O Maranhão entra na rota da erradicação da extrema pobreza ... ?ão-Pobreza... · O panorama social…

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<ul><li><p>Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social / SEDES</p><p>O Maranho entra na rota da erradicao da pobreza extrema</p></li><li><p>02</p><p>O MARANHO ENTRA NA ROTA DA ERRADICAO DA POBREZA EXTREMA</p><p>O Estado do Maranho compreende uma rea de aproximadamente 332 mil </p><p>km e possui 217 municpios, ocupando o lugar de 8 Estado brasileiro de maior extenso. </p><p>Segundo dados do CENSO/IBGE-2010, a populao total do Estado de 6.424.340 habitantes, </p><p>com uma populao rural de 2.427.640 habitantes(36,9%) e uma populao urbana de </p><p>3.996.700 habitantes (63,1%), constituindo-se o 4 Estado mais populoso do Nordeste. </p><p>Entretanto, configura-se como um dos Estados mais pobres da Federao, ocupando o </p><p>segundo lugar (55,9%), superado apenas por Alagoas (56,6%).</p><p>O panorama social do Maranho apresenta indicadores de pobreza extrema </p><p>muito desfavorvel, principalmente no meio rural. Relativamente populao absoluta, o </p><p>Maranho possui trs vezes mais pobres que a mdia da pobreza extrema no Brasil. </p><p>Os dados preliminares do Censo 2010 mostram que no Brasil h 16,2 milhes </p><p>de pessoas sem rendimento ou com rendimento nominal mensal domiciliar per capita de 1 a </p><p>70 reais. Destes, 1,7 milhes est no Maranho, o que representa 9,5% (o Maranho o </p><p>segundo maior Estado com a populao nesta situao ficando atrs somente da Bahia).</p><p>A situao de segurana alimentar no Estado um dos aspectos que explica o </p><p>mau desempenho no ranking do IDH nacional. Embora o ndice de insegurana alimentar do </p><p>Maranho tenha se reduzido de 69,1% em 2004, para 64,6% em 2009, a situao do </p><p>Maranho ainda preocupante quando se admite que o ndice de insegurana alimentar </p><p>grave, que se caracteriza pela situao de fome, perfazia 14,8% da populao do Estado em </p><p>2009.</p><p>Este documento apresenta aes prioritrias que esto sendo implementadas </p><p>no exerccio de 2011, contempladas no Plano Estadual de Erradicao da Pobreza Extrema, </p><p>que a verso maranhense do Plano Nacional, com aes definidas para o perodo de 2011 a </p><p>2014, aliceradas em trs eixos principais: transferncia de renda, acesso a servios pblicos </p><p>e incluso produtiva. </p><p>O objetivo do documento informar as aes governamentais destinadas </p><p>populao maranhense que se encontra em situao de pobreza extrema, e espera-se que, </p><p>uma vez realizadas as aes propostas, resultados significativos possam ser atingidos para </p><p>melhoria dos indicadores atuais.</p></li><li><p>03</p><p>Incluso ProdutivaGarantia de RendaAcesso a Servios Pblicos</p><p>4 4 4 </p><p>EIXOS DO PLANO ESTADUAL </p><p>DE ERRADICAO DA </p><p>POBREZA EXTREMA </p><p>ARRANJO INSTITUCIONAL </p><p>PARA A GESTO DO PLANO</p></li><li><p>04</p><p>AES DO GOVERNO PARA </p><p>O PLANO ESTADUAL </p><p>DE ERRADICAO DA </p><p>POBREZA EXTREMA NO </p><p>PERODO 2011/2012</p></li><li><p>05</p><p>Secretaria de Estado de Desenvolvimento </p><p>Social - SEDES</p></li><li><p>06</p><p>ESTRATGIA PARA IDENTIFICAR A POPULAO EM SITUAO DE POBREZA EXTREMA</p><p> Busca Ativa no Maranho ser coordenada pela Secretaria de Estado de </p><p>Desenvolvimento Social SEDES, em parceria com as Secretarias Municipais de AAssistncia Social, entidades no governamentais e outros agentes institucionais. AES PARA A BUSCA ATIVA </p><p>Realizao de Seminrio de Mobilizao para socializar as informaes sobre a </p><p>implantao/implementao do Plano Estadual de Erradicao da Pobreza Extrema. O </p><p>evento ser destinado aos gestores municipais das reas de assistncia social, educao, </p><p>sade, agricultura e trabalho.</p><p>Constituio do Comit Municipal de Erradicao da Pobreza Extrema, responsvel </p><p>pelo acompanhamento, monitoramento e avaliao das aes da Busca Ativa no municpio.