O Maranhão entra na rota da erradicação da extrema pobreza ... ?ão-Pobreza... · O panorama social…

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  • Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social / SEDES

    O Maranho entra na rota da erradicao da pobreza extrema

  • 02

    O MARANHO ENTRA NA ROTA DA ERRADICAO DA POBREZA EXTREMA

    O Estado do Maranho compreende uma rea de aproximadamente 332 mil

    km e possui 217 municpios, ocupando o lugar de 8 Estado brasileiro de maior extenso.

    Segundo dados do CENSO/IBGE-2010, a populao total do Estado de 6.424.340 habitantes,

    com uma populao rural de 2.427.640 habitantes(36,9%) e uma populao urbana de

    3.996.700 habitantes (63,1%), constituindo-se o 4 Estado mais populoso do Nordeste.

    Entretanto, configura-se como um dos Estados mais pobres da Federao, ocupando o

    segundo lugar (55,9%), superado apenas por Alagoas (56,6%).

    O panorama social do Maranho apresenta indicadores de pobreza extrema

    muito desfavorvel, principalmente no meio rural. Relativamente populao absoluta, o

    Maranho possui trs vezes mais pobres que a mdia da pobreza extrema no Brasil.

    Os dados preliminares do Censo 2010 mostram que no Brasil h 16,2 milhes

    de pessoas sem rendimento ou com rendimento nominal mensal domiciliar per capita de 1 a

    70 reais. Destes, 1,7 milhes est no Maranho, o que representa 9,5% (o Maranho o

    segundo maior Estado com a populao nesta situao ficando atrs somente da Bahia).

    A situao de segurana alimentar no Estado um dos aspectos que explica o

    mau desempenho no ranking do IDH nacional. Embora o ndice de insegurana alimentar do

    Maranho tenha se reduzido de 69,1% em 2004, para 64,6% em 2009, a situao do

    Maranho ainda preocupante quando se admite que o ndice de insegurana alimentar

    grave, que se caracteriza pela situao de fome, perfazia 14,8% da populao do Estado em

    2009.

    Este documento apresenta aes prioritrias que esto sendo implementadas

    no exerccio de 2011, contempladas no Plano Estadual de Erradicao da Pobreza Extrema,

    que a verso maranhense do Plano Nacional, com aes definidas para o perodo de 2011 a

    2014, aliceradas em trs eixos principais: transferncia de renda, acesso a servios pblicos

    e incluso produtiva.

    O objetivo do documento informar as aes governamentais destinadas

    populao maranhense que se encontra em situao de pobreza extrema, e espera-se que,

    uma vez realizadas as aes propostas, resultados significativos possam ser atingidos para

    melhoria dos indicadores atuais.

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    Incluso ProdutivaGarantia de RendaAcesso a Servios Pblicos

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    EIXOS DO PLANO ESTADUAL

    DE ERRADICAO DA

    POBREZA EXTREMA

    ARRANJO INSTITUCIONAL

    PARA A GESTO DO PLANO

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    AES DO GOVERNO PARA

    O PLANO ESTADUAL

    DE ERRADICAO DA

    POBREZA EXTREMA NO

    PERODO 2011/2012

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    Secretaria de Estado de Desenvolvimento

    Social - SEDES

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    ESTRATGIA PARA IDENTIFICAR A POPULAO EM SITUAO DE POBREZA EXTREMA

    Busca Ativa no Maranho ser coordenada pela Secretaria de Estado de

    Desenvolvimento Social SEDES, em parceria com as Secretarias Municipais de AAssistncia Social, entidades no governamentais e outros agentes institucionais. AES PARA A BUSCA ATIVA

    Realizao de Seminrio de Mobilizao para socializar as informaes sobre a

    implantao/implementao do Plano Estadual de Erradicao da Pobreza Extrema. O

    evento ser destinado aos gestores municipais das reas de assistncia social, educao,

    sade, agricultura e trabalho.

    Constituio do Comit Municipal de Erradicao da Pobreza Extrema, responsvel

    pelo acompanhamento, monitoramento e avaliao das aes da Busca Ativa no municpio.

    Estabelecimento de parcerias com rgos governamentais, no gover-namentais e

    outros agentes institucionais para atuao no trabalho de identificao das famlias.

    Identificao das famlias extremamente pobres, constantes no Cadastro nico atravs

    de:

    Cruzamento das bases de dados do Programa Bolsa Famlia - PBF com o Cadastro nico;

    Seleo das famlias constantes no Cadastro nico, no beneficiadas com o Programa

    Bolsa Famlia, as quais sero consideradas como pblico prioritrio.

    Capacitao dos agentes institucionais parceiros para atuao no trabalho de

    identificao das famlias.

    Visitas domiciliares s famlias cadastradas e no atendidas pelo PBF, para verificao da

    sua situao de pobreza extrema, atualizao dos dados cadastrais, a fim de inclu-las nos

    diversos programas sociais.

    Busca ativa das famlias no cadastradas no Cadastro nico mediante as seguintes

    aes:

    Reunio com gestores municipais das secretarias envolvidas e outros parceiros

    institucionais como: Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Associaes de Moradores,

    Colnias de Pescadores, dentre outros, visando formao dos grupos de trabalho;

    Capacitao dos agentes institucionais parceiros para atuao no trabalho de

    identificao das famlias;

    Visitas domiciliares com aplicao de instrumento de coleta de dados;

    Anlise dos dados coletados nas visitas domiciliares para a devida insero das famlias

    no Cadastro nico e nos programas sociais, a exemplo do Bolsa Famlia e BPC.

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    BUSCA ATIVA

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    AES DA SEDES PARA ERRADICAO DA POBREZA EXTREMA

    egurana Alimentar e Nutricional para comunidades quilombolas, com incluso

    produtiva, educao alimentar e nutricional e preservao ambiental.SREA DE ABRANGNCIA:

    Municpio de Colinas - 200 Famlias remanescentes de quilombo residentes nas

    comunidades: Peixe, Cambiriba e Jaguarana, prioritariamente os usurios do Programa Bolsa

    Famlia e/ou inscritos no CADUNICO.

    OBJETIVO GERAL:

    Promover o direito humano alimentao adequada s populaes de

    comunidades tradicionais quilombolas na comunidade Peixe, Cambiriba e Jaguarana, em Colinas-

    MA, beneficirios do Programa Bolsa Famlia e/ou no CADUNICO do governo federal.

    OBJETIVOS ESPECFICOS:

    Implantar e orientar a instalao de horta comunitria irrigada;

    Promover a pesca artesanal no Lago do Peixe;

    Restaurar a mata ciliar e realizar a limpeza ecolgica do Lago do Peixe;

    Capacitar multiplicadores em Educao Alimentar e Nutricional - EAN.

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    Projeto QUILOMBOSAN

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    METODOLOGIA:

    O projeto contar com trs eixos de aes:

    Eixo de Produo de Alimentos;

    Eixo Ambiental;

    Eixo Educao Alimentar e Nutricional.

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    o a ser coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social

    SEDES, e consiste na concesso de auxlio financeiro mensal no valor de R$ A50,00 (cinqenta reais), durante o perodo da capacitao, aos beneficirios do Programa Bolsa Famlia - PBF, a partir de 18 anos, com condicionalidade vinculada

    sua participao integral nos cursos de qualificao profissional, oferecidos pelo

    Governo do Estado do Maranho e outros parceiros institucionais.

    OBJETIVO:

    Garantir auxlio financeiro ao membro da famlia beneficirio do PBF

    que participe de curso de qualificao profissional para insero no mercado de

    trabalho.

