paineis solaes em estaleiros

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  • 1. Autonomia Energtica dos Escritrios dos Estaleiros das Obras Tema Grupo 4 Sul Autores:Augusto Junqueiro Elisabete Saldanha Lus Gomes Sara Pinheiro Srgio Fonseca

2. Objectivo Desafio Proposto: Tendo em considerao que a estratgia do Grupo Mota-Engil assenta numa lgica de crescimento sustentvel e orgnicoidentificar e propor um Programa de Sinergias entre as reas de Negcio do Grupo Mota-Engil, conduzindo obteno de ganhos de eficincia operacional a partir das valncias que o Grupo actualmente detm. Grupo 4 Sul Tema escolhido: AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS DESCRIO : Promover a sinergia entrealgumas empresas do Grupo Mota-Engil Martifer Solar e Rentaco com o objectivo de propor um sistema de produo de energia elctrica a partir de uma fonte de energia renovvel a energia solar para utilizao nas obras das empresas de construo do Grupo Mota-Engil. 3. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ENQUADRAMENTO DAS ENERGIAS REOVVEIS NA UNIO EUROPEIA RAZES PARA A APOSTA NAS ENERGIAS RENOVVEIS ENQUADRAMENTO DAS ENERGIAS REOVVEIS EM PORTUGAL No.. PERPECTIVA DE ESGOTAMENTO DAS ENERGIAS FSSEIS REDUO DA DEPENDNCIA ENERGTICA DA UNIO EUROPEIA REDUO DA EMISSO DE GASES COM EFEITO DE ESTUFA (PROTOCOLO DE QUIOTO) 4. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ENERGIAS RENOVVEIS ENERGIA SOLAR TRMICA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA 5. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ENERGIA SOLAR - formas de armazenamento da energia solar so pouco eficientes quando comparadas com os combustveis fsseis, a energia hidroelctrica e a biomassa - em certos pases tropicais a utilizao de energia solar vivel praticamente todo o ano - locais com latitudes mdias e altas sofrem queda brusca de produo nos meses de inverno; locais com nebulosidade frequente tm variaes dirias de produo - disponibilidade geogrfica; excelente em lugares remotos - inexistncia de produo nocturna obrigando existncia de meios de armazenamento de energia - os painis so cada dia mais potentes enquanto que o seu custo vem decaindo - existe variao nas quantidades produzidas de acordo com a situao climatrica - as centrais necessitam de manuteno mnima - preos elevados em relao a outros meios de energia - no polui durante o uso Desvantagens Vantagens 6. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ENQUADRAMENTO DO TEMA NA ESTRATGIA DO GRUPO MOTA-ENGIL (Plano de ambio 2009-2013) CRESCIMENTO SUSTENTADO DIVERSIFICAO INTERNACIONALIZAO DESENVOLVIMENTO DO CAPITAL HUMANO 4 reas chave No mbito da DIVERSIFICAO e INTERNACIONALIZAO. Aposta num programa de parcerias em conjunto com a martifer, tanto a nvel interno como internacionalmente, que tragam valor para o grupo potenciando novas reas de negcio 7. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ENQUADRAMENTO DO TEMA NA ESTRATGIA DO GRUPO MOTA-ENGIL (relatrio de sustentabilidade 2007) Aposta . 8. Desenvolvimento 1 Grupo 4 As empresas de construo do grupo Mota-Engil utilizam em geral, para os seusestaleiros de apoio contentores , sendo estes, do ponto de vista energtico, alimentados atravs de energia da EDP ou, quando esta no existe, atravs de gerador. precisamente esta dependncia energtica que sendo muitas vezes um problema para solucionar tem sempre encargos de explorao.Assim a anlise realizada no nosso desafio visa comparar as solues actualmente utilizadas coma soluo de recurso energia solar fotovoltaicainstalando para isso o sistema fotovoltaico de produo de energia nos estaleiros de apoio s obras. O objectivo aproveitando as valncias existentes em algumas empresas do grupo Mota-Engil Martifer Solar e Rentaco propor um sistema de produo de energia elctrica a partir de uma fonte de energia renovvel a energia solar para utilizao nas obras das empresas de construo do Grupo Mota-Engil. AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS 9. DesenvolvimentoGrupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS reas de negcio escolhidas MARTIFER SOLAR RENTACO GRUPO MOTA-ENGIL, EM PARTICULAR, AS SUAS EMPRESAS DE CONSTRUO 10. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ANLISE SWOT AO PROJECTO NA PTICA DAS ENTIDADES PARTICIPANTES Swot Grupo mota-engil

  • Soluo facilmente plagivel.
  • Contraco do mercado.
  • Enquadramento legal vantajoso no curto e/ou mdio prazo.
  • Potencialidade de evoluo do negcio para fora do grupo.
  • Potencial aumento do volume de negcios.
  • Desenvolvimento de uma patente.
  • Explorao de financiamentos comunitrios.
  • Explorao de mercados que envolvam estaleiros em reas remotas (frica).

