O Livro Tibetano Dos Mortos

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~ o manual do ~ A da experincia de Psychedelic baseado no livro tibetano dos mortos por Timothy Leary, Ph.D., Ralph Metzner, Ph.D., & Richard Alpert, Ph.D. Os autores foram acoplados em um programa das experincias com LSD e outras drogas psychedelic na universidade de Harvard, at que o publicity nacional do sensational, concentrando unfairly no interesse do estudante nas drogas, conduziu suspenso das experincias. Desde ento, os autores continuaram seu trabalho sem auspices academic. Esta verso DO LIVRO TIBETANO DOS MORTOS dedicada, a ALDOUS HUXLEY Julho 26, 1894 - novembro 22, 1963 com admiration profundo e gratitude. "se voc comeou na maneira errada," I disse na resposta s perguntas do investigator, "tudo que aconteceu seria uma prova do conspiracy de encontro a voc. Tudo self-estaria validando. Voc no poderia extrair uma respirao sem sab-la era parte do lote." "assim voc pensa de voc sabe onde a loucura se encontra?" Minha resposta era convencido e heartfelt, "sim." "e voc no poderia control-la?" "nenhum eu no poderia control-la. Se um comeasse com o medo e o dio como a premissa principal, uma teria que ir na concluso." "voc poderia ," minha esposa pedida, "para reparar sua ateno em o que o livro tibetano dos mortos se chama a luz desobstruda?" Eu era duvidoso. "manteria o evil ausente, se voc poderia o prender? Ou voc no poderia prend-lo?" Eu considerei a pergunta por alguma hora. "talvez," eu respondi no ltimo, "talvez eu poderia - mas somente se havia algum l a me dizer sobre a luz desobstruda. Um no podia faz-lo por oneself. Aquele o ponto, mim supe, do ritual tibetano - algum que senta l toda a hora e que diz lhe o que que." (PORTAS DA PERCEPO, DE 57-58) I. INTRODUO GERAL Uma experincia psychedelic uma viagem aos reinos novos do consciousness. O espao e o ndice da experincia so ilimitados, mas suas caractersticas caractersticas so o transcendence de conceitos verbais, de dimenses do espao-tempo, e do ego ou da identidade. Tais experincias do consciousness ampliado podem ocorrer em uma variedade das maneiras: o deprivation sensory, exerccios do yoga, disciplinou os ecstasies do meditation, os religiosos ou os aesthetic, ou espontneamente. Tm-se tornado o mais recentemente disponveis a qualquer um com o ingestion de drogas psychedelic tais como o LSD, o psilocybin, o mescaline, o DMT, etc.. [ esta a indicao de um ideal, no uma situao real, em 1964. As drogas psychedelic esto nos estados unidos classificados como drogas "experimentais". Isto , no esto disponvel em uma base da prescrio, mas somente "qualificou investigators." O alimento e a administrao federais da droga definiram "investigators qualificados" para significar os psychiatrists que trabalham em um ajuste mental do hospital, cuja a pesquisa fosse patrocinada pelo estado ou por agncias federais. ] Naturalmente, o dose da droga no produz a experincia transcendent. Age meramente de enquanto um chave qumico - abre a mente, livra o sistema nervoso seus testes padres ordinrios e estruturas. A natureza da experincia depende quase inteiramente on o jogo e o ajuste. O jogo denota a preparao do indivduo, including a seu estrutura da personalidade e seu modo naquele tempo. O ajuste fsico - o tempo, a atmosfera do quarto; social - os sentimentos das pessoas apresentam-se para uma outra; e cultural - vistas prevalecendo a respeito de o que real. para esta razo que os manuais ou os guidebooks so necessrios. Sua finalidade permitir uma pessoa de compreender as realidades novas do consciousness expandido, para servir como mapas de estrada para os territrios interior novos que a cincia moderna fz acessveis. Os exploradores diferentes extraem mapas diferentes. Outros manuais devem ser escrita baseado nos modelos diferentes - cientficos, aesthetic, therapeutic. O modelo tibetano, em que este manual baseado, projetado ensinar a pessoa dirigir e controlar a conscincia em tal maneira a respeito do alcance que em nvel de compreender o liberation, a iluminao, ou o enlightenment vria chamado. Se o manual estiver lido diversas vezes antes que uma sesso estiver tentada, e se uma pessoa confiada estiver l lembrar e refrescar a memria do voyager durante a experincia, o consciousness ser livrado dos jogos que compreendem a "personalidade" e dos hallucinations positivo-negativos que acompanham frequentemente estados da conscincia expandida. O livro tibetano dos mortos foi chamado em sua prpria lngua o Bardo Thodol, que significa o "liberation por Hearing no plano da Aps-Morte." O livro fora repetidamente que o consciousness livre tem para ouvir e recordar somente os ensinos a fim liberated. O livro tibetano dos mortos ostensibly um livro que descreve as experincias a esperar-se neste momento da morte, durante dias durveis de um forty-