</p><p>Estabelecimento de parcerias com rgos governamentais, no gover-namentais e </p><p>outros agentes institucionais para atuao no trabalho de identificao das famlias.</p><p>Identificao das famlias extremamente pobres, constantes no Cadastro nico atravs </p><p>de:</p><p>Cruzamento das bases de dados do Programa Bolsa Famlia - PBF com o Cadastro nico;</p><p>Seleo das famlias constantes no Cadastro nico, no beneficiadas com o Programa </p><p>Bolsa Famlia, as quais sero consideradas como pblico prioritrio. </p><p>Capacitao dos agentes institucionais parceiros para atuao no trabalho de </p><p>identificao das famlias.</p><p>Visitas domiciliares s famlias cadastradas e no atendidas pelo PBF, para verificao da </p><p>sua situao de pobreza extrema, atualizao dos dados cadastrais, a fim de inclu-las nos </p><p>diversos programas sociais.</p><p>Busca ativa das famlias no cadastradas no Cadastro nico mediante as seguintes </p><p>aes:</p><p>Reunio com gestores municipais das secretarias envolvidas e outros parceiros </p><p>institucionais como: Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Associaes de Moradores, </p><p>Colnias de Pescadores, dentre outros, visando formao dos grupos de trabalho;</p><p>Capacitao dos agentes institucionais parceiros para atuao no trabalho de </p><p>identificao das famlias;</p><p>Visitas domiciliares com aplicao de instrumento de coleta de dados;</p><p>Anlise dos dados coletados nas visitas domiciliares para a devida insero das famlias </p><p>no Cadastro nico e nos programas sociais, a exemplo do Bolsa Famlia e BPC.</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>BUSCA ATIVA</p></li><li><p>07</p><p>AES DA SEDES PARA ERRADICAO DA POBREZA EXTREMA</p><p>egurana Alimentar e Nutricional para comunidades quilombolas, com incluso </p><p>produtiva, educao alimentar e nutricional e preservao ambiental.SREA DE ABRANGNCIA:</p><p>Municpio de Colinas - 200 Famlias remanescentes de quilombo residentes nas </p><p>comunidades: Peixe, Cambiriba e Jaguarana, prioritariamente os usurios do Programa Bolsa </p><p>Famlia e/ou inscritos no CADUNICO.</p><p>OBJETIVO GERAL:</p><p>Promover o direito humano alimentao adequada s populaes de </p><p>comunidades tradicionais quilombolas na comunidade Peixe, Cambiriba e Jaguarana, em Colinas-</p><p>MA, beneficirios do Programa Bolsa Famlia e/ou no CADUNICO do governo federal.</p><p>OBJETIVOS ESPECFICOS:</p><p>Implantar e orientar a instalao de horta comunitria irrigada;</p><p>Promover a pesca artesanal no Lago do Peixe;</p><p>Restaurar a mata ciliar e realizar a limpeza ecolgica do Lago do Peixe;</p><p>Capacitar multiplicadores em Educao Alimentar e Nutricional - EAN.</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>Projeto QUILOMBOSAN</p></li><li><p>08</p><p>METODOLOGIA:</p><p>O projeto contar com trs eixos de aes:</p><p>Eixo de Produo de Alimentos; </p><p>Eixo Ambiental;</p><p>Eixo Educao Alimentar e Nutricional.</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p></li><li><p>09</p><p>o a ser coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social </p><p>SEDES, e consiste na concesso de auxlio financeiro mensal no valor de R$ A50,00 (cinqenta reais), durante o perodo da capacitao, aos beneficirios do Programa Bolsa Famlia - PBF, a partir de 18 anos, com condicionalidade vinculada </p><p> sua participao integral nos cursos de qualificao profissional, oferecidos pelo </p><p>Governo do Estado do Maranho e outros parceiros institucionais.</p><p>OBJETIVO:</p><p>Garantir auxlio financeiro ao membro da famlia beneficirio do PBF </p><p>que participe de curso de qualificao profissional para insero no mercado de </p><p>trabalho.</p><p>META:</p><p>Apoio financeiro a 01 (um) membro, a partir de 18 anos, de cada famlia </p><p>beneficiada pelo Programa Bolsa Famlia, no mbito do Estado do Maranho, que </p><p>participe integralmente dos cursos de qualificao profissional.</p><p>REA DE ABRANGNCIA:</p><p>217 municpios do Estado.