o livro dos espÍtos livro quarto capÍtulo i penas e gozos terrestres

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  • O LIVRO DOS ESPTOS LIVRO QUARTO CAPTULO I PENAS E GOZOS TERRESTRES
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  • NATUREZA DA FELICIDADE TERRENA FELICIDADE E INFELICIDADE RELATIVAS
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  • DEFININDO FELICIDADE RELATIVA Se praticssemos a lei de Deus, livraramos De muitos males e seramos felizes. Ela relativa ao plano que nos encontramos. Um plano grosseiro, repleto de paixes. Mesmo que nossas atitudes fossem embasadas pelo bem moral, a natureza de nossa felicidade no poderia ser completa. No podemos ao menos supor o que seja realmente a verdadeira felicidade
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  • FELICIDADES E INFELICIDADES RELATIVAS O NECESSRIO E O SUPRFLUO O NECESSRIO E O SUPRFLUO QUEM V APENAS O PRESENTE QUEM V APENAS O PRESENTE DEUS PERMITE QUE O MAL PROSPERE DEUS PERMITE QUE O MAL PROSPERE O JUSTO QUE INFELIZ O JUSTO QUE INFELIZ
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  • O NECESSRIO E O SUPRFLUO
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  • O NECESSRIO E O SUPRFLUO VARIA DE ACORDO COM CADA SER. O HOMEM CRITERIOSO PARA SER FELIZ OLHA PARA BAIXO, E OUTROS S OLHAM PARA CIMA. JAMAIS SERO FELIZES AQUELES QUE DESEJAM O SUPRFLUO, ESTO SEMPRE COMPARANDO O QUE TM COM OS OUTROS QUE TM MAIS.
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  • QUEM V APENAS O PRESENTE
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  • SO COMPLETAMENTE MATERIALISTAS. S PENSAM NO QUE TM QUE VESTIR, COMER, BEBER, A VIDA SE LHE APRESENTA COMO PRAZERES. SUAS NECESSIDADES SO ARTIFICIAIS. GERALMENTE INVEJAM OS ESTO ACIMA DELES. O HOMEM MAIS RICO AQUELE EU VIVE COM O SUFICIENTE
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  • DEUS PERMITE QUE O MAL PROSPERE
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  • A quem cabe realmente a culpa? A culpa de grande parte do sofrimento cabe aos humanos. Eles travam as guerras, cometem crimes, poluem o meio ambiente, empreendem negcios motivados pela ganncia, ao invs de se preocuparem com o prximo, e, s vezes, entregam-se a hbitos que sabem que podem ser prejudiciais sua sade. Ao fazerem tais coisas, prejudicam a outros e a si mesmos. Seria de esperar que os humanos fossem imunes s conseqncias de seus atos? razovel culpar a Deus por essas coisas que os prprios humanos fazem?
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  • O JUSTO QUE INFELIZ
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  • SE O JUSTO INFELIZ, ISSO REPRESENTA UMA PROVA QUE SER LEVADA EM CONSIDERAO, SE ELE SUPORTAR COM RESIGNAO E CORAGEM. LEMBREMOS DAS PALAVRAS DE JESUS: - BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM, PORQUE SERO CONSOLADOS SABEMOS QUE TODO SOFRIMENTO CANSEQUNCIA DE UMA CAUSA, PORTANTO, NADA POR ACASO.
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  • CAUSAS DOS SOFRIMENTOS MORAIS
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  • OS SOFRIMENTOS MORAIS SO GERADOS PELO ORGULHO, PELO EGOSMO, PELA AMBIO FRUSTRADA, PELA ANSIEDADE, PELA AVAREZA, PELA INVEJA, PELO CIUME, E TODAS AS PAIXES QUE TRAZEM TORTURAS ALMA
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  • PARTE II
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  • SO PROVAS E EXPIAES
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  • A DOUTRINA ESPRITA MATOU A MORTE ESTA UMA LEGTIMA CAUSA DE DOR QUE ATINGE O RICO, O POBRE E REPRESENTA UMA PROVA E EXPIAO. DESTA DOR NENHUM DE NS ESCAPAR. E QUANTO MAIOR O VNCULO AFETIVO COM A CRIATURA DESENCARNADA, MAIOR A DOR. ESTA UMA LEGTIMA CAUSA DE DOR QUE ATINGE O RICO, O POBRE E REPRESENTA UMA PROVA E EXPIAO. DESTA DOR NENHUM DE NS ESCAPAR. E QUANTO MAIOR O VNCULO AFETIVO COM A CRIATURA DESENCARNADA, MAIOR A DOR.
