os 5 sentidos do corpo humano tato, visão, audição, olfato e paladar ciências 8º ano

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  • Os 5 sentidos do Corpo Humano Tato, Viso, Audio, Olfato e Paladar Cincias 8 ANO
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  • Professora Brbara Lemos3
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  • 4 Tato Este sentido nos permite perceber as vibraes e toques. Para isso contamos com neurnios sensoriais em nossa pele: Estruturas encontradas em todas as regies do corpo Corpsculo de Vater-Pacini: percebe vibraes e movimentos rpidos dos tecidos;
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  • Professora Brbara Lemos5 Tato Discos de Merkel: percebem toques contnuos de objetos contra a pele. Percebem o tato e a presso. Terminaes nervosas livres: associadas a percepo de estmulos mecnicos, trmicos e pricipalmente de dor.
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  • Professora Brbara Lemos6 Estruturas encontradas em regies sem pelo (lbios, mamilos, pontas dos dedos, etc): Corpsculos de Meissner: identificam toques leves e vibraes; Corpsculos de Krause: so receptores trmicos do frio. Ficam na regio limite entre a pele e a membrana das mucosas. Corpsculos de Ruffini: so receptores trmicos de calor. (encontrados SOMENTE em regies SEM PELOS)
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  • Professora Brbara Lemos7
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  • 8 Viso atravs dos olhos que conseguimos enxergar tudo o a nossa volta. O olho capta a imagem e envia para o crebro, para que este faa o reconhecimento e interpretao. Os olhos ficam nas cavidades oculares e possuem as estruturas: retina, esclertica, coride, humor aquoso, humor vtreo, cristalino, pupila, ris e crnea.
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  • Professora Brbara Lemos9
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  • 10 Esclertica: membrana que envolve e protege os globos oculares e onde se fixam os msculos que movimentam os olhos. ( a parte BRANCA do olho). Coride: membrana que fica entre a esclertica e a retina e tem a funo de nutir e absorver a luz que chega a retina. Possui muitos vasos sanguneos e melanina. Retina: membrana que fica na parte interna do olho, e onde so formadas as imagens. L encontramos as clulas bastonetes (percebem a luminosidade e forma dos objetos) e as clulas cones (distinguem as cores).
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  • Professora Brbara Lemos11 Humor Vtreo: lquido que preenche o globo ocular. viscoso e transparente, mas com o passar dos anos pode perder sua transparncia, o que chamamos de catarata. Humor Aquoso: lquido que fica entre o cristalino e a ris. Cristalino: uma lente biconvexa que orienta a luz at a retina. ris: estrutura muscular e de cor varivel. ( a parte COLORIDA dos olhos).
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  • Professora Brbara Lemos12 Pupila: orifcio que fica no meio da RIS, e por onde passa a luz. RIS E PUPILA, juntas, REGULAM A QUANTIDADE DE LUZ QUE ENTRAM NOS OLHOS. Crnea: membrana transparente que fica na frente da ris, funciona como uma lente. Mcula e Fvea: onde a imagem ser formada na retina. Ponto cego: local onde no h clulas fotorreceptoras.
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  • Professora Brbara Lemos14 rgos Anexos dos Globos Oculares
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  • Professora Brbara Lemos15 Como a viso se forma
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  • Professora Brbara Lemos16 Doenas relacionadas a viso Hipermetropia: quando o globo ocular curto e a imagem se forma depois da retina. Usa-se lentes convergentes (convexas) para acertar a viso
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  • Professora Brbara Lemos17 Miopia: quando o globo ocular longo e a imagem se forma de antes da retina. Usa-se lentes divergentes (cncavas) para acertar a viso
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  • Professora Brbara Lemos18 Astigmatismo: uma deficincia ocular, na qual a crnea possui um formato mais ovalado, ao invs de ser arredondado e liso. Isto faz com que a luz se caracteriza pela formao da imagem em vrios focos, em eixos diferenciados. Usa-se lentes de contato ou culos com lentes tricas ou cilndricas
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  • Professora Brbara Lemos19 Presbiopia: a anomalia da viso que ocorre com o envelhecimento da pessoa, ocasionando o enrijecimento dos msculos ciliares, ocorrendo por volta dos 40 anos de idade. Pessoas com hipermetropia ou Diabetes mellitus tendem a apresentar a presbiopia mais precocemente, ao redor dos 35 anos de idade.
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  • Professora Brbara Lemos20 Galucoma: uma doena ocular causada principalmente pela elevao da presso intraocular que provoca leses no nervo tico.
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  • Professora Brbara Lemos21 Catarata: uma patologia dos olhos que consiste na opacidade parcial ou total do cristalino.