    META:

    Apoio financeiro a 01 (um) membro, a partir de 18 anos, de cada famlia

    beneficiada pelo Programa Bolsa Famlia, no mbito do Estado do Maranho, que

    participe integralmente dos cursos de qualificao profissional.

    REA DE ABRANGNCIA:

    217 municpios do Estado.

    ESTRATGIAL OPERACIONAL:

    Ficar sob a responsabilidade das Secretarias Municipais de Assistncia

    Social:

    Identificao e encaminhamento do beneficirio aos cursos de

    qualificao profissional, oferecidos pelo Governo do Estado e outros

    parceiros institucionais;

    Acompanhamento e avaliao da participao do beneficirio durante

    o processo de capacitao;

    Encaminhamento do beneficirio ao Sistema Nacional de Emprego -

    SINE, para cadastro e insero no mercado de trabalho.

    Ficar sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de

    Desenvolvimento Social - SEDES:

    Garantia do repasse da Bolsa Capacitao ao beneficirio;

    Assessoramento s Secretarias Municipais de Assistncia Social:

    Intermediao junto ao SINE, no que se refere ao cadastro do

    beneficirio para insero no mercado de trabalho.

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    BOLSA CAPACITAO

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    o a ser coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social SEDES, e consiste na construo de reservatrios hdricos (cisternas para consumo humano Ae para produo de alimentos e de audes para produo de alimentos).

    OBJETIVO:Beneficiar famlias de baixa renda com dificuldade de acesso gua para

    consumo humano e produo de alimentos mediante a construo de cisternas e de audes, bem como proporcionar capacitao e formao das famlias beneficiadas em gesto da gua, contribuindo para a garantia da sua Segurana Alimentar e Nutricional.

    META:

    Construo de 11.300 cisternas de 16 mil litros para consumo humano.

    Construo de 900 cisternas de 52 mil litros para consumo humano e para produo

    de alimentos.

    Construo de 1.450 audes para produo de alimentos.

    REA DE ABRANGNCIA:A primeira etapa do Projeto ir contemplar os municpios abrangidos pela

    Agncia Intermunicipal de Consrcios da Regio do Litoral Ocidental Maranhense, denominado Consrcio da Floresta dos Guars (CONGUARAS), que so: Apicum-Au, Mirinzal, Serrano do Maranho, Porto Rico do Maranho, Guimares, Bacuri, Cururupu, Cedral e Central do Maranho.

    ESTRATGIA OPERACIONAL:PARA A CISTERNA DE 16 MIL LITROSO acesso a gua ser por meio da construo de cisternas de placas com 16 mil

    Litros, em regime de treinamento e utilizao da mo-de-obra local, com baixo custo, a qual contribuir para o envolvimento das famlias beneficirias e das comunidades, propiciando momentos de aprendizagem e reflexo sobre a realidade em que vivem.

    PARA A CISTERNA DE 52 MIL LITROSO acesso a gua ser por meio da construo de cisternas de placas com 52 mil Litros, em regime de treinamento e utilizao da mo-de-obra local, com baixo custo, a qual contribuir para o envolvimento das famlias beneficirias e das comunidades, propiciando momentos de aprendizagem e reflexo sobre a realidade em que vivem.

    PARA O AUDEO acesso a gua ser por meio da construo de aude, que um tipo de

    reservatrio de gua escavado no solo, que permite a captao e o armazenamento de guas das chuvas. O aude ser implantado atravs de contratao de servios de mecanizao, em reas com estruturas topogrficas e geolgicas que permita a captao e reservao das guas das chuvas, para que no perodo da estiagem venham assegurar recursos hdricos para pequenas culturas, criao de peixes e de pequenos animais s famlias beneficirias do projeto.

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    ACESSO GUA NO CAMPO

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    VIVA CIDADO - SERVIO DE DOCUMENTAO BSICA

    er executado pelo Viva Cidado, rgo desconcentrado e criado pelo Decreto Estadual n

    15.611/97, ligado Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social SEDES, e tem a misso

    de fortalecer o exerccio da cidadania, facilitando o acesso da comunidade prestao de

    servios pblicos de qualidade.

    REA DE ABRANGNCIA:

    217 municpios do Estado.

    DOCUMENTOS EMITIDOS PELO VIVA CIDADO:

    Registro Geral;

    Carteira de Trabalho e Previdncia Social;

    Castrado de Pessoa Fsica (CPF);

    1 Via da Certido de Nascimento;

    Regularizao com o Servio Militar (CDC);

    Atestado de Antecedentes Criminais;

    Titulo de Eleitor.

    PARCEIROS RESPONSVEIS PELA EMISSO DOS DOCUMENTOS:

    Instituto de Identificao do Maranho (Registro Geral);

    Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidaria (Carteira de

    Trabalho e Previdncia Social);

    Receita Federal do Brasil (CPF);

    Corregedoria Geral da Justia e Cartrios de Registro Civil (a Certido de

    Nascimento);

    27 Circunscrio de Servio Militar (Regularizao com o Servio Militar.

    Este servio acontece apenas nos municpios no tributveis que no tm

    Junta de Servio Militar Municipal;

    Instituto de Identificao e Criminalista (Atestado de Antecedentes

    Criminais);

    Tribunal Regional Eleitoral (Titulo de Eleitor).

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    FORMAS DE PRESTAO DOS SERVIOS, ATRAVS DE:

    Unidades Fixas do Viva Cidado, localizadas nos

    municpios de:

    So Luis (Praia Grande, Joo Paulo, Jaracaty, Maternidade

    Marly Sarney, Maternidade Benedito Leite; So Jos de

    Ribamar: Agncia Municipal do Trabalho) So Bento;

    Presidente Dutra; Imperatriz; Carolina; Caxias; Aailndia;

    Balsas; Pinheiro e Santa Ins (Unidades em fase de

    implantao at dezembro 2011). Viana, Coroat e Bacabal:

    (Unidades que sero implantadas at dezembro de 2012).

    Unidades Mveis - So caminhes tipo ba que

    percorrem os 217 municpios do Estado, oferecendo os

    servios de documentao de emisso do Registro Geral,

    CTPS, CPF, Regularizao de servio militar. Unidades

    Alternativas - So instaladas em espaos cedidos por

    parceiros e oferecem os mesmos servios das Unidades

    Mveis, com permanncia de 30 a 45 dias no municpio.

    Trem da Cidadania - Parceria com a Companhia Vale.

    Percorre as estaes ferrovirias da Companhia e oferece os

    mesmos servios das Unidades Mveis.

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    Unidade Mvel do Viva Cidado em Pinheiro/MA

    Unidade de Atendimento do Viva Cidado no Jaracaty So Lus/MA

    FOTOS DAS AES DO

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    FOTOS DAS AES DO

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    FOTOS DAS AES DO

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    Programa Viva gua, em plena execuo no mbito do Estado do

    Maranho, foi lanado em novembro de 2009 pelo Governo do OEstado, sob a coordenao da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social - SEDES. A execuo de suas aes se realiza de forma

    descentralizada atravs da Companhia de Saneamento Ambiental do

    Maranho CAEMA.

    OBJETIVO:

    Garantir a iseno do pagamento pelo fornecimento de gua

    potvel s famlias em situao de extrema pobreza, que consomem em mdia

    25 m de gua por ms.

    REA DE ABRANGNCIA:

    114 municpios maranhenses.

    Consumidores que gastarem em mdia 25 m de gua por ms.

