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OBRA: COMPLEXO DE ENGENHARIA ARMAZM 9 LOCAL: IMBITUBA SC TIPO: MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO: HIDROSSANITRIO

SUMRIO

SUMRIO .......................................................................................................................... 2

INTRODUO ................................................................................................................... 3

1 SOBRE O PROJETO ................................................................................................. 4

2 NORMAS E CRITRIOS ........................................................................................... 5

3 DIMENSIONAMENTO POPULACIONAL .................................................................. 5

4 ESTIMATIVA DE CONSUMO DE GUA ................................................................... 6

5 SISTEMA DE TRATATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO ....................................... 6

5.1 Tanque sptico .............................................................................................. 6

5.2 Filtro Anaerbio............................................................................................. 6

5.3 Sumidouro ..................................................................................................... 7

5.4 Caixa de gordura e inspeo ......................................................................... 7

6 SISTEMA PLUVIAL .................................................................................................. 7

7 CONSIDERAES FINAIS ........................................................................................ 7

3

INTRODUO

O presente documento refere-se s instalaes hidrossanitrias da reforma do armazm

9, destinado ao setor de transportes em rea no alfandegada do Porto de Imbituba, na Avenida

Presidente Getlio Vargas, sem nmero, bairro Centro do municpio de Imbituba. As

recomendaes aqui apresentadas tm o objetivo de orientar a execuo do projeto

hidrossananitrio quanto funcionalidade, higiene e segurana. Todavia, no implicam em

qualquer responsabilidade do projetista com relao qualidade da instalao executada por

terceiros e discordncia com as normas aplicveis.

4

1 SOBRE O PROJETO

A estrutura de distribuio de gua e esgoto no prdio ser mantida, a interveno ser

em todo o sistema de tratamento individual de esgoto e esgotamento pluvial. O projeto prioriza

higiene, sade, segurana e conforto, cuja rea construda de aproximadamente 600 m. A

sede constituda de pavimento nico, divididos em nove ambientes:

Central de veculos;

Sala dos motoristas;

Copa;

Garagem;

Depsito;

Banheiro.

A localizao das Salas das Equipes demonstrada na Figura 1.

Figura 1 - Localizao das Salas das Equipes.

5

Toda a rede de distribuio de gua, reservatrio, metais, registros e louas sanitrias

sero mantidas, assim como toda a tubulao de esgoto primria e secundaria do banheiro e

cozinha/copa, a interveno se dar nas caixas de gordura e passagem alm de todas as

unidades de tratamento de esgoto. Para o sistema de drenagem pluvial, sero substitudas as

calhas e tubos de queda entre os mdulos do armazm, alm de execuo de calha de beiral ao

longo da cobertura, execuo de caixas de areia, todo o sistema estar ligado rede de

drenagem pluvial do porto

O projeto constitudo de:

Prancha 01 Planta baixa Armazm 9 Rede de esgotos/Sistema de

tratamento individual;

Prancha 02 Planta baixa Armazm 9 Cobertura/Pluvial.

2 NORMAS E CRITRIOS

As recomendaes aqui apresentadas visam orientar a escolha dos materiais,

equipamentos e ferramentas objetos deste contrato, a fim de estabelecer um padro mnimo

de qualidade, funcionalidade, higiene e segurana. Foram observadas as normas vigentes da

ABNT, alm da regulamentao prevista por demais rgos competentes. A definio dos

produtos a serem fornecidos devem seguir os mesmos preceitos, assim como as normas que

vierem a substitu-las.

NBR 10844 Instalaes prediais de guas pluviais;

NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitrio Projeto e execuo;

NBR 7229 Projeto, construo e operao de sistemas de tanques spticos.

3 DIMENSIONAMENTO POPULACIONAL

A estimativa da populao da edificao foi calculada com base em estatstica de

ocupao desse tipo de uso, estimando-se 1 (um) ocupante para cada 7 (sete) metros quadrados

ou frao de rea.

A Tabela 1 expressa o clculo populacional.

Tabela 1 Clculo populacional

N=A/7m/pessoa

Ambiente (Salas)

rea aprox. (A)

Nmero de pessoas (N)

Total adotado

Sala dos motoristas 22m 4 Pessoas 7 pessoas (populao remota) Central de veculos 20m 3 Pessoas

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4 ESTIMATIVA DE CONSUMO DE GUA

A estimativa de consumo foi calculada com base em histrico de consumo para esse

padro de ocupao.

