obrigado kardec

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  • Hoje *Agora mesmo so * h.

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  • Estamos em outubro. Ms em que lembramos com mais carinho de Hippolyte Lon Denizard Rivail, ou seja, de Allan Kardec. Para o movimento esprita, este ms considerado o ms de Kardec. Foi em outubro de 1804, mais precisamente no dia 03, em Lyon, na Frana, que reencarnou na Terra esse mensageiro divino. Esse missionrio, certamente foi preparado pela Espiritualidade Superior ao longo da sua trajetria evolutiva para to grande misso, fez com que a luz do Consolador prometido por Jesus, se acendesse por toda a Terra, trazendo de volta os ensinamentos deixados pelo Cristo. E mais do que isso, Kardec trouxe para o domnio da razo e do natural, o relacionamento entre os homens e o mundo espiritual, que at ento se encontrava restrito ao campo das supersties e do sobrenatural..

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  • A iniciao do professor Rivail. Foi em 1854 que ele ouviu falar pela primeira vez em mesas girantes, e notou que havia ali um fato que necessariamente decorria de uma causa. Em 1855 compreende a dificuldade da tarefa que ia empreender, e via naqueles fenmenos a chave do problema to obscuro e to controvertido do passado e do futuro da Humanidade. Em 1856 acompanha as reunies espritas. Levava para cada sesso uma srie de questes preparadas e metodicamente dispostas. Com o auxlio de dez mdiuns, ordena e classifica 50 cadernos de comunicaes recebidas, em reunies, em vrias cidades da Europa. E, finalmente, em 18 de abril de 1857, com o pseudnimo de Allan Kardec, inicia a divulgao da Doutrina Esprita, com o lanamento de O Livro dos Espritos

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  • Devemos lembrar que, em menos de dois anos, o Codificador iniciou-se no intercmbio com o Alm; constatou a realidade da vida alm-tmulo e da manifestao dos Espritos; props milhares de indagaes aos Mentores Espirituais que o assistiam; selecionou respostas, colocou-as em ordem e deu corpo de doutrina ideias que, isoladamente, arranhavam a realidade, mas em conjunto, consubstanciavam autntica revelao; evidenciou a anterioridade e continuidade da vida fsica, dando sentido e objetivo existncia humana. bom lembrar, que fez isso tudo sem computador, sem Internet, sem demais confortos como, por exemplo, a luz eltrica. No dispunha nem mesmo de mquina de escrever.

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  • Foi tudo compilado, desenvolvido e organizado de forma manuscrita, em longas horas de estudo e reflexo, que se estendiam madrugada adentro. Depois a composio tipogrfica, as revises cuidadosas, os acertos. To grandiosa quanto a prpria Codificao foi a ao do Codificador.Foi um homem de cincia, na acepo mais rigorosa do termo, pois no descartava nem aceitava qualquer dado novo que lhe chegava, sem antes submet-lo ao crivo da razo e da crtica experimental. Desempenhou-se da misso com altivez e a humildade dos sbios, sempre defendendo perante aqueles que o combatiam, de forma elegante e respeitosa, as novas ideias de que se fizera propagador.

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  • Numa poca em que ainda ressoavam os ecos da inquisio, e as doutrinas positivistas e materialistas mostravam-se ao mundo, ante um pensamento religioso que j no atendia aos anseios do homem, coube a Kardec a tarefa de cont-las, no atravs de um proselitismo fcil, mas de um corpo doutrinrio vindo do Alto e para o qual contribuiu com o ordenamento de seus ensinamentos e com toda a parte experimental. Demonstrou a certeza da vida futura, acenando com uma nova era de progresso e esperana.Pelo seu trabalho e, com propriedade, pensamos poder aplicar a esse grande servo dos tempos modernos uma designao, cognominando-o de Mdium do Esprito de Verdade.

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  • A esse grande missionrio do Cristo, o nosso preito de gratido pela obra que nos foi legada. Tratemo-la como um precioso tesouro de toda a Humanidade. Estudando-a e levando sua mensagem aos coraes carentes de esclarecimento e de consolo.Esta, parece-me, deve ser a mais expressiva demonstrao de respeito a quem tanto se sacrificou para que tivssemos hoje todos os recursos para trilharmos um outro caminho, aquele que nos conduzir ao aprisco de Jesus.

    Muita Paz!

    Meu Blog:http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br

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