Olhos que ouvem Mãos que falam. Aprendizagem da Língua ... ?· Segundo o dicionário Houaiss da Língua…

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<ul><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>379 </p><p>"Olhos que ouvem... Mos que falam. Aprendizagem da Lngua Gestual Portuguesa por parte de Alunos Ouvintes" Gabriela Cristina Ribeiro Silva </p><p>gabriela.rsilva@hotmail.com, Agrupamento Escolas D.Dinis de Leiria </p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>380 </p><p>Resumo </p><p>Considerando o sistema educativo atual do nosso pas, que visa um ensino inclusivo para todos, tendo, alm disso, em conta o reconhecimento da Lngua Gestual Portuguesa (LGP) em 1997 e aps a criao das Escolas de Referncia para o Ensino Bilingue a Alunos Surdos (EREBAS), torna-se fulcral e imprescindvel, a aprendizagem da LGP por parte de alunos ouvintes. De facto, a criao destas escolas e o contacto entre estes pares, quer no recreio, quer em contexto de sala de aula, desperta naturalmente nos alunos ouvintes o interesse pela aprendizagem da LGP, pois, estes, s assim se sentiro igualmente socializados com as crianas surdas. Somente a aprendizagem desta lngua conseguir quebrar a barreira de comunicao. </p><p>Para isso fundamental, criar instrumentos e materiais equiparados ao que acontece com as outras lnguas. Assim necessrio conhecer as competncias lingusticas comunicativas e nveis de desempenho especficos que devem integrar um guia de ensino de LGP para alunos ouvintes no ensino bsico, bem como as percees, perspetivas e posicionamento dos profissionais desta rea relativamente ao ensino desta lngua a alunos ouvintes. </p><p>Palavras-chave: Escola inclusiva, surdez, Lngua Gestual Portuguesa, guia didtico </p><p>Abstract </p><p>Considering the current education system of our country, aimed at an inclusive education for everyone, and also in regard to the recognition of Portuguese Sign Language (LGP), in 1997 and after the creation of the Reference Schools for Bilingual Teaching of Deaf Children (EREBAS), it becomes crucial and essential the learning of the LGP by hearing students. In fact, the implementation of these schools and the interaction between these pairs, either in the playground or in the classroom naturally develops the interest in the hearing children to learn the LGP, because this is the only way they will feel integrated and able to socialize with the deaf kids. The only way to break the communication barrier between the hearing and the deaf kids is the learning of the Sign Language (SL) by the hearing students. </p><p>In order for this to happen, it is essential to have the same skills and materials similar to what happens with the other languages. Therefore, it is necessary to know the oral language skills, and the specific performance levels to be included in a teaching guide of LGP for hearing students in elementary school, as well as the perception, the perspective and the placement of professionals in regards to teaching LGP, to hearing students. </p><p>Keywords: Inclusive School, Deafness, Portuguese Sign Language, Teaching Guid </p><p>1. Introduo </p><p>O sistema educativo atual do nosso pas visa um ensino inclusivo e essa a perspetiva que seguimos ao longo deste trabalho: incluir criar oportunidades de acesso a uma educao de qualidade, o que passa, entre outros aspectos, pelo reconhecimento de que os alunos devem aprender juntos, que a heterogeneidade e a diversidade so um valor, que os contextos sociais de aprendizagem proporcionados visam, em primeiro lugar, minimizar as barreiras que sempre se colocam aprendizagem, participao e ao desenvolvimento (Leito, 2010, p.2), tendo, alm disso, em conta o reconhecimento da Lngua Gestual Portuguesa (LGP) em 1997, proteger e valorizar a lngua gestual portuguesa, enquanto expresso cultural e instrumento de acesso educao e da </p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>381 </p><p>igualdade de