</p><p>ESTRATGIAL OPERACIONAL:</p><p>Ficar sob a responsabilidade das Secretarias Municipais de Assistncia </p><p>Social:</p><p>Identificao e encaminhamento do beneficirio aos cursos de </p><p>qualificao profissional, oferecidos pelo Governo do Estado e outros </p><p>parceiros institucionais;</p><p>Acompanhamento e avaliao da participao do beneficirio durante </p><p>o processo de capacitao; </p><p>Encaminhamento do beneficirio ao Sistema Nacional de Emprego - </p><p>SINE, para cadastro e insero no mercado de trabalho.</p><p>Ficar sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de </p><p>Desenvolvimento Social - SEDES:</p><p>Garantia do repasse da Bolsa Capacitao ao beneficirio;</p><p>Assessoramento s Secretarias Municipais de Assistncia Social:</p><p>Intermediao junto ao SINE, no que se refere ao cadastro do </p><p>beneficirio para insero no mercado de trabalho. </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>BOLSA CAPACITAO</p></li><li><p>10</p><p>o a ser coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social SEDES, e consiste na construo de reservatrios hdricos (cisternas para consumo humano Ae para produo de alimentos e de audes para produo de alimentos).</p><p>OBJETIVO:Beneficiar famlias de baixa renda com dificuldade de acesso gua para </p><p>consumo humano e produo de alimentos mediante a construo de cisternas e de audes, bem como proporcionar capacitao e formao das famlias beneficiadas em gesto da gua, contribuindo para a garantia da sua Segurana Alimentar e Nutricional.</p><p>META:</p><p>Construo de 11.300 cisternas de 16 mil litros para consumo humano.</p><p>Construo de 900 cisternas de 52 mil litros para consumo humano e para produo </p><p>de alimentos.</p><p>Construo de 1.450 audes para produo de alimentos.</p><p>REA DE ABRANGNCIA:A primeira etapa do Projeto ir contemplar os municpios abrangidos pela </p><p>Agncia Intermunicipal de Consrcios da Regio do Litoral Ocidental Maranhense, denominado Consrcio da Floresta dos Guars (CONGUARAS), que so: Apicum-Au, Mirinzal, Serrano do Maranho, Porto Rico do Maranho, Guimares, Bacuri, Cururupu, Cedral e Central do Maranho.</p><p>ESTRATGIA OPERACIONAL:PARA A CISTERNA DE 16 MIL LITROSO acesso a gua ser por meio da construo de cisternas de placas com 16 mil </p><p>Litros, em regime de treinamento e utilizao da mo-de-obra local, com baixo custo, a qual contribuir para o envolvimento das famlias beneficirias e das comunidades, propiciando momentos de aprendizagem e reflexo sobre a realidade em que vivem. </p><p>PARA A CISTERNA DE 52 MIL LITROSO acesso a gua ser por meio da construo de cisternas de placas com 52 mil Litros, em regime de treinamento e utilizao da mo-de-obra local, com baixo custo, a qual contribuir para o envolvimento das famlias beneficirias e das comunidades, propiciando momentos de aprendizagem e reflexo sobre a realidade em que vivem. </p><p>PARA O AUDEO acesso a gua ser por meio da construo de aude, que um tipo de </p><p>reservatrio de gua escavado no solo, que permite a captao e o armazenamento de guas das chuvas. O aude ser implantado atravs de contratao de servios de mecanizao, em reas com estruturas topogrficas e geolgicas que permita a captao e reservao das guas das chuvas, para que no perodo da estiagem venham assegurar recursos hdricos para pequenas culturas, criao de peixes e de pequenos animais s famlias beneficirias do projeto. </p><p>4 4 </p><p>4 </p><p>ACESSO GUA NO CAMPO</p></li><li><p>11</p><p>VIVA CIDADO - SERVIO DE DOCUMENTAO BSICA</p><p>er executado pelo Viva Cidado, rgo desconcentrado e criado pelo Decreto Estadual n </p><p>15.611/97, ligado Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social SEDES, e tem a misso </p><p>de fortalecer o exerccio da cidadania, facilitando o acesso da comunidade prestao de </p><p>servios pblicos de qualidade.</p><p>REA DE ABRANGNCIA: </p><p>217 municpios do Estado.</p><p>DOCUMENTOS EMITIDOS PELO VIVA CIDADO:</p><p>Registro Geral;</p><p>Carteira de Trabalho e Previdncia Social;</p><p>Castrado de Pessoa Fsica (CPF);</p><p>1 Via da Certido de Nascimento;</p><p>Regularizao com o Servio Militar (CDC);</p><p>Atestado de Antecedentes Criminais;</p><p>Titulo de Eleitor.