O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do ... ?· ... Estado do Paraná, ... Direitos…

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<ul><li><p>DECRETO N 170/95 </p><p>Publicado na Tribuna de So Jos Em 29.11.95 </p><p> O Prefeito Municipal de So Jos dos Pinhais, Estado do Paran, usando de suas atribuies legais, </p><p> D E C R E T A: Art. 1 Fica aprovado o Regulamento do Fundo Municipal dos Direitos da Criana e </p><p>do Adolescente, parte integrante deste Decreto. Art. 2 Este decreto entra em vigor na data de sua publicao. Art. 3 Revogam-se as disposies em contrrio. Gabinete do Prefeito Municipal de So Jos dos Pinhais, 06 de novembro </p><p>de 2000. </p><p> Joo Batista Ferreira da Cruz Prefeito Municipal </p><p> Elozi D.Ferreira da Cruz Secretria Municipal de Promoo Social </p></li><li><p>REGULAMENTO DO FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANA E DO ADOLESCENTE </p><p>CAPTULO I DOS OBJETIVOS </p><p> Art. 1 Fica regulamentado o FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA </p><p>CRIANA E DO ADOLESCENTE, criado pelo artigo 3, da Lei n 24/91. </p><p>Art. 2 O Fundo tem por objetivo facilitar a captao, o repasse e aplicao de recursos destinados ao desenvolvimento das aes de atendimento a criana e ao adolescente. </p><p>Art. 3 O presente regulamento institui normas de operacionalizao, atribudas aos membros do FUNDO em seu servio administrativo vinculado ao CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANA E DO ADOLESCENTE, que tem por objetivo criar condies financeiras e de administrao dos recursos destinados ao desenvolvimento das aes de atendimento criana e ao adolescente a serem executados pelos rgos e entidades afins, que compreendem: </p><p>I - programas assistenciais especficos e de proteo especial, s crianas e aos adolescentes expostos situao de risco pessoal e social, cujas necessidades de ateno extrapolem o mbito de atuao das polticas sociais bsicas; </p><p>II - projetos de pesquisas, de estudos e de capacitao de recursos humanos necessrios elaborao, implantao e implementao do Plano Municipal de Ao de defesa dos direitos da Criana e do Adolescente: e, </p><p>III - projetos de comunicao e divulgao de aes de defesa dos direitos da criana e do adolescente. </p><p>SEO I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANA E DO ADOLESCENTE </p><p>Art. 4 Compete ao Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente: </p><p>I - definir a poltica de atendimento do Fundo, consoante ao Plano Municipal de Ao elaborado para o Municpio de So Jos dos Pinhais; </p><p>II - elaborar, acompanhar e fiscalizar a execuo do Plano Municipal de Ao; III - elaborar o Plano de Aplicao de acordo com o Plano Municipal de Ao e a </p><p>Lei de Diretrizes Oramentrias, entregue em tempo hbil ao Presidente do Fundo que por sua vez encaminhar Secretaria Municipal de Planejamento, observando-se o art. 78 da Lei Orgnica do Municpio. </p><p>IV - nortear a aplicao dos recursos financeiros do Fundo, em consonncia com os interesses da comunidade, na forma prevista em Lei e neste Regulamento, mediante Plano de Aplicao. </p></li><li><p> Art. 5 O Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente reunir-se-, </p><p>pelo menos uma vez por ms, ou a qualquer tempo e tantas vezes quantas necessrias, quando convocado pelo Presidente. </p><p>SEO II DA OPERACIONALIZAO DO FUNDO </p><p> Art. 6 O Fundo ficar vinculado operacionalmente Secretaria Municipal de </p><p>Promoo Social. </p><p>Pargrafo nico. Para cumprimento eficiente desses objetivos, o Fundo contar com uma diretoria, que ser indicada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, ao Prefeito Municipal, podendo, dentre os membros constar integrantes da Secretaria Executiva; e o Prefeito proceder a nomeao atravs de ato oficial designando os respectivos membros e suas funes, quais sejam: Presidente, Vice-Presidente, 1 Secretrio, 2 Secretrio, 1 Tesoureiro, 2 Tesoureiro