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  • 2018 Semana 091 0 __ 1 4s e t

    Este contedo pertence ao Descomplica. Est vedada a cpia ou a reproduo no autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados.

    Intensivo Enem

  • B

    io.

    Bio.

    Professor: Rubens Oda

    Monitor: Carolina Matucci

  • B

    io.

    Histologia animal 14

    set

    RESUMO

    O tecido epitelial responsvel por revestir superfcies corpreas, e tem funo de proteo, de isolamento

    ou de passagem de substncias (epitlio de revestimento) e de secreo de substncias (epitlio glandular).

    O epitlio de revestimento pode ser classificado quanto:

    forma da clula (pavimentoso, cbico ou prismtico)

    ao nmero de camadas (simples, estratificado ou pseudo-estratificado)

    As clulas epiteliais tm muitas modificaes de suas superfcies, que chamamos de especializaes de

    membrana. So elas:

    Especializaes laterais: zona de ocluso, desmossomos, interdigitaes e junes intercelulares (GAP)

    Especializaes basais: dobras da membrana, hemidesmosomos

    Especializaes apicais: microvilosidades, clios

  • B

    io.

    O epitlio glandular forma as glndulas, que podem ser classificadas:

    De acordo com o local onde secretam:

    Endcrino: Liberam sua secreo dentro dos vasos sanguneos, sendo estas secrees principalmente os

    hormnios.

    Excrinas: Secretam substncias para fora do corpo ou na cavidade de rgos atravs de ductos

    secretores.

    Mistas ou Anfcrinas: possui uma poro endcrina e uma poro excrina.

    De acordo com a secreo:

    Holcrinas: Secreta todo o contedo da clula, ou seja, a clula morre para fazer a secreo. Um

    exemplo a glndula sebcea.

    Apcrina: A clula perde parte do seu citoplasma, mas no morre; como a glndula mamria.

    Mercrina: Secreta substncias sem alterar a estrutura celular, como por exemplo as glndulas

    salivares e a lacrimar.

    O Tecido Conjuntivo tem como principal caracterstica a grande quantidade de substncia intercelular e a

    origem mesodrmica. A substncia amorfa que fica entre as clulas fabricada pelo fibroblasto. Estas clulas

    originaro outros tipos de clulas do tecido conjuntivo. Ele pode ser dividido em tecido conjuntivo

    propriamente dito, tecido sseo, tecido cartilagenoso, tecido hematopoitico e tecido adiposo.

    Tecido Conjuntivo propriamente dito:

    Sustenta e nutre outros tecidos que no possuem vascularizao, e considerado um tecido de

    preenchimento e sustentao. Os fibroblastos (ou fibrcitos) so clulas jovens que iro dar origem s

    fibras que podem ser fibras colgenas (que so resistentes trao), fibras elsticas (que so de elastina

    e retornam sua conformao original) e fibras reticulares (que formam uma rede de sustentao aos

    rgos).

    Outras clulas deste tecido so os macrfagos e os plasmcitos, que possuem uma funo de

    defesa.

    Tecido adiposo:

    Rico em adipcitos (clulas que acumulam gordura (lipdios)). Tem como funes: isolante

    trmico, proteo mecnica, isolante eltrico, degradao de toxinas, alm de participarem da formao

    de hormnios.

    Tecido cartilaginoso:

    Possui fibras colgenas e elsticas, com consistncia firme e flexvel que o permite sustentar

    diversas partes do corpo. Como ele um tecido no vascularizado, est sempre ligado ao pericndrio,

    um TCPD rico em vasos sanguneos. Os condroblastos so clulas jovens, que iro se tornar clulas

    maduras, chamadas de condrcitos, que formam a matriz cartilaginosa.

  • B

    io.

    Tecido sseo:

    Os ossos realizam a sustentao do corpo, auxiliam na sua movimentao e servem de proteo

    para diversos rgos. Os ossos so rgidos, formados por colgeno, fosfato e carbonato de clcio. A

    matriz ssea formada pelos ostecitos. Os osteoblastos fixam o clcio no tecido, enquanto os

    osteoclastos destroem a matriz ssea.

    Tecido Hematopoitico

    este pode ser dividido em:

    1.

    2. Linfide

    amgdalas, nos linfonodos e no bao

  • B

    io.

    Tecido Sanguneo

    um tecido dividido em:

    1.