</p><p>PARCEIROS RESPONSVEIS PELA EMISSO DOS DOCUMENTOS:</p><p>Instituto de Identificao do Maranho (Registro Geral);</p><p>Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidaria (Carteira de </p><p>Trabalho e Previdncia Social); </p><p>Receita Federal do Brasil (CPF); </p><p>Corregedoria Geral da Justia e Cartrios de Registro Civil (a Certido de </p><p>Nascimento);</p><p>27 Circunscrio de Servio Militar (Regularizao com o Servio Militar. </p><p>Este servio acontece apenas nos municpios no tributveis que no tm </p><p>Junta de Servio Militar Municipal;</p><p>Instituto de Identificao e Criminalista (Atestado de Antecedentes </p><p>Criminais);</p><p>Tribunal Regional Eleitoral (Titulo de Eleitor).</p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p></li><li><p>12</p><p>FORMAS DE PRESTAO DOS SERVIOS, ATRAVS DE:</p><p>Unidades Fixas do Viva Cidado, localizadas nos </p><p>municpios de:</p><p>So Luis (Praia Grande, Joo Paulo, Jaracaty, Maternidade </p><p>Marly Sarney, Maternidade Benedito Leite; So Jos de </p><p>Ribamar: Agncia Municipal do Trabalho) So Bento; </p><p>Presidente Dutra; Imperatriz; Carolina; Caxias; Aailndia; </p><p>Balsas; Pinheiro e Santa Ins (Unidades em fase de </p><p>implantao at dezembro 2011). Viana, Coroat e Bacabal: </p><p>(Unidades que sero implantadas at dezembro de 2012). </p><p>Unidades Mveis - So caminhes tipo ba que </p><p>percorrem os 217 municpios do Estado, oferecendo os </p><p>servios de documentao de emisso do Registro Geral, </p><p>CTPS, CPF, Regularizao de servio militar. Unidades </p><p>Alternativas - So instaladas em espaos cedidos por </p><p>parceiros e oferecem os mesmos servios das Unidades </p><p>Mveis, com permanncia de 30 a 45 dias no municpio.</p><p>Trem da Cidadania - Parceria com a Companhia Vale. </p><p>Percorre as estaes ferrovirias da Companhia e oferece os </p><p>mesmos servios das Unidades Mveis.</p><p>4</p><p>4 </p><p>4 </p><p>4 </p></li><li><p>13</p><p>Unidade Mvel do Viva Cidado em Pinheiro/MA</p><p>Unidade de Atendimento do Viva Cidado no Jaracaty So Lus/MA</p><p>FOTOS DAS AES DO </p></li><li><p>14</p><p>FOTOS DAS AES DO </p></li><li><p>15</p><p>FOTOS DAS AES DO </p></li><li><p>16</p><p> Programa Viva gua, em plena execuo no mbito do Estado do </p><p>Maranho, foi lanado em novembro de 2009 pelo Governo do OEstado, sob a coordenao da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social - SEDES. A execuo de suas aes se realiza de forma </p><p>descentralizada atravs da Companhia de Saneamento Ambiental do </p><p>Maranho CAEMA.</p><p>OBJETIVO:</p><p>Garantir a iseno do pagamento pelo fornecimento de gua </p><p>potvel s famlias em situao de extrema pobreza, que consomem em mdia </p><p>25 m de gua por ms.</p><p>REA DE ABRANGNCIA:</p><p>114 municpios maranhenses.</p><p>Consumidores que gastarem em mdia 25 m de gua por ms. </p><p>BENEFICIRIOS: </p><p>Programa VIVA GUA</p></li><li><p>17</p><p> Programa Viva Luz, em plena execuo no mbito do Estado </p><p>do Maranho, foi lanado em novembro de 2009 pelo OGoverno do Estado, sob a coordenao da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social - SEDES. A execuo de suas aes se </p><p>realiza de forma descentralizada atravs da Companhia Energtica do </p><p>Maranho CEMAR.</p><p>OBJETIVO:</p><p>Garantir a iseno do pagamento pelo fornecimento de </p><p>energia eltrica s famlias em situao de extrema pobreza, que </p><p>consomem em mdia 50 kwh/ms.</p><p>REA DE ABRANGNCIA:</p><p>217 municpios maranhenses.</p><p>BENEFICIRIOS: </p><p>Consumidores residenciais monofsicos, e que consomem em </p><p>mdia 50 kwh/ms.</p><p>Programa VIVA LUZ</p></li><li><p>18</p><p>Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrrio </p><p>e Agricultura Familiar - SEDAGRO</p></li><li><p>19</p><p>Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar</p><p>o projetos voltados aos agricultores familiares do Maranho, coordenados pela </p><p>Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrrio e Agricultura Familiar - </p><p>SEDAGRO, a serem implementados em 2011.sOBJETIVO: </p><p>Fortalecer, organizar e implantar a cadeia da agroindstria familiar com foco na qualificao dos produtos para comercializao garantindo espao no mercado.