Adotou-se um consumo dirio de 50 litros por pessoa, chegando a um volume de 350

litros, optou-se por manter o reservatrio existente (500 litros), nico e superior com

alimentao utilizando sistema direto, ou seja, sem sistema de recalque

5 SISTEMA DE TRATATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO

Devido a inexistncia de rede e tratamento de esgoto coletivo nas dependncias do

porto e no bairro que se est situado o mesmo, optou-se por sistema de tratamento

individual de esgoto sanitrio. Para o projeto e dimenses do sistema de tratamento

individual de esgoto foram respeitadas as NBR 8160 e 7229, sendo adotado o sistema

contendo trs elementos, tanque sptico, filtro anaerbio e sumidouro, nesta ordem de

fluxo. Alm desses elementos esto previstos caixa de gordura, que serviro para reter

gordura, prejudicial ao tratamento e caixa de inspeo que auxiliar no encaminhamento

do esgoto at as unidades de tratamento. Todos elementos previstos nos sistemas devem

atender as normativas especificas quanto a fabricao, instalao e funcionamento.

5.1 Tanque sptico

O projeto prev 1 (uma) unidade de tanque sptico pr-fabricada em polietileno com

volume til mnimo de 1600 (mil e seiscentos) litros cada unidade. A unidade obrigatoriamente

deve ser estanque e deve obedecer a NBR 7229, garantindo uma instalao e funcionamento

adequado, alm de respeitar as dimenses mnimas e mximas previstos em projeto.

5.2 Filtro Anaerbio

Assim como a unidade de tanque sptico, o projeto prev 1 (uma) unidade de filtro

anaerbio pr-fabricada em polietileno com volume til mnimo de 1600 (mil e seiscentos) litros

cada unidade. A unidade obrigatoriamente deve ser estanque, os elementos filtrantes devem

ser fornecidos na instalao e devem obedecer a NBR 7229, garantindo uma instalao e

funcionamento adequado do elemento.

7

5.3 Sumidouro

Est previsto 1 (uma) unidade desse elemento do tratamento. Essa unidade tem como

objetivo a disposio final do efluente tratado que deve ser percolado no solo, a rea de

infiltrao mnima deve ser respeitada, conforme projeto. Para a execuo desse elemento deve

ser manter as distancias mnimas previstas em projeto, 1,50m de lenis freticos e poos.

5.4 Caixa de gordura e inspeo

As caixas de gordura e inspeo devem ter dimenses mnimas prevista em projeto,

podendo serem executados in loco ou serem de elementos pr-fabricados, inclusive de PVC.

Devem ser respeitados as inclinaes e cotas de projeto e devem ser obrigatoriamente

estanques. Suas tampas devem ser facilmente removidas e tambm permitir uma perfeita

vedao, alm de resistir ao trafego de veculos leves e pedestres.

O fundo das caixas deve permitir o escoamento rpido e evitar a formao de depsitos.

6 SISTEMA PLUVIAL

Para o projeto e execuo das instalaes prediais de guas pluviais deve ser obedecida

a NBR 10844. A captao dessas guas ser realizada atravs de calhas de beiral e encaminhada

atravs de tubos de queda de 100mm de dimetro at as caixas de areia. Devem ser previstas

grelhas metlicas para captao de guas superficiais. Todo o sistema estar ligado rede de

drenagem do porto j existente.

Deve ser previsto inclinaes mnimas de 0,5% nas calhas e 1% nos encaminhamentos

horizontais, caixas de areia para toda mudana de direo e de dimetro de tubulao, devem

ser previstos curvas para mudanas de direes dos tubos de queda, ralos hemisfrios junto aos

bocais da calha e fixao dos tubos de queda.

7 CONSIDERAES FINAIS

Todos os critrios tcnicos de engenharia adotados esto baseados em normas

brasileiras editadas pela ABNT (associao brasileira de normas tcnicas).

A execuo da obra dever seguir as especificaes de projeto, no podendo haver

alteraes sem que haja conhecimento e anuncia do profissional responsvel.

REA:

CLIENTE:

ASSUNTO:

RESPONSVEL TCNICO:

FOLHA:

SC PAR - PORTO DE IMBITUBA S.A. - Rua Presidente Vargas, s/n - Imbituba/SC

Vincius Teixeira Godinho

DATA: ESCALA:

TTULO:

Garagem e depsito de inservveis - Hidrossanitrio

Tec. Edificaes e Infraestrutura Porturio

GERENTE DE OBRAS E INFRAESTRUTURA:

Eng. Mairo Puccini Serralha

585 M

Rede de esgoto / Tratamento individual de esgoto

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AutoCAD SHX TextES