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  • l i v r o c i n c o

    t r a d u o d e r a q u e l z a m p i l

    P E R C Y J A C K S O N & O S O L i M P I A N o S

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  • Copyright 2009 Rick RiordanEdio em portugus negociada por intermdio de Nancy Galt e Sandra Bruna Agencia Literaria, S.L.

    ttulo originalThe Last Olympian

    preparaoAnna Tvora

    revisoUmberto Figueiredo PintoCristiane Marinho

    diagramaoIlustrarte Design e Produo Editorial

    cip-brasil. catalogao-na-fontesindicato nacional dos editores de livros, rj

    R452u Riordan, Rick

    O ltimo olimpiano / Rick Riordan ; traduo de Raquel Zampil. Rio de Janeiro : Intrnseca, 2010.

    384p. (Percy Jackson e Os Olimpianos ; v. 5)

    Traduo de: The Last OlympianISBN 978-85-98078-90-8

    1. Mitologia grega Literatura infantojuvenil. 2. Tits (Mi-

    tologia) Literatura infantojuvenil. 3. Animais mitolgicos Li-teratura infantojuvenil. 4. Monstros Literatura infantojuvenil. 5. Literatura infantojuvenil americana. I. Zampil, Raquel. II. Ttulo. III. Srie.

    10-1622. CDD: 028.5CDU: 087.5

    [2010]

    Todos os direitos desta edio reservados

    Editora Intrnseca Ltda.Rua Marqus de So Vicente, 99/30122451-041 GveaRio de Janeiro RJTel. / Fax.: (21) 3206-7400www.intrinseca.com.br

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  • Para a sra. Pabst, minha professora de ingls do oitavo ano, que me iniciou na jornada de ser escritor.

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  • s u m r i o

    UMembarco em um cruzeiro explosivo 9

    DOISencontro alguns parentes peixes 31

    TRSdou uma espiada na minha morte 47

    QUATROqueimamos uma mortalha de metal 66

    CINCOenfio minha cadela em uma rvore 82

    SEISmeus biscoitos queimam 93

    SETEminha professora de matemtica me d uma carona 113

    OITOtomo o pior banho da minha vida 131

    NOVEduas cobras salvam a minha vida 145

    DEZcompro alguns novos amigos 168

    ONZEderrubamos uma ponte 185

    DOZErachel fecha um pssimo acordo 198

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  • TREZEum tit me traz um presente 218

    CATORZEporcos voam 233

    QUINZEquron d uma festa 257

    DEZESSEISrecebemos ajuda de um ladro 276

    DEZESSETEsento-me na cadeira quente 297

    DEZOITOminha famlia entra na luta 313

    DEZENOVEdestrumos a cidade eterna 322

    VINTErecebemos recompensas fabulosas 340

    VINTE E UMblackjack sequestrado 357

    VINTE E DOISsou despejado 368

    VINTE E TRSdizemos adeus, ou quase isso 377

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  • [9]

    u m

    e m b a r c o e m u m c r u z e i r o e x p l o s i v o

    O fi m do mundo comeou quando um pgaso pousou no cap de meu carro.

    At ento, minha tarde estava tima. Tecnicamente, eu no devia estar dirigindo, pois ainda faltava uma semana para com-pletar dezesseis anos, mas minha me e meu padrasto, Paul, le-varam a mim e a minha amiga Rachel para um trecho de estrada em uma praia particular em South Shore, e Paul nos emprestou seu Prius para uma voltinha.

    Ora, eu sei que voc est pensando: Puxa, isso uma grande irres-ponsabilidade dele, bl-bl-bl, mas Paul me conhece muito bem. Ele j me vira fatiar demnios e saltar de janelas de escolas em chamas, ento provavelmente concluiu que guiar um carro algumas cente-nas de metros no era exatamente a coisa mais perigosa que eu j havia feito.

    Seja como for, Rachel e eu estvamos sozinhos no carro. Era um dia quente de agosto. O cabelo vermelho de Rachel estava preso em um rabo de cavalo e ela usava uma blusa branca sobre o mai. Eu nunca a tinha visto com outra roupa que no camisetas velhas e jeans rabiscados, ela estava bonita como um milho de dracmas de ouro.

    Ah, pare ali! ela me disse.

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  • [10]

    Estacionamos num recuo que dava para o Atlntico. O mar sempre um de meus locais favoritos, e naquele dia estava especial-mente bonito de um verde resplandecente, e liso como vidro, como se meu pai o estivesse mantendo tranquilo s para ns dois.

    Meu pai, por falar nisso, Poseidon. Ele pode fazer esse tipo de coisa.

    E ento? Rachel sorria para mim. Sobre aquele convite.

    Ah... certo. Tentei parecer animado. Bem, ela me convidara para passar trs dias na casa de praia de

    sua famlia na ilha de St. Thomas. Eu no recebia muitos convites assim. A ideia de frias bacanas para minha famlia era um fi m de semana em um chal velho em Long Island, com alguns fi lmes alugados e pizzas congeladas, e a famlia de Rachel estava me cha-mando para ir com eles para o Caribe.