</p><p>PBLICO ALVO: Agricultores Familiares</p><p>PROJETOS A SEREM IMPLANTADOS</p></li><li><p>20</p><p>Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar</p></li><li><p>21</p><p>Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar</p></li><li><p>22</p><p>Programa Sustentabilidade e Inovaes para o Maranho Programa SIM</p><p> Programa Sustentabilidade e Inovaes para o Maranho Programa SIM, </p><p>coordenado pelo Ncleo Estadual de Programas Especiais NEPE, da Secretaria Ode Estado do Desenvolvimento Agrrio SEDAGRO, focaliza o desenvolvimento da Agricultura Familiar como opo estratgica para reduzir os atuais nveis de pobreza </p><p>do Estado do Maranho, mediante aes que visam oferecer aos agricultores familiares </p><p>oportunidade de:</p><p>Qualificao profissional em habilidade especfica e de gesto;</p><p>Recuperao e preservao do meio ambiente local degradado incluindo a </p><p>vegetao, os solos agrcolas, o abastecimento d gua e esgotamento sanitrio;</p><p>Introduo de inovaes tecnolgicas com elaborao de sistemas de produo </p><p>sustentveis, crdito de financiamentos e assistncia tcnica;</p><p>Implantao de infraestrutura e servios de apoio a comercializao.</p><p>OBJETIVO: </p><p>Aumentar o rendimento de cada uma das 30 mil Unidades de Produo </p><p>Familiar beneficiadas para R$ 30 mil reais por ano at o ano 2014, contribuindo para o </p><p>desenvolvimento local com equidade no meio rural, refletido na melhoria dos </p><p>indicadores de desenvolvimento socioeconmicos, apoiando agricultores familiares na </p><p>implantao de atividades sustentveis.</p><p>PBLICO ALVO: </p><p>Agricultores Familiares beneficirios da reforma agrria (Federal e </p><p>Estadual).</p><p>REA DE ABRANGNCIA: Ser executado nos 40 municpios de menor IDH.</p><p>ESTRATGIA OPERACIONAL: </p><p>O Programa SIM buscar promover a integrao espacial e a </p><p>complementaridade das polticas e dos investimentos pblicos voltados para o </p><p>desenvolvimento local, de maneira engajada sociedade civil organizada na </p><p>implementao e gesto.</p><p>O Programa SIM ser implementado nos municpios pelas </p><p>Prefeituras(Secretaria de Agricultura e/ou meio ambiente) com o acompanhamento do </p><p>Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentvel (CMDRS) e superviso do </p><p>NEPE e rgos das titulaes mediante a execuo de etapas, passos e planos a serem </p><p>desenvolvidos de forma seqenciados e complementares durante os 4 anos nos </p><p>municpios contemplados.</p><p>4 4 </p><p>4 </p><p>4 </p></li><li><p>23</p><p>Agncia Estadual de Pesquisa Agropecuria </p><p>e Extenso Rural - AGERP</p></li><li><p>24</p><p>Projeto de Apoio ao Fortalecimento do Servio de Assistncia Tcnica e Extenso Rural nos Territrios da Cidadania</p><p>er executado atravs do Convnio n717911/2009 - MDA/AGERP Pacto Federativo </p><p>com o Estado do Maranho.SOBJETIVO:</p><p>Duplicar a oferta da Assistncia Tcnica e Extenso Rural para os Agricultores </p><p>Familiares nos Territrios da Cidadania, no Estado do Maranho, beneficiando tambm </p><p>Quilombolas, Indgenas, Pescadores(as) Artesanais, Mulheres e Jovens Rurais.</p><p>REA DE BRANGNCIA</p></li><li><p>25</p><p>PBLICO BENEFICIRIO POR TERRITRIO</p><p>TERRITRIO N DE MUNICPIOS N DE FAMLIAS </p><p>Alto Turi e Gurupi 18 2.295 </p><p>Baixada Ocidental 19 4.806 </p><p>Baixo Parnaba 16 4.908 </p><p>Campos e Lagos 12 4.035 </p><p>Cocais 17 5.223 </p><p>Lenis Maranhense/ Munim 12 3.606 </p><p>Mdio Mearim 16 2.520 </p><p>Vale do Itapecuru 10 2.607 </p><p>TOTAL 120 30.000 </p><p>METAS:</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>APOIO A INFRAESTRUTURA DE ATER</p><p>APOIO E FORTALECIMENTO DO CRDITO RURAL</p><p>APOIO AO PROGRAMA GARANTIA S

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