Ameaas Oportunidades

  • Elevado investimento inicial.
  • Longo perodo necessrio amortizao do investimento.
  • Inovao tecnolgica.
  • Ganhos de imagem e sustentabilidade.
  • Mobilidade.
  • Soluo diferenciadora das existentes.
  • Projecto alinhado com a conjuntura internacional.
  • Soluo dinamizadora da responsabilidade social.
  • Sinergias desenvolvidas.
  • Alinhamento com as orientaes estratgicas para 2009-2013.
  • Reduo na emisso de CO2.

Pontos fracos Pontos fortes 11. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ANLISE SWOT AO PROJECTO NA PTICA DAS ENTIDADES PARTICIPANTES Swot rentaco

  • Soluo facilmente plagivel.
  • Contraco do mercado.
  • Cepticismo relativamente inovao.
  • Venda de energia rede.
  • Enquadramento legal vantajoso no curto e/ou mdio prazo.
  • Potencialidade de evoluo do negcio para fora do grupo.
  • Potencial aumento do volume de negcios.
  • Desenvolvimento de uma patente.
  • Explorao de financiamentos comunitrios.
  • Explorao de mercados que envolvam estaleiros em reas remotas (frica).

Ameaas Oportunidades

  • Elevado investimento inicial.
  • Longo perodo necessrio amortizao do investimento.
  • Necessidade de manuteno peridica.
  • Necessidade de mo-de-obra especializada.
  • Equipamento susceptvel a danos.
  • Autonomia energtica depende das condies climatricas.
  • Mercado interno ME potencialmente garantido.
  • Inovao tecnolgica.
  • Ganhos de imagem e sustentabilidade.
  • Autonomia energtica do contentor.
  • Mobilidade.
  • Operacionalidade.
  • Soluo diferenciadora das existentes.
  • Vastos conhecimentos adquiridos no mercado de aluguer de equipamentos para obra.
  • Projecto alinhado com a conjuntura internacional.
  • Soluo dinamizadora da responsabilidade social.

Pontos fracos Pontos fortes 12. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS ANLISE SWOT AO PROJECTO NA PTICA DAS ENTIDADES PARTICIPANTES Swot obras

  • Avarias do sistema.
  • Estaleiros em locais ensombrados.
  • Venda de energia rede.

Ameaas Oportunidades

  • Necessidade de manuteno peridica.
  • Equipamento susceptvel a danos.
  • Autonomia energtica depende das condies climatricas.
  • Autonomia energtica do contentor.
  • Mobilidade.
  • Operacionalidade.
  • Poupana de energia.
  • Ganho de imagem.
  • Maior valia na ptica ambiental.

Pontos fracos Pontos fortes 13. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS Aspectos operacionais e financeiros 14. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS Aspectos operacionais e financeiros 15. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS Outros produtos trabalho: Utilizao de painis solares trmicos na sede da Mota-Engil no Porto 16. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS Outros produtos trabalho: MOTA-ENGIL KNOWLEDGE AND INNOVATION NETWORK - MEKIN 17. Desenvolvimento Grupo 4 AUTONOMIA ENERGTICA DOS ESCRITRIOS DOS ESTALEIROS DAS OBRAS

  • Com o Desafio estudado no mbito do Programa Geral de Gesto / Active School, identificmos como principais valncias adquiridas:
  • Aumento do nvel de conhecimento das empresas pertencentes ao Grupo, respectivas estruturas, posicionamentos no mercado e valncias;
  • Melhoria do conhecimento dos mercados de actuao do Grupo;
  • Assimilao da estratgia do Grupo;
  • Melhoria do esprito de equipa;
  • Aumento dos conhecimentos a nvel de Gesto, nomeadamente, Contabilidade, Finanas e Relacionamentos Interpessoais;
  • Consolidao dos conhecimentos adquiridos no Curso;
  • Desenvolvimento de um projecto de inovao com aplicabilidade prtica;
  • Realizao e aplicao prtica dos conhecimentos econmicos e financeiros adquiridos no curso;
  • Aprofundarmento dos conhecimentos na rea das energias renovveis, uma rea econmicaextremamente actual e com grande potencial futuro;
  • - Constatao que as oportunidades de mobilizao de sinergias existem e devem ser aproveitadas, de forma sistemtica