    BENEFICIRIOS:

    Programa VIVA GUA

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    Programa Viva Luz, em plena execuo no mbito do Estado

    do Maranho, foi lanado em novembro de 2009 pelo OGoverno do Estado, sob a coordenao da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social - SEDES. A execuo de suas aes se

    realiza de forma descentralizada atravs da Companhia Energtica do

    Maranho CEMAR.

    OBJETIVO:

    Garantir a iseno do pagamento pelo fornecimento de

    energia eltrica s famlias em situao de extrema pobreza, que

    consomem em mdia 50 kwh/ms.

    REA DE ABRANGNCIA:

    217 municpios maranhenses.

    BENEFICIRIOS:

    Consumidores residenciais monofsicos, e que consomem em

    mdia 50 kwh/ms.

    Programa VIVA LUZ

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    Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrrio

    e Agricultura Familiar - SEDAGRO

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    Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar

    o projetos voltados aos agricultores familiares do Maranho, coordenados pela

    Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrrio e Agricultura Familiar -

    SEDAGRO, a serem implementados em 2011.sOBJETIVO:

    Fortalecer, organizar e implantar a cadeia da agroindstria familiar com foco na qualificao dos produtos para comercializao garantindo espao no mercado.

    PBLICO ALVO: Agricultores Familiares

    PROJETOS A SEREM IMPLANTADOS

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    Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar

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    Projetos de Fortalecimento da Agricultura Familiar

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    Programa Sustentabilidade e Inovaes para o Maranho Programa SIM

    Programa Sustentabilidade e Inovaes para o Maranho Programa SIM,

    coordenado pelo Ncleo Estadual de Programas Especiais NEPE, da Secretaria Ode Estado do Desenvolvimento Agrrio SEDAGRO, focaliza o desenvolvimento da Agricultura Familiar como opo estratgica para reduzir os atuais nveis de pobreza

    do Estado do Maranho, mediante aes que visam oferecer aos agricultores familiares

    oportunidade de:

    Qualificao profissional em habilidade especfica e de gesto;

    Recuperao e preservao do meio ambiente local degradado incluindo a

    vegetao, os solos agrcolas, o abastecimento d gua e esgotamento sanitrio;

    Introduo de inovaes tecnolgicas com elaborao de sistemas de produo

    sustentveis, crdito de financiamentos e assistncia tcnica;

    Implantao de infraestrutura e servios de apoio a comercializao.

    OBJETIVO:

    Aumentar o rendimento de cada uma das 30 mil Unidades de Produo

    Familiar beneficiadas para R$ 30 mil reais por ano at o ano 2014, contribuindo para o

    desenvolvimento local com equidade no meio rural, refletido na melhoria dos

    indicadores de desenvolvimento socioeconmicos, apoiando agricultores familiares na

    implantao de atividades sustentveis.

    PBLICO ALVO:

    Agricultores Familiares beneficirios da reforma agrria (Federal e

    Estadual).

    REA DE ABRANGNCIA: Ser executado nos 40 municpios de menor IDH.

    ESTRATGIA OPERACIONAL:

    O Programa SIM buscar promover a integrao espacial e a

    complementaridade das polticas e dos investimentos pblicos voltados para o

    desenvolvimento local, de maneira engajada sociedade civil organizada na

    implementao e gesto.

    O Programa SIM ser implementado nos municpios pelas

    Prefeituras(Secretaria de Agricultura e/ou meio ambiente) com o acompanhamento do

    Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentvel (CMDRS) e superviso do

    NEPE e rgos das titulaes mediante a execuo de etapas, passos e planos a serem

    desenvolvidos de forma seqenciados e complementares durante os 4 anos nos

    municpios contemplados.

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    Agncia Estadual de Pesquisa Agropecuria

    e Extenso Rural - AGERP

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    Projeto de Apoio ao Fortalecimento do Servio de Assistncia Tcnica e Extenso Rural nos Territrios da Cidadania

    er executado atravs do Convnio n717911/2009 - MDA/AGERP Pacto Federativo

    com o Estado do Maranho.SOBJETIVO:

    Duplicar a oferta da Assistncia Tcnica e Extenso Rural para os Agricultores

    Familiares nos Territrios da Cidadania, no Estado do Maranho, beneficiando tambm

    Quilombolas, Indgenas, Pescadores(as) Artesanais, Mulheres e Jovens Rurais.

    REA DE BRANGNCIA

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    PBLICO BENEFICIRIO POR TERRITRIO

    TERRITRIO N DE MUNICPIOS N DE FAMLIAS

    Alto Turi e Gurupi 18 2.295

    Baixada Ocidental 19 4.806

    Baixo Parnaba 16 4.908

    Campos e Lagos 12 4.035

    Cocais 17 5.223

    Lenis Maranhense/ Munim 12 3.606

    Mdio Mearim 16 2.520

    Vale do Itapecuru 10 2.607

    TOTAL 120 30.000

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    APOIO A INFRAESTRUTURA DE ATER

    APOIO E FORTALECIMENTO DO CRDITO RURAL

    APOIO AO PROGRAMA GARANTIA SAFRA GS

    FORTALECIMENTO DO PROGRAMA DE GARANTIA DE PREO DA AGRICULTURA

    FAMILIAR PGPAF

    APOIO AO PROGRAMA SEGURO DA AGRICULTURA FAMILIAR SEAF

    APOIO AO PROGRAMA DE AQUISIO DE ALIMENTOS PAA

    APOIO AO FORTALECIMENTO DO PROGRAMA DE BIODIESEL

    APOIO A IMPLANTAO DE UNIDADE DEMONSTRATIVA DE ARROZ

    CAPACITAO DE TCNICOS

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    FOTOS DE TRABALHADORES (AS) RURAIS

    Quebradeira de cco, em Itapecuru-Mirim/MA

    Colheita da Unidade Demonstrativa de feijo-caupi com as cultivares xique-xique e tumucumuque, Vale do Bekaa, Coroat/MA

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    Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuria

    e Pesca - SAGRIMA

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    Projeto DIQUES DA BAIXADA MARANHENSE

    er executado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuria e Pesca

    SAGRIMA, e se constitui como uma de suas aes prioritrias para o PPA 2012-2015.SOBJETIVO:

    Construir um sistema de diques, vertedouro que se estender por 50 km,

    entre Viana e Bacurituba na Baixada Maranhense, em sentido paralelo margem da Baia

    de So Marcos, visando reter por maior perodo de tempo a gua superficial que escoa do

    continente, inundando os campos e depois se perde para o mar, resultando na reteno

    da gua doce, aumentando a disponibilidade hdrica no perodo mais crtico para a sua

    populao e a produo agrcola e pesqueira da baixada maranhense no perodo de

    agosto a dezembro.

    ABRANGNCIA DO PROJETO E BENEFCIOS:

    O Projeto Diques da Baixada abranger diretamente os municpios de

    Viana, Olinda Nova, Matinha, So Joo Batista e Bacurituba, beneficiando uma populao

    de 115.000 habitantes e rea de campo de 87.000 hectares. Os dados socioeconmicos da

    regio, segundo o IMESC registram uma populao 747.940 habitantes; taxa de

    urbanizao 45,07 %; PIB (em mil reais) 2. 226.121; PIB PER CAPITA - 3.065; empregos

    formais 21.556; empregos na administrao pblica 16.121; comrcio 2.866 e

    servios 1.127. Os principais produtos agrcolas encontrados so: arroz - 30.000 ha /

    51.015 ton; mandioca 29.729 ha / 174.399 ton; milho 23.354 ha / 16.640 ton; banana

    1.435 ha / 13.868 ton e melancia 492 ha / 9.340 ton. Os principais efetivos da pecuria

    so: aves 1.292.806 cabeas; bovinos 464.802 cabeas; bubalinos 62.317 cabeas;

    sunos 399.154 cabeas; caprinos 38.570 cabeas e ovinos 20.640 cabeas.