    2. Elementos fi

    que servem para o transporte de gases), leuccitos (clulas de defesa) e plaquetas (auxiliam na

    coagulao sangunea)

    O Tecido muscular um tecido contrctil que garante o deslocamento do corpo, movimentar

    estruturas internas ou fluidos. As clulas que compem o tecido muscular so longas e so chamadas de

    clula muscular ou fibra muscular. Dentre as estruturas presentes na clula encontramos alguns nomes

    diferentes para a clula muscular:

    armazenar clcio para a contrao

    entao e contrao

    muscular

    Eles so divididos em:

    fusiformes, de contrao lenta e involuntria, no possuem discos intercalares

    com diversos ncleos, so cilndricas, de contrao rpida e voluntria, no possuem discos intercalares

    cilndricas, de contrao rpida e involuntria, possuem discos intercalares

    Para que acontea a contrao muscular necessrio que os filamentos de actina deslizem sobre o filamento

    de miosina. Para que isso ocorra necessrio um estmulo causado pela liberao de neurotransmissores do

    neurnio no msculo. Isso causa uma mudana na polaridade da clula muscular, liberando o clcio do

    retculo sarcoplasmtico para o sarcoplasma. Este clcio liberado ligar os filamentos de actina e miosina e

    assim permitindo a contrao muscular. Para voltar ao estado de relaxamento existe um transporte ativo de

    clcio para o retculo sarcoplasmtico, ou seja, tanto na contrao, quanto no relaxamento muscular

    envolvido gasto de ATP.

    O tecido nervoso um tecido exclusivo dos animais que garantem a interao junto ao meio ambiente e a

    todas as partes do corpo.

    A principal clula constituinte deste tecido o neurnio, onde os dendritos capturam os estmulos, que

    passaro atravs do corpo celular at o axnio.

    As clulas da glia ajudam os neurnios a fazerem mais conexes e so divididas em:

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    io.

    Astrcitos - possuem funo de nutrir os neurnios

    Oligodendrcitos - so importantes por formar a bainha de mielina no Sistema Nervoso Central (SNC)

    Micrglia - clulas fagocitrias responsveis pela defesa do neurnio

    Para que ocorra a transmisso do impulso no neurnio, devemos observar as seguintes etapas:

    O estmulo passa do axnio para outro neurnio, glndula ou msculo atravs das sinapses. Assim, o

    impulso no neurnio um impulso eltrico e o impulso entre neurnios qumico.

    A membrana de um neurnio em repouso est polarizada, ou seja, possui carga eltrica positiva do lado

    externo (voltado para fora da clula) e negativa do lado interno (em contato com o citoplasma da clula).

    Essa diferena de cargas eltricas mantida pela bomba de sdio e potssio.

    Quando existe um estmulo qumico, mecnico ou eltrico, ocorre alterao da permeabilidade da

    membrana, permitindo grande entrada de sdio na clula e pequena sada de potssio dela, invertendo

    as cargas ao redor das membranas (despolarizao) gerando um potencial de ao. Essa despolarizao

    propaga-se pelo neurnio caracterizando o impulso nervoso.

    Imediatamente aps a passagem do impulso, a membrana se repolariza, recuperando seu estado de

    repouso e encerrando a transmisso do impulso.

    EXERCCIOS

    1. A pele humana o maior rgo do corpo humano. constituda por dois tecidos, o tecido epitelial, a epiderme, formado por clulas em constantes divises, que empurram as mais velhas para as camadas

    superiores, e o tecido conjuntivo, a derme, rico em diversas estruturas, tais como vasos sanguneos,

    terminaes nervosas e glndulas. Logo abaixo, no fazendo parte da pele, est a tela subcutnea, a

    hipoderme, formada pelas clulas adiposas responsveis por armazenar gordura.

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    io.

    Tendo por base essas informaes, pode-se dizer que, ao fazer uma tatuagem, a agulha injetora de

    tinta penetra

    a) na epiderme, para que a tinta no afete os vasos sanguneos, as glndulas e as terminaes nervosas

    da derme, nem as clulas adiposas da hipoderme.

    b) na derme, pois, se realizada na epiderme, a tinta injetada seria eliminada com as clulas

    queratinizadas mortas.

    c) na hipoderme, para que a tinta no seja eliminada com as clulas queratinizadas mortas, nem afete

    os vasos sanguneos, as glndulas e as terminaes nervosas.

    d) na camada superficial da epiderme, para que a tinta afete o mnimo possvel as estruturas inferiores

    da pele.

    e) na hipoderme, para que a tinta seja assimilada pelas clulas adiposas, pois so clulas que no

    sofrem tantas alteraes ao longo do tempo.

    2. O tecido muscular cardaco apresenta fibras a) lisas, de contrao voluntria e aerbia.

    b) lisas, de contrao involuntria e anaerbia.

    c) estriadas, de contrao voluntria e anaerbia.

    d) estriadas, de contrao involuntria e aerbia.

    3. Tm (ou tem) funo hematopoitica: a) as glndulas partidas

    b) as cavidades do corao

    c) o fgado e o pncreas

    d) o crebro e o cerebelo

    e) a medula vermelha dos ossos

    4. Considere as seguintes caractersticas: I. controle voluntrio;

    II. controle involuntrio;

    III. aes rpidas e de curta durao;

    IV. aes lentas e de longa durao;

    V. auto-estimulao e ritmo espontneo.

    Segundo essas caractersticas, o msculo no-estriado difere do msculo cardaco por apresentar:

    a) I.

    b) II.

    c) III.

    d) IV.

    e) V.

  • B

    io.

    5. Paulo no vegetariano, mas recusa-se a comer carne vermelha. Do frango, come apenas o peito e recusa a coxa, que alega ser carne

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