o sistema rodoviário

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  • 1.
    O sistema de circulao rodoviria e de conduta
    Escola eb2,3 Egas Moniz
    Ano lectivo 2010/2011


    Ana Fernandes n1 /8F
    Ana Silva n2/
    ndice
    ndice TOC o "1-3" h z u ndice PAGEREF _Toc279681705 h 1Introduo PAGEREF _Toc279681706 h 21.Sistema de circulao rodoviria PAGEREF _Toc279681707 h 31.1.O Homem PAGEREF _Toc279681708 h 31.1.O veculo PAGEREF _Toc279681709 h 51.3A via PAGEREF _Toc279681712 h 61.3O meio ambiente PAGEREF _Toc279681715 h 72.A viso PAGEREF _Toc279681717 h 82.1.Campo visual PAGEREF _Toc279681722 h 102.2.Viso Cromtica, Estereoscpica e Nocturna PAGEREF _Toc279681723 h 112.2.1.A viso cromtica PAGEREF _Toc279681724 h 112.2.2.Viso estereoscpica PAGEREF _Toc279681725 h 122.2.3Viso nocturna PAGEREF _Toc279681726 h 123A audio PAGEREF _Toc279681727 h 144A idade PAGEREF _Toc279681728 h 155Estados emocionais PAGEREF _Toc279681729 h 16 6 Fadiga PAGEREF _Toc279681731 h 177lcool PAGEREF _Toc279681732 h 187.1Alcoolemia (taxa de lcool no sangue) PAGEREF _Toc279681733 h 187.2Factores que interfere na T.A.S PAGEREF _Toc279681734 h 187.2.1Taxa de alcoolemia em relao ao sexo e peso do condutor PAGEREF _Toc279681735 h 197.3Principais efeitos do lcool na conduo PAGEREF _Toc279681736 h 207.4Processo orgnico de eliminao do lcool PAGEREF _Toc279681737 h 217.5lcool e medicamentos PAGEREF _Toc279681738 h 217.6Regime legal PAGEREF _Toc279681739 h 21Concluso PAGEREF _Toc279681740 h 23Bibliografia PAGEREF _Toc279681741 h 24
    Introduo
    Com este trabalho vamos alertar para os perigos que pode ocorrer durante uma viagem longa ou talvez curta de veculos rodovirios.
    Vamos abordar o sistema de circulao rodoviria, a audio, a idade, os estados emocionais e muito mais
    Sistema de circulao rodoviria
    O Homem
    O homem, como condutor, um dos elementos principais de todo o sistema rodovirio, e podemos tambm dizer que o seu comportamento depende, muitas vezes, a segurana da circulao rodoviria. O peo torna-se um elemento vulnervel.
    O veculo
    O veculo o artefacto motorizado ou no, que estabelece uma ligao entre o condutor e a via (e faixa de rodagem).
    O condutor ter que adaptar a sua conduo s caractersticas do veculo que conduz.
    A via
    A via sistema que permite a circulao dos veculos e dos pees; no entanto as suas caractersticas variam quanto ao tipo de piso, geometria, declive, etc.
    Cabe ao condutor adaptar a sua condio s caractersticas da via em que circula.
    O meio ambiente
    O meio ambiente, ou as condies ambientais vo interferir no comportamento de qualquer condutor. Ex: Visibilidade (Dia, Noite, Nevoeiro, Chuva); Aderncia (Piso seco, Piso molhado, Neve, Gelo); Estabilidade (Ventos fortes);
    A viso
    A tarefa da conduo uma actividade complexa com mais, o condutor tem de estar na posse de todas as suas capacidades fsicas e psicolgicas a fim de poder adaptar comportamentos e atitudes ajustados s diversas situaes de trnsito.
    A viso o sentido mais importante na parte da conduo, essencialmente atravs da viso que o condutor tem conhecimento do que se passa a sua volta, dando-lhe 90% da informao recebida.

    SE
    TENS
    OLHOS
    PRA
    Campo visual
    Chama-se campo visual, rea e extenso total que se pode ver olhando em frente, sem mover a cabea. Abrange a a viso central, pode se acrescentar que terminados factores (o stress, sono, cansao, o lcool e medicamentos, rudo velocidade) fazem diminuir o campo visual. No caso do lcool, apenas bebendo em pequenas quantidades a sua viso fica diminuda, quando se bebe em grandes quantidades fica com a sua viso em tnel ou seja perde quase a viso lateral.
    Viso Cromtica, Estereoscpica e Nocturna
    A viso cromtica
    A viso cromtica a capacidade de distinguir as diferentes cores dos objectos observados. Como por exemplo as cores os semforos eles do ao condutor a informao para que ele tome uma atitude em relao a cor.
    No caso da cor vermelha, essa atitude tem de ser rpida e urgente, se se verificar uma anomalia na recepo das cores isso vai afectar, a conduo, fazendo aumentar o tempo de reaco do condutor.
    2.2.2.Viso estereoscpica
    A viso estereoscpica tambm conhecida como viso de profundidade a capacidade de se obter como s a interpretao tridimensional do objecto observado.
    A viso estereoscpicas do ao condutor a preparao da velocidade, esta viso perturbada por factores como a sonolncia, a fadiga, o lcool e os medicamentos.
    Viso nocturna
    De noite detectamos os objectos por sombras, necessrio algum tempopara que a viso possa adaptar-se a alterao de luz.