    O Dique utilizar material removido do prprio local com uma dimenso de

    2,5 metros de altura por 6,0 metros de largura. Esta opo de conteno das guas a de

    melhor relao custo/benefcio e o menor impacto ambiental. Como resultado da

    construo do dique o cultivo de arroz irrigado tambm poder ser incentivado nas reas

    de transio de campos para terra firme e a maior disponibilidade hdrica por um perodo

    maior de inundao dos campos possibilitar uma revitalizao dos estoques pesqueiros

    nativos, a criao de peixe e camaro e melhoria da biodiversidade da fauna e da flora.

    Atualmente a regio dispe de aproximadamente 10.000 ha de arroz; 23.000 ha de

    milho podendo duplicar esta rea e 150 ha de viveiro de camaro, podendo alcanar

    at 15 mil hectares.

  • 29

    ETAPAS DE EXECUO DO PROJETO:

    Est sendo elaborado o projeto de engenharia global. A construo da

    primeira etapa correspondente a 1/3 do projeto no trecho de Viana a Olinda Nova; a

    segunda etapa correspondente a outro 1/3 do projeto no trecho de Olinda Nova a So Joo

    Batista; e a terceira etapa correspondente ao 1/3 restante no trecho de So Joo Batista a

    Bacurituba. O projeto de engenharia ser executado em parceria com a Secretaria de

    Estado da Infraestrutura SINFRA.

  • 30

    rograma implementado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuria e Pesca

    SAGRIMA. A execuo desse programa est compatvel com as diretrizes Pestratgicas do governo do Estado, o qual visa contribuir para: Erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades sociais;Assegurar a implantao dos processos de preservao e conservao ambiental;Promover a qualificao profissional elevando a produtividade do trabalhador e sua insero no mercado;Desenvolver a capacidade de gerao, absoro, difuso cientfica, tecnolgica e de inovao;Promover a dinamizao da economia e o desenvolvimento regional, aproveitando as oportunidades e potencialidades locais; e dinamizar o setor agropecurio com a expanso da capacidade de produo de alimentos.

    OBJETIVO: Promover o incremento da produo aqucola do Estado do Maranho.

    PBLICO ALVO:

    Aquicultores em atividade nas regies da baixada ocidental, pericum e lagos

    e carcinicultores do litoral da baixada ocidental e litoral oriental.

    ESTRATGIA DE IMPLEMENTAO:

    Sero contratados servios de Pessoa Jurdica para elaborao dos Planos

    Estaduais de Desenvolvimento da Piscicultura Continental PLADESP e de Desenvolvimento

    da Carcinicultura Marinha PLADECAR e para a facilitao de evento para construo

    participativa do Programa Estadual de Pesquisa e Inovao Tecnolgica da Pesca e

    Aquicultura - PROEPAQ, envolvendo representantes dos rgos de pesquisa do Estado,

    tcnicos, pesquisadores e produtores. Neste evento sero levantadas e hierarquizadas as

    demandas de pesquisa e inovao tecnolgica da aqicultura maranhense e definida a

    composio da Rede Estadual de Pesquisa e Inovao Tecnolgica da Aquicultura

    REAQUA/MA.

    PRINCIPAIS AES QUE SERO DESENVOLVIDAS:Elaborao do Plano de Desenvolvimento da Piscicultura Continental do Estado do Maranho;Elaborao do Plano de Desenvolvimento da Carcinicultura Marinha do Estado do Maranho;Coleta e Sistematizao de Informaes sobre a Aquicultura Estadual;Fortalecimento da Cadeia Produtiva de Projetos Aquicolas Coletivos;Capacitao para Dinamizao Econmica de Empreendimentos Aquicolas.

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    4

    4

    4

    4

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    444

    Projeto AQUICULTURA PRODUTIVA

  • 31

    rograma implementado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuria e

    Pesca SAGRIMA. Este programa possui total compatibilidade e aderncia Pcom as diretrizes estratgicas do governo do Estado, o qual visa contribuir para:

    Erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades sociais;Assegurar a implantao dos processos de preservao e conservao ambiental;Promover a qualificao profissional elevando a produtividade do

    trabalhador e sua insero no mercado;Desenvolver a capacidade de gerao, absoro, difuso cientfica,

    tecnolgica e de inovao;Promover a dinamizao da economia e o desenvolvimento regional, aproveitando as oportunidades e potencialidades locais; eDinamizar o setor agropecurio com a expanso da capacidade de produo de alimentos.

    OBJETIVO:

    Promover o incremento da produo pesqueira extrativa marinha do

    Estado do Maranho.

    PBLICO ALVO:Pescadores(as)/Associaes/Cooperativas/Sindicatos.

    ESTRATGIA DE IMPLEMENTAO:

    Ser promovida a recuperao fsica de unidades integrantes da cadeia

    produtiva pesqueira, como: fbricas de gelo; Centros Integrados da Pesca Artesanal;

    aquisio e fornecimento de meios de transporte de produtos e insumos

    pesqueiros; estruturas de desembarques; trapiches; atracadouros; flutuantes;

    ancoradouros; entrepostos de pescado; edificaes para acondicionamento de

    embarcaes pesqueiras e petrechos; estruturas destinadas elaborao e

    manuteno dos equipamentos utilizados pelos pescadores no exerccio de suas

    atividades, alm daquelas que visam um melhor aproveitamento de produtos e

    subprodutos, como fils, peles, escamas e ovas de peixe, ossos e carne residual, bem

    como, a capacitao dos gestores dessas unidades.

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    4

    4

    4

    4

    Programa PESCA PRODUTIVA

  • 32

    Em articulao com o Ministrio da Pesca e Aquicultura e com

    diversas instituies, ser promovida a democratizao e acesso a linhas de

    crdito voltadas diretamente s atividades dos pescadores, objetivando a

    consolidao das cadeias produtivas locais e o fortalecimento do setor,

    especialmente de modo a suprir carncias estratgicas.

    Tambm ser ampliada a parceria com o Ministrio da Pesca e

    Aquicultura MPA, na operacionalizao do Registro Geral da Pesca, de

    emisso de registros para os agentes que atuam no setor produtivo da pesca

    e respectivas embarcaes, na forma do disposto na legislao vigente,

    incluindo os registros de pescador profissional, aprendiz de pesca, armador

    de pesca, embarcao pesqueira, indstria pesqueira, e empresas que

    comercializam organizamos aquticos vivos; na emisso de permisses de

    pesca, autorizaes e/ou licenas e na operacionalizao e atualizao da

    estatstica pesqueira, compartilhando o acesso aos sistemas informatizados

    de controle desenvolvidos e utilizados pelo MPA.

    PRINCIPAIS AES QUE SERO DESENVOLVIDAS:

    Fortalecimento da Cadeia Produtiva da Pesca Extrativa

    Capacitao para Dinamizao Econmica de Empreendimentos

    Pesqueiros

    Coleta e Sistematizao de Informaes sobre a Pesca Extrativa

    Maranhense

    4

    4

    4

  • 33

    rograma de Distribuio de Sementes da Secretaria de Estado da Agricultura,

    Pecuria e Pesca SAGRIMA vem disponibilizando sementes de culturas anuais Paos agricultores, objetivando no s o aumento da produtividade, mas desonerar tambm consideravelmente os mesmos, pois, trata-se de um insumo de boa qualidade

    que est fora do poder aquisitivo da maioria dos agricultores acostumados a usar gros

    remanescentes de safras anteriores.