oportunidades (Constituio da Repblica artigo 74 ponto 2, alnea h) e aps a criao de escolas de referncia, torna-se natural, a aprendizagem da LGP por parte de alunos ouvintes. </p><p>H hoje uma vasta oferta que permite a qualquer aluno estudar outras lnguas nas diversas escolas do nosso pas. Ento, porque no podero estes alunos ter a oportunidade de aprender tambm a LGP, e assim contribuir para uma melhor incluso das crianas surdas? Incluso, antes de tudo, significa um esforo de mudana e melhoria da prpria escola, de forma a proporcionar a todos as melhores condies de aprendizagem, sucesso e participao, na base das circunstncias especficas de cada um (Leito, 2010, p.1). Os indivduos ouvintes, ao terem a possibilidade de aprender esta lngua, proporcionaro de facto uma mudana, contribuiro para uma sociedade mais justa, que se esfora tambm, para se integrar numa minoria lingustica que neste caso a comunidade surda. </p><p>Sabe-se que j existem iniciativas da aprendizagem da LGP em algumas escolas do nosso pas, no entanto, falta um estudo sistemtico de competncias especficas e indicadores de desempenho, bem como de metodologias didticas neste mbito. Os profissionais desta rea que lecionam a LGP a alunos ouvintes, sentem portanto a necessidade de uma sistematizao de prticas pedaggicas relativamente ao ensino da LGP. O facto de no existir um guio de ensino que especifique as competncias especficas e indicadores de desempenho, bem como as metodologias didticas a serem utilizadas, tal como existe nas outras lnguas, acarretou a necessidade de se fazer uma observao do que j feito e criar uma proposta de um documento regulamentador que poder servir de modelo guia para o ensino da LGP a alunos ouvintes. </p><p> neste sentido que se pretende levar a cabo, este dissertao no mbito do mestrado em Comunicao Alternativa e Tecnologias de Apoio, da Universidade Lusfona de Humanidades e Tecnologias. Em consequncia disso coloca-se a seguinte pergunta de partida Quais as competncias lingusticas comunicativas e nveis de desempenho especficos que devem integrar um guia de ensino de LGP para alunos ouvintes no ensino bsico. </p><p>2. Surdez </p><p>O conceito surdez tem tido vrias construes sociais que se tm transformado em funo do tempo e do espao geogrfico. (Ruella, 2000, p. 57).E segundo a mesma autora nas diferentes formas de encarar a surdez, duas vises tm sido dominantes e tm perdurado ao longo do tempo: a viso clnica ou patolgica e a sociocultural. Do ponto de vista clnico a surdez assim definida como a perda de audio parcial ou completa, tambm denominada medicamente por deficincia auditiva ou hipoacusia128. (Pao, Branco, Moreira, Caroa &amp; Henriques, 2010, p. 41). Nesta perspetiva o surdo visto como deficiente auditivo que tem de ser reeducado para aceder ao cdigo lingustico do ouvinte. </p><p> Autores como Heinicke, Graser, Hill, referidos por Afonso (2008), defendem o oralismo129, achando que a criana surda pode aprender a linguagem oral como o ouvinte. Com o congresso de </p><p> 128 A hipoacusia pode ser classificada em hipoacusia de conduo que se caracteriza por uma alterao nas estruturas </p><p>anatmicas responsveis pela componente mecnica de amplificao do som. Hipoacusia sensrio-neural que se caracteriza por uma alterao nas estruturas anatmicas, responsveis pela componente elctrica da amplificao do som e hipoacusia mista em que ambos os componentes so afectados. Quanto ao seu grau a hipoacusia ligeira est entre 20-40Db, a hipoacusia moderada entre 40-70 Db., a hipoacusia severa entre 70-90Db e a hipoacusia profunda&gt; 90Db. (Pao, J. ., Branco, C. ., Moreira, I. ., Caroa, C. &amp; Henriques M, 2010). </p><p>129O mtodo Oralista, distingue 3 mtodos. O Mtodo natural que preconiza o treino da fala e o treino auditivo, de uma forma natural. O mtodo materno-reflexivo que foi criado por Van Uden e que se destina a crianas surdas na fase pr-</p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>382 </p><p>Milo em 1880 reforou-se a ideia de que a oralidade era a nica forma de educar os surdos. Neste modelo os surdos so vistos como doentes reabilitveis e as prticas pedaggicas so resultado de um diagnstico mdico. Segundo vrios autores (Quadros, 1997; Sacks, 1998 cit. por Afonso, 2008, p. 48), o baixo nvel de literacia, as dificuldades de aquisio da lngua oral, que nunca ser considerada a lngua materna dos surdos, levaram a questionar o paradigma mdico teraputico e a forma como a educao de surdos se estava a desenvolver. </p><p> Neste seguimento e com o reconhecimento do estatuto da LGP bem como com a introduo do modelo bilingue130 foi surgindo um novo olhar sobre a surdez, dando origem viso sociocultural. Neste paradigma, o carcter patolgico associado aos surdos eliminado. O surdo passa a ser visto como membro de uma comunidade lingustica e tnico cultural prpria (Reagan, 1990, cit. por Afonso 2008, p. 52). Neste contexto assume importncia a Lngua Gestual pois citando (Skliar 2001, p. 144), ela anula a deficincia e permite que os surdos constituam ento, uma comunidade lingustica minoritria diferente e no apenas um desvio normalidade.Esta viso permite encarar as pessoas Surdas como uma minoria lingustica e cultural, com lngua e cultura prprias, formando uma comunidade com tradies, maneiras de estar e de sentir prprias, no seio do qual o adulto Surdo no se sente deficiente, eliminando-se as barreiras comunicao e informao que ainda prevalecem fora dela. (Estanqueiro, 2006, p. 1 97). </p><p>3. A Lngua Gestual Portuguesa </p><p>A Lngua Gestual a lngua materna/natural de uma comunidade surda. uma lngua de produo manuo-motora e recepo visual, com vocabulrio e organizao prprios, que no deriva das lnguas orais, nem pode ser considerada como sua representao, utilizada no apenas pelos surdos de cada comunidade mas, tambm, pelos ouvintes seus parentes prximos, intrpretes, alguns professores e outros. (Amaral, Coutinho &amp; Martins, 1994. p. 37), e por isso no dever ser confundida com linguagem. portanto necessrios abordarmos o conceito de lngua / linguagem, termos que no podem ser dissociados, pois podemos concluir que lngua uma forma de linguagem, visto que um tipo de entre os diversos meios de comunicao. (Fernandes, 2003, p. 16). </p><p>Segundo o dicionrio Houaiss da Lngua Portuguesa (2003) uma das definies de linguagem qualquer meio sistemtico de comunicar ideias ou sentimentos atravs de signos convencionais, sonoros, grficos, gestuais, etc (cit. por Correia, 2009, p. 67). Para o termo lngua podemos ler no mesmo dicionrio sistema de representao constitudo por palavras e por regras que as combinam em frases que os indivduos de uma comunidade lingustica usam como meio de comunicao e de expresso, falado ou escrito (cit. por Correia, 2009, p. 67). Ainda no mesmo, na definio de linguagem, pode ler-se o mesmo que lngua sendo notria a proximidade destes termos. (cit. por Correia, 2009, p. 67). </p><p> Linguagem pode ser entendida tambm como qualquer sistema de smbolos ou objetos constitudos como signos, por exemplo, linguagem das cores ou ainda enquanto sistema secundrio de sinais ou smbolos criados a partir de uma dada lngua (cit por. Correia, 2009, p. 67). </p><p> lingustica e defende que estas podem aprender a falar uma lngua materna pelo meio oral, devendo o meio de comunicao privilegiado ser a conversao entre aluno e professor. O mtodo Verbotonal que defende que a funo essencial da lngua a expresso do significado atravs da lngua a expresso do significado atravs do som e do movimento. Carvalho (2007). </p><p>130 O modelo Bilingue tem como principio bsico que a criana surda profunda deve fazer as suas aprendizagens escolares atravs da sua lngua materna, a Lngua Gestual Portuguesa, e adquirir como sua segunda lngua, a lngua da comunidade ouvinte onde est inserido. Carvalho (2007). </p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>383 </p><p>J o conceito de lngua mais restrito. Por