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  • COMUNICAO COM OS ENTES QUERIDOS Contudo, Deus com sua infinita misericrdia, permite-nos a comunicao Com nossos familiares desencarnados atravs da mediunidade, psicografias, vidncias, e de outras comunicaes. Quando encontram-se em condies espirituais, colocam-se ao nosso lado, e auxiliam-nos com seus conselhos. Ficam felizes com o afeto que lhes demonstramos, alegram-se por nos lembrarmos deles.
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  • DORES INCONSOLVEIS
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  • Quando a criatura no se conforma com a perda, passando a sofrer de forma penosa, demonstra falta de f e de confiana em Deus, assim acaba prejudicando o adiantamento do ente querido e at mesmo sua unio com ele Precisamos entender que se o Esprito mais feliz no Espao do que na Terra, lamentar que ele tenha deixado a vida corprea, lamentar que ele seja feliz.
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  • IV UNIES ANTIPTICAS
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  • a) A afeio de dois seres pode, muitas das vezes, transformar-se em antipatia ou, at mesmo, em dio, o que se constitui uma punio. Muitos acreditam amar perdidamente porque apenas julgam pelas aparncias. Quando obrigados a viver com as pessoas amadas, no tardam a reconhecer que s experimentaram um encantamento material. b) Em muitas unies, ao contrrio, a princpio parecem destinadas a nunca ser simpticas. Com o tempo, depois dos que a constituram haverem se conhecido bem, acabam por tornar-se amor duradouro e terno, baseado na verdadeira estima..
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  • A Doutrina Esprita veio oferecer valiosos subsdios para a compreenso da temtica familiar mostrando que ela no comea agora mas que casamento e famlia, inclusive a parte dela a que nos integramos pelo matrimnio (os parentes consanguneos do cnjuge), no surgem por acaso mas resultam de cuidadoso planejamento reencarnatrio que objetiva sempre a nossa felicidade, o que representa expressiva ajuda para que tanto na sua constituio pelo casamento, ampliao com a chegada de filhos e funcionamento como espao de convivncia mais ntima e reabastecimento emocional para a vida em sociedade, a famlia possa bem cumprir o seu papel.
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  • c) H duas espcie de afeio: a do corpo e a da alma. comum tomar-se uma pela outra. Porm quem ama o esprito, e no o corpo. A afeio da alma duradoura; a do corpo, efmera. d) A falta de simpatia entre seres destinados a viver juntos causa de grandes dissabores.Constitui grave erro das leis humanas impor esse tipo de convivncia pois Deus jamais constrangeria dois seres que se desagradam a permanecerem juntos. Unies desse tipo, normalmente, resultam do orgulho e da ambio. e) Em unies dessa natureza, quase sempre, h uma vtima inocente, para quem elas se constituem uma expiao. A responsabilidade por isso recair sobre aqueles que tiverem sido causadores.
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  • COMPORTAMENTO DOS ESPRITOS SIMPTICOS
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  • OS ESPRITOS SIMPTICOS BUSCAM-SE RECIPROCAMENTE, E PROCURAM UNIR-SE H SEMPRE SINTONIA ENTRE ELES, VIBRAM NA MESMA FAIXA. A simpatia geral determinada pelas semelhanas, h afeies particulares entre os Espritos. Mas o liame que une os Espritos mais forte na ausncia do corpo, porque no est mais exposto s vicissitudes das paixes. As afeies dos Espritos no so suscetveis de alterao porque eles no podem enganar-se, no usam mais a mscara sob a qual se ocultam os hipcritas, e por isso que as suas afeies so inalterveis, quando eles so puros. O amor que os une para eles fonte de uma suprema felicidade. A afeio que dois seres mantiveram na Terra prossegue sempre no mundo dos Espritos. Isso se ela se baseia numa verdadeira simpatia: mas se as causas de ordem fsica tiverem maior influncia que a simpatia, ela cessa com as causas. As afeies, entre os Espritos, so mais slidas e mais durveis que na Terra, porque no esto subordinadas ao capricho dos interesses materiais e do amor-prprio.