    OBJETIVO:

    Aquisio de Sementes de Arroz, Milho, Feijo e Hortalias pela SAGRIMA,

    para ser distribuda aos agricultores familiares, contribuindo para o aumento da

    produtividade das suas lavouras e, conseqentemente garantir, uma melhor renda.

    PBLICO ALVO:

    Agricultores familiares, Indgenas e Quilombolas.

    REA DE ABRANGNCIA:

    Todos os 217 municpios do Estado.

    ESTRATGIA DE IMPLEMENTAO:

    As sementes adquiridas devero ser distribudas atravs dos 19 (dezenove)

    Escritrios Regionais da AGERP, aos quais tambm caber prestar assistncia tcnica aos

    beneficirios.

    Programa de DISTRIBUIO DE SEMENTES

  • 34

    rograma gua Para Todos faz parte do Plano Brasil Sem Misria e ser coordenado pela SAGRIMA..PA Finalidade do Programa de promover a universalizao do acesso gua em reas

    rurais para consumo humano e para a produo agrcola e alimentar, visando ao pleno desenvolvimento humano e segurana alimentar e nutricional de famlias em situao de vulnerabilidade social.

    Na primeira etapa do programa sero beneficiadas cerca de 250 mil famlias maranhenses que vivem na zona rural, que possuem renda familiar mensal de at R$ 140,00 e que estejam inseridas no Cadastro nico dos Programas Sociais do Governo Federal - Cadnico.

    Linhas de Ao 2011/2014Abastecimento de gua para consumo humano de populaes difusas;Projetos produtivos para agricultura irrigada familiar, pecuria e psicultura;Arranjos produtivos locais.

    Metas para o Maranho na 1 GUA: 2011/2014250 mil famlias beneficiadas.4.320 cisternas individuais.

    Municpios a serem beneficiados com as cisternas individuais em 2011.Cantanhede, Mates do Norte, Peritor, Alto Alegre, So Mateus e Pirapemas.

    444

    44

    4

    Coordenao/Comit Gestor e Operacional do

    Programa gua Para Todos no Maranho

    Programa GUA PARA TODOS

  • 35

    Secretaria de Estado da Educao SEDUC

  • 36

    Programa PROJOVEM CAMPO/Saberes da Terra

    destinado educao de jovens e adultos do campo, com vistas a ofertar ensino

    fundamental de 5 a 8 srie e qualificao social e profissional para agricultores e agricultoras familiares na faixa etria entre 18 e 29 anos.Entre seus parceiros, no mbito federal, constam o Ministrio da

    Educao, o Ministrio do Desenvolvimento Agrrio e o Ministrio do Trabalho e

    Emprego; no mbito estadual, a Secretaria Estadual de Educao (ente executor do

    Programa);Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia do Maranho IFMA,

    responsvel pela formao e certificao dos educadores e coordenadores do

    Programa; em mbito municipal, as prefeituras municipais e; no mbito da sociedade

    civil organizada, tm-se os Movimentos Sociais representados pelo Movimento dos Sem

    Terra - MST, Sindicatos e ONGs.

    OBJETIVO:

    Ofertar a escolarizao em nvel fundamental na modalidade de

    Educao de Jovens e Adultos, integrada qualificao social e profissional para jovens

    agricultores(as) familiares na faixa etria de 18 a 29 anos.

    PBLICO-ALVO:

    Jovens e adultos agricultores familiares oriundos, sobretudo, dos

    municpios pertencentes aos Territrios da Cidadania.

    REA DE ABRANGNCIA:70 MUNICPIOS pertencentes aos Territrios da Cidadania, a saber:

    Aldeias Altas, Axix, Alto Alegre do Pindar, gua Doce do MA, Amap do MA, Apicum

    A, Araguan, Alto Alegre do MA, Amarante do MA, Bequimo, Bom Jesus das Selvas,

    Bom Jardim, Brejo, Caxias, Coelho Neto, Capinzal do Norte, Cndido Mendes,

    Carutapera, Coroat, Chapadinha, Cururupu, Centro Novo do MA, Dom Pedro, Estreito,

    Fortuna, Graa Aranha, Gov. Newton Belo, Gov. Eugenio Barros, Gov. Lus Rocha,

    Guimares, Humberto de Campos, Imperatriz, Icat, Joo Lisboa, Lajeado Novo, Lago da

    Pedra, Mates do Norte, Matinha, Milagres do MA, Maranhozinho, Morros, Mates,

    Magalhes de Almeida, Mirinzal, Maracaum, Nina Rodrigues, Olinda Nova do MA,

    Penalva, Pedro do Rosrio, Pirapemas, Presidente Vargas, Peritor, Pio XII, Pinheiro,

    Satubinha, So Joo do Ster, So Benedito do Rio Preto, Santa Filomena do MA, So

    Domingos do MA, Santa Luzia, So Vicente Frrer, Timbiras, Trizidela do Vale, Turiau,

    Tutia, Tasso Fragoso, Urbano Santos, Vargem Grande, Vitorino Freire.

  • 37

    Programa BRASIL ALFABETIZADO - PBA

    um Programa do Governo Federal em parceria com as Secretarias

    Estaduais e Municipais de Educao, que visa constituir uma poltica pblica de educao de jovens, adultos e idosos, centrada na concepo de alfabetizao como porta de entrada para escolarizao e que precisa ter

    continuidade. O Programa regulamentado por Resolues atravs de

    transferncias automticas de recursos de forma suplementar.

    OBJETIVO:

    Oportunizar aos jovens, adultos e idosos que no tiveram acesso,

    na idade prpria, possibilidade de alfabetizao e a continuao dos estudos

    nas turmas de EJA (Educao de Jovens e Adultos).

    AES DO PROGRAMA:

    Formaes inicial e continuada;

    Merenda;

    Kit escolar;

    Material pedaggico.

    Pagamento de Bolsas direto pelo MEC/FNDE para: Alfabetizador,

    Coordenador de turma e Tradutor-intrprete de LIBRAS.

    4

    4

    4

    4

    4

  • 38

    Programa ESCOLA ATIVA

    rograma do Governo Federal com adeso do Estado do Maranho. Trata-se de uma estratgia metodolgica voltada para gesto de classes multisseriadas que combina uma Psrie de elementos de carter scio pedaggico e administrativo, buscando aumentar a

    qualidade da educao oferecida naquelas classes situadas notadamente no campo.

    OBJETIVO:

    Melhorar a qualidade do desempenho escolar dos alunos das sries iniciais do

    Ensino Fundamental, em classes multisseriadas das escolas do campo.

    PBLICO-ALVO:70.286 alunos do Ensino Fundamental (1 ao 5 ano), em classes multisseriadas.