nine da fase intermediria (sete vezes sete), e durante o rebirth em um outro frame corporal. Esta entretanto meramente a estrutura exoteric que os budistas tibetanos se usaram cloak seus ensinos mystical. A lngua e o simbolismo de rituals de Bonism, a religio tibetana pre-pre-Buddhist tradicional da morte, foram misturados skillfully com os conceptions buddhist. O meaning esoteric, porque foi interpretado neste manual, que morte e rebirth que descrito, no do corpo. Lama Govinda indica este claramente em sua introduo quando escreve: " um livro para a vida as.well.as morrer." O meaning esoteric do livro escondido frequentemente abaixo de muitas camadas de simbolismo. No se pretendeu para a leitura geral. Foi projetado ser compreendido somente por um quem devia ser iniciado pessoalmente por um guru nas doutrinas mystical buddhist, na experincia do pre-mortem-morte-premortem-death-rebirth. Estas doutrinas foram mantidas um segredo prxima guardado por muitos sculos, para o medo que a aplicao ingnua ou descuidada faria o dano. Em traduzir um texto to esoteric, conseqentemente, h duas etapas: um, render do texto original no ingls; e dois, a interpretao prtica do texto para seus usos. Em publicar esta interpretao prtica para o uso na sesso psychedelic da droga, ns estamos em um sentido que quebra com a tradio do secrecy e que contravening assim os ensinos dos lama-lama-gurus. Entretanto, esta etapa justificada nas terras que o manual no ser compreendido por qualquer um que no tiveram uma experincia deexpanso e que l sinais que os lamas eles mesmos, aps seu diaspora recente, desejo fazer seus ensinos disponveis a um pblico mais largo. Depois do modelo tibetano ento, ns distinguimos trs fases da experincia psychedelic. O primeiro perodo (Chikhai Bardo) aquele do transcendence completo - alm das palavras, alm do espao-tempo, alm do self. No h nenhuma viso, nenhum sentido do self, nenhuns pensamentos. H somente uma conscincia pura e uma liberdade ecstatic de todas as participaes do jogo (e o biolgico). [ os "jogos" so seqncias behavioral definidas por papis, por rguas, por rituals, por objetivos, por estratgias, por valores, por lngua, por posies caractersticas do espao-tempo e por testes padres caractersticos do movimento. Todo o comportamento que no tem estas nove caractersticas non-jogo: isto inclui reflexes physiological, o jogo espontneo, e a conscincia transcendent. ] O segundo perodo longo envolve o self, ou a realidade externa do jogo (Chonyid Bardo) - na claridade exquisite afiada ou no formulrio dos hallucinations (apparitions karmic). O perodo final (Sidpa Bardo) envolve o retorno realidade rotineira do jogo e ao self. Para a maioria de pessoas o segundo estgio (aesthetic ou hallucinatory) o mais longo. Para iniciado o primeiro estgio da iluminao dura mais por muito tempo. Para o unprepared, os jogadores pesados, aqueles do jogo que se aderem ansiosamente a seus egos, e para aqueles que fazem exame da droga em um ajuste non-de suporte, o esforo realidade do regain comeam cedo e duram geralmente ao fim de sua sesso. As palavras como estes so de esttica, visto que a experincia psychedelic fluida e sempre-mudar. Tipicamente o consciousness do assunto flicks dentro e fora destes trs nveis com oscilaes rpidas. Uma finalidade deste manual permitir a pessoa de regain o transcendence do primeiro Bardo e de evitar armadilhas prolongadas em testes padres hallucinatory ou ego-dominados do jogo. As confianas e a opinio bsicas. Voc deve estar pronto para aceitar a possibilidade que h uma escala ilimitada da conscincia para que ns no temos agora nenhuma palavra; que a conscincia pode expandir alm da escala de seu ego, seu self, sua identidade familiar, alm de tudo voc aprenderam, alm de suas noes do espao e do tempo, alm das diferenas que separam geralmente povos de se e do mundo em torno delas. Voc deve recordar que durante todo o history humano, os milhes fizeram esta viagem. Alguns (quem ns chamamos mystics, saints ou buddhas) fizeram esta experincia resistir e ter comunicado a a seus homens do companheiro. Voc deve recordar, demasiado, que a experincia segura (no muito mais mau, voc terminar acima da mesma pessoa que incorporou a experincia), e que todos os perigos que voc temeu produes desnecessrias de sua mente. Se voc experimenta o heaven ou o inferno, recorde que sua mente que os cra. Evite de agarrar esse ou de fujir o outro. Evite de impo o jogo do ego na experincia. Voc deve tentar manter a f e a confiana no potentiality de seu prprio crebro e do processo bilho-anovelho da vida. Com voc o ego deixado atrs de voc, o crebro no pode ir erradamente. Tente manter a memria de um amigo confiado ou de uma pessoa respeitada cujo o nome possa servir como uma guia

