Pacheco/2M5/ G1

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Ta ae professor, agora so da os 5 pontos!!!

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<ul><li> 1. O Ciclo do Acar</li></ul> <p> 2. Temas </p> <ul><li>* Explicar a importncia do acar no mercado europeu </li></ul> <ul><li>* Como era o Engenho de acar </li></ul> <ul><li>* A escravido no engenho </li></ul> <ul><li>* Casa grande vs senzala: a vida nas fazendas de cana-de-acar </li></ul> <ul><li>* O processo produtivo e comercial da cana e do melao </li></ul> <ul><li>* O trfico de escravos africanos para a colnia </li></ul> <p> 3. Importncia do acar no Mercado Europeu Ou seja, a Holanda lucrava mais do que Portugal, pois refinava evendia para o Mercado Europeu Brasil: Produzia Portugal: Lucrava e produzia comercialmente Holanda: Distribuio Comercial 4. Como era o Engenho de Acar 5. </p> <ul><li>O Engenho de acar era formado pela: </li></ul> <ul><li>Casa Grande, Senzala e Casa de Engenho. Na Casa de Engenho, o acar era produzido. Tinham quatro construes pertecentes Casa de Engenho:</li></ul> <ul><li>*Moenda: Moa a cana e extraa o caldo </li></ul> <ul><li>*Fornalhas: Onde o caldo era fervido </li></ul> <ul><li>*Casa de Purgar: O acar era branqueado </li></ul> <ul><li>*Galpes: Onde o acar era reduzido a p </li></ul> <ul><li>Na Casa de Engenho, havia tambm a Capela, onde as pessoas se reuniam em dias santos, batizados, casamentos e funerais.</li></ul> <p> 6. 1 Moenda 4 Galpes 3 Casa dePurgar 2 Fornalha 7. Escravido no Engenho </p> <ul><li>Como sabemos, os escravos sofriam muito. Sofriam com: </li></ul> <ul><li>*Condies de trabalho: Trabalhavam de sol a sol</li></ul> <ul><li>*Senzalas: No havia conforto nenhum aonde os escravos viviam </li></ul> <ul><li>*Castigos: Mal-alimentados, malvestidos, aoite, morte, etc. </li></ul> <ul><li>*Vesturio: Usavam trapos. Andavam praticamente nus e expostos ao clima </li></ul> <ul><li>*Alimentao: Comiam com as mos e tinham, geralmente, uma refeio </li></ul> <ul><li>As mulheres dos escravos tambm sofriam. Apanhavam, trabalhavam muito e tambm eram violentadas sexualmente pelos Senhores de Engenho </li></ul> <p> 8. Aoite Aoite Trabalho rduo 9. Casa Grande vs Senzala: a vida nas fazendas de cana-de-acar </p> <ul><li>*Casa Grande: Casaro onde morava o Senhor do Engenho e sua famlia, alm de capatazes que cuidavam de sua famlia. Era o Centro Administrativo do Engenho </li></ul> <ul><li>*Senzala: Construo rstica onde viviam os escravos e seus descendentes, alojados de maneira precria e sem nenhuma higiene. </li></ul> <p> 10. 11. Processo Produtivo da Cana e do Melao </p> <ul><li>Toda a vida colonial girava em torno das relaes econmicas com a Europa: buscava-se produzir o que interessava metrpole nas maiores quantidades possveis e pelo menor custo. Assim, o cultivo da cana-de-acar desenvolveu-se em grandes propriedades, chamadas latifndios.</li></ul> <ul><li>O nordeste, por possuir o solo de fcil adaptao da cana-de-acar, transformou-se no plo aucareiro do Brasil. Pernambuco e a Bahia eram as maiores capitanias produtoras de acar. </li></ul> <ul><li>Para se fazer o melao, o processo era o mesmo da produo do acar. Porm, a diferena, era que o melao ficava em frmas de barro expostos ao sol </li></ul> <p> 12. Bloco de Melao 13. Trfico de Escravos Africanos para Colnia </p> <ul><li>Muitos escravos vinham da frica numa viagem que durava meses. Muitos deles morriam no caminho, devido ao tempo, falta de alimento e tambm as condies em que vinham (amontoados, por exemplo). Crianas e mulheres tambm sofriam maus-tratos. Muitas mulheres eram violentadas sexualmente pelos capites e marujos. </li></ul> <p> 14. Trajetria frica-Colnia A viagem era muito longa e cansativa: de Luanda (frica) at Recife durava geralmente 35 dias, at a Bahia 40 dias, at o Rio de Janeiro, cerca de 2 meses 15. Escravos amontoados </p>