OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE OLEAGINOSAS NATIVAS E EXÓTICAS ENCONTADAS EM MATO GROSSO DO SUL Mestranda:Luciane Pierezan Orientador:

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> OBTENO E CARACTERIZAO DE BIODIESEL A PARTIR DE OLEAGINOSAS NATIVAS E EXTICAS ENCONTADAS EM MATO GROSSO DO SUL Mestranda:Luciane Pierezan Orientador: Dr. Euclsio Simionatto </li> <li> Slide 2 </li> <li> No Brasil a matria prima mais abundante para produo de biodiesel o leo de soja. Introduo Medidas Governamentais Incentivo matrias-primas Oleaginosas Produo do Biodiesel (DIB, 2010) </li> <li> Slide 3 </li> <li> Introduo Novas Matrias-primas Cadeia produtiva do biodiesel Atender ao mercado Fator essencial para regionalizar a produo Hoje concentrada no Centro-Sul do Pas Demanda por biocombustveis para aviao deve acirrar a disputa por leos (Embrapa, 2012) </li> <li> Slide 4 </li> <li> Biodiesel Introduo Combustvel biodegradvel derivado de fontes renovveis Obteno Animal Vegetal -Craqueamento -Esterificao -Transesterificao </li> <li> Slide 5 </li> <li> Introduo Composio Qumica leos vegetaisGorduras Animais Substncias da Classe do lipdeos Triacilglicerdeos cidos graxos livres Fosfatdeos (REDA &amp; CARNEIRO, 2007; FANGRUI &amp; HANNA, 1999) </li> <li> Slide 6 </li> <li> Transesterificao Reao qumica de leos vegetais ou de gorduras animais com o lcool comum (etanol) ou o metanol, estimulada por um catalisador. Introduo Figura 1.Transesterificao de um triglicerdeo. </li> <li> Slide 7 </li> <li> Transesterificao steres graxos Glicerol Introduo Lubrificantes, polmeros, plastificantes, produtos de higiene pessoal, papis, tecidos e alimentos Substituto renovvel do leo diesel mineral Fabricao de sabonetes e diversos outros cosmticos </li> <li> Slide 8 </li> <li> Introduo Principais Culturas Oleaginosas (Globo Rural, 2010) </li> <li> Slide 9 </li> <li> Introduo Investimentos Pesquisas Caracterizao Biocombustveis Qualidade Preservao do Meio Ambiente Desenvolvimento Sustentvel </li> <li> Slide 10 </li> <li> Introduo Caracterizao de novas oleaginosas Fundamental Futuro da indstria do biodiesel Espcies podem se tornar uma importante alternativa para a obteno deste biocombustvel Indstria Menos depende de oleaginosas clssicas como soja e milho </li> <li> Slide 11 </li> <li> Introduo Caracterizao qumica dos leos etapa fundamental para definir uma possvel aplicao tecnolgica de determinado leo Cromatografia Gasosa tcnica que oferece resultados rpidos quanto a composio qumica de leos e gorduras Espectroscopia de infravermelho determinar os modos vibracionais da composio qumica bsica do biocombustvel Caracterizao do biodiesel </li> <li> Slide 12 </li> <li> Objetivos Gerais Produo de biodiesel a partir de leos vegetais obtidos de plantas oleaginosas do Estado de Mato Grosso do Sul e tambm de algumas espcies exticas encontradas no estado Caracterizao qumica dos leos investigados, com especial ateno composio do biodiesel </li> <li> Slide 13 </li> <li> Objetivos Especficos Extrao de leo das espcies investigadas Promover reaes de transesterificaes via catalise homognea, atravs das rotas metlica e etlica Caracterizao dos leos vegetais e biodieseis produzidos a partir dessas espcies estudadas </li> <li> Slide 14 </li> <li> Metodologia O trabalho est sendo realizado no laboratrio de Qumica da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul unidade de Navira </li> <li> Slide 15 </li> <li> Metodologia Coleta dos materiais vegetais Levantamento de ocorrncia natural e cultivo das espcies candidatas ao estudo no Estado de Mato Grosso do Sul </li> <li> Slide 16 </li> <li> Tabela 1.Espcies produtoras de leos, nativas e exticas estudadas nesse projeto Nome cientficoFamliaNome comum Bombacopsis glabraBombacaceaecastanha do maranho Pacchira aquatica Audl.Bombacaceaecacau-falso Dipteryx alata Vog.Leguminosaebaru Terminalia catappa L.Combretaceaesete-copas Syagrus romanzoffiana (Cham.) Arecaceaejeriv Butia odorata Var.Arecaceaebuti azedo Orbignya phalerata Mart.Arecaceaebabau Scheelea phalerata Mart.Arecaceaebacuri </li> <li> Slide 17 </li> <li> Metodologia Nome cientficoNome comumCidades de Coletas Bombacopsis glabracastanha do maranhoDourados Pacchira aquatica Audl.cacau-falsoDourados Dipteryx alata Vog.baruIthaum Terminalia catappa L.sete-copasDourados Syagrus romanzoffiana (Cham.) jerivDourados Butia odorata Var.buti azedoCaarap Orbignya phalerata