    REA DE ABRANGNCIA:

    Atualmente o Programa Escola Ativa abrange o universo de 18 Unidades Regionais de Ensino, em

    160 municpios: Aailndia, Afonso Cunha, Altamira do MA, Alto Parnaba, Anajatuba, Anapurus, Araioses, Arame,

    Aldeias Altas, Araguan, Axix, Alto Alegre do MA, Alto Alegre do Pindar, gua Doce do MA, Amap do MA,

    Amarante do MA, Apicum A, Bom Jesus das Selvas, Bom Jardim, Bacabal, Bacabeira, Bacuri, Bacurituba, Balsas,

    Barra do Corda, Barreirinhas, Blagua, Bernardo do Mearim, Bom Lugar, Brejo de Areia, Buriti Bravo, Buriticupu,

    Brejo, Bequimo, Cachoeira Grande, Cajapi, Campestre do MA, Cantanhede, Carolina, Cedral, Centro do Guilherme,

    Cidelndia, Cod, Colinas, Conceio do Lago A, Caxias, Coelho Neto, Capinzal do Norte, Cndido Mendes,

    Carutapera, Coroat, Chapadinha, Cururupu, Centro Novo do MA, Davinpolis, Duque Bacelar, Dom Pedro,

    Esperantinpolis, Estreito, Feira Nova do MA, Fernando Falco, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueiras,

    Fortuna, Graa Aranha, Godofredo Viana, Gonalves Dias, Gov. Archer, Gov. Edson Lobo, Gov. Nunes Freire, Graja,

    Gov. Newton Belo, Gov. Eugenio Barros, Gov. Lus Rocha, Guimares, Humberto de Campos, Igarap do Meio,

    Itapecuru Mirim , Itinga do MA, Imperatriz, Icatu, Jatob, Jenipapo dos Vieiras, Joselndia, Junco do MA, Lagoa

    Grande do MA, Lago do Junco, Lago dos Rodrigues, Lago Verde, Lima Campos, Loreto, Joo Lisboa, Lajeado Novo,

    Lago da Pedra, Maraj do Sena, Mata Roma, Mirador, Miranda do Norte, Mono, Mates do Norte,

    Maranhozinho, Morros, Mates, Magalhes de Almeida, Mirinzal, Maracaum, Matinha, Milagres do MA, Nova

    Colinas, Nova Iorque, Nova Olinda do MA, Nina Rodrigues, Olho d'gua das Cunhas, Olinda Nova do MA, Pirapemas,

    Presidente Vargas, Palmeirndia, Parnarama, Passagem Franca, Pastos Bons, Paulino Neves, Paulo Ramos, Pedreiras,

    Peri-Mirim, Pindar Mirim, Poro de Pedras, Porto Franco, Porto Rico doa MA, Presidente Dutra, Presidente Medice,

    Presidente Sarney, Primeira Cruz, Peritor, Pio XII, Penalva, Pedro do Rosrio, Pinheiro, Riacho, Ribamar Fiquene,

    Rosrio, So Joo do Ster, So Benedito do Rio Preto, Santa Helena, Santa Ins, Santa Luzia do Paru, Santana do MA,

    Santa Quitria do MA, Santo Antonio dos Lopes, So Bento, So Bernardo, So Domingos do Azeito, So Flix de

    Balsas, So Francisco do Brejo, So Francisco do MA, So Joo Batista, So Joo do Caru, So Joo do Paraso, So

    Joo dos Patos, So Jos dos Baslios, So Luis Gonzaga do Maranho, So Mateus do MA, So Pedro da gua Branca,

    So Pedro dos Crentes, So Raimundo das Mangabeiras, So Roberto, Senador La Roque, Serrano do MA, Stio Novo,

    Sucupira do Norte, Sucupira do Riacho, Santa Filomena do MA, So Domingos do MA, Santa Luzia, So Vicente de

    Frrer, Satubinha, Timon, Tufilndia, Tuntum, Turilndia, Trizidela do Vale, Viana, Vila Nova dos Martrios, Vitria do

    Mearim, Tutia, Turiau, Tasso Fragoso, Timbiras, Urbano Santos, Vargem Grande, Vitorino Freire, Z Doca.

  • 39

    Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Indstria e Comrcio

  • 40

    Programa MARANHO PROFISSIONAL

    um instrumento de gesto para a formao profissional no mbito estratgico e

    operacional com aes voltadas para suprir as demandas por contrataes dos empreendimentos implantados e em fase de implantao no Maranho. O Programa visa ampliar a quantidade e melhorar a qualidade da formao profissional de

    pessoas no Estado.

    Por meio do Programa, o Governo do Estado vai coordenar, atravs de aes

    integradas do poder pblico estadual com a iniciativa privada e as instituies de ensino

    pblicas e privadas, a formao profissional de milhares de pessoas para atender uma

    demanda de 200 mil novas vagas de empregos.

    O programa prev ainda: a formao de docentes, o fortalecimento da

    estrutura fsica da rede de educao formal e do sistema de cincia, tecnologia e

    inovao do Estado.

    OBJETIVO:

    Promover a formao profissional da populao maranhense para garantir

    o seu acesso s oportunidades de emprego e renda advindos dos empreendimentos em

    implantao no Estado.

    NVEIS DE EDUCAO DO PROGRAMA:

    Formao Inicial e Continuada

    Capacitao Tcnica

    Capacitao Tecnolgica

    Graduao

    Ps-Graduao

    4

    4

    4

    4

    4

  • 41

    O PROGRAMA MARANHO PROFISSIONAL SER DESENVOLVIDO EM DUAS FASES:

    FASE I

    Compreende a fase inicial do programa, que ser desenvolvida no perodo

    de 2011 a 2014, envolvendo 20 municpios plo, coincidentes com os locais dos

    novos investimentos ou aqueles com maiores indicadores de desenvolvimento

    municipal, de educao bsica e populacional. Nesta etapa, os cursos contemplaro

    os nveis de educao inicial e continuada, tcnica, alm de programas voltados ao

    reforo escolar (aumento e melhoria da escolaridade formal).

    FASE II

    Compreende a expanso e consolidao do Programa objetivando atingir

    um total de 64 municpios plo, sendo dois para cada regio de planejamento do

    Estado do Maranho. Os municpios sero selecionados de acordo com critrios

    tcnicos similares aos utilizados na Fase I. A fase ser desenvolvida no perodo de

    2012 a 2014. Nesta etapa, alm dos nveis contemplados na Fase I sero includas a

    educao tecnolgica, educao superior e ps-graduao.

    1- So Lus

    2- Imperatriz

    3- Balsas

    4- Caxias

    5- Graja

    6- Cod

    7- Aailndia

    8- So Jos de Ribamar

    9- Bacabal

    10- Timon

    11- Pedreiras

    12- Santa Ins

    13- Pao do Lumiar

    14- Pinheiro

    15- Rosrio

    16- Bacabeira

    17- Aldeias Altas

    18- Santo Antnio dos Lopes

    19- Godofredo Viana

    20- Centro Novo do Maranho

    (Fonte: http://www.ma.gov.br/maranhaoprofissional/)

    MUNICPIOS DA FASE I

  • 42

    Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia

    Solidria - SETRES

  • 43

    Programa de Qualificao Social e Profissional

    onstitui-se um dos segmentos das Polticas Pblicas de Emprego, Trabalho,

    Renda e Economia Solidria, contribuindo para a ampliao das oportunidades Cde trabalho e renda, incluso social, reduo da pobreza, combate discriminao e a vulnerabilidade da populao.

    OBJETIVO:

    Promover a qualificao profissional da populao maranhense mais

    vulnervel, possibilitando o acesso ao mercado de trabalho, a incluso social e elevao

    da renda familiar.