e uma proteo. Confe em seu divinity, confe em seu crebro, confe em seus companheiros. Sempre que na dvida, desligue sua mente, relaxe, flutue rio abaixo. Aps ter lido esta guia, a pessoa preparada deve poder , no comeo muito de sua experincia, mover-se diretamente para um estado do revelation ecstasy e profundo do non-jogo. Mas se voc no for preparado bom, ou se houver um distraction do jogo em torno de voc, voc encontrar-se- deixar cair para trs. Se isto acontecer, ento as instrues na parte IV devem ajudar-lhe regain e manter o liberation. o "liberation neste contexto no implica necessariamente (especial no exemplo da pessoa mdia) o liberation de Nirvana, mas principalmente um liberation ' do vida-fluxo ' do ego, em uma maneira como ter recursos para o consciousness possvel o mais grande e o rebirth feliz conseqente. Contudo para a pessoa muito experiente e muito altamente eficiente, [ mesmos ] o processo esoteric do transference [ os leitores interessados em uma discusso mais detalhada do processo do "transference" so consultados ao yoga tibetano e s doutrinas secretas, editados por W. Y. Evans-Wentz, por imprensa da universidade de Oxford, por 1958. ] pode ser, de acordo com os lama-lama-gurus, empregados assim a respeito de impedem toda a ruptura no fluxo do crrego do consciousness, do momento da ego-perda ao momento de um rebirth conscious (oito horas mais tarde). Julgando da traduo feita pelo Lama atrasado Kazi Dawa-Samdup, de um manuscrito tibetano velho que contem sentidos prticos para estados da egoperda, a abilidade de manter um non-jogo ecstasy durante todo a experincia inteira possuda somente pelas pessoas treinadas na concentrao mental, ou o one-pointedness da mente, a um grau to elevado de proficincia a respeito de possa controlar todas as funes mentais e fech-las para fora dos distractions do mundo exterior." (Evans-Wentz, p. 86, nota 2) Este manual dividido em quatro pores. A primeira parte introdutria. O segundo uma descrio passo a passo de uma experincia psychedelic baseada diretamente no livro tibetano dos mortos. A terceira parte contem sugestes prticas em como preparar-se para e conduzir uma sesso psychedelic. A quarta parte contem as passagens instructive adaptadas do Bardo Thodol, que pode ser lido ao voyager durante esta sesso, para facilitar o movimento do consciousness. No restante desta seo introdutria, ns revemos trs commentaries no livro tibetano dos mortos, publicado com a edio de Evans-Wentz. Estas so a introduo por Evans-Wentz ele mesmo, o distinto tradutor-editor de quatro treatises no mysticism tibetano; o commentary por Carl Jung, psychoanalyst suo; e por Lama Govinda, e por novato de uma das ordens buddhist do princpio de Tibet "Um TRIBUTO A W. Y. Evans-wentz "Dr. Evans-Wentz, que se sentou literalmente nos ps de um lama tibetano por anos, a fim adquirir sua sabedoria. . . em indica no somente um interesse profundamente sympathetic aquelas doutrinas esoteric assim que caracterstica do gnio do leste, mas no possui do mesmo modo a faculdade rara de faz-las mais ou mais menos intelligible ao layman." [ citado de uma reviso do livro no anthropology na parte traseira da edio da imprensa da universidade de Oxford do livro tibetano dos mortos. ] W. Y. Evans-Wentz um scholar grande que devote seus anos maduros ao papel a ponte e o shuttle entre Tibet e do o oeste: como uma molcula do RNA que ativa o ltimo com a mensagem codificada do anterior. Nenhum tributo mais grande no podia ser pagado ao trabalho deste liberator academic do que para basear nosso manual psychedelic em suas introspeces e para citar diretamente seus comentrios "na mensagem deste livro." A mensagem , isso que a arte de morrer completamente to importante quanto a arte de viver (ou da vinda no nascimento), de que o complemento e a soma; que o futuro de ser dependente, talvez inteiramente, de uma morte direita controlada, como a segunda parte deste volume, determinando a arte de reencarnar, emfatiza. A arte de morrer, como indicada pela morte-rite associada com a iniciao nos mistrios do antiquity, e consultou por Apuleius, filsofo de Platonic, ele mesmo um novato, e por muitos outros novatos illustrious, e em como o livro egyptian dos mortos sugere, parece ter sido distante melhor sabido aos povos antigos que habitam os pases mediterranean do que agora por seus descendentes Europa e os Americas. queles que tinham passado com experimentar secreto da morte do pre-mortem, morrer da direita iniciao, conferenciando, como a morte-rite initiatory, o poder controlar consciously o processo da morte e da regenerao. (Evans-Wentz, xiii-xiv do p.) O scholar de Oxford, como seu predecessor grande do dcimo primeiro sculo, Marpa ("o tradutor"), que rendeu textos buddhist indian no tibetano,