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  • MEDO DA MORTE PERDA DOS GOZOS MATERIAIS MEDO DA MORTE PERDA DOS GOZOS MATERIAIS
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  • QUEM TEM F, TEM CERTEZA NO FUTURO QUEM TEM ESPERANA, CONTA COM UMA VIDA MELHOR QUEM TEM CARIDADE, SABE QUE NO TEM QUE TEMER O MUNDO PARA ONDE VAI.
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  • A CASA DO PAI TEM VRIAS MORADAS, MAS VOC ESCOLHE O LUGAR QUE QUER FICAR !!!
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  • DESGOSTO PELA VIDA SUICDIO
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  • SUICDIOS SUICDIOS O SUICDIO - NADA JUSTIFICA O SUICDIO - NADA JUSTIFICA EVITANDO O TDIO EVITANDO O TDIO SUICDIO VOLUNTRIO SUICDIO VOLUNTRIO SUICDIO INVOLUNTRIO SUICDIO INVOLUNTRIO SUICDIO PELO DESGOSTO DA VIDA SUICDIO PELO DESGOSTO DA VIDA SUICDIO COMO FUGA DA MISRIA SUICDIO COMO FUGA DA MISRIA SUICDIO INDUZIDO POR ALGUM SUICDIO INDUZIDO POR ALGUM
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  • SUICDIOS SUICDIOS SUICDIO POR ORGULHO SUICDIO POR ORGULHO SUICDIO POR VERGONHA SUICDIO POR VERGONHA SUICDIO PARA ENTRAR NO PARASO SUICDIO PARA ENTRAR NO PARASO SUICDIO INVOLUNTRIO SUICDIO INVOLUNTRIO SALVANDO UMA VIDA EM DETRIMENTO DA NOSSA SALVANDO UMA VIDA EM DETRIMENTO DA NOSSA
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  • TODAS AS CONSEQUNCIAS DO SUICDIO SO IGUAIS? TODAS AS CONSEQUNCIAS DO SUICDIO SO IGUAIS?
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  • NO, AS CONSEQUNCIAS SO DIVERSAS. NO H PENA DETERMINADA E SEMPRE PROPORCIONAL AS CAUSAS QUE LEVARAM O INDIVDUO AO SUICDIO. PARA TODOS GRANDE O DESAPONTAMENTO, MAS AS CONSEQUNCIAS NO SO AS MESMAS PARA TODOS, DEPENDE DAS CIRCUNSTNCIAS. ALGUNS EXPIAM A FALTA IMEDIATAMENTE, OUTROS EM NOVAS EXISTNCIAS QUE SER PIOR, MAIS SOFRIDA DO QUE AQUELA QUE INTERROMPEU.
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  • DISTINO ENTRE A MORTE NATURAL E O SUICDIO
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  • CONCLUSO CONCLUSO A RELIGIO, A MORAL, A FILOFOSIA A RELIGIO, A MORAL, A FILOFOSIA CONDENAM O SUICDIO COMO ATITUDE CONDENAM O SUICDIO COMO ATITUDE OFENSIVA S LEIS DA NATUREZA. OFENSIVA S LEIS DA NATUREZA.. NO SE TRATA PARA O ESPRITO APENAS DE INFRAO AS LEIS MORAIS, MAS UMA GRANDE ESTUPIDEZ PELO SOFRIMENTO QUE A CRIATURA IMPE A SI MESMA, POR REBELDIA S LEIS DE DEUS. J A MORTE NATURAL A ACEITAO DO ESPRITO, QUE MESMO DIANTE DA DOR MORAL OU FSICA, AGUARDA PACIENTEMENTE O MOMENTO PARA SUA GRANDE VIAGEM.