    PBLICO ALVO:Agricultores Familiares

    Populaes Tradicionais tnicas (Quilombolas, Indgenas)Beneficirios de outras Polticas de Incluso SocialBeneficirios de Polticas Afirmativas-GneroBeneficirios de Polticas Afirmativas-EtniasBeneficirios de Polticas Afirmativas-Portadores de Necessidades Especiais

    Apenados InternosJovens Submetidos a medidas Scio-Educativas

    ESTRATGIA DE IMPLEMENTAO:

    As aes de qualificao so executadas de forma direta atendendo

    demandas dos municpios, de instituies no governamentais e governamentais,

    considerando o pblico alvo e os setores econmicos a serem atendidos, homologando,

    definindo e aprovando demandas de Polticas Pblicas com os Conselhos Estadual e

    Municipal de Trabalho e Renda, com garantia de recursos do FAT, do Tesouro Estadual e

    Municipal.

    444444

    44

  • 44

    Instituto de Colonizao e Terras do Maranho ITERMA

  • 45

    Regularizao Fundiria de Terras Ocupadas por Comunidades Quilombolas

    onstitui-se em uma importante ao executada pelo Instituto de Colonizao e Terras

    do Maranho ITERMA, objetivando a regularizao fundiria das terras ocupadas por Ccomunidades quilombolas. ETAPAS PARA O PROCESSO DE REGULARIZAO:

    Identificao, Reconhecimento e Certificao;

    Levantamento Cartorial (Cadeia Dominial);

    Demarcao Preliminar;

    Georeferenciamento;

    Arrecadao Sumria;

    Certificao pela F.C.P.;

    Levantamento de famlias da comunidade (cadastro preliminar);

    Processo requerendo a Titulao de Domnio;

    Emisso do Ttulo de Reconhecimento de Domnio, em nome da Assoc. da Comunidade;

    Registro do Titulo em Cartrio em nome da Associao da Comunidade.

    4

    4

    4

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    4

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    4

  • 46

  • 47

  • 48

    Secretaria de Estado da Mulher - SEMU

  • 49

    Projeto Mulher Maranhense com Documento

    um Projeto da Secretaria de Estado da Mulher SEMU, destinado a atender

    mulheres do campo e da cidade que se encontram sem documentos. OBJETIVO:

    Promover o acesso das mulheres maranhenses, em situao de

    extrema pobreza, documentao civil e trabalhista, visando a sua insero nas

    aes de incluso produtiva, na rede de servios pblicos e nos programas de

    transferncia de renda.

    META:

    A proposta beneficiar 100% das mulheres maranhenses sem

    documentao e em situao de extrema pobreza, no perodo de 2011 a 2014.

    REA DE ABRANGNCIA:217 municpios do Estado.

  • 50

    Secretaria de Estado das Cidades e

    Desenvolvimento Urbano SECID

  • 51

    Habitao de Interesse Social

    um programa do Governo Federal, coordenado pelo Ministrio das Cidades em

    parceria com os Estados e Municpios, com vistas reduo do dficit habitacional com a construo de habitaes dignas populao de menor renda. OBJETIVO:

    Reduzir o dficit habitacional do Maranho atravs de construo e

    melhorias habitacionais, mediante levantamento e localizao das carncias

    habitacionais do Estado do Maranho - entendidas como irregularidade fundiria,

    inexistncia de saneamento ambiental, precariedade construtiva, insuficincia de

    instalaes sanitrias residenciais, deficincia de mobilidade e acessibilidade - com

    vistas a traar estratgias de ao para o perodo 2012-2013.

    META:

    Reduo do dficit habitacional, com procedimentos de regularizao

    fundiria, dotao de equipamentos urbanos de uso coletivo, instalao de servios

    sanitrios residenciais, melhorias habitacionais e produo de novas unidades

    habitacionais, requalificao da acessibilidade e mobilidade.

    PBLICO-ALVO:

    Famlias com faixa de renda de 0 a 3 salrios mnimos.

    CRITRIOS DE ACESSO:

    Famlias habitando em reas sem regularizao fundiria, reas de risco

    ou reservas ambientais, em moradias sem habitabilidade adequada, com adensamento

    ocupacional, com deficincias de acessibilidade e mobilidade, com nfase nas

    comunidades tradicionais em situao de vulnerabilidade econmica e cultural.

    ESTRATGIA OPERACIONAL:

    Levantamento atualizado do dficit habitacional do Maranho e das

    presses populacionais, regionalizao das carncias, classificao das urgncias,

    determinao dos critrios de atendimento das demandas conforme desempenho da

    administrao municipal transparncia, controle social e sustentabilidade fsica

    devidamente acompanhado de programas de desenvolvimento institucional.

  • 53

    Programa BOLSA VERDE

    Programa de Apoio Conservao Ambiental - "Bolsa Verde" um programa governamental,

    criado pela Lei Federal n 12.512/2011 e regulamentado pelo Decreto Federal n 7.572/2011, Ode incentivo econmico temporrio que alia fatores sociais e ambientais, onde o fator social tem como foco as famlias em situao de extrema pobreza e o fator ambiental tem como foco a

    conservao do meio ambiente.

    um programa que representa benefcio pecunirio temporrio s famlias. Prev repasse de recursos,

    a cada 03 (trs) meses, no valor de R$ 300,00 por famlia, atravs da Caixa Econmica Federal, seu

    agente operador, por um perodo de at dois anos, podendo ser prorrogado. O recebimento dos

    recursos do Programa Bolsa Verde tem carter temporrio e no gera direito adquirido.

    GESTO DO PROGRAMA:

    O Programa contar com um Comit Gestor, sob a coordenao do Ministrio do Meio Ambiente, composto por representantes titulares e suplentes dos seguintes rgos:

    I - Casa Civil da Presidncia da Repblica;

    II - Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome;

    III - Ministrio do Desenvolvimento Agrrio;

    IV - Ministrio da Fazenda; e

    V - Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto.

    OBJETIVOS:

    I - incentivar a conservao dos ecossistemas, entendida como sua manuteno e uso sustentvel;

    II - promover a cidadania, a melhoria das condies de vida e a elevao da renda da populao em

    situao de extrema pobreza que exera atividades de conservao dos recursos naturais no meio rural

    nas reas definidas no art. 3 da Lei n 12.512/2011; e

    III - incentivar a participao de seus beneficirios em aes de capacitao ambiental, social,

    educacional, tcnica e profissional.

    PBLICO-ALVO:

    Famlias em situao de extrema pobreza, inscritas no Cadastro nico para Programas Sociais do

    Governo Federal e que desenvolvam atividades de conservao nas seguintes reas:

    a) Florestas Nacionais, Reservas Extrativistas e Reservas de Desenvolvimento Sustentvel federais;

    b) Projetos de assentamento florestal, projetos de desenvolvimento sustentvel ou projetos de

    assentamento agroextrativista institudos pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria -

    INCRA;

    c) Territrios ocupados por ribeirinhos, extrativistas, populaes indgenas, quilombolas e outras

    comunidades tradicionais;

    d) Outras reas rurais definidas como prioritrias por ato do Poder Executivo.

  • 52

    CRITRIOS PARA PARTICIPAO DAS FAMLIAS:

    As famlias selecionadas devero firmar Termo de Adeso para o ingresso no Programa Bolsa

    Verde, pois a assinatura do referido termo condio para o incio da transferncia do benefcio,

    desde que estejam atendidos os demais critrios e requisitos previstos na Lei e no regulamento.