preservando desse modo os da extino, serra a importncia vital destas doutrinas e as fz acessveis a muitos. O "segredo" no mais longo escondido: "a arte de morrer completamente to importante quanto a arte de viver." Um TRIBUTO A CARL G. JUNG O psychology a tentativa sistemtica de descrever e explicar o comportamento do homem, conscious e non-non-conscious. O espao do estudo largo - cobrir a variedade infinita da atividade e da experincia humanas; e longo - seguindo para trs com o history do individual, com o history de seus antepassados, traseiro com os vicissitudes e os triunfos evolucionrios que determinaram o status atual da espcie. O mais difcil de tudo, o espao do psychology complexo, negociando como faz com processos que sempre-esto mudando. Pouco quer saber que os psiclogos, na cara de tal complexidade, se escapam no specialization e no narrowness parochial. Um psychology baseado nos dados disponveis e na abilidade e no voluntariedade dos psiclogos utiliz-los. O behaviorism e o experimentalism de um psychology ocidental de vigsimosculo so assim estreitos a respeito de sejam na maior parte trivial. O consciousness eliminado do campo do inqurito. A aplicao social e o meaning social so negligenciados pela maior parte. Um ritualism curioso decretado por um priesthood que cresce rpidamente no poder e nos nmeros. O psychology oriental, pelo contraste, oferece-nos um history longo de observao e de systematization detalhados da escala do consciousness humano junto com uma literatura enorme de mtodos prticos para controlar e mudar o consciousness. Os intelectuais ocidentais tendem a demitir o psychology oriental. As teorias do consciousness so vistas como occult e mystical. Os mtodos de investigar a mudana do consciousness, tal como o meditation, o yoga, o recuo monastic, e o deprivation sensory, e so vistos como o estrangeiro investigao cientfica. E amaldioar de tudo nos olhos do scholar europeu, a negligncia alegada de psychologies orientais para os aspectos prticos, behavioral e sociais da vida. Tal criticism betrays conceitos limitados e a inabilidade tratar dos dados histricos disponveis em um nvel significativo. Os psychologies do leste encontraram sempre a aplicao prtica no corredor do estado, no corredor da vida diria e da famlia. Uma riqueza das guias e dos manuais existe: o livro de Tao, o Analects de Confucius, o Gita, o I Ching, o livro tibetano dos mortos, para mencionar somente o mais best-known. O psychology oriental pode ser julgado nos termos do uso da evidncia disponvel. Os scholars e os observadores de China, de Tibet, e de India foram tanto quanto seus dados os permitiram. Faltaram os findings da cincia moderna e assim que seus metaphors parecem vagos e poticos. Contudo isto no nega seu valor. Certamente, as teorias philosophic orientais que datam para trs quatro mil anos adaptam-se prontamente s descobertas as mais recentes da fsica, do biochemistry, de genetics, e da astronomia nucleares. Uma tarefa principal de todo o psychology atual do dia - oriental ou ocidental - construir um frame da referncia grande bastante para incorporar os findings recentes das cincias da energia em um retrato revisado do homem. Julgado de encontro ao critrio do uso do fato disponvel, os psiclogos os mais grandes de nosso sculo so William James e Carl Jung. [ para comparar corretamente Jung com o Sigmund Freud ns devemos olhar os dados disponveis que cada homem apropriou para suas exploraes. Para Freud era Darwin, thermodynamics classical, o history velho do testament, do renascimento, e o mais importante cultural, a atmosfera superaquecida prxima da famlia jewish. O espao mais largo de materiais de referncia de Jung assegura que suas teorias encontraro um congeniality mais grande com desenvolvimentos recentes nas cincias da energia e nas cincias evolucionrias. ] Ambos estes homens evitaram os trajetos estreitos do behaviorism e do experimentalism. lutado para preservar a experincia e o consciousness como uma rea de pesquisa cientfica. Ambos mantiveram-se aberto ao avano da teoria cientfica e ambos recusaram fechar fora o scholarship oriental da considerao. Jung usado para sua fonte dos dados que a maioria de fonte frtil - o interno. Reconheceu o meaning rico da mensagem oriental; reagiu a esse inkblot grande de Rorshach, o Tao Te Ching. Escreveu prefcios brilhantes perceptive ao I Ching, ao segredo da flor dourada, e esforou-se com o meaning do livro tibetano dos mortos. "por anos, sempre desde que foi publicado primeiramente, o Bardo Thodol foi meu companheiro constante, e a eu devo-ele no somente muitas idias e descobertas estimulando, mas tambm muitas introspeces fundamentais. . . Sua filosofia contem o quintessence do criticism psicolgico buddhist; e, como esta'n, se pode verdadeiramente dizer que do unexampled o