Mart.babauMiranda Scheelea phalerata Mart.bacuriBonito </li> <li> Slide 18 </li> <li> Secagem Aps coleta, o material foi submetido secagem para eliminao da umidade. Realizada a temperatura ambiente Quebra dos Frutos Metodologia </li> <li> Slide 19 </li> <li> Slide 20 </li> <li> Extrao dos leos -Sistema Soxhlet </li> <li> Slide 21 </li> <li> Metodologia O material (amndoa) seca triturada Cartuchos constitudos de papel filtro Transferidos para o sistema extrator Soxhlet O processo se repete at que todo leo seja retirado da amostra Solvente Hexano </li> <li> Slide 22 </li> <li> Metodologia Aps a extrao do leo foi realizada a recuperao do solvente leo + Hexano Hexano </li> <li> Slide 23 </li> <li> Metodologia Transesterificao Pesou-se 5 gramas de leo + 5 ml da soluo catalizador + metanol 0,875g Hidrxido de Sdio 50 ml de Metanol Catalizador Homogneo lcool de cadeia curta Agitar 1 hora Separao das fases </li> <li> Slide 24 </li> <li> Metodologia Separao das Fases </li> <li> Slide 25 </li> <li> Metodologia Cromatografia de Camada Delgada (CCD) Tcnica bastante utilizada, pois utiliza menor tempo para sua execuo e conduz a resultados muito mais eficientes Acetato de Etila a 10% 1 ml de acetato 1 gota de cido Actico 9 ml de Hexano Revelar em Soluo 20% de cido e 90% etanol Aquecer na chapa aquecedora </li> <li> Slide 26 </li> <li> Metodologia Analises fsico-qumica dos leos ndice de acidez ndice de saponificao ndice de steres ndice de iodo </li> <li> Slide 27 </li> <li> Metodologia Caracterizao do biodiesel Espectroscopia no infravermelho mdio por Transformada de Fourier (FTIR, Fourier Transform Infrared) Cromatografia gasosa definir qualitativamente e quantitativamente a composio dos cidos graxos presentes nas amostras </li> <li> Slide 28 </li> <li> Metodologia Estudo de potencial para bicombustveis (biodiesel) Aps a concluso das etapas citadas anteriormente, os leos sero submetidos a um estudo terico e avaliados quanto a composio qumica Sero apontados os leos de MS que possuem composio adequada para a sntese de biodiesel e viabilidade para futuros estudos e projetos envolvendo o tema </li> <li> Slide 29 </li> <li> Aliado a isto, o uso de matrias primas oleaginosas de MS, poder contribuir para o desenvolvimento tecnolgico de biocombustveis, contribuindo para um controle da qualidade e sntese de biodiesel no Estado de Mato Grosso do Sul. Metodologia </li> <li> Slide 30 </li> <li> Resultados Preliminares Extraes dos leos </li> <li> Slide 31 </li> <li> Rendimento do leo OleaginosasRendimento Buti22,93% Baba28,19% Castanha do Maranho17,46% Monguba (falso-cacau)42,01% Bar32,9% Sete copas46,02% Jeriv19,15% Bacuri34,19% Resultados Preliminares </li> <li> Slide 32 </li> <li> Processo de transesterificao Resultados Preliminares </li> <li> Slide 33 </li> <li> Separao das fases steres/ glicerina Processo de Transesterificao Resultados Preliminares </li> <li> Slide 34 </li> <li> Cromatografia de Camada Delgada (CCD) Biodiesel Sete copas leo Biodiesel Bar Isso indica que o processo de transesterificao foi eficiente Resultados Preliminares </li> <li> Slide 35 </li> <li> Rendimento do Biodiesel OleaginosasRendimento Buti74,4% Baba88,2% Castanha do Maranho70,6% Monguba (falso-cacau)16,4% Bar56,4% Sete Copas87,3% Jeriv64,4% Bacuri76,8% Resultados Preliminares </li> <li> Slide 36 </li> <li> Referncias DIB, F. H. Produo de biodiesel a partir de leo residual reciclado e realizao de testes comparativos com outros tipos de biodiesel e propores de mistura em um motor-gerador. Dissertao (Mestrado em Engenharia Mecnica- rea de Concentrao Cincias Trmicas) Faculdade de Engenharia Mecnica de Ilha Solteira- Universidade Estadual Paulista Jlio de Mesquita Filho- Ilha Solteira, SP, 2010. FANGRUI, M.; HANNA, M. A. 1999. Biodiesel Production: a review. Bioresource Technology, v.70, p.1-15. REDA, S. Y.; CARNEIRO, P. I. B.2007. leos e gorduras: aplicaes e implicaes. Revista Analytica, n. 27, p.60-67. REVISTA GLOBO RURAL. Disponvel em: http://revistagloborural.globo.com. http://revistagloborural.globo.com EMBRAPA. Aumento da produo de biodiesel exigir novas matrias- primas.Disponvel em:http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2012/novembro/1a- semana/aumento-da-producao-de-biodiesel-exigira-novas-materias-primas..http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2012/novembro/1a- semana/aumento-da-producao-de-biodiesel-exigira-novas-materias-primas.</li></ul>