    A audio
    .
    A audio um sentido muito importante pois faz-nos distinguir os vrios sons que encontrados encanto conduzimos. O condutor consegue ouvir o som mesmo antes de ver os obstculos, assim podendo-se preparar para um determinado acidente.
    A idade
    O ser humano tem uma caracterstica para que numa certa idade, as suas capacidades tanto fsicas como psicolgicas tm tendncia para diminuir, o que afecta a sua capacidade de conduo.
    Tambm se verifica uma reduo nos reflexos, ou seja uma reduo na viso e na audio, na agilidade, etc.
    Estados emocionais
    O comportamento e atitudes do condutor podem modificar-se sob o efeito e emoes, como a ansiedade, o medo, a raiva e a tristeza podem afectar fortemente a preparao ao nvel da ateno e aos rgos sensoriais.
    Fadiga
    A fadiga um esforo que ultrapassa os limites da pessoa, o que verifica uma diminuio das capacidades fsicas e intelectuais, o que afecta a conduo.
    A fadiga manifesta-se quando:
    SE conduz por varias horas seguidas;
    Falta de descanso;
    Condies atmosfricas ou ambientais adversas;
    Trnsito intenso;
    Conduo em trajectos montonos (auto-estradas);
    Conduo em trajectos desconhecidos;
    Incorrecta posio do condutor no veculo;
    Habitculo de veculo mal arejado;
    lcool
    Alcoolemia (taxa de lcool no sangue)
    A alcoolemia e a presena de lcool no sangue, exprime-se por gramas de lcool e designa-se por taxa de alcoolemia (T.A.S).
    a partir da taxa de alcoolemia que se pode, ver a quantidade de lcool no sangue cada individuo tem, que pode ser maior ou menor taxa.
    Factores que interfere na T.A.S
    A taxa de lcool no sangue determinada pelo sexo, peso, idade, ingesto dos medicamentos e como o condutor ingere.
    O que significa se um individuo ingere 0,50g/l, ou seja existe 0,50gramas de lcool num litro de sangue.
    A nvel legal considera-se estar sob efeito de alcoolemia, se a taxa de lcool no sangue for igual ou superior a 0,50g/l, ou ento depois de se ter feito um teste.
    1mg de lcool por litro de ar expirado equivalente a 2,3g de lcool por litro de sangue.
    Taxa de alcoolemia em relao ao sexo e peso do condutor
    Homem55kg60kg65kg70kg75kg80kg85kg90kg litros de cerveja0,510,470,430,400,380,350,33O,31Litros de vinho de11 0,760,690,640,590,550,520,490,461 whisky litros de vinho + cognac1,141,050,970,83O,840,780,740,70
    Mulher45kg50kg55kg60kg65kg70kg75kg80kg litros de cerveja0,740,660,600,550,510,470,440,41Litros de vinho de111,080,970,880,810,750,690,65O,611 whisky litros de vinho + cognac1,631,471,341,221,131,050,980,92
    Principais efeitos do lcool na conduo
    O tempo de reaco do condutor aumenta;
    Na conduo nocturna maior dificuldade na recuperao aps encadeamento;
    Diminuio das qualidades de preparao visual;.
    Estreitamento do campo visual(viso em tnel);
    Perturbao na capacidade de avaliao das distancias;
    Perturbao na audio;
    Diminuio das capacidades fsicas;
    Comportamento eufrico e sobrevalorizao das capacidades;
    Aumento do risco de acidente
    T.A.SRisco de acidente0,50g/l2x(mais)0,80g/l5x(mais)1,20g/l16x(mais)
    Processo orgnico de eliminao do lcool
    O lcool facilmente absorvido pelos intestinos, seguindo pela a corrente sangunea chega ao Crbero e atrasa a actividade fsica e mental. Concentrao mxima de lcool no sangue d-se aos 80 a 120minutos aps a ingesto, geralmente oxidado e eliminado no fgado por um processo lento, equivalente, a uma media de 0,10g/l por hora.
    lcool e medicamentos
    Alguns medicamentos na preveno de algumas doenas, podem ter efeitos negativos na conduo, como conduzir alcoolizado.
    Se torn-los juntos podem ser produzidas reaces perigosas no exerccio da conduo.
    Regime legal
    No e permitido conduzir sob influencia de lcool ou outras substancias inapropriadas.
    Considera-se sob influencia de lcool se o individuo apresentar uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 0,5, ou ento fazendo exames.
    A conduo sob influencia de lcool ou outras substancias, constitui contra-ordenao muito grave ou podendo constituir crime.
    As multas podem ir de 500euros aos 2500euros.
    Taxa de alcoolemia (T.A.S)Classificao da infraco (contra-ordenao/crime) Sanes Sano (multa/pena) Sano acessria(inibio de conduzir/proibio)Igual ou superior a 0,5g/I e inferior a 0,8g/IContra-ordenaoGraveMulta de 250euros a 1250euros1 ms a 1 ano Igual ou superiora 0,8g/I e inferior a 1,2g/I Contra-ordenao muito graveMulta de 500euros a 2500euros2 messes a 2 anos Igual ou superior a 1,2g/IcrimePena de priso at 1 ano ou multa de 120 dias3 messes a 3 anosUm indivduo se conduzir um veculo, com ou sem motor em via pblica, com uma taxa de lcool no sangue igual ou superior a 1,2g/l, por se encontrar sob a influncia de estupefacientes ou outras substancias que perturbem a aptido fsica, mental e psicolgica, habilita-se a 1 pena de priso de 1 ano, ou uma multa de 120 dias.
    Concluso
    Por fim terminmos este trabalho, com grande esforo das duas partes.
    Conseguimos aprender vrias coisas que no sabamos sobre os cuidados a ter enquanto est a decorrer uma conduo e ns estamos presentes.
    O lcool a fadiga, os medicamentos a viso e muito mais so prejudiciais na conduo.
    Esperemos que gostem.
    Bibliografia
    Livro de