e Contador, que sero os operadores do Fundo Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente. </p><p>Art. 7 Diretoria do Fundo competir: I - administrar, contabilizar, controlar e movimentar os recursos financeiros do </p><p>Fundo, observadas as disposies legais; II - a movimentao bancria do Fundo ser feita atravs de cheques nominais, </p><p>assinados pelo Presidente e Tesoureiro do Fundo; III - prestar contas da aplicao dos recursos do Fundo, nos prazos e na forma da </p><p>legislao vigente; e, IV - administrar os servios de contabilizao, controle e movimentao dos recursos </p><p>financeiros do Fundo, disposto nos artigos 71 74 da Lei Federal n 4320, de 17 de maro de 1964 e demais disposies reguladoras da matria. </p><p>SEO III DA COMPOSIO DA SECRETARIA EXECUTIVA </p><p> Art. 8 Ao Presidente do Fundo Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente </p><p>compete: I - presidir as reunies do Fundo; II - fixar o calendrio anual de reunies e convocar os membros do Fundo; </p><p>III - representar o Fundo em todos os atos jurdicos em que o mesmo for parte interessada: </p><p>IV - organizar e manter os controles necessrios dos contratos e convnios de execuo de programas e projetos do Plano Municipal de Ao, firmados com instituies governamentais e no governamentais; </p><p>V - assinar as requisies de materiais do Fundo; VI - acompanhar o planejamento e execuo dos projetos de estudo, pesquisa e </p><p>capacitao de recursos humanos necessrios ao desenvolvimento do Plano Municipal de Ao; </p></li><li><p>VII - administrar o Fundo e coordenar a execuo da aplicao dos seus recursos, de acordo com o Plano Municipal de Ao, de defesa dos direitos da criana e do adolescente; </p><p>VIII - manter o controle necessrio das receitas do Fundo; IX - assinar, juntamente com o Tesoureiro designado, os cheques sacados contra a </p><p>conta bancria do Fundo; X - autorizar despesas e prestar contas da aplicao dos recursos do Fundo </p><p>Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente; XI - construir, reformar, ampliar, adquirir ou locar imveis necessrios implantao </p><p>do Plano Municipal de Ao; XII - solicitar ao Prefeito a abertura de crditos suplementares e especiais; XIII - manter, em coordenao com o setor de patrimnio da Prefeitura Municipal, </p><p>os controles necessrios sobre bens patrimoniais ao encargo do Fundo; XIV - encaminhar Contabilidade Geral do Municpio as demonstraes financeiras, </p><p>e, anualmente, o inventrio dos bens mveis e imveis, bem como, o balano geral do Fundo; </p><p>XV - submeter ao Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente as demonstraes mensais da receita e despesa; </p><p>XVI - apresentar ao Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, anlise e avaliao da situao econmica financeira detectada nas demonstraes mencionadas; e, </p><p>XVII - encaminhar relatrios mensais de acompanhamento e avaliao da execuo oramentria dos programas e projetos do Plano Municipal de Ao </p><p>Art. 9 Compete ao Vice-Presidente: I - auxiliar o Presidente e substitu-lo em seus impedimentos. </p><p> Art. 10. Compete ao 1 Secretrio: I - auxiliar o Presidente e o Vice-Presidente nos seus encargos, lavrar Atas, cuidar </p><p>da correspondncia do Fundo, dirigir todos os servios da Secretaria, manter em dia o expediente e livros a seu encargo, tomar iniciativa no sentido do bom andamento dos servios do Fundo. </p><p>Art. 11. Compete ao 2 Secretrio: I - auxiliar e substituir o 1 Secretrio em seus impedimentos. </p><p> Art. 12. Compete ao 1 Tesoureiro: I - cuidar dos valores pertencentes ao Fundo, arrecadar a receita e demais </p><p>importncias que lhes forem devidas ou doadas, efetuar os pagamentos autorizados pelo Presidente, manter em dia a escriturao financeira e patrimonial do Fundo; e, </p><p>II - assinar, juntamente com o Presidente, os cheques sacados contra a conta bancria do Fundo. </p><p>Art. 13. Compete ao 2 Tesoureiro: I - auxiliar e substituir o 1 Tesoureiro em seus impedimentos. </p><p> Art. 14. Compete ao Contador: </p></li><li><p>I - contabilizar todos os documentos pertinentes a movimentao do Fundo, observados os dispositivos legais; </p><p>II - preparar as demonstraes mensais da receita e despesa; III - manter os controles necessrios execuo oramentria do Fundo, referentes a </p><p>empenhos, liquidao e pagamento das despesas e ao recebimento das receitas do Fundo: IV - remeter os balancetes mensais e demonstrativos de contas ao Presidente; V - encaminhar ao Presidente o balancete anual do Fundo, acompanhado de mapa e </p><p>documentos relativos ao exerccio encerrado; e, VI - elaborar anualmente a prestao de contas relativa a receita e despesa do Fundo, </p><p>na forma da legislao vigente. </p><p>CAPTULO II DO ORAMENTO </p><p> Art. 15. A classificao oramentria da aplicao dos recursos do Fundo, tanto em </p><p>Despesas de Capital como as Despesas Correntes, obedecer as normas estabelecidas pela Lei Federal n 4320/64. </p><p>Art. 16. A proposta oramentria do Fundo ser elaborada no ano anterior, dentro do prazo fixado e apresentado ao Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, para anlise e aprovao. </p><p>Art. 17. O oramento do Fundo ser fixado anualmente por Lei. </p><p>Art. 18. O Municpio prever em seu oramento anual, observados os percentuais estabelecidos pela Lei n 24/91, os recursos necessrios para a composio da Receita Oramentria do Fundo, conforme legislao vigente. </p><p>Art. 19. O Oramento do fundo evidenciar as polticas, diretrizes e programas do Plano Municipal de Ao, observada o Plano Plurianual e a Lei de Diretrizes Oramentrias, bem como os princpios da universalidade e do equilbrio. </p><p>Pargrafo nico. O Oramento do Fundo integrar o oramento do Municpio, em obedincia ao princpio da unidade. </p><p>Art. 20. Nenhuma despesa ser realizada sem a necessria autorizao oramentria. </p><p>Pargrafo nico. Para os casos se insuficincia ou omisses oramentrias sero utilizados os crditos adicionais suplementares e especiais autorizados por Lei. </p><p>SEO I DAS RECEITAS </p><p> Art. 21 - So Receitas do Fundo: I - dotaes oramentrias; </p></li><li><p>II - doaes de entidades nacionais e internacionais pblicas e privadas; III - parte do Imposto Predial e Territorial Urbano de Imveis sem edificaes; IV - doaes de particulares, conforme o disposto no artigo 260 da Lei n 8069 de </p><p>13.07.90; V - legados; VI - contribuies voluntrias; VII - produto de aplicao dos recursos disponveis; VIII - produto de venda de materiais, publicaes e eventos realizados; IX - recursos provenientes dos Conselhos Nacional e Estadual dos Direitos da </p><p>Criana e do Adolescente; X - valores provenientes das multas previstas no artigo 214 da Lei n 8069, e </p><p>oriundas de infraes descritas nos artigos 228 e 258 da referida Lei; e, XI - outros recursos. </p><p> 1 As receitas descritas neste artigo sero depositadas, obrigatoriamente, em conta </p><p>especial a ser aberta e mantida em agncia de estabelecimento oficial de crdito. </p><p> 2 Os recursos de que trata o pargrafo anterior, devero estar disponveis no prazo de 48:00 horas da entrada na contabilidade do Municpio. </p><p> 3 A aplicao dos recursos de natureza financeira depender: I - da existncia de disponibilidade em funo do cumprimento de programao; e, II - de prvia autorizao do Conselho Municipal da Criana e do Adolescente. </p><p>SEO II DAS DESPESAS </p><p> Art. 22. Imediatamente aps a promulgao da Lei de Oramento, o Conselho </p><p>Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente aprovar o quadro de aplicao dos recursos do Fundo, para apoiar os programas e projetos do Plano Municipal de Ao. </p><p>Art. 23. Nenhuma despesa ser realizada sem a necessria autorizao oramentria. </p><p>Art. 24. A despesa do Fundo se constituir de: I - financiamento total ou parcial de programas de atendimento e projetos constantes </p><p>do Plano Municipal de Ao; II - aquisio de material permanente e de consumo e de outros insumos necessrios </p><p>ao desenvolvimento dos programas e projetos; III - construo, reforma, ampliao, aquisio ou locao de imveis necessrios </p><p>implantao do Plano Municipal de Ao; IV - desenvolvimento e aperfeioamento dos instrumentos de gesto, planejamento, </p><p>administrao, e controle das aes do Plano Municipal de Ao; V - desenvolvimento de programas de estudos, pesquisas, capacitao e </p><p>aperfeioamento de recursos humanos necessrios execuo do Plano Municipal de Ao; e, </p><p>VI - atendimento de despesas diversas de carter urgente e inadivel. </p></li><li><p>SEO III DOS ATIVOS DO FUNDO </p><p> Art. 25. Constituem ativos do Fundo: I - disponibilidades monetrias em bancos, oriundas das receitas especficas no artigo </p><p>21; II - direitos que porventura vierem a constituir; e, III - bens mveis e imveis, com ou sem nus, destinados execuo de programas e </p><p>projetos do Plano Municipal de Ao. Pargrafo nico. Anualmente se processar o inventrio de bens e direitos, vinculados ao Fundo, procedendo-se a devida divulgao. </p><p>SEO IV DOS PASSIVOS DO FUNDO </p><p> Art. 26. Constituem passivos do Fundo, as obrigaes de qualquer natureza que, </p><p>porventura, o Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente venha a assumir, para implementao do Plano Municipal de Ao. </p><p>CAPTULO III DA CONTABILIDADE </p><p> Art. 27. A contabilidade do Fundo Municipal tem por objetivo evidenciar a situao </p><p>financeira, patrimonial e oramentria do prprio Fundo, observados os padres e normas estabelecidas na legislao pertinente. </p><p>Art. 28. A contabilidade ser organizada de forma a permitir o exerccio de suas funes, e de apurar os custos de servios e, conseqentemente, concretizar o seu objetivo, bem como interpretar e analisar os resultados obtidos. </p><p>Art. 29. A escriturao contbil ser feita pelo mtodo das partidas dobradas </p><p> 1 A contabilidade emitir relatrios mensais de gesto, inclusive dos custos de servios. </p><p> 2 Entende-se por relatrio de gesto os balancetes mensais de receita e despesa do Fundo e demais demonstraes exigidas pela administrao e pela legislao pertinente. </p><p> 3 As demonstraes e relatrios passaro a integrar a Contabilidade Geral do Municpio. </p></li><li><p>CAPTULO IV DAS DISPOSIES GERAIS </p><p> Art. 30. As normas dispostas no presente regulamento so suscetiveis a alteraes, a </p><p>fim de suprir omisses, ampliar, restringir ou modificar total ou parcialmente a aplicao das mesmas, se necessrio e atravs de Decreto do Executivo, desde que aprovadas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente. Art. 31. O Fundo ter vigncia indeterminada. Art. 32. Poder a qualquer tempo, por deciso, devidamente justificada do Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, serem alteradas funes e/ou membros que compem o Fundo Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, tendo em vista a continuidade do atendimento criana e ao adolescente, que sero homologadas por ato oficial do Chefe do Executivo. </p><p>Art. 33. Em caso de extino do Fundo, por qualquer que seja o motivo, o acervo, bem como o Ativo e Passivo, pertencer, de direito, Secretaria Municipal de Promoo Social, tendo em vista que rgo governamental municipal que presta atendimento crianas e adolescentes, prioridade neste regulamento, a fim de que se cumpra a Lei n 8069/90 (Estatuto da Criana e do Adolescente) bem como a Lei Municipal n 24/91. </p><p>Art. 34. Os casos omissos sero solucionados por deliberao do Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente. </p><p>Art. 35. As situaes em andamento, iniciadas na vigncia do Decreto n 86/93, devero ser adaptadas, no que couber, a este, devendo ser respeitado o princpio da Lei mais benfica. Art. 36. Revogam-se as disposies em contrrio. </p></li></ul>

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