lngua entende-se, um tipo de linguagem e define-se como um sistema abstracto de regras gramaticais que identificam sua estrutura nos seus diversos planos (do sons, da estrutura, da formao e classe de palavra, das estruturas frasais, da semntica, da contextualizao e do uso) (Fernandes, 2003, p. 16). </p><p>Assim podemos referir que e a linguagem pode ser entendida como a capacidade inata, localizada no hemisfrio esquerdo, que o ser humano tem em compreender e utilizar uma lngua dependendo por isso de capacidades neurolgicas e estmulos sociais. A lngua todo um o sistema organizado de signos arbitrrios e convencionais partilhados por uma comunidade (cit. Correia, 2009, p. 58). Neste sentido as lnguas gestuais devem ser encaradas como lnguas humanas, na medida em que obedecem a parmetros lingusticos universais, como a arbitrariedade, a convencionalidade, a recursividadade e a criatividade (Correia, 2009, p. 58). </p><p>Uma das caractersticas mais importantes da LGP a sua arbitrariedade. Por arbitrrio entenda-se a relao no directa que se estabelece entre a palavra e o objecto que designa. Por exemplo, no h nada no objecto casa que implique a configurao, localizao, orientao, movimento e expresso caracterizam o gesto tipo para casa na LGP (Correia, 2010, p. 15). </p><p>Com efeito, os gestos podem ter tido numa primeira fase de iconicidade ou transparncia, mas tm igualmente um alto grau de convencionalidade que acaba por os tornar opacos e por isso arbitrrios. (Faria, Pedro, Duarte &amp; Gouveia, 2006). Nas lnguas orais-auditiva, o plano fonolgico (ou de sons) caracteriza-se pela organizao de sons vocais especficos, ou fonemas, pelos quais, se constroem as formas lingusticas. No que se refere s lnguas gestuais a fonologia representada pela querologia. O sistema querolgico das lnguas de sinais foi descrito, inicialmente por Stokoe (cit. por Wilbur, 1979). William Stokoe distinguia trs categorias de queremas de acordo com a configurao da mo, localizao e movimento da (s) mo (s). Mais tarde, Battison et al. (cit. por Wilbur, 1979) acrescentam descrio dos queremas a caracterstica da orientao da (s) palma da mo (s), completando, desta forma o quadro do sistema quereolgico das lnguas gestuais (Fernandes, 2003). No ponto morfolgico a LGP pode utilizar o espao gestual (o espao volta da pessoa que utilizado para produzir os gestos) para localizar pessoas ou objetos, indicar pronomes pessoais, o sujeito, o complemento indireto, de uma ao. na configurao da mo, na localizao e direo do movimento, nas expresses faciais e movimento do corpo que se deteta nos gestos unidades mnimas significativas (Bispo M., Couto, A., Clara., M. &amp; Clara, L. (2006). A estrutura sinttica construda em torno de um espao cultural definido, organiza-se segundo o eixo SOV, isto , sujeito-objeto- verbo. (Correia, 2010, p. 11). </p><p>4.Concluso </p><p>Aos docentes de LGP compete assegurar no s o desenvolvimento da LGP como primeira lngua dos alunos surdos, mas tambm o ensino da mesma a alunos ouvintes ou outros elementos da comunidade educativa em que estes se inserem. Para alm disso, estes devem difundir os valores e os traos culturais especficos da comunidade surda, de modo a contribuir para a integrao social das pessoas surdas. neste sentido, que decidimos abordar neste trabalho de investigao questes relacionadas com o ensino de LGP a alunos ouvintes de modo a facilitar a integrao e incluso dos alunos surdos nas escolas do nosso pas. </p><p>Atendendo ao facto de o ensino da LGP a alunos ouvintes j existir em algumas escolas como iniciativa isolada, ser preocupao desta investigao aprofundar as competncias lingusticas comunicativas especficas e nveis de desempenho, para a elaborao de um guia de ensino de LGP, </p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>384 </p><p>para alunos ouvintes no ensino bsico, equiparando assim a LGP a qualquer outra lngua que ensinada nas nossas escolas. </p><p>Deste modo tendo em