superiority." O Bardo Thodol est no grau o mais elevado psicolgico em seu outlook; mas, com ns, a filosofia e o theology esto ainda no estgio medieval, pre-psicolgico onde somente as afirmaes so escutadas, explicado, defendido, criticado e disputado, quando a autoridade que os faz, pelo consentimento geral, for deposed como fora do espao da discusso. As afirmaes de Metaphysical, entretanto, so indicaes do psyche, e so conseqentemente psicolgicas. mente ocidental, que compensa seus sentimentos well-known do resentment por uma considerao do slavish para explanaes "racionais", esta verdade bvia parece todo o demasiado bvia, ou outro v-se como uma negao inadmissvel da "verdade metaphysical." Sempre que o Westerner ouve a palavra "psicolgica," soa-lhe sempre como "somente psicolgico." Jung extrai em cima dos conceptions oriental do consciousness para broaden o conceito da "projeo": No somente o "wrathful" mas tambm os deities "calmos" conceived como projees sangsaric do psyche humano, uma idia que parea toda demasiado bvia ao europeu enlightened, porque o lembra de suas prprias simplificaes banal. Mas embora o europeu pode fcilmente explicar afastado estes deities como projees, seria completamente incapable de positing as ao mesmo tempo que real. O Bardo Thodol pode fazer aquele, porque, em certo de suas premisoes metaphysical mais essenciais, tem enlightened assim como unenlightened o europeu em uma desvantagem. O ever-present, unspoken a suposio do Bardo Thodol so o carter anti-nominal de todas as afirmaes metaphysical, e tambm a idia da diferena qualitative dos vrios nveis do consciousness e das realidades metaphysical condicionadas por elas. O fundo deste livro incomun o no o niggardly europeu "um ou-ou," mas um magnfica affirmative "ambo-e." Esta indicao pode parecer desagradvel ao filsofo ocidental, para a claridade e o unambiguity ocidentais dos amores; conseqentemente, um filsofo adere-se posio, "deus ," quando outro se aderir ingualmente fervently negao, "deus no ." Jung v claramente o poder e a largura do modelo tibetano mas ocasionalmente no agarra seus meaning e aplicao. Jung, foi limitado demasiado (como ns todos somos) aos modelos sociais de seu tribe. Era um psychoanalyst, pai de uma escola. O psychotherapy e o diagnstico psychiatric eram as duas aplicaes que lhe vieram o mais naturalmente. Jung falta o conceito central do livro tibetano. Este no (porque Lama Govinda nos lembra) um livro dos mortos. um livro de morrer; qual deve dizer um livro da vida; um livro da vida e como viver. O conceito da morte fsica real era um facade exoteric adotado para caber os preconceitos da tradio de Bonist em Tibet. Longe de ser uma guia dos embalmers', o manual um cliente detalhado de como perder o ego; como quebrar fora da personalidade em reinos novos do consciousness; e como evitar os processos limitando involuntary do ego; como fazer a experincia da consciousness-expanso resistir na vida diria subseqente. Jung esfora-se com este ponto. Vem perto mas rebita-o nunca completamente. No teve nada em sua estrutura conceptual que poderia fazer o sentido prtico fora da experincia da ego-perda. O livro tibetano dos mortos, ou o Bardo Thodol, so um livro das instrues para os mortos e morrer. Como o livro egyptian dos mortos significa-se ser uma guia para o homem inoperante durante o perodo de sua existncia de Bardo. . . Nestas citaes Jung estabelece-se para o exoteric e falta-se o esoteric. Em umas citaes mais atrasadas parece vir mais perto: . . . a instruo dada no Bardo Thodol serve recordar ao homem inoperante a experincia de sua iniciao e dos ensinos de seu guru, porque a instruo no , no fundo, nada menos do que uma iniciao dos mortos na vida de Bardo, apenas porque a iniciao da vida era uma preparao para o alm. Tal era o caso, ao menos, com todos os cults do mistrio em civilizaes antigas da poca dos mistrios do egyptian e do Eleusinian. Na iniciao da vida, entretanto, este "alm de" um no mundo alm da morte, mas uma reverso das intenes e do outlook da mente, um psicolgico "alm de" ou, em termos christian, um "redemption" dos trammels do mundo e do sin. O redemption uma separao e um deliverance de uma condio mais adiantada da escurido e do unconsciousness, e conduz a uma condio da iluminao e do releasedness, vitria e ao transcendence sobre tudo "dado." Assim distante o Bardo Thodol est, como o Dr. Evans-Wentz sente tambm, um processo da iniciao cuja finalidade seja restaurar alma o divinity que perdeu no nascimento. Em imvel uma outra passagem Jung continua o esforo mas a falta outra vez: Nem o uso que psicolgico ns fazemos dela (o livro tibetano) qualquer coisa mas uma inteno secundria,