    CRITRIOS PARA PERMANNCIA DAS FAMLIAS NO PROGRAMA:

    Para receber os recursos financeiros do Programa Bolsa Verde, a famlia beneficiria dever:

    I estar inscrita em cadastro a ser mantido pelo Ministrio do Meio Ambiente, contendo informaes sobre as atividades de conservao ambiental;

    II aderir ao Programa de Apoio Conservao Ambiental Bolsa Verde por meio da assinatura de Termo de Adeso por parte do responsvel pela famlia beneficiria, no qual sero especificadas as atividades de conservao a serem desenvolvidas.

    CRITRIOS PARA MONITORAMENTO E FISCALIZAO DO PROGRAMA BOLSA VERDE:

    O Bolsa Verde no se trata de um programa de transferncia de renda, portanto a liberao das parcelas subsequentes ao monitoramento fica condicionada apresentao de laudo atestando o cumprimento dos compromissos assumidos pela famlia beneficiria no Termo de Adeso.

    O acompanhamento de atividades e resultados do Programa Bolsa Verde dever contemplar as informaes contidas em seu cadastro, mantido pelo Ministrio do Meio Ambiente e a implementao das aes previstas nos Termos de Adeso relativas s famlias beneficirias, reas e atividades de conservao ambiental, sendo feito por meio de:

    I - monitoramento da cobertura vegetal das reas objeto do Programa, com frequncia mnima anual, por meio de laudo emitido por rgo competente;

    II - fiscalizao, por meio da anlise de dados e relatrios disponveis no sistema de monitoramento do Programa Bolsa Verde ou verificao in loco, usando critrios de amostragem;

    III - demais critrios e procedimentos de monitoramento e avaliao estabelecidos pelo Comit Gestor do Programa Bolsa Verde.

    A relao nominal dos beneficirios do Programa Bolsa Verde, com os respectivos Nmeros de Inscrio Social - NIS e valores percebidos ser divulgada em meios eletrnicos de acesso pblico e em outros meios de comunicao previstos pelo Comit Gestor do Programa Bolsa Verde.

    A TRANSFERNCIA DOS RECURSOS DO PROGRAMA CESSAR QUANDO:

    a) No sejam atendidas as condies definidas na Lei n 12.512/2011 e no Decreto n 7.572/2011;

    b) A famlia beneficiria seja habilitada em outros programas ou aes federais de

    incentivo conservao ambiental; e

    c) As atividades de conservao ambiental previstas do Termo de Adeso sejam

    descumpridas pela famlia beneficiria.

  • 54

    Secretaria de Estado da Sade - SES

  • 55

    Secretaria de Estado da Sade SES, tem por objetivo promover a qualidade da

    sade pblica, o atendimento humanizado ao cidado, amparar e acompanhar Aas aes de sade dos municpios e proporcionar apoio tcnico e financeiro para o desenvolvimento de programas e projetos em todas as reas de atuao:

    vigilncia, preveno, assistncia bsica, procedimentos complexos e tratamentos.

    REA DE ABRANGNCIA: 217 municpios do Estado.

    PRINCIPAIS AES VINCULADAS AO PLANO BRASIL SEM MISRIA:

    Secretaria de Estado da Sade - SES

    uma rede de cuidados que assegura s mulheres o direito ao planejamento reprodutivo,

    ateno humanizada gravidez, parto, abortamento e puerprio. E assegura s crianas o

    direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudvel.

    PRINCPIOS:

    4A defesa dos direitos humanos

    4O respeito diversidade cultural, tnica e racial e s diferenas regionais e equidade

    4Enfoque de gnero

    4Direitos sexuais e reprodutivo de mulheres, homens jovens e adolescentes

    4Participao e mobilizao social.

    Rede Cegonha

  • 56

    O Brasil Sorridente uma poltica do governo federal com o objetivo de ampliar o

    atendimento e melhorar as condies de sade bucal da populao brasileira. a primeira

    vez que o governo federal desenvolve uma poltica nacional de sade bucal, ou seja, um

    programa estruturado, no apenas incentivos isolados sade bucal. um programa que

    engloba diversas aes do Ministrio da Sade e busca melhorar as condies de sade

    bucal da populao brasileira.

    PRINCIPAIS LINHAS DE AO:

    Reorganizao da Ateno Bsica em sade bucal (principalmente por meio da

    estratgia Sade da Famlia);

    Ampliao e qualificao da Ateno Especializada (atravs, principalmente, da

    implantao de Centros de Especialidades Odontolgicas e Laboratrios

    Regionais de Prteses Dentrias);

    Viabilizao da adio de flor nas estaes de tratamento de guas de

    abastecimento pblico.

    A QUEM SE DESTINA:

    A todos os brasileiros que dependam da rede pblica de sade para receber

    tratamento odontolgico.

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    Brasil Sorridente

    O Programa Sade No Tem Preo oferta medicamentos s pessoas que sofrem com hipertenso ou diabetes. O Programa possibilita o acesso gratuito aos medicamentos para o tratamento destas doenas.

    Esses medicamentos so adquiridos de forma gratuita na rede Aqui Tem Farmcia Popular, mediante acordo do Ministrio da Sade com sete entidades da indstria e do comrcio. O acordo beneficia 33 milhes de brasileiros hipertensos e 7,5 milhes de diabticos. Alm de ajudar no oramento das famlias mais humildes, que comprometem 12% de suas rendas com medicaes.

    ORIENTAES BSICAS:As Farmcias e Drogarias que no cumprirem os dispositivos da Portaria 184, de

    03 de fevereiro de 2011, do Ministrio da Sade, sofrero as penalidades previstas na prpria Portaria, podendo inclusive ser descredenciadas do programa.

    A receita mdica obrigatria para a retirada de medicamentos nas farmcias credenciadas, e tem como objetivo evitar a automedicao, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoo da sade. Deve-se apresentar tambm CPF e documento com foto.

    Programa Sade No Tem Preo

  • 57

    Olhar Brasil

    O QUE : um Projeto que tem como objetivo identificar problemas visuais, em

    alunos matriculados na rede pblica de ensino fundamental (1 a 8 srie), no programa Brasil Alfabetizado do MEC e na populao acima de 60 anos de idade, prestando assistncia oftalmolgica com o fornecimento de culos nos casos de deteco de erros de refrao. Propiciando assim, condies de sade ocular favorvel ao aprendizado do pblico alvo melhorando o rendimento escolar e a qualidade de vida desta populao de forma a reduzir as taxas de evaso e repetncia.

    DIRETRIZES:Promoo da qualidade de vida e preveno de problemas visuais dos alunos da Educao Bsica, priorizando, inicialmente, os do Ensino Fundamental, dos jovens e adultos do Programa Brasil Alfabetizado e da populao com idade igual ou acima de 60 anos;Pactuao e adeso ao Projeto Olhar Brasil pelos rgos/entidades da educao e da sade nas trs esferas governamentais; Ampliao das parcerias entre escolas e unidades de sade, instituies governamentais e instituies no-governamentais visando integrao de esforos e contribuindo para o atendimento integral do educando; Constituio de redes regionalizadas e descentralizadas para garantir a integrao das aes de educao e de sade com o objetivo de colaborar na reduo dos agravos sade dos estudantes e da populao com idade igual ou superior a 60 anos; Assistncia oftalmolgica com fornecimento de culos nos casos de erro de refrao; Encaminhamento, para servios especializados, dos casos de outras doenas oftalmolgicas; Capacitao/orientao dos professores da rede pblica de educao bsica (ensino fundamental), dos alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado e dos ACS, para identificao de casos a serem encaminhados para consulta oftalmolgica.

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  • Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social / SEDES

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