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  • Professora Brbara Lemos22 Daltonismo: Anomalia hereditria recessiva ligada ao cromossomo sexual X. uma deficincia na viso que dificulta a percepo de uma ou de todas as cores. assim que um daltnico v um semforo!
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  • Professora Brbara Lemos23 TESTE DE DETECO DO DALTONISMO: Que nmero voc v???
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  • Professora Brbara Lemos24 E agora, que nmero voc v?
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  • Professora Brbara Lemos25 Isso seria o certo!
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  • Professora Brbara Lemos26 Audio Este sentido responsvel pela percepo e interpretao das ondas sonoras. O som produzido por ondas de compresso e descompresso alternadas do ar.
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  • Professora Brbara Lemos28 A captao do som at sua percepo e interpretao uma seqncia de transformaes de energia, iniciando pela sonora, passando pela mecnica, hidrulica e finalizando com a energia eltrica dos impulsos nervosos que chegam ao crebro.
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  • Professora Brbara Lemos29 Energia Sonora Orelha Externa: O pavilho auditivo capta e canaliza as ondas para o canal auditivo e para o tmpano O canal auditivo serve como proteo e como amplificador de presso Quando se choca com a membrana timpnica, a presso e a descompresso alternadas do ar adjacente membrana provocam o deslocamento do tmpano para trs e para frente.
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  • Professora Brbara Lemos30 Energia Mecnica Orelha Mdia: O centro da membrana timpnica conecta-se com o cabo do martelo. Este, por sua vez, conecta-se com a bigorna, e a bigorna com o estribo. Essas estruturas, encontram-se suspensas atravs de ligamentos, razo pela qual oscilam para trs e para frente.
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  • Professora Brbara Lemos31 Energia Hidrulica Orelha Interna: medida que cada vibrao sonora penetra na cclea, a janela oval move-se para dentro, lanando o lquido da escala vestibular numa profundidade maior dentro da cclea. A presso aumentada na escala vestibular desloca a membrana basilar para dentro da escala timpnica; isso faz com que o lquido dessa cmara seja empurrado na direo da janela oval, provocando, por sua vez, o arqueamento dela para fora.
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  • Professora Brbara Lemos32 Assim, quando as vibraes sonoras provocam a movimentao do estribo para trs, o processo invertido, e o lquido, ento, move-se na direo oposta atravs do mesmo caminho, e a membrana basilar desloca-se para dentro da escala vestibular.
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  • Professora Brbara Lemos33 Paladar a capacidade de reconhecer os gostos de substncias colocadas sobre a lngua. Na lngua existem pequenas estruturas, chamadas papilas que vo perceber o alimento. As papilas tteis percebem a forma e volume, enquanto que as papilas gustativas distiguem os 4 sabores primrios (azedo, doce, salgado e amargo). Das combinaes das quatro sensaes gustatrias, surgem centenas de outros sabores.
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  • Professora Brbara Lemos34 Paladar As dezenas de papilas linguais (tteis e gustativas) presentes na superfcie da lngua captam os quatro sabores primrios, ou as quatro sensaes gustatrias: doce, salgado, azedo ou cido e amargo.
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  • Professora Brbara Lemos36
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  • Professora Brbara Lemos38 Olfato Por meio do olfato o homem, assim como os demais animais, percebe diferentes odores. O epitlio olfativo humano contm cerca de 20 milhes de clulas sensoriais, cada qual com seis plos sensoriais (um cachorro tem mais de 100 milhes de clulas sensoriais, cada qual com pelo menos 100 plos sensoriais). Os receptores olfativos so neurnios genunos, com receptores prprios que penetram no sistema nervoso central.
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  • Professora Brbara Lemos39 A cavidade nasal, que comea a partir das janelas do nariz, est situada em cima da boca e debaixo da caixa craniana. Contm os rgos do sentido do olfato, e forrada por um epitlio secretor de muco. Ao circular pela cavidade nasal, o ar se purifica, umedece e esquenta. O rgo olfativo a mucosa que forra a parte superior das fossas nasais - chamada mucosa olfativa ou amarela, para distingui-la da vermelha - que cobre a parte inferior.
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  • Professora Brbara Lemos40 A mucosa vermelha dessa cor por ser muito rica em vasos sangneos, e contm glndulas que secretam muco, que mantm mida a regio. Se os capilares se dilatam e o muco secretado em excesso, o nariz fica obstrudo, sintoma caracterstico do resfriado. A mucosa amarela muito rica em terminaes nervosas do nervo olfativo. Os dendritos das clulas olfativas possuem prolongamentos sensveis (plos olfativos), que ficam mergulhados na camada de muco que recobre as cavidades nasais. Os produtos