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  • 1. ORAMENTO PBLICO
  • 2. CONCEITO um processo de planejamento contnuo e dinmico de que o Estado se utiliza para demonstrar seus planos e programas de trabalho, para determinado perodo.
  • 3. ORAMENTO O estudo do oramento pblico remonta dcada de 1920 nos Estados Unidos. Na verdade o estudo s foi possvel devido Revoluo Industrial. A gesto empresarial deu enormes saltos de qualidade, propiciando o desenvolvimento de diversas tcnicas de gesto e de elaborao do oramento.
  • 4. ORAMENTO Fayol, em sua obra Administrao Industrial e Industrial Geral, j defendia que as empresas eram conjuntos de funes (tcnicas, comerciais, financeiras, segurana, con tbil e administrativa). Com o desenvolvimento do pensamento empresarial e acadmico, para efetuar o acompanhamento e controle da Funo Administrativa, era necessrio estabelecer mecanismos que proporcionassem bases seguras na conduo das atividades empresariais.
  • 5. ORAMENTO -> Neste sentido, surgiram as tcnicas oramentrias que conhecemos Oramento-Programa Oramento Base Zero Oramento Participativo
  • 6. ORAMENTO A partir da Lei n 4320/1964 e com o advento da Lei Complementar n 101/2000, o oramento ganhou mais status com a implementao do oramento-programa, integrado aos sistemas de contabilidade pblica. Em Direito Administrativo brasileiro, o oramento pblico um ato administrativo atravs do qual o Poder Legislativo autoriza o Poder Executivo a executar determinada despesa pblica, destinada a cobrir o custeio do Estado.
  • 7. ORAMENTO O Oramento Estadual inicia-se com um texto elaborado pelo Poder Executivo e entregue ao Poder Legislativo para discusso, aprovao e converso em lei. Se a receita do ano for superior estimada (estima-se atravs da previso legal de repasses federais e de diversos estudos sobre arrecadao de impostos estaduais), o governo encaminha Assemblia Legislativa um projeto de lei pedindo autorizao para incorporar e executar o excesso de arrecadao.
  • 8. ORAMENTO Se as despesas superarem as receitas, o governo fica impossibilitado de executar o oramento em sua totalidade, sendo obrigado a cortar despesas. O Sistema de Planejamento Integrado, conhecido como Processo de Planejamento-Oramento, baseia-se no Plano Plurianual (PPA), na Lei das Diretrizes Oramentrias (LDO) e na Lei de Oramentos Anuais (LOA).
  • 9. ORAMENTO ORAMENTO EMPRESARIAL -> Lucro excesso de receita ORAMENTO PBLICO -> Necessidade construo de escola
  • 10. OBJETIVOS DO ORAMENTO 1 CONTROLE DE GASTOS -> (evitar abusos) 2 GESTO DE RECURSOS -> (aes, programas, metas) 3 PLANEJAMENTO -> (implementao de plano mdio prazo) 4 ADMINISTRAO MACROECONMICA -> (distribuio de renda)
  • 11. FUNES DO ORAMENTO FUNES SOCIAIS/ECONMICAS Denominadas as FUNCES FISCAIS, consideradas tambm como FUNES DO ORAMENTO, principal instrumento de ao estatal na economia. FUNO ALOCATIVA FUNO DISTRIBUTIVA FUNO ESTABILIZADORA
  • 12. FUNO ALOCATIVA A atividade estatal na alocao de recursos justifica-se naqueles casos em que no houver a necessria eficincia por parte do mecanismo de ao privada -Sistema de Mercado-. O bem privado oferecido por meio dos mecanismos prprios do sistema de mercado. H uma troca entre vendedor e comprador e uma transferncia da propriedade do bem. O no-pagamento, por parte do comprador, impede a operao e, logicamente, o benefcio. A operao toda , portanto, eficiente.
  • 13. FUNO ALOCATIVA No caso do bem pblico, o sistema de mercado no teria a mesma eficincia. Os benefcios geralmente no podem ser individualizados nem recusados pelos consumidores. No h rivalidade no consumo de iluminao pblica, por exemplo, como tal no h como excluir o consumidor pelo no pagamento. Aqui, o processo poltico substitui o sistema de mercado.
  • 14. FUNO ALOCATIVA H situaes em que o Estado utiliza recursos oramentrios na proviso de bens com todas as caractersticas de bens privados. o caso dos bens mistos, em que a educao um bom exemplo: ela um bem privado que pode ser comercializado no mercado, e seus benefcios, individualizados.
  • 15. FUNO ALOCATIVA Mas ela tambm um bem pblico, j que o nvel cultural da comunidade cresce, quando seus membros educam se. O envolvimento do Estado na educao certamente tem outras importantes justificativas como, por exemplo, a necessidade de investimento no capital humano, a educao gratuita no contexto da distribuio de renda, construo de aeroportos etc.
  • 16. FUNO ALOCATIVA Bom exemplo de bens mistos so os BENS MERITRIOS, cuja natureza como bem privado tem menor importncia do que sua utilidade social. Justificam se, assim, as despesas pblicas com subsdios ao trigo e ao leite, com programas de merenda escolar, com cupons de alimentao para desempregados etc. PROMOVE AJUSTAMENTOS NA ALOCAO DE RECURSOS.
  • 17. FUNO DISTRIBUTIVA A FUNO DISTRIBUTIVA trata, especificamente, da necessidade do Estado em intervir nos aspectos sociais e econmicos que afetam negativamente a distribuio de riqueza de uma sociedade.
  • 18. FUNO DISTRIBUTIVA O ORAMENTO PBLICO, assim como na FUNO ALOCATIVA, o principal instrumento para viabilizao das polticas pblicas de distribuio de renda. Considerando que o problema distributivo tem por base tirar de uns para melhorar a situao de outros, o mecanismo fiscal mais eficaz o que combina tributos progressivos sobre as classes de renda mais elevada, com transferncias para aquelas classes de renda mais baixa.
  • 19. FUNO DISTRIBUTIVA EXEMPLO: A utilizao do Imposto de Renda progressivo para cobrir subsdios aos programas de alimentao, transporte e moradia populares.
  • 20. FUNO DISTRIBUTIVA O Imposto de Renda, geralmente apontado como o tributo mais adequado s polticas distributivas, outro exemplo de medida seria a concesso de subsdios aos bens de consumos pelas classes de mais alta renda, exemplos bebidas, perfumes, cigarros. Em sentido amplo, uma srie de outras medidas pblicas enquadra-se nos esquemas distributivos como por exemplo, a educao gratuita, a capacitao profissional e os programas de desenvolvimento comunitrio. PROMOVE AJUSTAMENTOS NA DISTRIBUIO DE RENDA.
  • 21. FUNO ESTABILIZADORA Alm dos ajustamentos na alocao de recursos e na distribuio de renda, a poltica fiscal tem quatro objetivos macroeconmicos: -> Manuteno de elevado nvel de emprego; -> Estabilidade nos nveis de preos; -> Equilbrio no Balano de pagamentos; -> Razovel taxa de crescimento econmico. Esses quatro objetivos, especialmente os dois primeiros, configuram o campo de ao da funo estabilizadora.
  • 22. FUNO ESTABILIZADORA A mais moderna das trs, a funo estabilizadora, adquiriu especial importncia lutando contra as presses inflacionrias e contra o desemprego. Em qualquer economia, os nveis de emprego e de preos resultam dos nveis da demanda agregada, isto , da disposio de gastar dos consum