    Alm disso, eu precisava mesmo de frias. O ltimo vero fora o mais rduo de minha vida. A possibilidade de descansar por alguns dias era realmente tentadora.

    Ainda assim, a expectativa era que algo importante acontecesse a qualquer dia. Eu estava espera de uma misso. Ainda pior, meu aniversrio seria na semana seguinte, e havia aquela profecia que dizia que quando eu completasse dezesseis anos coisas ruins aconteceriam.

    Percy ela disse , sei que a hora ruim. Mas sempre ruim para voc, no ?

    O argumento dela era bom. Eu quero ir, de verdade garanti. s... A guerra.Assenti. Eu no gostava de falar sobre isso, mas Rachel sabia.

    Ao contrrio da maioria dos mortais, ela podia ver atravs da Nvoa

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  • [11]

    o vu mgico que distorce a viso humana. Ela vira monstros. Conhecera alguns dos outros semideuses que lutavam contra os tits e os aliados deles. Ela, inclusive, estava presente no ltimo vero, quando o despedaado Senhor Cronos se ergueu de seu caixo em uma forma nova e terrvel, e conquistara meu respeito eterno ao acert-lo no olho com uma escova de cabelos de plstico azul.

    Ela ps a mo em meu brao. Pelo menos pense a respeito, o.k.? S vamos daqui a dois

    dias. Meu pai... Sua voz falhou. Tem tido problemas com ele? perguntei.Rachel sacudiu a cabea, infeliz. Ele est tentando ser legal comigo, o que quase pior. Quer

    que eu v para a Academia de Moas de Clarion no outono. A escola que sua me frequentou? uma escola estpida para garotas da sociedade, l em New

    Hampshire. Voc consegue me ver em uma escola para moas?Tinha de admitir que a ideia parecia bastante estpida. Rachel

    gostava de se dedicar a projetos de arte urbana, de alimentar os sem-teto, de frequentar manifestaes de protesto para Salvar o Pica-pau-de-barriga-amarela em Risco de Extino e de coisas desse tipo. Eu nunca nem mesmo a vira usar um vestido. Era difcil imagin-la aprendendo a ser uma socialite.

    Ela suspirou. Ele acha que se fi zer um monte de coisas legais para mim

    vou me sentir culpada e ceder. E foi por isso que ele concordou em me deixar ir com vocs

    de frias? Sim... mas, Percy, voc estaria me fazendo um imenso favor.

    Seria to melhor se voc estivesse conosco. Alm disso, tem um assunto que eu queria comentar... Ela se deteve abruptamente.

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  • [12]

    Um assunto que voc quer falar comigo? perguntei. Quer dizer... to srio que precisamos ir a St. Thomas para con-versar a respeito?

    Ela franziu os lbios. Olhe, esquea isso por ora. Vamos fi ngir que somos um

    casal de pessoas normais. Samos para dar um passeio e estamos olhando o oceano, porque legal fi car junto.

    Eu podia ver que algo a incomodava, mas ela exibiu um sorriso corajoso. A luz do sol fazia seu cabelo parecer feito de fogo.

    Havamos passado um bocado de tempo juntos naquele vero. Eu no havia exatamente planejado desse modo, porm, quanto mais sria a situao fi cava no acampamento, mais eu tinha neces-sidade de ligar para Rachel e dar uma escapada, s para respirar um pouco. Precisava me lembrar de que o mundo mortal ainda es-tava l, distante de todos os monstros que queriam me usar como saco de pancadas.

    O.k. concordei. Apenas uma tarde normal e duas pessoas normais.

    Ela assentiu. E ento... hipoteticamente, se essas duas pessoas se gos-

    tassem, o que seria preciso para que o garoto estpido beijasse a garota, hein?

    Ah... Eu me senti como uma das vacas sagradas de Apolo: lento, burro e vermelho. H...

    No posso fi ngir que no pensava em Rachel. Era to mais f-cil fi car na companhia dela do que na de... bem, do que na de algu-mas outras garotas que eu conhecia. Eu no precisava me esforar, nem tomar cuidado com o que falava, nem queimar o crebro para decifrar o que ela estava pensando. Rachel no escondia muito. Ela demonstrava o que sentia.

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  • [13]

    Eu no sei o que teria feito a seguir mas estava to distrado que no percebi a forma enorme e escura descendo do cu at qua-tro cascos pousarem no cap do Prius com um WUMP-WUM-CRUNCH!

    Ei, chefe, disse uma voz acima da minha cabea. Que carro bacana!O pgaso Blackjack era um velho amigo, ento tentei no fi car

    muito aborrecido com as crateras que ele acabara de abrir no cap; mas no achava que meu padrasto fosse fi car muito alegre.