embora uma que sanctioned possivelmente pelo costume do lamaist. A finalidade real deste livro singular a tentativa, que deve parecer muito estranha ao europeu educado do vigsimo sculo, de enlighten os mortos em sua viagem com as regies do Bardo. A igreja catholic o nico lugar no mundo do homem branco onde toda a proviso feita para as almas do partido. No sumrio dos comentrios de Lama Govinda que seguem ns veremos que o comentador tibetano, livrado dos conceitos europeus de Jung, se move diretamente para o meaning esoteric e prtico do livro tibetano. Em seu autobiography (escrito em 1960) Jung comete-se completamente viso interna e sabedoria e realidade superior de percepes internas. Em 1938 (quando seu commentary tibetano foi escrito) estava movendo-se neste sentido mas cautelosamente e com os reservations ambivalent do psychiatrist cum o mystic. O homem inoperante deve desesperadamente resistir as ordens da razo, como ns o compreendemos, e d acima o supremacy do egohood, considerado pela razo como o sacrosanct. O que isto significa na prtica capitulation completo aos poders objetivos do psyche, com o tudo esse isto envolve; um tipo da morte symbological, correspondendo ao julgamento dos mortos no Sidpa Bardo. Significa da conduta toda conscious, racional, moral responsvel do fim da vida, e de uma rendio voluntria a o que o Bardo Thodol se chama "illusion karmic." O illusion de Karmic salta da opinio em um mundo do visionary de uma natureza extremamente irrational, que nem concorde com nem derive de nossos julgamentos racionais mas o produto exclusivo de uninhibited a imaginao. sonho sheer ou o "fantasy," e cada pessoa do bem-well-meaning advertir-nos-o imediatamente de encontro a ele; nem enlate certamente um vem na primeira vista o que a diferena entre fantasies deste tipo e do phantasmagoria de um lunatic. Muito frequentemente somente um abaissement ligeiro du niveau mental needed desencadear este mundo do illusion. O terror e a escurido deste momento tm seu equivalente nas experincias descritas nas sees da abertura do Sidpa Bardo. Mas os ndices deste Bardo revelam tambm os archetypes, as imagens karmic que aparecem primeiramente em seu formulrio estarrecente. O estado de Chonyid equivalente a um psychosis. deliberadamente induzido. . . A transio, ento, do estado de Sidpa ao estado de Chonyid uma reverso perigosa dos alvos e das intenes da mente conscious. um sacrifcio da estabilidade e de uma rendio do ego incerteza extrema de o que deve parecer como um motim chaotic de formulrios phantasmal. Quando Freud inventou a frase que o ego era "o assento verdadeiro da ansiedade," dava a voz a um intuition muito verdadeiro e profundo. O medo do self-sacrifice lurks profundamente em cada ego, e este medo frequentemente somente a demanda precariously controlada das foras inconscientes a estourar para fora na fora cheia. Ningum que strives para o selfhood (individuation) poupado esta passagem perigosa, para isso que temido tambm pertence ao wholeness do self - o sub-human, ou supra-humano, mundo dos "dominants psychic" quais o ego emancipated originalmente com esforo enorme, e ento de somente parcialmente, para a causa do mais ou de menos liberdade illusory. Este liberation certamente um empreendimento muito necessrio e muito heroic, mas no representa nada final: meramente a criao de um assunto, que, a fim encontrar o fulfillment, tenha ser confrontado ainda por um objeto. Este, na primeira vista, pareceria ser o mundo, que inchado para fora com projees para essa muito finalidade. Aqui ns procuramos e encontramos nossas dificuldades, aqui ns procuramos e encontramos nosso inimigo, aqui ns procuramos e encontramos o que caro e precioso a ns; e comforting para saber que todo o evil e toda bom devem ser encontrados para fora l, no objeto visvel, onde pode ser conquistado, punido, destrudo ou apreciado. Mas a natureza ela mesma no permite que este estado paradisal do innocence continue para sempre. H, e sempre estve, aqueles que no podem ajudar mas ver a que o mundo e suas experincias esto na natureza de um smbolo, e a que reflete realmente algo que as mentiras escondidas no assunto ele mesmo, em sua prpria realidade transubjective. deste intuition profundo, de acordo com a doutrina do lamaist, que o estado de Chonyid deriva seu meaning verdadeiro, que porque o Chonyid Bardo intitulado "o Bardo de experimentar da realidade." A realidade experimentada no estado de Chonyid , porque a ltima seo do Bardo correspondente ensina, a realidade do pensamento. Os "pensamento-formulrios" aparecem como as realidades, tomadas do fantasy no formulrio real, e o sonho estarrecente evoked pelo karma e jogado para fora pelos

"dominants inconscientes" comea. Jung no seria surpreendido pelo antagonism profissional e institutional ao psychedelics. Fecha seu commentary tibetano com um poltico poignant de lado: O Bardo Thodol comeou sendo um livro "closed", e assim que remanesceu, no importa o que o tipo dos commentaries pode ser escrito em cima dele. Para ele um livro que se abra somente compreenso do espiritual e esta uma capacidade que nenhum homem seja carregado com, mas que pode somente adquirir com o treinamento especial e experincia especial. bom que tais a todas as intenes e livros "inteis" das finalidades existem. So significados para aqueles "povos estranhos" quem ajustou no mais por muito tempo muita loja pelos usos, pelos alvos, e pelo meaning da "civilizao present-day." Fornecer "o treinamento especial" para "a experincia especial" fornecida por materiais psychedelic a finalidade