoso / corajosos teimoso / teimosos disposto / dispostos preposto / prepostos etcBIBLIOGRAFIA1. MAIA.Joo Domingues, Portugus ,Novo Ensino Mdio, vol. nico,Editora tica, SP,3a edio, 2000. 2. CADORE. Lus Agostinho, Curso Prtico De Portugus,, volume nico, Editora tica, SP, 3a ed., 1995. 3. PLATO ET FIORIN, Lies de textos: leitura e redao, Editora tica, So Paulo, 3a edio, 1998. 4. INFANTE. Ulisses, Curso de Gramtica Aplicada aos textos, 2 edio, So Paulo, Scipione, 1995. 5. MESQUITA. Roberto Melo, Gramtica da Lngua Portuguesa, 3 edio, So Paulo, Saraiva, 1995. Fonte: recantodasletras.uol.com.brORTOPIA E PROSDIAA ortopia trata da pronncia correta das palavras. Quando as palavras so pronunciadas incorretamente, comete-se cacopia. comum encontrarmos erros de ortopia na linguagem popular, mais descuidada e com tendncia natural para a simplificao. Podemos citar como erros de ortopia:guspe em vez de cuspe. adevogado em vez de advogado. estrupo em vez de estupro. cardeneta em vez de caderneta. peneu em vez de pneu. abbra em vez de abbora. prostrar em vez de prostar.A prosdia trata da correta acentuao tnica das palavras. Cometer erro de prosdia transformar uma palavra paroxtona em oxtona, ou uma proparoxtona em paroxtona etc. rbrica em vez de rubrica. stil em vez de sutil. cndor em vez de condor.Fonte: redacaoescola.blogspot.comORTOPIA E PROSDIAOrtoepia trata da correta pronncia das palavras. Exemplo"advogado", e no "adevogado" (o d mudo).Prosdia trata da correta acentuao tnica das palavras. Exemplo"rubrica" (palavra paroxtona), e no "rbrica" (palavra proparoxtona).Dessa forma, segue abaixo uma lista das principais palavras que normalmenteapresentam dvidas quanto sua pronncia e tonicidade corretas.ACRBATA / ACROBATAEsta palavra, COMO MUITAS OUTRAS DE NOSSAlNGUA, admite as duas pronncias: acrbata, com nfase na slaba "cr", ou acrobata,com fora naslaba "ba". Tambm indiferente dizer Ocenia ou Oceania, transstor outransistor (com fora na slaba "tor", com o "" fechado).ALGOZ: (carrasco): palavra oxtona, cuja pronncia do "o" deve ser fechada (algz, =arroz).AUTPSIA / NECROPSIAApesar de autpsia ter como vogal tnica o "", a formanecropsia, que possui o mesmo significado, deve ser pronunciada com nfase no "i"AZLEA / AZALIASegundo os melhores dicionrios, estas duas formas soaceitveisAVARO (indivduo muito apegado ao dinheiro)Deve ser pronunciada comoparoxtona (acento tnico na slaba va), e por terminar em "o", no deve ser acentuada.BOMIA: de origem francesa, relativa cidade de Bome, esta palavra tem sua slabaforte no "", e no no "mi"CARTERParoxtona que apresenta o plural caracteres, tendo o acrscimo da letra"c", e o deslocamento do acento tnico da slaba "ra" para a slaba "te", sem o empregode acento grfico.CATETER, MISTER e URETERTodas possuindo sua acentuao tnica na ltimaslaba (tr), sendo assim oxtonas.CHICLETE / CHOPE / CLIPE / DROPEQuando se referindo a uma s unidade decada um destes produtos, deve-se falar "um chiclete, um chope, um clipe, um drope", eno "um chicletes, um chopes, um clipes, um dropes". Existe, ainda, a variante "chicl"(um chicl, dois chicls).CUPIDO e CPIDOA primeira forma (paroxtona e sem acento) significa o deus aladodo amor; a segunda (proparoxtona) tem o sentido de vido de