conta este campo de investigao e de acordo com a questo de partida pensa-se que o inqurito por questionrio ser o mais apropriado para esta observao. Segundo Quivy, inqurito por questionrio consiste em colocar a um conjunto de inquiridos, geralmente representativo de uma populao, uma srie de perguntas relativas situao social, profissional ou familiar, s suas opinies, sua atitude em relao a opes ou questes humanas e sociais, s suas expectativa, ao seu nvel de conhecimento ou de conscincia de um acontecimento ou de um problema, ou ainda sobre qualquer outro ponto que interesse ao investigador. (p. 94). </p><p>A anlise de dados do inqurito ir levar construo de um guia que ser elaborado com base na realidade de ensino, ou seja, de acordo com as necessidades sentidas por estes profissionais. O guia ser constitudo pelas competncias lingusticas comunicativas bem como os nveis de desempenho que o aluno dever desenvolver na aprendizagem da LGP. </p><p>Para a construo do modelo guia iremos recorrer ao QUERC (Quadro Europeu Comum de referncia para as lnguas) e aos programas que j existem noutras lnguas, nomeadamente no de Espanhol. Para alm do j exposto ir propor-se no guia atividades didticas como sugesto de concretizao de objetivos de modo a que esta dissertao possa vir a ter uma utilidade prtica. </p><p>Referncias Bibliogrficas </p><p>Afonso, C. (2008). Reflexes sobre a Surdez a educao de surdos/ a problemtica especfica da surdez. (1 ed). Vila Nova de Gaia: Edies Gailivro </p><p>Amaral, M., A., Coutinho, A., &amp; Maria, M. (1994). Para uma gramtica da Lngua Gestual Portuguesa. Lisboa: Editora Caminho </p><p>Bispo, M., Couto, A., Clara., M. &amp; Clara, L. (2006). O Gesto e a Palavra I Antologia de textos sobre a surdez. Lisboa: Editorial Caminho </p><p>Bispo, M ., Couto, A., Clara., M. &amp; Clara, L. (2009). O Gesto e Palavra 2 Lisboa: Editorial Caminho Carvalho, P. V. (2007). Breve histria dos Surdos no Mundo e em Portugal. Lisboa: SurdUniverso Casanova, I. (1993). Introduo linguagem. Coimbra: Livraria Almedina Coelho, O. (coord.) (2005). Perscrutar e escutar a Surdez. Porto: Edies Afrontamento Correia, I. (2009, 1 de Junho). O parmetro expresso na Lngua Gestual Portuguesa: Unidade </p><p>suprassegmental. EXEDRA 57-68 Correia, I. (2010, Setembro). Quereologia da LGP. Surdos Notcias, volume 4. Correia, I. (2010, Junho). Portugus Lngua SegundaPortugus de Segunda. Surdos Notcias, volume 3. Correia, I. (2010, Setembro). Gestos que se vem: Os surdos no ensino Superior. Surdos Notcias. volume 2. Estanqueiro. P. (2006). Lngua Gestual Portuguesa _ Uma opo ou um direito. in Bispo, M., Couto, A., Clara., </p><p>M. &amp; Clara, L(eds), O Gesto e a Palavra I Antologia de textos sobre a surdez. (p.191-220) Lisboa: Editorial Caminho </p><p>Fernandes, E. (2003). Linguagem e surdez. Porto Alegre: Editora Artemed Goldfeld, M. (2002). A criana Surda Linguagem e Cognio numa Perspectiva Sociointeracionista. S. Paulo: </p><p>Plexus Editora Hill, M., &amp; Hill, A. (2009). Investigao por questionrio. Lisboa: Edies Slabo Leito, F. (2010). Valores Educativos Cooperao e Incluso. Salmanca Ministrio da Educao (2007). Programa Curricular de Lngua Gestual Portuguesa Ministrio da Educao.(2001). Quadro Europeu comum de referncia para as lnguas_ Aprendizagem, ensino e </p><p>avaliao. Lisboa: Edies Asa Pao, J., Branco, C., Moreira, I., Caroa, C. &amp; Henriques M. (2010) Introduo SURDEZ. Lisboa: Universidade </p><p>Catlica Quadros, R., M., &amp; karnopp, L. (2004). Lngua de Sinais Brasileira: estudos lingusticos. Porto Alegre: Artmed. Quadros, R., M. &amp; Perlin, G. (org) (2006). Estudos Surdos II. Rio de Janeiro: Editora Arara Azul </p></li><li><p>Portugus: Investigao e Ensino Nmero temtico - dezembro 2012 </p><p>385 </p><p>Quivy, R., &amp;Luc, V., C. (2008). Manual de Investigao em Cincias Sociais. Lisboa: Editora Gradiva Sousa, O., C. &amp; Cardoso., A. (201

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