desta verso do livro tibetano dos mortos. Um TRIBUTO A LAMA ANAGARIKA GOVINDA Na seo precedente o ponto foi feito a essa filosofia oriental e o psychology - potico, indeterministic, experiential, inward-looking, vaga evolucionrio, open-ended - adaptado mais fcilmente aos findings da cincia moderna do que a lgica syllogistic, determinada, experimental, externalizing do psychology ocidental. O ltimo imitates os rituals irrelevant das cincias da energia mas ignora os dados da fsica e do genetics, dos meanings e de implicaes. Mesmo Carl Jung, o mais penetrante dos psiclogos ocidentais, no compreendem a filosofia bsica do Bardo Thodol. Completamente no contraste so os comentrios no manual do tibetano por Lama Anagarika Govinda. Sua indicao de abertura no primeiro glance causaria um psiclogo do Judaeo-Cristo ao snort no impatience. Mas um olhar prximo nestas frases revela por que so a indicao potica da situao genetic como descritos atualmente bioqumicos e investigadores do DNA. Pode-se discutir que ningum pode falar sobre a morte com autoridade que no morreu; e desde ningum, aparentemente, retornou sempre da morte, como lata que qualquer um sabe o que a morte , ou o que acontece aps ele? O tibetano responder: "no h uma pessoa, certamente, no um estar vivo, que no retornou da morte. No fato, ns todos morremos muitas mortes, antes que ns viemos neste incarnation. E o que ns nos chamamos nascimento somos meramente o lado reverso de da morte, como um dos dois lados de uma moeda, ou como uma porta que ns chamemos "entrada" from exterior e "sada" dentro de um quarto." O lama vai ento sobre fazer um segundo comentrio potico sobre os potentialities do sistema nervoso, a complexidade do computador cortical humano. muito mais astonishing que no todos recorda sua ou sua morte precedente; e, por causa desta falta de recordar, a maioria de pessoas no acreditam l eram uma morte precedente. Mas, do mesmo modo, no recordam seu nascimento recente - no entanto no duvidam que estiveram carregados recentemente. Esquecem-se de que a memria ativa somente uma parte pequena de nosso consciousness normal, e de que nossa memria subconscious regista e preserva cada impresso e experincia passadas que nossa mente acordar no recorda. O lama prosegue ento fatia diretamente ao meaning esoteric do Bardo Thodol que o meaning do ncleo que Jung e certamente a maioria de europeu Orientalists tem no agarra. Para esta razo, o Bardo Thodol, o liberation vouchsafing do livro tibetano do estado intermedirio entre a vida e o re-birth, - que indicam a morte da chamada dos homens, - couched na lngua symbolical. um livro que seja selado com os sete selos do silncio, - no porque seu conhecimento seria entendido mal, e, conseqentemente, tenderia a mislead e prejudicar aqueles que so unfitted para o receber. Mas o tempo veio quebrar os selos do silncio; para a raa humana veio ao juncture onde deve se decidir se ser satisfeita com o subjugation do mundo material, ou strive aps o conquest do mundo espiritual, subjugando desejos selfish e transcending limitaes self-imposed. O lama em seguida descreve os efeitos de tcnicas da consciousness-expanso. Est falando aqui sobre o mtodo que sabe-Yogic-mas suas palavras so ingualmente aplicveis experincia psychedelic. H aqueles que, no virtue da concentrao e de outras prticas yogic, podem trazer o subconscious no reino do consciousness discriminative e, desse modo, trao em cima do Tesouraria irrestrito da memria subconscious, wherein so armazenados os registros no somente de nossas vidas passadas mas os registros do passado de nossa raa, o passado do humanity, e de todos os formulrios pre-humanos da vida, if.not do consciousness very que faz a vida possvel neste universo. Se, com algum truque da natureza, as portas do subconsciousness de um

indivduo devessem de repente saltar aberto, a mente unprepared seria oprimida e esmagada. Conseqentemente, as portas do subconscious so guardadas, por todos os novatos, e escondidas atrs do vu dos mistrios e dos smbolos. Em uma seo mais atrasada de seu prefcio o lama apresenta um elaboration mais detalhado do meaning interno do Thodol. A se o Bardo Thodol devesse ser considerado como sendo baseado meramente no folklore, ou como consistir no speculation religioso sobre a morte e um estado hipottico da aps-morte, seria do interesse somente os antroplogos e os estudantes da religio. Mas o Bardo Thodol distante mais. uma chave aos rebaixos innermost da mente humana, e uma guia para novatos, e para aqueles que esto procurando o trajeto espiritual do liberation. Embora o Bardo Thodol se realize no tempo atual usado extensamente em Tibet como um breviary, e lido ou recited na ocasio da morte, - para que razo foi chamado aptly "o livro tibetano dos mortos" - se no deve esquecer-se de que conceived originalmente para servir como uma guia no somente para morrer e os mortos, mas para a vida