dinheiro, ambicioso,tambm pode ser usada como possudo de desejos amorosos.EXTINGUIRA slaba "guir" desta palavra deve ser pronunciada como nas palavras"perseguir", "seguir", "conseguir". Isso tambm vale para "distinguir".FLUIDOPronuncia-se como a forma verbal "cuido", verbo cuidar (com fora no u).Assim tambm GRATUITO, CIRCUITO, INTUITO, fortuito. No entanto, o particpiodo verbo fluir "fludo", acontecendo aqui um hiato, onde a vogal tnica agora passa aser o ""IBEROPronuncia-se como paroxtona (nfase na slaba BE, IBRO)INEXORVEL: (= austero, rgido, inabalvel...):Esse "x" l-se como os de exemplo,exame, exato, exerccio, isto , com o som de "z".LTEXTendo seu acento tnico na penltima slaba e terminando com a letra x, umapalavra paroxtona, e como tal deve ser pronunciada e acentuada.MAQUINARIAO acento tnico deve recair na slaba "ri", e no sobre a slaba "na"NONMuitos dicionrios apresentam esta palavra como paroxtona, sendo acentuadapor terminar em "n"; no entanto, o dicionrio MichaelisMelhoramentos, recentementeeditado, traz as duas grafias: non (paroxtona) e neon (oxtona).NOVEL e NOBELPalavras oxtonas que no devem ser acentuadas.OBESOPalavra paroxtona que deve ser pronunciada com o "e" aberto (obso).Tambm so abertos o "e" de outras paroxtonas como "coeso" (coso), "obsoleto"(obsolto), o "o" de "dolo" (dlo), o "e" de "extra" (xtra) e o "e" de "blefe" (blfe).Apresentam-se, porm, fechados o "e" de "nesga" (nsga), o de "destro" (dstro), e o "o""torpe" (trpe).OPTARAo se conjugar este verbo na 1 pessoa do singular do presente do indicativo,deve-se pronunciar "pto", e no "opito". Assim tambm em relao s formas verbais"capto, adapto, rapto" - todas com fora na slaba que vem antes do "p".PROJTIL / PROJETILAmbas as formas tm o mesmo significado, apesar de aprimeira ser paroxtona e a segunda oxtona. Plurais: PROJTEIS / PROJETIS.PUDICO: (aquele que tem pudor, envergonhado): palavra paroxtona (nfase na slaba"di").RECORDEDeve ser pronunciada como paroxtona (recrde).RPTIL / REPTILMesmo caso da palavra PROJTIL. Plurais. RPTEIS / REPTIS.RUBRICA: palavra paroxtona, e no proparoxtona como se costuma pensar (nfase naslaba "bri").RUIMPalavra oxtona (rum)RUPIA / RPIAA primeira forma se refere moeda utilizada na Indonsia (fora no"i") e a segunda relativa a uma planta aqutica (com nfase no "").SUBSDIOSA pronncia correta com som de "ss", e no "z" (subssdios).SUTIL e STIA primeira forma, sendo oxtona, significa "tnue, delicado, hbil"; asegunda, paroxtona, significa "tudo aquilo que composto de pedaos costurados".TXICOPronuncia-se com o som de "cs" = tcsico.NotaExiste alguma discordncia quanto ao som do "x" de "hexa-". O Dicionrio Aurlio -Sculo XXI, o Vocabulrio Ortogrfico da Lngua Portuguesa - da Academia Brasileirade Letras, e o dicionrio de Caldas Aulete dizem que esse "x" deve ter o som de "cs", edeve ser pronunciado como o "x" de "fixo", "txi", "txico", etc. J o "Houaiss" diz queesse "x" corresponde a "z", portanto deve ser lido como o "x" de "exame", "exerccio","xodo", etc.. Na lngua falada do Brasil, notase interessante ambigidade: o "x" de"hexgono" normalmente lido como "z", mas o de "hexacampeo" costuma ser lidocomo "cs". Por: Eduardo Fernandes Paes

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