tambm. E encontra-se nisto a justificao para ter feito o livro tibetano do acessvel inoperante a um pblico mais largo. Notwithstanding os costumes populares e opinio que, sob a influncia de tradies age-old da origem pre-pre-Buddhist, cresceram em torno dos revelations profundos do Bardo Thodol, tem o valor somente para aquelas que praticam e realizam seu ensino durante sua vida. H duas coisas que causaram o engano. Um a que os ensinos parecem ser dirigidos os mortos ou morrer; o outro em que o ttulo contem a expresso "liberation com o hearing" (o tibetano, o Thos-grol). Em conseqncia, levantou-se a opinio que suficiente ler ou recite o Bardo Thodol na presena de uma pessoa morrendo, ou uniforme de uma pessoa que morresse apenas, a fim efetuar seu ou seu liberation. Tal engano poderia somente ter-se levantado entre aqueles que no sabem que uma das prticas as mais velhas e as mais universais para que o novato atravesse a experincia da morte antes que possa ser espiritual reborn. Simbolicamente deve morrer a seu passado, e a seu ego velho, antes que possa fazer exame de seu lugar na vida espiritual nova em que estve iniciado. Os mortos ou a pessoa morrendo so dirigidos no Bardo Thodol principalmente para trs razes: (1) o practitioner srio destes ensinos deve considerar cada momento do seu ou sua vida como se era dura; (2) quando um seguidor destes ensinos est morrendo realmente, ou devem ser lembrados das experincias na altura da iniciao, ou das palavras (ou do mantra) do guru, especial se morrer one mente falta o alertness durante os momentos crticos; e (3) um quem ainda incarnate deve tentar cercar a pessoa que morre, ou apenas inoperante, com pensamentos loving e teis durante os primeiros estgios do novo, ou do afterdeath, estado da existncia, sem permitir que o acessrio emocional interfira ou cause um estado do depression mental morbid. Conformemente, uma funo do Bardo Thodol parece ser mais para ajudar queles que foram deixadas atrs para adotar a atitude direita para os mortos e para o fato da morte do que para ajudar aos mortos, que, de acordo com a opinio buddhist, no deviate de seu prprio trajeto karmic. . . Isto prova que ns temos que fazer aqui com vida prpria e no meramente com uma massa para os mortos, a que o Bardo Thodol foi reduzido em uns tempos mais atrasados. . . Sob o guise de uma cincia da morte, o Bardo Thodol revela o segredo da vida; e encontram-se nisso seu valor espiritual e sua apelao universal. Aqui ento a chave a um mistrio que seja passado para baixo por sobre 2.500 anos - a experincia da consciousness-expanso - o rite da morte e do rebirth do pre-mortem. Os sages de Vedic souberam o segredo; os novatos de Eleusinian souberam-no; o Tantrics soube-o. Em todas suas escritas esoteric sussurram a mensagem: possvel cortar alm do ego-ego-consciousness, ajustar dentro nos processos neurological que piscam perto na velocidade de luz, e tornar-se ciente do Tesouraria enorme do conhecimento racial antigo soldado no ncleo de cada pilha em seu corpo. Os produtos qumicos psychedelic modernos fornecem uma chave a este reino esquecido da conscincia. Mas apenas porque este manual sem a conscincia psychedelic no nada mas um exerccio em Tibetology academic, assim, demasiado, o chave qumico potent de pouco valor sem a orientao e os ensinos. Westerners no aceita a existncia dos processos conscious para que no tm nenhum termo operacional. A atitude que prevalent : - se voc no puder a etiquetar, e se for alm das noes atuais do espao-tempo e da personalidade, ento no est aberta para a investigao. Assim ns vemos a experincia da ego-perda confundida com a esquizofrenia. Assim ns vemos psychiatrists present-day

solemnly pronunciar as chaves psychedelic como psychosis-produzindo e perigoso. Os produtos qumicos novos do visionary e a experincia do pre-mortem-morte-pre-mortem-death-rebirth podem ser introduzidos uma vez outra vez nas sombras do history. Olhando traseiros, ns recordamos que cada administrador mdio-oriental e europeu ( excecpo de determinados perodos em Greece e em Persia) tem, durante os ltimos trs mil anos, apressados para passar leis de encontro a todo o processo transcendental emergente, a sesso do pre-mortem-morte-pre-mortem-death-rebirth, seus adepts, e qualquer mtodo novo da consciousness-expanso. O momento atual no history humano (como Lama Govinda indica) crtico. Agora, para a primeira vez, ns possumos os meios de fornecer o enlightenment a todo o voluntrio preparado. (o enlightenment vem sempre, ns recorda, no formulrio de um processo novo da energia, de um evento fsico, neurological.) Para estas razes ns preparamos esta verso psychedelic do livro tibetano dos mortos. O segredo liberado uma vez outra vez, em um dialect novo, e ns sentamo-nos para trs quietamente para observar se o homem est pronto para se mover adiante e para empregar as ferramentas novas fornecidas pela cincia moderna.